História Suicide Silence - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~ParkGumi

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Seonyeodan, Bts, Depressão, Hoseok, Jhope, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Lemon, Morte, Namjin, Namjoon, Rap Monster, Suga, Suícidio, Taegi, Taeyoonseok, Transtornos Psicológicos, Vhope, Yaoi, Yoongi, Yoonseok
Exibições 230
Palavras 3.339
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


GENTE LEIAM AQUI RAPIDINHO ~

Então.. primeiramente... Oi aqui é a Naomyy c:
Segundamente: Só queria avisar que o aniversário do Jimin na Fic, não é em outubro, é por que eu queria fazer esse especial de aniversário dele, mas como ainda estamos no começo no ano, não tem como já ser outubro, então mudamos o mês ~^
Enfim, espero que entendam
É isso, já podem desfrutar do Cap u_u

Capítulo 9 - Jimin's Birthday


Fanfic / Fanfiction Suicide Silence - Capítulo 9 - Jimin's Birthday

P.O.V Jimin

Alguns anos atrás eu perguntei pra minha mãe se o amor realmente existia. Perguntei também à minha avó, quando ela estava viva obviamente. 

Uma criança de 7 anos curiosamente se perguntava todos os dias se o "amor" não era apenas mais uma mentira pagã, assim como papai noel ou a fada do dente. 

Meus pais sempre brigavam. Uma batalha traçada naquela casa tão rica, não apenas de bens materiais, como de lágrimas perdidas. Eu pensava em quantas lágrimas minhas já haviam se perdido no mar quando eu chorava. 

Morávamos numa casa perto da praia. Muito perto mesmo. 

Eu lembro bem que minha mãe detestava o ambiente. Dizia que as ondas atrapalhavam seu raciocínio. Diferente de mim que adorava, já que quase todos os dias podia ir à praia. 

Meu pai não se importava, já que o escritório dele era a prova de som. Era uma "guerra" para ver quem precisava mais de silêncio e paz. Na maioria das vezes meu pai que "ganhava" a discussão por ter o salário mais alto. 

Minha mãe trabalhava com vendas, meu pai trabalhava com mentirosos. Ou pelo menos era oque ele dizia. Ele odiava advocacia. Diferente da minha mãe, meu pai não pôde escolher seu destino. Os meus avós paternos - ambos advogados - diziam "O futuro da advocacia é a família Park", porém meu pai discordava. Meu avô me contava que ser um advogado me traria muito dinheiro, benefícios, me faria um homem inteligente e que assim como meus tataravós, bisavós, avós e meus pai, eu deveria me tornar  advogado para continuar o legado da família. E eu, como uma criança inocente, achava que se tornar advogado era um sonho de consumo, já que eu seria rico e respeitado. 

Com o tempo, vendo a quantidade de dinheiro que estava produzindo, meu pai passou a concordar com meu avô e assim como ele, passou a me incentivar a advocacia. E agora, mesmo após a morte de meus avós paternos ele ainda insiste que eu deveria fazer advocacia, já que mesmo odiando o emprego, era uma boa fonte de renda. 

Meus avós maternos, antes da aposentadoria,  eram ambos fazendeiros. Colhiam e vendiam para o comércio. Após a morte do meu avô, minha avó perdeu a fazenda e começou a morar com a gente. Depois de um ano morando com a gente, minha avó ficou doente. Os médicos disseram que eram problemas psicológicos e que ela deveria viver em um ambiente calmo, assim, já que minha avó sempre amou o mar, nos mudamos pra uma casa perto da praia. 

Então foi nesse dia que eu perguntei. Nós estávamos sentados numa pedra observando o mar juntos, então eu finalmente resolvi perguntar, para esclarecer as dúvidas que eu tinha. 

— Vó, o amor existe mesmo? - perguntei meio cabisbaixo e ela me olhou meio surpresa pela pergunta repentina. - É que  meus pais... Eu acho que eles não se amam. 

— Hum, porque acha isso? - ela mexia em seus fios de cabelos brancos. 

— Minha mãe me fala muito sobre o amor, mas não parece que ela ama o papai. - abaixei a cabeça. 

— Eu amava o seu avô. E muito. Quando pensar que o amor não existe lembre-se de nós. - ela sorriu. - Você ainda vai encontrar um amor, Jimin. 

— Vou? - olhei pra ela com os olhinhos brilhando. 

