História Suicide Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Jeremy, Love, Suicide
Exibições 7
Palavras 1.085
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oieeeee, mais um cap pra vcs!!!!!

Boa leitura 😘😘😘

Capítulo 2 - He is not mine...


Fanfic / Fanfiction Suicide Love - Capítulo 2 - He is not mine...

Lá estava eu naquela sala de aula azul e branca com aquele imenso quadro à frente que tinha em si sobreposto um mapa e um professor estranho tentando dar aula de história em meio à confusão que se formava pouco a pouco naquele recinto de animais selvagens, eu estava com um tédio infindável, sem concentração nenhuma no que era dito pelo professor até que algo do outro lado da sala me chamou atenção... Jeremy me encarava sem ao menos piscar. Aquilo era estranho, mas já que ele me encarava também posso encarar e assim foi o resto de toda aula, com sorrisos bobos, expressões provocantes e outras até engraçadas, quando o sinal tocou sai rápido da sala querendo apenas chegar em casa e almoçar, por sorte minha tia viera me buscar de carro, caso contrário uma longa estrada me esperava, na verdade não tão longa, mas mesmo assim teria de andar.

Chegando em casa joguei a mochila perto da porta e já me sentei a mesa pondo meu prato.

— Eai filha? Como foi a volta às aulas? — minha mãe me perguntou e eu somente olhei de canto pra ela — Pelo seu olhar foi… uma merda?

— Mãe você é um gênio de perceber isso — à respondi ironicamente — Sabe que odeio essa escola.

— Eu entendo.

— Cadê o papai? — meu pai era o único no qual eu podia confiar e que me entendia.

— Ainda não voltou do trabalho ué. — ela falou como se fosse óbvio, mas meu pai deveria sair para trabalhar à noite e voltar logo pela manhã, mas não ele não voltava, e tenho uma idéia do porquê.

Terminei meu almoço rapidamente, peguei minha mochila que estava ao pé da porta, subi para meu quarto e fui tomar banho. Eu odiava meu banheiro, nele tem um espelho incrivelmente alto, que vai do teto ao chão, aquilo me incomodava um bocado, porque percebia o quanto eu era imperfeita, primeiro percebia como eu era pálida, e como meus cabelos negros faziam essa palidez se acentuar, percebia também como eu tinha gordurinhas localizadas e como as celulites tomavam conta das minhas coxas incrivelmente avantajadas, minha estatura baixa era outra coisa que me incomodava, todas essas eram coisas difíceis de se mudar. Já com lágrimas nos olhos por tamanho desagrado que eu mesma causava, entrei no banho e fiquei de costas para o espelho que iria mandar tirar dali logo. Demorei bastante naquele banho e quando sai percebi minhas mãos incrivelmente enrugadas, deitei na cama e coloquei os fones bem altos com Vermillion. Fiquei um bom tempo escutando várias músicas do Slipknot até sentir meu celular vibrar em minhas mãos, era uma mensagem de Alice me chamando pra tomar sorvete com ela, não abri nem respondi, não estava afim de sair de casa. Acabei por adormecer.

Dream on

Flashs de luz por todos os lados? Onde eu estou? Jer? O que tá fazendo aqui?

— Oi princesa – ele fez uma cara maligna e eu bem alto e assustadoramente. Eu corri.

— POR QUE ESTÁ FAZENDO ISSO? – gritei em desespero e me agachei.

Dream off

Acordei de repente toda suada e com falta de ar, que sonho mais bizarro, desci até o andar de baixo peguei um copo de água e subi de volta, mas dessa vez abri as cortinas para clarear meu quarto um pouco. Além de meu sonho completamente ridículo e assustador meu dia passou num total tédio e acabei por dormir extremamente cedo.

No dia seguinte já era sábado, sim eu fui no primeiro dia de aula numa sexta, o que até acabou por valer a pena, mas infelizmente isso me fez acordar cedo hoje, eu mesma me estranhei, mas sem vontade de ficar mongando na cama até à tarde me levantei e fiz minhas higienes logo descendo pra tomar café.

— Filha? É você mesma?

— Han? Sou. Porque mãe? – disse confusa.

— Tá sorridente e acordou cedo num sábado.

— Realmente acho que não estou bem, mas é bom se sentir assim. – terminei a fala e fui alegre até meu quarto.

Percebi minha mãe me encarando estranho enquanto eu subia as escadas, resolvi me arrumar e ir andar um pouco por aí, todo sábado fiz um propósito de andar um pouco só pra me exercitar e até agora isso não havia dado certo. Abri meu armário e vi como ele era deprimente, a cor preta era predominante e haviam somente tênis... Acho que preciso comprar umas roupas... Mas não vai ser hoje que farei isso. Peguei uma leggin preta e uma camiseta branca com uma estampa de números florais desbotada mesmo, não me importava dela estar daquele modo, era a minha preferida, coloquei o all star preto que estava ali para ser lavado a tempos e coloquei, sai depressa me esquivando de meus pais, pra garantir o menos de perguntas possíveis.

Comecei a andar sem rumo, mas feliz, só que no caminho... Descobri uma coisa desagradável, notei ao longe Jeremy com uma garota que por sinal era muito linda, cabelos cor de mel, magra, estilosa e ao final vi tudo que menos queria, eles se beijando ECAAAAAAA. Ta ok essa não foi bem minha reação, minha reação tava mais pra chorar até a morte, podem não saber mas tenho uma atração forte por Jeremy e não gosto de vê-lo com outra, me causa uma sensação estranha, como se eu tivesse perdida no mundo e nada fizesse sentido.

Naquele momento continuei meu caminho, só que agora sabia para onde, para A Praça, lá eu tinha uns amigos que curtiam umas ervas, talvez seja um jeito de relaxar.

— OLHA SO QUEM APARECEU!!! – Henri gritou de onde estava.

— Shhhhiiiiiuuu — fiz sinal para que ficassem quietos.

— O que foi? – Carl perguntou.

— Eu não tô muito legal, tava afim de relaxar, poderiam me ajudar com isso? – disse manhosa

— Beleza Key, mas não acostuma. — Carl faliu baixo e Henri já veio me entregando o baseado.

— Não quer provar nada diferente? — Carl perguntou.

— Acho que ser... — Henri me interrompeu.

— Não! Ela não quer nada! Não é pra ela virar uma dependente que nem nós.

Revirei os olhos com a ação de Henri e me afastei um pouco deles afim de pensar, a sensação que aquela droga me causava era inexplicável, me relaxa, a impressão era que eu estava soltando arco-íris pela boca, estava ótima aquela sensação até que sinto a presença de alguém....



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