História Suicide love - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 2.782
Palavras 3.022
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Good or bad


Fanfic / Fanfiction Suicide love - Capítulo 7 - Good or bad

 

Pov. Justin

 

         Encostei o carro em frente ao beco.  Hoje é o dia em que aqueles filhos da puta irão me pagar.  Peguei a arma no porta luvas, a recarreguei e coloquei na cintura.

 Sai do carro e entrei no beco, no final do mesmo estava tudo  mais escuro do que o normal, a luz do dia não chegava ate lá. Entrei em uma espécie de galpão, olhei ao redor e tinha varias pessoas nos cantos fumando.  

Parei bem no centro do galpão, saquei a arma e dei dois  tiros para o alto, todos que estavam ali se assustaram e voltaram os olhares para mim.

         ― aonde esta o chefe dessa porra? ― falei firme, mas não obtive resposta. – só vou perguntar mais uma vez. ONDE ESTÁ O CHEFE DESSA PORRA!

 Olhei ao meu redor e ouvi o barulho da porta se abrindo.

         ― Somos nós! ― cinco caras saíram da porta.

         ― É bom saber. Então  foram vocês que me roubaram? ―disse me aproximando deles .

 ― não roubamos nada que já não tinha sido roubado. Somos iguais a você, Bieber, somos criminosos. Vence o que for mais esperto. ― um deles disse.

 Ele estava afim de zombar da minha cara.

         ―Pois eu vou dizer uma coisa. Vocês tem duas opções,  devolver o caminhão do droga ou o dinheiro que ele rendeu.  Dinheiro esse que é meu, ou já podem começar a cantar para subir,  no caso de vocês “descer”!

  Eles riram. Eu acho que estão achando que estou de brincadeira. Ah, mais eles vão ver do que eu sou capaz. Apontei a arma para o mais petulante deles e dei um tiro em sua perna.

  ―Mudaram de ideia agora. ― falei.

   ― Não pense que temos medo de você, Bieber. Você esta em desvantagem, somos  cinco e você é apenas  um.  – outro disse.

    ― A diferença é que eu valo por dez, enquanto vocês cinco não valem dois!

    ―É isso que veremos então!

 Um deles mirou a arma para mim e apertou o gatilho. A bala atingiu meu braço de raspão,  coloquei a mão no mesmo e não deixei transparecer a dor.

         ―Agora vocês brincaram com fogo!

 Saquei a arma e fui  atirando um lugares letais de cada um deles. Eles caíram no chão  já agonizando, me aproximei mais de um que estava em “melhores condições”.

 – aonde  esta o caminhão? – me abaixei perto dele.

 ― na-não está aqui. ― falou com dificuldade

 ― então, aonde esta? ― ele começou a tossir engasgado com o próprio sangue.

    ―ka-kay! Está com ele! ― falou com dificuldade.

Levantei-me e o  olhei. Não pensei duas vezes e atirei bem na  sua cabeça.

     ―Odeio ver pessoas sofrendo para morrer! – dei as costas e sai do galpão.

           ***

 Entrei no carro e  olhei para ferimento no ombro,  que estava sangrando.  Tirei a jaqueta que já estava suja de sangue e pude ver melhor o tamanho do estrago. A camisa branca  já estava  vermelha, por conta do sangue.  Ignorei ao máximo a dor que estava sentindo, liguei o carro  saindo  em alta velocidade.

  Em poucos minutos já estava em casa, freei o carro bem em frente à porta principal, desci e entrei em casa.

         ―LUPY! NORMA! – gritei, mas ninguém veio.

 Que  merda! Onde estão os empregados que deveriam esta aqui a minha disposição. Sentei-me no banco que havia no bar.

 

         Pov. Lilyan

        

  Eu estava sentada escada encarando o nada, e levei um susto quando o ouvi gritar pelas empregadas, me levantei e fui até a sala ver o que estava acontecendo.

 Quando cheguei a sala não havia ninguém.  Virei para voltar quando vi no chão pequenas gotas de sangue,  as segui com o olho ate onde davam.

 Olhei e ele esta com uma das mãos no ombro, o mesmo estava sangrando muito, a camisa que era branca já estava praticamente  vermelha. Em um ato involuntário corri até ele.

  ― O que aconteceu com você? – falei preocupada.

  ―você não esta vendo que estou ferido? Não esta vendo também que estou sangrando? Vê se faz algo de útil e chama uma das empregadas. ―   falou entre os dentes.

Será que ele não pode ser educado nem quando esta ferido?

― Sinto muito em lhe enformar, mas nem uma das duas está. – falei em um tom superior. Encarou-me. –Só tem  eu e os seguranças, e creio que eles não sabem fazer curativos. – cruzei os braços.