— Vai! E então você vai acreditar no amor! - ela acariciou meu rosto - E vai ser maravilhoso. Seja lá quem for a pessoa, ela vai te amar, te respeitar e cuidar de você. E você vai cuidar dela! - e aquela foi a última vez que a vi sorrir. 

Depois que eu voltei da escola, ela já havia falecido. Meus pais não me contaram na época, mas ela havia se afogado propositalmente. Eu chorei por dias. Minha avó sempre foi tão saudável, eu nunca imaginaria que estava deprimida. Ela não suportou a dor de perder o vovô. Nos mudamos um mês após o "acidente". Então quando eu fiz nove anos, meus pais se divorciaram. As dúvidas voltaram novamente.

— Boa noite Jiminnie. - ela abriu a porta do quarto para sair. 

— Mãe, o amor existe? - perguntei antes que ela saísse do quarto. Ela parou e voltou até mim. 

— É claro que sim. - ela respondeu sorrindo - Agora, durma logo que amanhã você tem escola! - ela beijou minha testa.

— Se o amor existe mesmo, porque você e o papai se separaram? - perguntei repentinamente. 

— Porque... - ela se sentou na cama - Porque nada é eterno, filho. - quando ela disse aquilo, senti as lágrimas chegarem.

— Entendi... - a primeira lágrima deslizou pelo meu rosto. 

— Sabe Jimin... Quando dizem no casamento "até que a morte os separe" eles querem dizer até que o amor morra. - olhei pra ela sem entender. Minha mãe nunca foi muito cristã, ela preferia acreditar em suas próprias conclusões e tentar fazer disso um bom conselho futuramente. - O amor morre. E o amor entre mim e o seu pai morreu à muito tempo. Estávamos infelizes. 

— Então... Não vai ter um final feliz? - perguntei limpando as lágrimas. 

— Filho, o amor é uma coisa complicada. Às vezes quando o amor por uma pessoa morre,  ele floresce de novo, nos permitindo apaixonar por outra pessoa. - ela sorriu - A gente se apaixona mais de uma vez¹ Jiminnie. Não se preocupe. Você vai encontrar seu final feliz. - ela sorriu e se levantou da cama, saindo do quarto.

Tenho que agradecer muito à minha mãe e à minha avó por me ensinarem o verdadeiro significado do amor. Elas me ensinaram lições que levarei para toda a vida. Assim, honrando a memória da minha avó e orgulhando minha mãe. 

Quando conheci Miyuki, me apaixonei no primeiro encontro. Ela era tão doce e gentil. Depois de dois meses saindo eu percebi que ela tinha problemas, então ela me contou sobre sua depressão, contou que não podia suportar tanta pressão em cima dela e que não podia permanecer de pé em meio à tudo aquilo. Eu prometi ficar ao lado dela até o fim. 

Então começamos um relacionamento. Ela dizia que eu era o melhor namorado do mundo e que eu era o melhor presente que a vida tinha dado à ela e isso me deixava tão feliz. Ela conseguia colocar um sorriso no meu rosto, não importava como. 

Então chegou aquele maldito dia. O dia em que Miyuki deu um fim na própria vida. "Acabando com seu sofrimento". E a morte nos separou.

Lembrei das palavras da minha mãe: "A gente se apaixona mais de uma vez."

Não sei se posso me apaixonar novamente, não sei se meu amor irá "florescer" novamente. Eu a amava tanto que não acho que possa amar alguém novamente, pelo menos não como eu a amava

 

   - x -

 

— Terra chamando Dooly. - Ouvi a voz de Yoongi. Ele tinha acabado de voltar da cozinha com a pipoca. Ele amava pipoca com chocolate. Eu não gostava muito de pipoca doce, mas não era ruim. - Você ficou olhando para o nada por um tempão! 

— Eu estava distraído. Pensando! - Peguei o joystick novamente e cheguei pra esquerda, para que Yoongi se sentasse ao meu lado. 

O jogo começou. Estávamos tentando zerar Resident Evil 6... E faz um tempo - alguns dias - que estamos tentando. Yoongi cismou que queria zerar no hardcore. Após derrotar mais um boss, as coisas ficaram mais calmas e resolvi conversar. 

— Como vão as coisas com o Hoseok? 

— O de sempre. Eu o amo, ele me ama, a gente briga, a gente volta. Fim. - Ele não gostava de falar sobre seu relacionamento. Era meio "complicado", ele dizia. 

— Nossa. - Gargalhei, pegando um pouco de pipoca. - Porque você nunca fala sobre... 

