História Suicide love - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 2.679
Palavras 2.334
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Past in the past


Fanfic / Fanfiction Suicide love - Capítulo 8 - Past in the past

Pov. Justin

   

  Freei o carro rapidamente assim que o carro se chocou contra algo, ou alguém. Desci do carro e caminhei até a frente do mesmo,  minha visão estava meio embasada e ficou difícil identificar.   Abaixei e encarei o corpo caído, era uma mulher.

  ― DROGA! Só me faltava essa agora! ―  passei as mãos pelos cabelos nervoso.

  Peguei o pulso dela para verificar, e os batimentos estavam normais. Afastei os cabelos do seu rosto e o reconheci. Sorri, era ela.

De primeiro uma raiva me tomou. Eu odeio quando alguém me desobedece, e como ela teve a audácia de me desobedecer? Mas depois a peguei nos braços e levei até meu carro. A coloquei deitada no banco de trás, entrei no mesmo e sai cantando pneu.

 Depois de alguns minutos cheguei em casa. Estacionei o carro bem em frente a escadaria principal e sai calmamente do carro, logo depois a tirei nos braços. Entrei na casa, a coloquei no sofá e analisei seu estado. Até que não estava mal, havia algumas esfoliações nos braços e perna, mas nada grave  e um pequeno corte no supercilio.

―Derek! – chamei um dos seguranças.  

 Em poucos minutos ele estava do meu lado.

 ―sim, senhor Bieber!

―está a garota? -  apontei para ela. Ele assentiu. ―   ela fugiu daqui essa noite.

― isso é impossível, senhor.

― esta me chamando de mentiroso? ― o encarei.

― não, senhor. ― abaixou a cabeça.

― eu quero saber o que vocês estavam fazendo que não viram ela fugindo – ficou em silencio. ―  ela foi atropelada, sabia? ― negou.

Omiti a parte  de que eu quem a atropelei.

– agora faça uma coisa de útil e chame uma das empregadas.

 ―Elas não estão, senhor Bieber!

  ―Como assim? Elas deveriam estar aqui a minha disposição. ― bufei. Então chame um medico. ― assentiu e saiu.

  A encarei mais uma vez e aproximei-me. Verifiquei seu pulso, estava normal, menos mal, seria um pecado perder uma garota tão gostosa.

    ―Senhor Bieber. ― virei para ele. – Infelizmente o doutor não está.

    ―Droga. Então traga o kit de primeiros socorros. –  assentiu e foi buscar. ―  Não se fazem pessoas competentes como antigamente.

        A peguei nos braços e a levei para o quarto de hóspedes. A deitei na cama.

― aqui está. ― Derek entrou no quarto e me entregou a caixa.

― está bem, agora pode ir!

    Sentei na beirada da cama e comecei a limpar os arranhões dos braços e pernas. Quando acabei limpei a ralado que tinha em sua bochecha e fiz um pequeno curativo perto do supercilio.

Suas roupas estavam um pouco sujas, por conta da batida, então decidi tira-las. Tirei primeiro o tênis, logo depois abri a calça e comecei a descê-la até tirar por  completo. Ela estava com uma calcinha pequenininha, respirei fundo e tentei ignorar. Comecei a subir a blusa até tira-la por completo. Foi difícil me concentrar outra vez, ao ver aqueles seios fartos. Balancei a cabeça e joguei as roupas no chão. Quando ia puxar o lençol da cama a ouvi resmungar.

― você estava acordada, filha da puta? ― falei. Mas não obtive resposta. ― hein. ― a cutuquei.

― Ai. ― resmungou.

― você estava fingindo desmaio, sua filha da puta? ― a encarei.

― não. ―tentou se levantar. ― Ai, você que me acordou.

A encarei com os olhos cerrados.

― então foi você, seu louco. foi você que me atropelou.

― ninguém mandou você andar no meio da rua. ― dei de ombro.  ― já que você esta acordada, pode se virar sozinha.

            Assentiu e olhou para ela mesma.

            ― o que  você pretendia fazer comigo? ― perguntou assustada tapando o seu corpo, como se eu já não tivesse visto antes. ―você.... tarado. ― descarregou um tapa na minha cara.

            ― você esta louca, garota? ― perguntei levando uma das mãos até o rosto. ― é isso que da fazer boa vontade para os outros. ― a encarei. ― vai tomar um banho gelado esfria essa cabeça.

            ― é isso mesmo que eu vou fazer. ―tentou se levantar da cama. ― e você não se aproxime de mim.  ― ficou de pé . ― AI! ― exclamou e cai sentada no meu colo.

            ― hm, mudou de ideia?

            ― não seja idiota. Minha cabeça dói, e dói muito. AI. ― deitou na cama.

            ― já vou avisando, não tem medico. Eu liguei mais ele não estava.

            ― procura alguma coisa, algum remédio dentro dessa maleta.

            Abri a caixa de primeiro socorros novamente e procurei por algum remédio. Achei um vidro cheio de capsulas.