  ―Bando de incompetentes. ― disse entre os dentes.

―me deixa ver o ferimento. – ele tirou a blusa e a jogou no chão.

 Olhei para o ferimento,  que aparentava ser superficial, peguei uma toalha branca que havia no balcão do bar e passei lentamente pelo local. Ele gemeu de dor.

– Não reclama Bieber, estou tento o máximo de cuidado que eu posso.

 ―Imagina se não tivesse hein! ―  me encarou, dei de ombro.

   ―Espera um pouco. 

 Fui ate a cozinha e procurei por algum kit de primeiros socorros. Mas não achei nenhum, procurei em uma dispensa , e por muito custo achei. Voltei para onde ele estava.

     ―Você sabe fazer isso direito? ―  perguntou  enquanto eu  pegava as gazes. Dei de ombro.

 Eu sabia somente o básico, pois sempre observava minha mãe quando fazia meus curativos. Limpei o ferimento, passei um remédio que havia dentro do kit e fiz um pequeno curativo. Até que não ficou nada mal.

 ― Pronto! – disse quando terminei. Ele olhou o curativo e olhou para mim. – não vai dizer obrigado, Bieber?

   ―Eu já te agradeci não te matando. – ele se levantou de onde estava.

 ― É impressionante a  maneira que você é mal educado.  -  ele se virou para mim. ― o que custa dizer um obrigado, o que curta ser gentil?

  ― Eu não faço o estilo bom moço se é que você já percebeu. E você queria que eu dissesse  o que? Um “ obrigado , você é a melhor “ á faça me um favor. – veio em direção a mim.

     ―Não Bieber, só um “ obrigado” já bastava. – falei irritada.

      ― então o que você quer que eu faça?-  se aproximou mais de mim  começando a ficar alterado.

    ― Que me deixe ir embora. ― respondi no mesmo tom.

   ― Minha resposta ainda é não! Você ainda não percebeu que tudo tem que ser do meu jeito.

  ― Mas eu não sou propriedade sua.

―Enquanto você estiver aqui, você é minha propriedade.

― Se seu medo é que eu conte sobre o que eu vi e ouvi nessa casa, pode ficar tranquilo, pois se você me deixar ir eu prometo que sumo da sua vida, te esqueço e você me esquece.

 ―A resposta é simples. O destino te entregou para ser minha, e eu só estou fazendo sua vontade.

  ―  não confunda  coincidência com destino. Eu vim parar em suas mãos por pura coincidência, não destino.

― coincidências não existem e você já deveria saber disso. ― se aproximou de mim.

― Há outras melhores que eu, Bieber. Deixa-me ir e você as conhecera. Basta você estalar os dedos e elas virão. ― falei sentindo nossa respiração se misturar por conta da proximidade.

― e quem disse que eu quero outras?

  Vagarosamente ele depositou um beijo seguido de uma mordida em meu pescoço. Prendi a respiração na tentativa de não sentir nada, mas não consegui e me arrepiei toda com o seu toque. Droga!

 Empresando-me contra o balcão e apertando minha cintura ele aprofundou as caricias. Comecei a rejeita-lo tentando afasta-lo de mim, mas era impossível. Primeiro, ele era mais forte do que eu, e segundo, eu estava querendo essas caricias mais do que tudo.

Suas mãos foram para os botões laterais do meu macacão e começou a abri-los devagar. Suas mãos agora subiam por dentro do mesmo até chegar a meus seios apertando os mesmos.

  Ele se afastou um pouco e me encarou. Meus olhos não conseguiam encarar os deles, os mesmos caiam para a sua boca. A mesma era vermelhinha e convidativa para um beijo. Umedecendo os lábios os deixando ainda mais apetitosos estava difícil controlar. Mordi os meus na tentativa de suportar.

― por que você olha tanto para a minha boca? Quer beijar? ―o encarei e assenti com receio. ― e o que esta esperando?

― não posso. ― falei baixo.

― por quê? ― sussurrou próximo aos meus lábios.

― regras da casa. ― respondi.

― você esta na minha casa, e aqui, eu faço as regras.

Ele não me deu oportunidade de retrucar. E também, quem disse que eu queria? Seus lábios tomaram o meu em uma voracidade absurda e prazerosa, nossas línguas em um confronto gostoso explorando cada canto da boca.

Aquele beijo seria inofensivo  para mim, afinal, que mal pode causar um beijo? Eu acho que sou bem grandinha para beijar alguém sem me envolver. E aquele seria o primeiro e ultimo, não cairia na tentação novamente.