— Tá. E você? - Ele interrompeu. - Fale de você. Como é que tá sendo a semana? A semana do seu aniversário. - Ele debochava, como se fosse um grande evento. 

— Não tão boa... Merda! - Praguejei ao morrer pra um maldito Chrysalid. - Eu odeio esses troços! 

— Deveríamos fazer uma super festa ou um rolê com os amigos... - Ele bufou, deixando o joystick de lado. 

Faz uns meses desde que fomos para Chernobyl e tal. Graças ao trabalho sobre Chernobyl eu ganhei muitos pontos e acho que me salvei em história esse ano. As coisas estavam indo bem. Apesar de eu não estar mais falando com Jungkook e Jin por motivos óbvios. Nunca conversamos, isto é, até a festa de Taehyung. Não tínhamos muitos motivos para manter amizade, principalmente porque Jungkook nem sequer olhava para mim na escola, graças à Yoona. 

— Uma festa? - Perguntei pensativo.

— É ué, uma festa - Ele responde simplista.

— Eu não sei se seria uma boa ideia... Muita gente espalhada pela casa, muita comida e bebida para comprar, seria muito dinheiro jogado fora - Falo e solto um suspiro frustado. 

— Então, sei lá... Chama alguns amigos, coloca um filme, compra alguns salgadinhos e pronto - Ele sorri fraco - Se precisar, eu lhe ajudo a comprar a comida - Sorrio com sua fala. Era gratificante o quanto Yoongi se importava se eu estava bem ou precisando de ajuda. Ele era um ótimo amigo. Apesar de ser rude e encher a cada as vezes, ele era uma boa pessoa e tinha um bom coração. Quando as pessoas precisavam dele, ele estava lá.

— É... Pode ser que dê certo... - Falo meio baixinho e me levanto, pegando os pratos sujos de comida que estavam na mesa de centro, os levando para a cozinha, para lavar. 

Coloco tudo na pia e paro por um instante, apoiando minhas mãos no balcão. Será que Jungkook viria? Essa pergunta rondava por cabeça. Depois do acontecimento em Chernobyl, ele nem se importava mais com a minha existência, ou pelo menos parecia que não... 

Não sabia se o convidava, provavelmente seria uma perda de tempo, ele não iria vir, mas.... Não custava nada tentar... Certo?

— Você gosta de viajar no mundo da lua né? - Ouço a voz de Yoongi quando o mesmo entra na cozinha. 

— Estava pensando em quem convidar - Volto minha atenção para os pratos sujos e logo começo a lavá-los. Vejo pelo canto da visão, Yoongi deixando os copos sujos em cima da pia, para serem lavados também.

— E o Jungkook está incluído nesta listinha? - Ele fala em um tom irônico, me fazendo respirar fundo, para não lhe desferir um tapa no meio da cara. 

— Não sei se ele viria - Respondo simplista. Não iria arranjar confusão por conta de seu sarcasmo. 

— Não vai saber se não tentar... - Ele fala e vejo ele andar até onde meu telefone estava, o desbloqueando e começando a mexer no mesmo. Até que raciocino o que ele estava fazendo. 

— NÃOO YOONGI, VOCÊ NÃO VAI FAZER ISSO - Vejo ele iniciando uma chamada, ao levar o telefone até sua orelha - YOONGI DESLIGA IS-- 

— Alô, Jungkook? - Paraliso - Então, é que amanha é o aniversário do Jimin e ele vai fazer alguma coisinha aqui na casa dele, e ele ficaria muito feliz se você viesse - Ranjo os dentes ao ouvir o que ele falou e uma expressão de raiva se faz presente em meu rosto. - Hãn? Aah, ta, ok ok, eu vou avisar ao Jimin, Bye Bye. 

Eu estava pronto para pular em cima dele de tanta raiva, mas eu precisava me controlar, não queria que aquilo acabasse na delegacia.  

—  Ele disse que vai pensar. Já é um progresso, não? - Ele me encara por um tempo, percebendo que eu estava com muita raiva - Ahh Jiminnie, que isso, para de ser tão chato 

Ele vem até mim e pega no meu braço, olhando no fundo dos meus olhos com um olhar pidão.

— Sai Yoongi - Puxo meu braço de volta com certa força e arranco meu celular de sua mão, voltando para a sala e me jogando no sofá. 

— Você ainda vai me agradecer por isso - Ouço ele gritando da cozinha.

