História Summer Dream - Capítulo 13


Escrita por: ~ e ~Nayane97

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Casal, Escola, Hot, Jimin, Kim Nanjoom, Kim Taehyung, Nanjoom, Park Jimin, Rap Monster, Romance, Taehyung
Visualizações 70
Palavras 2.798
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oieeeee pessoas lindas.

Mais um capítulo maravilhoso. As coisas vão ficar bem loucas hoje uiiiiiiii!!! Obrigada a todos os favs e comentários. Obrigada mesmo.

Não esqueçam de votar no BTS no AAA e Mwave por favorzinho ta??

Feliz aniversário pro amor da minha vida. Park Jimin. Boa leitura bjos.

Capítulo 13 - Pesadelo.


Fanfic / Fanfiction Summer Dream - Capítulo 13 - Pesadelo.

Acordei com a luz do sol no meu rosto. Namjoon dormia como uma pedra agarrado a mim. Que horas são? Pensei. Dei uma olhada no relógio de parede da cozinha 10:00 da manhã.

–Nossa – levantei tentando não acordar ele.

Fui da uma olhada nas crianças, dormiam feito anjos, era tarde, elas já deviam estar acordadas, mas não acordaria elas agora.

A campainha tocou. Tomei um susto, eram meus pais? Mas eles não tocariam a campainha. A porta estava fechada, mas eles tinham chave. Corri escada abaixo para olhar quem era. Quando olhei pela janela que vi aquele mulher alta e de cabelos castanho quase tive um infarto.

–Já vou só um minuto – gritei – Estou ferrada, estou ferrada, estou ferrada. Namjoon –cutuquei ele – acorda sua mãe ta ai fora.

–Minha mãe? – ele disse sonolento.

–Acorda caramba, sua mãe ta ai fora esperando que eu abra a porta.

–Minha mãe? – ele acordou e me olhou assustado.

–Levanta. Droga. Droga isso não vai dá certo. Droga – corri para abri a porta.

–Nossa que demora – ela disse assim que abri a porta.

–Olá Sra. Kim quanto tempo não nos vemos, tudo bem? – eu de repente fiquei nervosa, aquela era minha sogra.

–Cadê meus filhos? – ela entrou. Fechei a porta e sai andando atrás dela.

–Mãe? – o Namjoon apareceu na escada meio descabelado.

–Filho! – ela correu para abraçá-lo. – Que saudade de você.

–Percebi, em 4 meses 2 e-mails, muita saudade. Por que não avisou que chegaria hoje?

–Porque foi de última hora e não tive tempo de mandar mais. Eu estava ocupada resolvendo meus negócios. - ela analisou ele por um momento.

–Claro, seus filhos não são tão importantes, mas tudo bem, estamos bem e felizes aqui, pode voltar para os seus negócios e nos deixar aqui – ele parecia bravo.

–Namjoon não fale assim com sua mãe – eu disse por instinto.

Ela olhou para mim.

–Onde estão seus pais? – me perguntou.

–Bem... Eles... Eles...

–Estão viajando – o Namjoon terminou a minha frase, dei uma olhada para ele.

–Viajando? E onde está o Eunjoon?

–Dormindo no quarto dele – respondi.

–E a babá?

–Não tem babá mãe.

–Como? Vocês... Vocês dois estão sozinhos cuidando de dois bebês? – ela estava chocada.

–Cadê meu pai? – o Namjoon perguntou, senti que essa pergunta foi um balde de água fria nela.

–Não veio comigo – a voz dela mudou de chocada para apática em um segundo.

–Vocês vão mesmo se separar né?

–Vocês... Como sua mãe deixa vocês – ela apontou para mim como se eu fosse uma coisa – sozinhos, dois adolescentes para cuidar de duas crianças pequenas?

–Eu posso dar conta – eu disse – é um prazer cuidar dele.