            ― toma. ― despejei meio vidro na mão dela.

            ― isso tudo não, eu vou morrer desse jeito. ― reclamou.

            ― seria uma pena, você é muito gostosa.  

             Ela pegou uma das capsulas e ingeriu. Não fiquei para saber se fez efeito ou não, retirei-me e fui para o meu quarto.

            

 Pov. Lilyan

              Acordei com uma pontada na cabeça e a luz do sol, que entrava pela janela, não ajudou muito. Levantei meio tonta e fui até o banheiro, tomei um banho e fiz minha higiene matinal. Vesti uma roupa qualquer de sai do quarto.

              Cheguei a cozinha e Lupy estava preparando o café da manha.

  ― bom dia, Lupy. ― a cumprimentei.

― bom dia, dona Lilyan.

― já falei que você pode me chamar de Lilyan. E eu não sou dona de nada, ultimamente nem da minha própria vida. ― encostei no balcão e coloquei a mão na cabeça, a mesma ainda estava doendo.

   ― o que há de errado?

― minha cabeça dói. ― resmunguei.

― sente-se a mesa e eu vou preparar um chá para você.

― ok. ―fui até a mesa e sentei.

― bom dia, Lupy. ― ouvi a voz do Bieber.

― Oh, não. ― afundei a cabeça entre minhas mãos.

― toma. ― Lupy entregou o chá.

― obrigada. ― agradeci.

― está melhor? ― perguntou com ironia.

― o que você acha, Bieber. ― falei entre os dentes.

Ele caminhou rindo e sentou-se na mesa perto de mim. Espojou-se na mesma.

― me deixa ver o estrago. ― segurou meu rosto e encarou os arranhões com um sorriso.

― me solta. ― tirei a mão do meu rosto.

― se arruma. ― falou serio.

― hã? ― perguntei confusa.

― de dou dez cinco minutos para você levantar e se arrumar. Se não você vai assim, como esta. ― olhou para o relógio e olhou para mim. ―contando a partir de agora.

Levantei e subi rapidamente para o quarto. Procurei uma roupa na mala e peguei uma leggie  preta, um tênis e uma jaqueta. Os vesti e fui para o banheiro arrumar o cabelo e fazer uma maquiagem. Fiz uma que escondesse os arranhões, e deixei os cabelos soltos. 

Desci e o encontrei na sala sentado no sofá.

― você demorou quinze segundos. ― falou olhando para o relógio.

― tive que esconder os machucados. ― apontei para meu rosto.

***

 Chegamos a garagem e na mesma havia vários carros, um mais lindo que o outro. Ele escolheu um e entrou no mesmo, o imitei e entrei sentando no banco do carona.

― coloca o cinto. ― falou. ― criança tem que andar em segurança.

― você não fala isso quando esta transando comigo. ― o encarei seria. Ele riu. ― para onde e por que esta me levando.

― faço isso para me assegurar que você não vai fugir outra vez. ― bufei. ― e outra, temos que levar comida para a viagem, vai que eu sinto fome. ― olhou rápido para mim e sorriu de lado.

― idiota.

***

 Chegamos a uma rua deserta aonde havia poucas casas e pessoas. Ele estacionou em frente uma casa e saiu. Fiz o mesmo. Quando eu ia a caminho da casa ele me prensou contra o capô.

            ― vou te dar um aviso. Tudo o que você ver e ouvi lá dentro, morre lá dentro, ok? ― assenti. ― ótimo.

                Antes de me soltar olhou para a abertura da minha jaqueta, a mesma  formava um decote.

                ― hm, veio preparada. ― falou descendo o zíper.  ― gosto assim.

                Eu estava só de sutiã por baixo, por que não achei blusa que combinasse. Ele terminou de abrir o zíper e passou a mão pela barriga até chegar ao sutiã.

                ― aqui não, Justin. ― segurei sua mão. ― estamos no meio da rua. ― olhei para os lados.

                Sorriu e tirou a mão. Fechei a jaqueta a deixando como estava. Caminhamos até o interior da casa, Bieber foi na frente.  Lá dentro havia vários garotos, todos eu já conhecia, só não sabia o nome de todos.

    ― Salve Drew! – um deles disse. – Vejo que trouxe companhia! ― me olhou.

 ―Tá de mulher nova, Bieber?

 ―Não viaja, Chris. Você sabe que eu não sou de uma só! Sou de varias! – riu

    ― Aham, sabemos! ― riram.

    ―Vamos ao que interessa. Qual será o dia?

     ―Temos um problema. Ele aumentou a guarda depois que você matou os cinco.

       ―então quer dizer que ele esta com medo? ―Bieber riu. – era isso que eu queria.

 

Eu sinceramente não estava nem um pouco a fim de ouvir a conversa deles. Sentei  num sofá que tinha ali por perto e comecei a mexer no celular. Resolvi enviar uma mensagem para Camila.

