História Summer Love - SinRin - Capítulo 32


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Categorias G-Friend
Personagens Eunha, SinB, Sowon, Yerin
Tags Eunha, Sinb, Sinrin, Sowon, Yerin
Visualizações 129
Palavras 1.413
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oláaaaaaa.
Então, vocês realmente gostaram do capítulo especial com a Yerin narrando. Por esse motivo... hoje tem mais capítulo especial! E adivinha só de quem é a narração? Segurem seus corações, as lembranças (mesmo que num curto período e bem rapidinho) da Kim vem por aí.

PS. Se houver erros de digitação, espaçamento e essas coisas, me desculpem mesmo, eu fiz pelo celular! Deu problema no meu notebook novamente (sim) então baixei o programa específico para o meu telefone, mas não faço ideia se vai ficar ''normalzinho''.
Nos vemos lá embaixo, o/

Capítulo 32 - City Souvenir


Fanfic / Fanfiction Summer Love - SinRin - Capítulo 32 - City Souvenir

Apertei as costas da garota que me abraçava mais uma vez. Seus cabelos, que outrora estavam bem mais curtos do que naquele momento em que ela havia decidido deixar crescer, exalavam o melhor perfume que eu poderia sentir na face da terra. Desci um pouco as mãos e deixei um leve aperto em seu bumbum.

- Não comece agora, unnie... você precisa sair...

E ela estava usando aquela voz novamente. A droga daquela voz! Se Eunbi usasse aquele tom comigo pedindo para que eu pulasse da ponte, eu o faria sem nenhuma duvida ou regresso.

- É sério, apenas não deixe SinB esperando. – seu corpo foi desgrudado do meu, mesmo que eu não quisesse.

- Mas eu deixo ela esperando só um pouquinho por você...

- Se a gente começar, tu sabes que não será um atraso pequeno. – Eunha sorriu de canto e puxou minha mão – teremos muito tempo depois do jantar de casais essa noite, apenas vá.

Apesar de tudo, a garota estava certa. Nós quatro, havíamos marcado um jantar especial aquela noite e eu estava bastante ansiosa, apesar de com preguiça depois de um longo dia de trabalho. Yerin estava responsável por cozinhar, Eunha iria montar a mesa da janta, eu já havia feito minha parte em uma parte da cozinha assim que havia chegado, e SinB ainda estava no trabalho. Se ela fosse pegar o trem, iria demorar, então me ofereci para ir buscá-la.

- Estou indo. – inferi assim que larguei de Eunha, peguei um casaco e dei tchau para Yerin que estava com metade do corpo enfiado na geladeira, provavelmente procurando alguns ingredientes.

SinB estava se sentindo um pouco culpada por não ajudar nisso, mas nós entendíamos a garota. Apesar dela dizer milhares de vezes que estava tudo bem e que era super fácil, nós sabíamos que a rotina dela tinha mudado bruscamente, não é como se tudo fosse ficar bem em minutos. Além disso, Yerin já havia começado sua rotina também, então elas teriam que lidar com alguns imprevistos, como ver a outra apenas dormindo e em alguns dias nem se ver direito. Mas era sobre isso que se tratava a vida adulta. E, particularmente, eu odiava.

O caminho até o prédio onde a Hwang estaria me esperando foi tranquilo. O que me deixou bastante alarmada, já que deveria ser horário de pico em Seul. Eu gostava bastante daquela cidade, nasci ali e vivi ali por todo o tempo. Acontece que, eu não saberia o que aconteceria depois de muito tempo.

“Eu nem podia acreditar que aquilo estava acontecendo – na verdade. A pessoa que eu mais amava na vida, agora não podia estar comigo ali. Nem havia falado com minha mãe direito, ela era sempre tão prepotente, tão mandona, eu não estava afim de ouvir sermão quando só queria chorar pela falta do meu pai. Já havia se passado uma semana da morte dele, no entanto, eu não quis pisar meus pés no velório e nem mesmo enterro. Eu simplesmente não queria acreditar que ele estava partindo. E não era para uma viagem de férias, era para sempre. E eu eventualmente sempre achei a palavra 'sempre' forte demais.

- SoJung? – a senhora Kim estava lá novamente. Invadindo o meu quarto, como sempre fazia, sem bater na porta.

- O que? – balbuciei tentando fingir uma voz melhor, eu não queria que ela soubesse que eu ainda estava chorando.

- Hum... nós vamos nos mudar.

- O que? – foi impossível manter a postura. Meu tronco longo se elevou rapidamente e ela fez uma careta ao ver meu rosto que, provavelmente, estava bem inchado.

- Nós vamos nos mudar. Eu vou para o interior. Não há mais nenhum motivo para que eu continue aqui, seu pai era o único que gostava dessa cidade.

- Mas... e tudo... e as meninas? – ela sabia que eu estava me referindo as minhas duas irmãs mais velhas.