O relógio pareceu congelar, pois aquele beijo parecia esta durando uma eternidade. Minhas mãos em seus cabelos os puxando, as mãos dele me despindo em velocidades absurdas. Meus pulmões gritavam por oxigênio, mas quem disse que eu dava ouvido?      

Ouvimos alguém limpar a garganta chamando a nossa atenção, foi só assim que conseguimos nos separar.

― tem um minuto? ― um homem loiro perguntou.

Ele não me era estranho, afinal ele também era um Bizzle e estava nessa casa hoje pela manha.

― não, mas agora que você atrapalhou o que eu estava prestes a fazer.  Agora pode falar.

O garoto loiro ficou me olhando de uma forma estranha, eu realmente estava sem entender. Segui seu olhar e entendi o motivo de esta quase me estuprando com os olhos. Durante o beijo o Bieber me deixou praticamente nua. Fui rápida e ajeitei meu top e me escondi atrás do Bieber.

― quando você quiser falar, eu estou aqui para ouvir, RYAN! ― Bieber chamou a atenção do tal Ryan.

― precisamos falar sobre os caras que você matou  hoje mais cedo. ― falou.

Meus olhos se arregalaram e um medo tomou conta do meu corpo.

― já não basta ter me atrapalhado, agora vai ficar falando sobre nossos esquemas na frente de qualquer um?

― desculpa. ― levantou as mãos em sinal de rendição.

― sobe e me espera do quarto. ― virou para mim e falou. Assenti. ― no meu quarto. ― frisou

       Ele me beijou e eu não consegui resistir e correspondi. Droga!

 

         Pov. Justin.

        

  ― agora você pode falar. ― me joguei no sofá.

  ―Você ficou louco, Bieber? Como você pode matar aqueles cinco caras e não esconder os corpos.

   ― Ah, não enche, Ryan! Eles me roubaram e eu os matei, nada mais justo. ― dei de ombro.

― poderia pelo menos ter escondido os corpos.

― Você deveria me agradecer, menos concorrência. Mas se você insiste tanto eu vou e mando recolher os corpos e esconder.

    ―Não precisa, eu já mandei fazerem isso.

   ―Então por que está enchendo meu saco?

  ―Por que você foi quase descoberto!  Faltou pouco, sorte que quem os  encontrou foi um dos nossos,  e não a polícia. Pois se fosse estaríamos ferrados,  aqueles drogados iriam nos denunciar.

    ―Não iam,  igual você mesmo disse, são um bando de drogados. Não sabem diferenciar cocaína de fermento quando estão “virados”.

      ― se você diz. ― deu de ombro.

― eu afirmo.

  ― vai para a noite com os parceiros?

― talvez não, tenho coisas a fazer.

―  Vai ficar com a Lilyan? ― perguntou.

―  o que ? Como você sabe o nome dela?

― eu a conheço.

― como? De onde?  ― perguntei interessado na resposta que ele ira me dar.

―ela é prima da Victoria.

― aquela sua namoradinha?

― nem sei se é ou não, ela foi embora e demos um tempo. Mas isso não vem ao caso, o que eu quero saber é aonde você encontrou a Lilyan?

― na Laser Light.

― Laser Light? ― assenti. ― mas a Vick disse que ela ficaria com o irmão até...

Ele parou de completar a frase.

― até?

― isso não pode ser. Então o Victor é o irmão dela? ― falou surpreso. ― Justin, você tem que devolver essa garota o mais rápido possível.

― e por que eu faria isso?

― Se você não devolver o Victor vai vim aqui e pega-la a força.

― e quem disse que ele tem moral para fazer isso? Eu sou Justin Bieber, líder do The Bizzle.

―Mas se os tios dela voltarem, Justin. Aí sim você esta ferrado.

 ― e por que estaria? ― falei com ironia.

―se eles voltarem e não encontrarem ela lá, e o Victor contar para eles que você. ―apontou para mim. ―esta com ela, eles vão aparecer aqui com a policia e o escambal para busca-la.

― eles não vão fazer isso. Eu não sou descuidado.

― Ah não? Ela é de menor, Justin. Eles podem te acusar de qualquer coisa, até estupro se bobear.

 O encarei e cai na risada. Não tive como controlar.

― vai rindo mesmo, se isso acontecer não diz que eu não avisei. ― falou serio.  ― escuta o que eu estou te dizendo, maninho. Essa garota será a porta para você ir em cana.

Essa foi a ultima frase que ele disse antes de sair pela porta.

 

Olhei para trás na direção das estradas e bati os olhos em uma pessoa. Ela estava no meio da escada encostada na parede.

― ouvir a conversa dos outros não é uma coisa educada. ― falei e virei para frente.