— Ha, sonha. - Quem foi irônico dessa vez acabou sendo eu. Desde quando eu vou agradecer alguém por me fazer passar vergonha? Yoongi é muito cara de pau mesmo. 

— Para de cu doce e vai ligar para os seus amigos, vai - Ele ri baixo e vem até mim, me dando um beijo na testa - Eu vou pra casa. Boa noite ChimChim. 

— Boa noite Yoongi - Sorrio. Apesar de todas as suas mancadas, eu não conseguia ficar bravo com Yoongi por muito tempo. 

 

-x-

 

Depois de alguns minutos ligando para alguns amigos, não muitos, apenas os que eu mais falava, que seria Namjoon e Hoseok, acabei convidando o Tae e o Jin também pois eles eram amigos de Jungkook, e isso poderia incentivar Jungkook a vir. 

Aish Jimin, por que você está tão preocupado se Jungkook vai vir ou não?

Respiro fundo e resolvo ir tomar um banho quente, para ver se relaxo um pouco. 

Entro na banheira sentindo meu corpo relaxar assim que entra em contato com a água morna, me fazendo eu fechar meus olhos e me escorar pelo azulejo e cochilar um pouco. 

Acordo depois de um bom tempo. Eu nem havia percebido que tinha ficado tanto tempo lá dentro, tanto que meus dedos já estavam enrugados. 

Saio da banheira e pego minha toalha, me secando e usando a mesma para enrolar em minha cintura enquanto ia para o quarto. Pego uma roupa confortável, logo me trocando e me jogando na cama. 

Não demora muito e o sono já me domina, fazendo eu dormir profundamente. 

 

-x-

 

P.O.V. Jungkook

 

Estava no meu apartamento, sentado em minha tao amada poltrona, tomando minha tao amada cafeina, estando em meu tão amado tédio. Até escutar meu celular tocar. Olho o visor do objeto já em minhas mãos e bufo alto ao ver o nome de Jimin. Mas acabei atendendo, vai que era algo importante... 

Assim que atendo escuto a voz alta de Jimin um tanto abafada, pedindo para que Yoongi parasse com algo, até ser interrompido pelo voz de Yoongi. 

— Alô, Jungkook? Então, é que amanha é o aniversário do Jimin e ele vai fazer alguma coisinha aqui na casa dele, e ele ficaria muito feliz se você viesse...

Respiro fundo. Eu não acredito que saí do meu tédio para isso. 

— Eu vou pensar ok? - Respondo sem emoção. 

— Hãn?  Aah, ta, ok ok, eu vou avisar ao Jimin, Bye Bye.

Nem fiz questão de responder, apenas deixei meu celular novamente em cima da mesa se centro, pegando um livro e começando a lê-lo enquanto tomava meu café.

Será que eu deveria ir?
 

No dia seguinte…

 

Acordo com a minima vontade de sair de casa ou até mesmo sair da cama, mas eu precisava pelo menos tomar um banho. Então sigo para o banheiro ainda meio zonzo de sono e tomo um banho rápido. 

Logo após de me trocar e tomar um café leve, escuto meu celular e começo a procurar pelo aparelho, que não encontrava em lugar nenhum, até lembrar que havia deixado em cima da mesinha, após atender a ligação de Jimin, ou melhor, de Yoongi. 

Corro até a sala, pois já fazia tempo que  estava tocando. Pego rapidamente o celular, vendo que era Tae, provavelmente querendo saber se iria ao aniversário se Jimin. 

— Alô, Tae - Falo meio ofegante por conta da "corrida".

— Oi Jungkook. Então... - Ele se embola um pouco para falar - Eu queria saber se você vai para o aniversário do Jimin - Bingo

Solto uma risada fraca ao saber que tinha adivinhado o propósito de sua ligação antes mesmo de atender. 

— Você vai ou não? - Ele fala um pouco impaciente do outro lado da linha, por eu não ter respondido da primeira vez. 

— Não sei.. Acho que não - Respondo sem animo. 

— Ahh Jungkook - Ele parece meio decepcionado - Vamos, você precisa sair um pouco...

— Você sabe o que aconteceu na ultima vez que eu saí de casa para ir em um aniversário... 

— .... - Ouço ele bufar do outro lado da linha - A gente vai estar na casa do Jimin, Jungkook. Lá é seguro...  

— O seu aniversário também começou em sua casa,  e olha onde parou.

— ... - Mais um bufo, só que dessa vez, um pouco mais alto - Você vai sim e pronto, nem que eu tenho que te levar pelos cabelos. 