Ela olhou para a sala, várias caixas de pizzas empilhadas ao lado da TV. O sofá todo bagunçado e a casa meio revirada.

–Teve uma festa aqui? – ela estava em choque de novo.

–Não, fomos nós ontem, comemos e assistimos TV – respondi.

Ela me olhou com fúria.

–Comeram, você empanturrou meus dois filhos com pizzas?

–Não eu...

–Está tentando matar Eunjoon? Ele é um bebê, não pode comer essas porcarias.

–Mas...

–Mãe deixa a Naoko em paz, ela não tem culpa de nada. Ela só cuidou de nós - Namjoon desceu da escada e pegou em minha mão.

–Vocês... Vocês estão...? Namjoon faça as suas malas agora, vamos embora, me mostre o quarto que vou acordar seu irmão.

–Não. Você sumiu e agora volta como se tivesse direito? Não. Eu não vou. Leve Eunjoon eu ficarei aqui.

–Vocês acha que os pais dela vão querê-lo aqui para sempre?

–Enquanto eu quiser ele irão querer – respondi sem pensar.

–Você, não se meta nisso, te achava uma menina adorável, é uma oportunista, aproveitou que me filho estava aqui para seduzi-lo? Como assim? Garotas como você não podem ficar com caras como ele – ela estava furiosa, quem era aquela mulher?

–Mãe – Namjoon gritou – para, não seja ridícula, ela só tem me ajudado enquanto você esteve fora. Não desconte em minha namorada.

–Claro, você quer ficar por ela não é mesmo? Vá arrumar suas malas estamos de partida. Vamos passar o natal com nossa família. - Ela saiu subindo as escadas de repente. –Vamos, não tenho o dia todo – ela falou do alto da escada.

–Namjoon, vai, ela é sua mãe, vai...

–Não, eu não sei quem é essa mulher, ela não é minha mãe. Ela é má e arrogante, não... – ele parecia atordoado com aquilo.

–Namjonnie ela precisa de você, se seu pai não está aqui é porque ela está sozinha agora. Vá, no baile nos falamos. - Ele subiu as escadas calado. Eu não sabia o que fazer. Com o barulho minha irmã acordou. Banhei ela, fiz o café dela e esperei para ver o que aconteceria. Passaram-se muitos minutos até que todos desceram.

Fiquei na soleira da escada.

–Namjoon? – ele balançou a cabeça, fazendo sinal de negação, me calei.

–Ok, diga a seus pais que estou decepcionada com a atitude irresponsável deles de deixar um casal de adolescentes sozinhos em casa com duas crianças... – ela bufou – Deus o que esse dois devem ter feito na frente das crianças... Prefiro nem imaginar...

Ela abriu a porta e saiu levando duas malas do mais novo, ele seguia ela contente por enfim rever sua mãe. Namjoon olhou para mim.

–Nos vemos no baile – ele sussurrou – Eu te amo...

–Ok... Eu te... – ele saiu sem me deixar dizer que o amo.

Liguei para os meus pais, para contar o ocorrido. Aquilo, aquela mulher, não era normal. Eles precisavam conversar com ela.

Meus pais nem vieram para casa, foram direto para a casa dos Kim eles tentariam resolver aquela situação. Me arrumei para o baile enquanto esperava, coloquei o vestido azul turquesa tomara que caia que minha mãe comprou para mim, era meio curto, mas era bonito. Mesmo não sabendo arrumar meu cabelo direito, dei um jeito nele fazendo um penteado meio desajeitado. Me maquiei exageradamente, mas ficou bom.

Sentei no sofá, passou tanto tempo que eu já estava ficando sem esperanças. Um carro estacionou na garagem depois do anoitecer e eu corri para a porta.

–E ai? – perguntei assim que eles entraram.

–Naoko filha... – minha mãe me puxou pelo braço para sentar no sofá, eu não queria sentar.