― desculpa. ― respondeu em um tom baixo.

― desde quando você está escutando a conversa?

― só escutei a parte do “ essa garota será a porta para você ir em cana.” . ― assenti. ― agora você entende o por que eu tenho que ir embora?

Ouvi o barulho dos passos dela se aproximando.

― você não quer ou não pode ficar?

A puxei pelo braço quando senti o calor do corpo dela bem próximo do meu.

― Hein,  responde. ― fiz com que ela me olhasse.

― eu quero ir embora. ― falou de cabeça baixa.

― me responde olhando em meus olhos.

Ela foi levantando o rosto vagarosamente até seus olhos, em um verde intenso, se encontraram com os meus.

― eu não sei. Eu  estou confusa. ― falou em baixo tom. ―  mas eu não quero viver em um lugar aonde eu só sirva como objeto de prazer,  para um cara que uma hora fala que vai me matar e na outra me joga na cama e me faz delirar. Então, eu acho melhor eu ir embora e você arrumar outra que goste dessa vida, porque ...

Não lhe dei a chance de terminar a frase e a puxei jogando-a no sofá. Ela tirou os cabelos do rosto e me olhou assustada.

― eu sinto muito em lhe informar. ― puxei suas pernas e me pus entre elas. ― eu gosto do prazer que você me dar. ― comecei a abrir sua roupa. ― e eu só vou te deixar ir embora. ― arranquei o macacão. ― quando eu me cansar de gozar dentro de você.  ― apertei seus peitos. Ela gemeu.

              *** 

 Pov. Lilyan

     

 Abri os olhos e vi o ambiente com pouca iluminação a minha volta, sentei no sofá e observei  ao meu redor. Depois daquela transa eu nem percebi que havia caído no sono.

Passei as mãos pelos cabelos, na tentativa de ajeita-los, e os prendi em um coque frouxo. Levantei e peguei o macacão para vesti.

Ouvi barulho de alguém descendo as escadas, olhei para ver quem era. Justin estava descendo as escadas, todo arrumado, ajeitando o relógio em seu pulso.

― aonde você vai? ― perguntei.

― não te interessa. ―  foi rude.

― vai me deixar sozinha aqui, Bieber?

Ele me ignorou por completo e saiu pela porta.

Bufei! Acabei de vestir meu macacão e subi para o quarto, peguei uma muda de roupa e fui para o banheiro tomar um banho. Fui rápida, tomei uma ducha, se sequei e vesti a muda de roupa.

― se ele pensa que vai ser tudo do jeito dele, ele esta muito enganado. ― falei enquanto colocava as roupas dentro de uma mochila.

Fechei a mesma e fui até a janela do quarto. Abri a mesma, coloquei a mochila nas costas e pulei a janela com cuidado, como era  no segunda andar, quando meu corpo atingiu o chão uma dor também me atingiu.

Fui caminhando perto das paredes externas da casa  com cuidado para não ser percebida por nenhum dos seguranças. Cheguei até uma parte do jardim na qual havia cercas vivas. Olhei para os lados e não vi nenhum segurança por perto, joguei a mochila para o outro lado e depois comecei a subir. Com muita dificuldade consegui pular.

Fui andando pelas ruas sem rumo, cheguei a pensar que fugir da casa do Bieber tinha sido uma péssima ideia, pois para onde eu iria?  Andei até a minha antiga rua, caminhe até minha casa e abri o pequeno portão branco.

Sentei na varanda da parte de trás da casa, perto de onde ficava um pequeno parquinho. Fiquei encarando o mesmo e lembranças me vieram.

“ ― vem, querida. Não tenha medo.

― e se ele me morder, mamãe? ― falei olhando para o filhote de gato que minha mãe segurava.

― não, querida. Ele não vai te morder.

Caminhei com cuidado até ela e com receio acariciei os pelos macios do gatinho.

― viu, querida. Ele não faz mal. ― sorri.”

 

Enxuguei as lagrimas que escorreram pelo meu rosto. Talvez não tenha sido uma boa ideia vir até aqui. Afinal, já estou sozinha sem ter para onde ir e ficar se debulhando em lagrimas não seria uma boa opção.

Resolvi sair pelas ruas novamente, já que as chaves da casa estão com o Victor. Minha intensão era vagar pela cidade até amanhecer e quando isso acontecesse arrumar um plano.

Cheguei a uma rua um pouco deserta, fui atravessar a rua e quando estava no meio da mesma vi uma luz forte vindo em minha direção. Senti meu corpo se chocar contra o chão e minha visão ficar embasada. 


Notas Finais


capitulo alterado
nível de alteração: Alto


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