História Suicide Squad - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Elizabeth Carter, Exo, Hana Ichida, Kim Minsoo, Loretta Averoff, Máfia, Melissa Cherry, Natasha Romanoff, Samantha Hensel, Suicide Squad
Visualizações 10
Palavras 1.606
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Mutilação, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, desculpem-me a demora. Eu tenho um péssimo senso de direção e de tempo, alem de esquecer, juntando com isso, teve o problema da minha internet, eu não estava conseguindo atualizar as fanfic's.
Sem mais delongas, aproveitem < 3

Capítulo 26 - Malum


Suicide Squad 

Capítulo 26 — Ruim 

 Alguns dias depois, os artistas da SM viajaram para o Havaí, como um descanso. Exceto Chen, D.O. e Kai não foram do EXO, D.O preferiu ficar — além de estar gravando um filme, Chen adquiriu uma infecção no olho e já estava melhor, e Kai acabara torcendo o pé numa performance. As agentes estavam em sua casa com uma visita especial, a pequena Kim MinHee estava lá, conhecendo as amigas da irmã. Ela estava encantada por elas, nunca tinha visto ocidentais tão de perto, elas a tratavam com vários mimos, então acabou gostando ainda mais delas. 

 A campainha tocou e a pequena correu para atender, ela já se sentia da casa, por isso correu para atender. As outras riram, ninguém nunca tinha se acostumado tão rápido a elas quanto ela, MinHee realmente é especial. Assim que as pequenas mãos alcançaram a maçaneta, ela abriu e lá estavam seus idols, parados em frente a porta. Ela tombou a cabeça para o lado, sem entender o que estava acontecendo. MinHee girou o corpo e colocou as mãos cruzadas em frente ao corpo, numa pose cômica. 

 — Unnie, quando você iria me contar que as suas amigas conheciam o EXO? — Disse com sua voz infantil e doce, o que tornou a frase mais engraçada. 

 Todas se colocaram a rir da inocência da garota. Os outros três e a pequena não entenderam muito e só ficaram as olhando como se estivessem vendo um alienígena. MinSoo parou de rir e pegou a pequena nos braços e dando passagem para eles passarem.  

 — Desculpem a minha irmã, eu tinha esquecido de falar para ela que eu conhecia vocês. — A Kim maior diz soltando um riso sem graça.  

 — Não tem problema, creio eu. — Chen fala tranquilo. Ele volta seu olhar para a pequena nos braços dela, sorrindo para ela. — Então você é a famosa MinHee? É um prazer conhecê-la. — Estendeu a mão para cumprimenta-la. 

 — Olá. — Apertou a mão dele brevemente e voltou-se para a irmã, sussurrando em seu ouvido. — Unnie, você tem certeza que eu estou acordada, não é? — Fez uma cara assustada, com medo daquilo ser um sonho e nada ser real. A outra riu e assentiu com a cabeça. 

 D.O. acabou rindo um pouco junto com Kai, Chen, por outro lado, estava fascinado com a pequena criança em sua frente. Tão fofa. 

 — Desculpa a minha intromissão na conversa e sem querer ser indelicada, mas o que vocês estão fazendo aqui? — Melissa perguntou tirando a atenção do livro que lia para os ex-moradores da casa. 

 — Estávamos sem nada para fazer e os managers deixaram. — Kai disse. — Não somos mais bem-vindos? — Questionou confuso.  

 — A Melissa só está brincando, vocês são bem-vindos aqui. — Natasha respondeu levantando do sofá. — Querem alguma coisa para comer ou beber? 

 — Você sendo gentil assim sem ninguém mandar me assusta. — D.O. disse com a voz baixa. 

 — Perdi num jogo de pôquer, agora tenho que ser gentil e calma pelo resto do dia. Até agora estou indo muito bem. — Seu sorriso tornou-se ácido. A velha Natasha estava de volta.  

 — Agora sim parece você. — Chen disse rindo.  

 — Vocês se acostumam com a mudança de humor dela depois de algum tempo. — Sam deu de ombros. Eles concordaram e começam a se instalar ali novamente, sentando no sofá ou ficando em pé conversando com alguma delas. 

 Subia as escadas sem fazer muito barulho, não queria denunciar sua posição. Quando pisou no corredor, a figura ruiva estava vindo em sua direção e parou a sua frente, eles se encaravam, como se estivessem prestes a discutir.  

 — KyungSoo, só... só cuide dela, por favor. — Elizabeth abaixou a cabeça, rindo fraco e sem graça. — Ela já sofreu demais com diversas coisas de sua vida, não me decepcione. — A última frase soou como um aviso, seus olhos ficaram frios e sérios. 

 — Tudo bem, Elizabeth. — Disse por fim. Os dois seguiram seus caminhos, KyungSoo parou em frente a porta do quarto de Loretta e abriu sem cerimônias.  

 A grega estava falando ao telefone com alguém e encontrava-se na sacada, encostada no parapeito de cimento. Ela estava distraída, sem se importar muito com as coisas ao seu redor; fechou a porta sem fazer muito barulho. Aproximou-se dela, assim que ela o percebeu, olhou em seus olhos atrás das lentes dos óculos de grau. Pôs as mãos no parapeito, ao lado do corpo dela e ficou entre ela e a estrutura de cimento. Ela riu fraco, puxando-o para mais perto e colando seus lábios. 