–E ai mãe? O que aconteceu? – minha irmã veio gritando e pulou nos braços do meu pai, ele foi brincar com ela na cozinha.

–Filha, as noticias não são boas.

–Como assim?

–Filha, ela ficou muito brava, foi um erro, mas não esperávamos que isso fosse acontecer, e...

–E...?

–Ela vai levá-los embora.

–Embora? - eu não estava assimilando a conversa.

–Sim.

–Para onde?

Ela respirou fundo, não gostei daquilo.

–Austrália – fiquei paralisada, voltei toda a conversa no meu cérebro para ver se eu tinha entendido. Austrália? Como assim? Por que? Hãn? – Filha?

–Mãe... Tenho que ir para o baile, eu... Tenho que ir, trabalhei muito naquilo, tenho que ir... Nos vemos mais tarde? Tchau mãe. - Nada daquilo fazia sentindo, portanto eu perguntaria diretamente ao NamJoon.

Levantei e caminhei para a porta.

–Filha esta tudo bem?

–Sim, ta tudo ok, tou indo ta? Beijos.

Caminhei ate aparecer um taxi para eu pegar. Seoul de repente parecia tão grande. Eu veria ele no baile, sim eu o veria, e tudo ficaria bem. Ele não iria para a Austrália ele fugiria, eu o conhecia.

A festa estava tão bonita, estava tudo tão perfeito. Tão lindo. Aquilo parecia surreal, eu havia trabalhado tanto. Estava ótimo.

Esperei, esperei, esperei, ate que vi que ele não viria. Anunciaram o rei e a rainha, ele ganhou e para minha surpresa eu também, mas tudo estava como um borrão. Onde ele estava? Por que não tinha vindo?

–Naoko? Naoko? – uma voz me trouxe de volta a festa.

–Jimin? O que faz aqui? – perguntei.

–Você ganhou como rainha...

–Eu não ligo, digam que a JungMin merece ser a rainha, eu não quero isso...

–Naoko, esta tudo bem? - ele perguntou.

–Não. Você viu o Namjoon? - eu não queria saber de mais nada.

Continuavam chamando meu nome no microfone, todos olhavam para mim, ate que uma luz branca de holofotes me cegou. Eu corri, corri para longe da luz, ouvi muito “que maluca”, “onde você vai”... mas eu apenas corri.

–Onde ele está? – perguntei quando parei na porta do banheiro, eu ia vomitar, eu sentia que isso ia acontecer.

–Naoko? - ele tentava me trazer à realidade.

–Onde?

–O Namjoon não vem – o Jimin falou. Olhei para ele.

–Como assim não vem, ele prometeu.

–Mas ele não vem, ele já deve ter pegado o avião, a essa hora ele nem deve mais estar no país - aquelas palavras novamente não faziam sentido.

–Hãn?

–Naoko olha para mim – ele pegou meu rosto nas mãos – ele não esta mais aqui.

–Não, não... não, não... – eu me senti entorpecida de repente, nada daquilo fazia sentido – Eu... Eu quero ir para casa, me leva para casa.

Ele me pegou pelo braço e saiu me arrastando festa a fora, todo aquele trabalho... Eu estava deixando tudo para trás agora. Nem sei como entrei no carro, só percebi quando estava parada em frente a porta da minha casa, o Jimin passando meu braço para minha mãe, ela tirando minha roupa, água no meu rosto, tudo era um borrão, um pijama fino e uma cama macia abaixo de mim.

Fechei meus olhos, mas eu não queria dormir, nada fazia sentido, eu não sabia nem entendia o que estava acontecendo, eu... Eu estava perdida, tudo deveria ser um pesadelo, aquilo não era real, não podia ser...

Tudo ainda parecia um borrão quando eu acordei, meu rosto estava molhado passei a mão e percebi que não era suor eram lagrimas, eu havia chorado? Por que? Será que fora por causa daquele pesadelo horrível? Olhei para o lado e minha mãe estava lá, sentada na poltrona do meu quarto, o que ela fazia ali?