— Puta que pariu, mas tu é chato né?  - Quem bufou desta vez fui eu, e escutei ele dar uma risadinha que eu poderia jurar ser maléfica. 

Reviro os olhos e desligo o telefone, me jogando no sofá, ligando a TV iniciando minha maratona de series.  

 

-x-

 

Já havia passado umas 5 horas que eu estava jogado no sofá, fitando a TV onde passava episódios de series aleatórias. Eu nem havia percebido o tempo passar. As únicas coisas que eu estava disposto a fazer era  comer e dormir. Eu realmente era um fodido na vida. 

Eu estava quase pegando no sono até que escuto batidas fortes na porta, me fazendo levar um susto e cair do sofá. 

— Merda - Resmungo e escuto as batidas  aumentando a intensidade e força - JÁ VAI, PORRA - Grito estressado e vou atender a porta. 

Abro a maldita porta com a maior cara de cu do mundo e reviro os olhos ao ver que era Tae e mais um garoto... Espera... Ele não era aquele tal de "Lonnie"?

— Por que você ainda não esta arrumado? - Ele me pergunta olhando pra mim com uma expressão seria. 

Merda.

Eu esqueci que ele não iria descansar até ir a aquele maldito aniversário. 

Apenas fecho a porta em sua cara, recendo vários xingamentos em troca. 

Me arrumo em questão de 5 minutos, colocando qualquer roupa e um perfume, logo pegando minhas chaves e celular, voltando até a porta e abrindo a mesma. 

— OLHA AQUI - Lá vem drama - DESDE QUANDO EU TE DEI O DIREITO DE BATER A PORTA NA MINHA CARA SEU INGRATO? - Apenas olho para ele com uma pokerface. 

— Já acabou? - Ele me olha com uma expressão confusa, enquanto o garoto ao seu lado apenas comprimia os lábios, na tentativa de conter a risada - Ótimo, vamos. - Tranco a porta do apartamento e saio na frente - Você não vem? - Olho para ele por cima do ombro. 

Ouço ele resmungar um "Filho da puta", me fazendo soltar uma risada fraca e começar a andar ao meu lado e do garoto até a casa de Jimin. 

 

P.O.V. Jimin

 

Já havia um tempo que o aniversário havia começado, mas até agora apenas tinha eu, Yoongi, Namjoon, Hoseok e Jin, bebendo, comendo e assistindo alguns filmes de terror, enquanto Hoseok e Yoongi estavam se pegando e Jin agarrado ao braço de Namjoon, o apertando toda vez que o filme dava um susto. 

E eu... Para me "esconder" dos sustos, tinha minha tão amada almofada, que era minha melhor companheira. Afinal... Quem precisava de uma namorada quando se tinha uma almofada? 

Até agora, o Tae e o Lonnie - que o Tae perguntou se poderia trazer também -não haviam chegado e muito menos Jungkook. Por falar em Lonnie, depois do acontecimento da balada, ele e Tae viraram bem amigos pra falar a verdade. 

-x-

Ouço a campainha tocar, e todos os olhares foram direcionados para mim. E para ajudar, eu que era o anfitrião, então eu era obrigado a atender. Bufo alto e vou atender, logo me impressionando com quem vi ali. 

Foi só falar. 

Era Tae, Lonnie e.... Jungkook, por incrível que pareça, ele veio... Não sabia se agradecia a presença ou apenas dava "Oi.", então só suspirei e disse:

— Entrem - Dou espaço para eles entrarem e logo fecho a porta, vendo Yoongi sair do colo se Hoseok com um sorriso sacana... Lá vem merda... 

— Ótimo, já que estão todos aqui, já podemos começar o jogo - Ele sorri de lado. 

— Que jogo? - Pergunto receoso. 

Jogo da garrafa - Ouço Hoseok falar. Pelo jeito ele entrou na onde, e Tae também, ao influenciar tudo aquilo. 

Isso não vai acabar bem. 


Notas Finais


POSTEI E SAI CORRENDO






Brinks

Então né amores, o que acharam? :3
Vai da merdaaa vai da merdaaaa
vai da merda, vai dá merda vaaaai
vai da merda vaaaa... ta, parei

¹ — Essa frase é da Melissa de Teen Wolf ( Ideia da Gumi :P )

Enfim, espero que tenham gostado do Cap.
Comentem o que acharam e como vocês acham que isso vai acabar U_u

Amo vcs <3


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