 Aproveitando a permissão dela, endireitou a coluna e desencostou do parapeito, segurando fortemente sua cintura. Uma das mãos encontrava-se em sua bochecha direita e a outra segurava seu ombro. Tudo estava do jeito que imaginava, até o ar faltar seus pulmões. Separaram-se alguns centímetros, mas não deixaram de ter contato por meio da pele. Ambos sorriam. Quem os via de longe, sabia o que talvez acontecesse entre eles, mas nunca tiveram a coragem de admitir. Eles têm uma química, isso é incontestável. 

 — Eu pediria para você ficar mais tempo, mas nem mesmo eu tenho tempo. — Brincou com seu próprio azar. A agenda dele estava cheia até o ano que vem, e dificilmente arranjaria um tempo para ela.  

 — Eu volto quando você tiver tempo.  

 Os espelhos lhe remetiam lembranças, ruins em alguns casos. As cenas de seus pais lhe abandonando e lhe deixando a mercê da sorte eram as mais ricas em detalhes. Não gostava muito de salas espelhadas ou a visão de um palco de teatro, para poder cumprir essa missão teve que engolir muita coisa, mas em meio a um mar de amargura, houve algo doce. Foi numa sala espelhada que ela beijou JongIn, aquilo foi algo bom.  

 As sapatilhas tornaram-se algemas em seus pés, eles já não se moviam como antes, não tinham a mesma leveza. Música clássica tornava-se o ruído de antes da cena de terror. Tudo parecia ruim. 

 — Está tudo bem, Melissa? — Kai perguntou atrás de si. Ela balançou a cabeça, concordando. Ele percebeu que ela não estava sendo sincera naquilo, lembrou-se da canção que escutou Loretta cantar para ela quando ela passou mal. Não se lembrava da pronuncia correta das palavras, mas lembrava do ritmo. — "Si je m'endors me réveillerez vous?" — Melissa começou a rir enquanto singelas lágrimas caiam. 

 — Sua pronuncia é horrível, mas vou considerar o esforço. — Virou-se com os olhos vermelhos. Quando percebeu o olhar preocupado dele, tratou de enxugar as lágrimas com as costas da mão. Odiava que as pessoas a olhassem com pena, já rinha recebido muitos olhares assim durante a sua vida e não se orgulha disso. — Como sabe da existência dessa música? 

 — Acabei ouvindo-a sem querer quando você ficou mal e a Loretta foi te acalmar. — Colocou as mãos no pescoço e abaixou a cabeça, envergonhado.  

 — Você nos seguiu naquele dia. — Afirmou, entendendo toda a situação.  

 — O que te incomoda? — Questionou preocupado. — Posso não ser o melhor para aconselhar, mas acho que sou um bom ouvinte. — Sorriu. 

 — Você se lembra do dia e que eu vomitei por que vi um cadáver? — Ele assentiu. — Eu passei muito tempo nas ruas, meus pais me abandonaram quando minha avó faleceu, ela era rica e toda a herança iria para mim, mas eles me largaram e falsificaram meu atestado de óbito, ficando assim com a minha herança. Minha história é bem parecida com a da Elizabeth. — Suspirou ao terminar a frase e sentou no banco do piano e Kai sentou-se ao seu lado. — O medo de cadáveres apareceu quando eu ainda estava na rua, eu vi uma pessoa morta, já no estado de decomposição e isso me traumatizou muito, tanto é que, quando eu entrei na máfia, eu fazia o meu serviço e nem mesmo olhava o corpo depois. Minha alcunha sempre foi "Blood Butterfly", mas nem mesmo aguentava olhar o estrago feito por mim. — Soltou um riso desaminado, morto. JongIn ficou calado, pensando. 

 Suas mãos estavam juntas em seu colo, fechadas em punhos. Mais nervosa que ela impossível, JongIn tinha se tornado importante para ela, ele é adorável em todos os sentidos. Ela tinha vontade de protege-lo do mundo cruel e ficar ao lado dele. O beijo que eles deram na sala de prática, significava toda a ternura que ela sente por ele. Ela tem o hábito de sempre estar demonstrando afeto com as pessoas que ama, beijando elas na bochecha, abraçando e acariciando. Mas com ele era diferente — até demais. 

 — Eu gostaria de te dizer algo, mas eu nunca lidei com algo assim, nem mesmo ouvir falar de algo assim. — Disse tranquilo, ele precisava ser calmo para passar essas energias boas para ela. — Todavia, eu ainda não entendi uma coisa, por que você está assim? Melissa, você tem amigas incríveis, que te amam como se fossem sua família. Seus pais não te merecem. O que é dinheiro perto do amor que você tem a sua volta? Você tem tudo que é necessário, só precisa superar essa parte da sua vida. — Acariciou os fios dourados, sorrindo para ela.  

 A Cherry levantou a cabeça, com os olhos banhados em lágrimas. Ela queria rir e chorar, estava sendo egoísta, esquecendo-se das pessoas ao seu redor e preocupando-se somente consigo mesma. Loretta e Elizabeth estavam preocupadas com ela já havia algum tempo. Ás vezes ficava bastante distante, outrora passava a lamentar-se demais da sua vida. Kai fez perceber essa falha grotesca em sua personalidade. 

 Começou a chorar alto e o outro a puxou para um abraço, embora não conseguiu diminuir o choro. Ela estava bem, na medida do possível, só precisava colocar tudo para fora.  

 No final, todos eram humanos que sentiam coisas ruins e tinham seus dias ruins, não importa o quanto tenha uma muralha de pedra protegendo sua sanidade. 


Notas Finais


Eu sou meio lenta para atualizar, eu sei, faz mais de um ano esse evento da SM, mas logo, logo, eu vou dar um salto no tempo.
Espero que estejam gostando da história < 3

~Até


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