–Mãe? – chamei.

–Oi – ela se assustou.

–Por que não esta dormindo na sua cama? – eu não entendia tal atitude.

–Filha você gritou durante a noite e chorou e chamou...

–Chamei...? Chamei por quem? – devia ter sido aquele pesadelo, nossa, ele parecia tão real.

–Por ele! Pelo Namjoon.

–Eu tive um pesadelo, sonhei que a mãe dele chegava aqui e levava ele, e ele não ia ao baile e o Jimin me dizia que ele não viria e eu queria vomitar...

–Filha...

Lentamente percebi que não havia sido um pesadelo, eu lembrava da batida eletrônica da musica ao fundo, do meu nome sendo chamado pois eu era a rainha, do Jimin me puxando pelo braço, da dor que eu estava sentindo...

–Mãe...?

–Não... Filha... – ela levantou e veio sentar na beirada de minha cama – Não... Não foi um pesadelo, nem um sonho... Aconteceu, ele se foi.

–Não é verdade, ele não iria sem se despedir de mim, sem me deixar dizer que eu amo ele. Vou ligar para ele – disquei o numero, só dava desligado e cai na caixa de mensagens – Namjoon quando você pegar esse recado me liga, estão dizendo que você foi embora sem me dizer nada, você não é louco... – as lagrimas surgiram, tentei empurrá-las para dentro.

Minha mãe pegou o celular de mim.

–Ele não vai atender, filha, a culpa é minha, eu não devia ter deixado vocês sozinhos eu devia ter previsto.

–Previsto? Não aconteceu nada, nada... Nada – eu não entendia, eu sentia um vazio, como se alguém tivesse morrido, eu me recusava a chorar, me recusava a acreditar, me recusava a me entregar. – Jimin... Ele... Me deixe ligar para ele. Vasculhei pelo número rapidamente.

–Alo? – ele atendeu ao telefone.

–Jimin... Vem aqui por favor, eu... Eu quero falar com você.

–Ok. - sempre solicito comigo.

Desliguei. Eu ia tomar um banho, trocar de roupa, comer e esperaria, eu precisava bolar um plano, um jeito de vê-lo, ele ainda estava aqui, eu podia sentir.

Enfim a campainha tocou. Corri para atender.

–Poxa que demora – resmunguei – como você sabia?

–Sabia do que?

–Que ele não iria...

–Bom... Sente-se... - o Jimin não parecia majs aquele amigo bondoso, ele estava sério.

–Não, vamos conversar lá fora, no parquinho – fomos para o parquinho perto da minha casa, eu tinha lembranças do Namjoon ali. – Conte-me – eu disse assim que chegamos e me sentei no balanço.

–Bom... Ele ligou ontem a tarde para mim, me mandou estar as 7 no aeroporto, eu não entendi, mas eu fui fiquei curioso.

–E?

–Ele me encontrou no portão de entrada, me disse que eu devia ser seu par no baile, me pediu desculpas por atrapalhar nós dois, até ai eu ainda não tinha entendido nada, ele parecia nervoso como se estivesse fugindo de alguém. Eu perguntei o que estava acontecendo e ele me disse que estava indo embora para a Austrália com a mãe e o irmão, que a mãe dele precisava dele e que ele sabia que você entenderia quando eu lhe dissesse isso. Ele me pediu para te pedir desculpas e dizer que te ama e que sente muito por ter que partir, mas você tinha razão. Ele também disse que não tinha coragem de olhar nos seus olhos e dizer adeus porque seria muito mais doloroso para você e para ele e disse que nunca mais voltaria, era permanente a mãe dele tinha ido lá para arranjar escola e trabalho para ela, por isso ela demorou tanto. - demorei alguns minutos para processar tantas informações.

–Isso... Isso é verdade? – eu lutava com meus olhos chorões.