             

“ como estão as coisas por ai?” ― eu

                  “ nada bem” ― Camila.

                  “ o que está acontecendo” ― eu

                  “ Victor esta desconfiando de mim. Ele acha que sou eu quem te ajudou a fugir.” ― Camila.   

              “ tenho que dar um jeito de tirar dai” ― Lilyan.

                  “ não rem como, seria muito arriscado. Como você sozinha fará isso? “  ― Camila

              “ e se eu conseguisse ajuda?” ― eu

              “ como? Virou amiga dos Bizzle agora? Rs” ― Camila

              “ não, mas eu deles acho que toparia me ajudar.” ― Lilyan

              “ quem seria? “ ― Camila

                  “ espera e veraz. Acredita e mim, eu vou te tirar daí. “― Lilyan

        

  Ok! Eu fiz uma promessa que eu nem sei como cumprir. Bufei. Olhei para aonde os garotos estavam e comecei a fazer sinais para o Adam de ‘ eu quero falar com você’. Mas o mesmo estava concentrado no que o Ryan dizia, e fui um custo para ele olhar para mim. Quando olhou veio ao meu encontro.

― o que você manda, zangadinha? ― disse quando chegou perto de mim

― preciso de sua ajuda! ― encarou surpreso.

― minha ajuda? Você é mulher do Bieber e me pede ajuda…

―eu não sou mulher do Bieber! ― o interrompi. ―  estou mais para escrava sexual! ― prendeu o riso. – é serio, não ria. ―  dei um tapa em seu braço, ele levantou as mãos em sinal de rendição. – Vai me ajudar ou não?

― Vou! O que você quer?

― preciso que você me ajude a salvar uma amiga! ― me encarou

― olha, não sou príncipe encantado para ficar salvando donzelas em perigo. ―  riu.

― é serio! ― falei seria.

― ok! Quem seria essa sua amiga?

― ela trabalha na Laser Light..

― vish, já complicou. ―interrompeu-me. ―  seu irmão já está bolado que o Bieber te roubou, se eu tirar  outra  garota será muito arriscado.

― Por favor, Adam! ―  falei com voz meiga.

― Ok,  vou ver o que eu posso fazer. – sorri batendo palminhas. ―  agora só me diz o nome dela.

―Camila! Camila Sant ― assentiu, sorri distribuindo beijos em sua bochecha.

―esta bem. Agora vamos parar antes que o Bieber veja! Não quero quebrar meu acordo.

 Assenti me afastando, voltamos para a sala juntos, todos estavam conversando, quando chegamos  os olhares se voltaram para nós.

― foram fazer uma rapidinha? ―   Chaz disse olhando para Adam e eu.

Sim já havia decorado o nome deles.

― não fale bobagens, Chaz! ― Adam disse se afastando de mim.

Bieber me olhou com a cara fechada.

― Bieber mal começou com a mulher e já é corno! ―  Chris disse fazendo os outros rirem.

― Já disse que não tenho mulher nenhuma, Porra.  Não faço o tipo de ter somente uma.

― Então, porque não  a deixou  voltar para a boate? Por que você ainda está com ela? – Ryan questionou

 Essa é uma pergunta que até hoje eu estou esperando pela resposta.

― Por que eu simplesmente quero que seja assim. Qual o problema de repetir uma boa foda? ―   deu de ombro.

Outra vez a mesma resposta.

―você repetindo uma foda com a mesma mulher varias vezes seguidas? – Chaz disse fingindo espanto. ― conta outra, Drew. Você nunca vez isso a não ser com a Anastásia.

Opa! Quem é essa Anastásia?

― estou vendo que a historia irá se repetir! ― Chris disse me encarando.

 Hã? Que historia? Como assim se repetir? Ele já fez isso com alguém antes? E quem era Anastásia?

―Espero que não termine como da outra vez. ―  Ryan disse em um tom preocupado.

―Já chega! Chega de tudo isso! Chega de falar dela. Ela não existe mais. Não desenterre o passado. ― Bieber levantou da cadeira nervoso batendo na mesa fazendo todos  se assustarem.

 Ele foi em direção a saída passando por mim me dando um esbarrão forte. Sabia que tinha feito merda, olhei para os meninos fazendo um gesto negativo com a cabeça e o segui ate o carro.

***

 

No retorno para casa nenhuma palavra foi trocada somente um silencio absurdo e incomodo tomou conta do ambiente.  Ele estava com o semblante fechado. Chegamos a sua casa e entramos, ele nada falou  somente subiu para o segundo andar enquanto eu fiquei sentada na sala.

Na minha mente eu tentava compreender o que de errado havia feito. Será que foi uma palavra mal dita, um ato, ou minha simples  presença o fazia lembrar do passado? Passado esse que ele não quer lembrar. Essa duvida me consumiam e me deixavam confusa. E se eu for o  próprio passado recontado de outra forma?


Notas Finais


capitulo alterado.
nível de alteração: alto


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