História Suicide Room - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias American Horror Story
Personagens Ben Harmon, Constance Langdon, Personagens Originais, Tate Langdon, Violet Harmon, Vivien Harmon
Tags American Horror Story, Bullying, Mutilação, Psicopata, Romance, Suicida
Visualizações 97
Palavras 862
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem a demora, eu estava tentando fazer um cap bom para vocês.

Capítulo 3 - Terceiro Capítulo


Fanfic / Fanfiction Suicide Room - Capítulo 3 - Terceiro Capítulo

Violet on

Como é incrível o meu ódio pela escola, prefiro mil vezes ficar em casa dormindo, mas já que não posso faltar eu compareço a esse inferno.

Entro na sala e jogo minha bolsa na carteira, me sento observando todas as pessoas entrarem e se sentarem em seus devidos lugares... Suspiro e me viro pra frente, todos conversando e rindo com seus amigos e eu aqui, sozinha. Já era pra eu estar acostumada com isso mas não estou, não entendo isso. Logo a professora chega na sala e começa a falar sobre a matéria, até que eu presto atenção mas meus pensamentos sempre ficam distantes. Claro que eu copio tudo e tiro notas boas mas não é como antes. 

Será que as coisas conseguem ficar como antes?

Intervalo

Eu, como sempre sozinha em uma mesa isolada de todos. Escuto meu celular vibrar, o que significa que chegou alguma notificação e isso é meio óbvio, pego meu celular e vou conferir,  já que minha curiosidade é muito grande. 

Tate: Oi

Tate Tudo bem?

Violet: Oi, tudo e você?

Violet: Me deixou sem respostas desde ontem

Tate: Estou bem

Tate: Ah, me desculpe

Violet: Infelizmente tenho que ir,  tchau

Realmente, eu tenho que ir, já que o sinal que indica o fim do intervalo - ou recreio - acabou de tocar e eu também não quero que ninguém me pega mexendo no celular, por mais que várias pessoas trazem e fiquem mexendo, é proibido.

???: Ah, se não é a estranha da Violet! - droga! As meninas do dia anterior.

Violet: O que vocês querem? - digo me levantando e tentando passar no meio delas, mas meus dois braços são segurados com força - Me solta! - tento me soltar mas as garotas apertam mais meus braços, descendo para meus pulsos, me fazendo ficar com muita dor - M-me solta!

???: Ah Violet, espere um pouco! - a garota fica na minha frente com um sorriso no rosto - Levem ela, meninas! - não entendi no começo, mas as meninas me levaram pro fundo da escola, eu tentei me soltar mas não conseguia, meus pulsos doíam muito.

Violet: ME SOLTEM! - gritei, mas nada adiantou. Elas me jogaram no chão, e logo atrás apareceu a "líder" do grupo, que seria a tal garota, ela me levantou de uma forma bruta ficando cara a cara comigo - o que vocês querem de mim?! - digo impaciente, fazendo as garotas rirem.

???: Acha mesmo que queremos algo de um lixo feito você? - ela riu me fazendo franzir o cenho, mas antes que eu pudesse fazer algo, eu já estava no chão apanhando de todas as garotas, eram 3, eu tentei revidar mas não consegui, meus pulsos ainda doíam.

Violet: Parem.... - mais socos - PAREM COM ISSO! - gritei já com raiva, logo elas pararam e saíram correndo e rindo igual doidas, eu estava com o corpo inteiro dolorido e com o nariz sangrando, me levantei com dificuldade me apoiando na parede, fui andando com dificuldade até o banheiro, cheguei lá e o encontrei vazio, fechei a porta e me apoiei na pia, comecei a chorar e soluçar, abri a torneira e lavei meu rosto, meu nariz ainda saía sangue então peguei um pedaço enorme de papel higiênico e coloquei no meu nariz, entrei na sala sem dizer nada e com um olhar sem brilho, a professora estava escrevendo no quadro e quando se virou para me ver e dar uma bronca ficou quieta, eu peguei meu material e sai, vários cochichos e olhares curiosos sobre mim rondaram pela sala, sai da sala e fechei a porta, suspirei pesadamente caminhando pelos corredores. Algumas pessoas que passeavam por ali me encaravam com curiosidade, mas ignorei. - Por que... - suspirei - Por que todos me odeiam? - sussurrei para mim mesma, cheguei no portão e mostrei minha situação ao porteiro dali, ajeitei o papel em meu nariz e peguei meu celular, logo depois meus fones e coloquei a música: Richard Orofino - i heard you were looking like the moon. Hoje definitivamente não é meu dia, se é que há um dia meu.

Não aguento mais.

Todos me odeiam, mas...

O que foi que eu fiz?

Parece que tudo ao redor está cinza e sem vida.

Tudo piora a cada momento.

Vivendo em um mundo cinza e sem vida é a mesma coisa de estar morta.

Estou sem vida e ninguém percebe...

Mas é essa a realidade.

Ninguém percebe nada.

Afasto esses pensamentos assim que chego em casa, ultimamente meus pais não param em casa, sempre foi assim mas ultimamente está pior.

Tudo está piorando

E o que você pode fazer para mudar?

Vou para o meu quarto, jogo minha mochila no chão e vou para o banheiro tomar um banho.

Todos um dia morrem, adiar esse dia não faria mal a ninguém...

Ou é o que eu penso?

Não, não faz mal a ninguém.

Deixo a água gelada escorrer pelo meu corpo, o sangue já havia parado de sair, me encosto na parede gélida e logo os pensamentos suicidas voltam a minha mente, é sempre assim. Se bem que, não é uma má ideia.


Notas Finais




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