–Sim. Naoko ele não vai voltar, ele não vai manter contato, ele não quer mais te ver. Foi o que ele me mandou te dizer, ele disse que era muito importante que eu te dissesse isso, sabe eu quis bater nele, socá-lo com muita força, mas não consegui, eu vi a tristeza nos olhos dele ... – não aguentei eu tive que derramar uma lágrima, uma única e amarga lagrima.

–Ok – suspirei limpando a lagrima solitária – Eu entendo, eu só... Eu queria... Não... Não é justo – eu lutava com as palavras que estavam engasgadas em minha garganta apertada.

Ele me abraçou. Evitei o choro mais uma vez.

–Eu sinto muito – ele disse.

–Ok. Tudo bem, tudo vai ficar bem. Você na sabe para onde ele foi?

–Só sei o pais, não sei a cidade, procurei falar com ele na internet, mas ele apagou tudo que ele tinha de perfil.

–Sério?

–Sim.

–Que bruxa aquela mãe dele, como ela pôde fazer isso conosco?

–Não sei.

O Jimin não tinha mais respostas para minhas perguntas, ele fora o ultimo que o vira, o ultimo que viu aquele lindo sorriso, os seus lindos olhos castanhos, seus cabelos preto sedoso, seu nariz, sua boca vermelha e chamativa, sua voz grossa, seu incrível um metro e oitenta, seus braços fortes de seu peitoral forte, sua pele amendoada, suas covinhas... Deus, ele era lindo...

–Eu tenho que ir para casa, tenho um trabalho para entregar, tenho que saber da limpeza do ginásio, tenho... – suspirei, eu ia chorar, eu não queria que fosse na frente do Jimin.

–Eu te levo, meu carro esta estacionado lá – tive que concordar, eu não tinha escolha.

Caminhei em silencio.

–Você vai desistir? – o Jimin me olhou, eu evitei olhar para ele, pois eu queria chorar.

–O que eu posso fazer? A... A vida não para – tentei consolar a mim mesma – não posso ficar chorando pelos cantos, logo ele vai arranjar outra namorada lá, vai viver, ser feliz e eu? Vou ser só imagens do passado... – eu estava tentado me convencer de que isso era o melhor, que nada poderia ser melhor que isso e que essa era a maior verdade.

–Não, de tudo que aquele cara era, mal caráter ele não era. - o Jimin assegurou.

–Eu sei, mas...

–Naoko procure ele, no e-mail dele, no facebook, no twitter, ele não pode ter se livrado de tudo. - me aconselhou.

–Não, você disse que ele não quer mais me ver, ele quer me esquecer e começar a vida dele de novo. Eu vou deixar. - novamente estava tentando me convencer de tudo o que tinha acontecido tão repentinamente.

–Naoko...

–Chega! – eu gritei. – Não quero mais ouvir isso.

–Desculpe, eu só achei... - Ele arregalou os olhos.

–Não, não é o melhor. Tchau, ate amanha na escola.

–Não termos mais aula, esqueceu do recesso de fim de ano? E...

–Ah é!

–Não vou voltar para a escola no ano que vem. - ele falou baixinho.

–Por que?

–Meu pai me chamou para morar com ele e eu estou partindo na terça, véspera de natal.

–Mas, para sempre? - Eu queria chorar de novo.

–Provavelmente não já que ele muda muito, mas vou para minha cidade Busan passar as festas de fim de ano lá e depois decidimos onde moraremos.

–Você... Vai me deixar também? - Não consegui evitar a pergunta.

–Desculpe, mas... Você me deixou primeiro – aquilo acabou de destruir os cacos do meu coração.

–Desculpe – baixei a cabeça, dei as costas para ele e entrei dentro de casa, deixando ele e todo o resto para trás.


Notas Finais


É aquilo ne? A vida é surpreendente e dá voltas. Bem loucas as vezes... é isso. Até a próxima. Bjos.


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