- Como uma família, nos manteremos juntas. – balançou a cabeça como se aquilo fosse óbvio.

Entretanto, não era. Não era pra mim, pelo menos. Elas podiam não gostar de Seul, mas o papai gostava. Eu gostava. Sentava na varada com ele, às vezes, e ficávamos conversando sobre como Seul surgiu. Sua história, sua economia... aquilo não seria esquecido tão fácil por mim.

- E quem disse que eu vou?

- Olhe, eu não quero me estressar, Sowon. Se você não quer ir, o problema é seu. Tem sua prima paterna que ainda vive aqui, eu irei morar com minha família, e suas irmãs irão fazer faculdade por lá mesmo. Todas já concordaram, se você quer continuar nessa vida medíocre frequentando aquele colégio horrível, então continue. – deu de ombros rispidamente e saiu do quarto.

Fechei os olhos e tentei respirar fundo. Tudo bem, mamãe. Eu continuarei na minha vida medíocre, mas talvez você possa falar o contrário daqui a alguns anos.”

Assustei-me com um alto barulho de buzinas. Me dei conta de que eu estava em um sinal, e o verde já estava presente ali há tempos. Pisei no acelerador rapidamente, me desculpando mentalmente por parar o caminho para alguns motoristas. Aproveitei também para limpar uma lágrima que arriscava cair no canto do meu olho. Minha mãe se comunicava comigo às vezes para saber como eu estava, e eu não me importava com isso. No entanto, minhas irmãs viviam dizendo que ela se arrepende muito de como me tratava antes. Eu não ligo mais para isso, ou pelo menos tento não ligar. Estacionei na frente do meu destino primário e a porta foi aberta. O perfume conhecido de SinB invadiu o carro e minhas narinas.

- Como está a comida? Tudo pronto?

- Ah, eu fiz uma parte e Yerin está terminando. – sorri para a garota. Ela era muito engraçada, e quem diria que uma simples conversação que eu havia iniciado na piscina daquele resort iria render numa grande amizade.

Sua boca chegou a abrir, mas não emitiu som algum. Isso porque, outra voz a interrompeu.

- SINB-AH!!!!!!!! – um par de pernas longas, mas não tanto quanto as minhas, correram até próximo do carro.

- Ah, oi! – a menina ao meu lado baixou o vidro da janela com pressa.

- Você ia esquecer seu celular. – eu havia me lembrado dela. Era a sênior da sinb, que estava ajudando ela no trabalho. Tinha a conhecido no hospital há algumas semanas atrás. Sua franja estava um pouco bagunçada, mas eu tinha que admitir que ela continuava sendo muito bonita.

- Oh! Muito obrigada, Yuju! O que seria da minha cabeça louca sem seus alertas? – ela abriu um grande sorriso que foi retribuído pela outra.

- Oi amiga da SinB! – acenou para mim e eu retribui com a cabeça – Diga-me, de onde vocês saíram? São todas tão lindas.

As bochechas da Hwang ficaram instantaneamente vermelhas. Resolvi quebrar aquele momento.

- Ah, cada uma de um lugar diferente, nossas namoradas também. – abri um sorriso amarelo.

Percebi o clima que tinha criado, SinB parecia querer rir e a garota deu um pequeno passo para trás, mas logo depois soltou uma gargalhada.

- Tenho que conhecer elas também, essas sortudas! Bom, tenho que ir, até segunda. – e finalmente adentrou o prédio de novo.

Dei a partida no carro com alguns pensamentos soltos na cabeça.

- Ela sempre faz essas brincadeiras com você?

- O que? – murmurou, parecia estar em devaneios olhando as ruas – Que brincadeiras?

- Que você é bonita e essas coisas. – não desgrudei o olhar do trânsito, não queria parecer tão séria, mas queria a resposta.

- Ah, às vezes. Mas é só brincadeira, Yuju sabe que eu namoro, eu disse para ela quando saímos para beber no primeiro dia que eu era apaixonada pela minha “mulher”. – fez as aspas com o dedo, me fazendo rir um pouco pelo constrangimento dela de dizer que eram praticamente casadas.

- Interessante.

- Por que, sowonnie? – vi pelo canto do olho que ela havia arqueado uma sobrancelha.

- Apenas fique mais alerta, ela olha para você com bastante interesse. – falei firmemente. Foi isso que me pareceu, mesmo que por poucos minutos.

- Ah, que nada! Nem sei se Yuju é como nós. – eu sabia que ela estava falando sobre a sexualidade – Além disso, eu nunca daria chances para outra pessoa a não ser Yerin.

- Eu sei disso, SinB. – direcionei um sorriso para a garota tranquilizar.

Não falaria nada para a Jung mais velha, obviamente, mas eu tentaria ficar mais por perto. E o mais importante: com os olhos bem abertos para essa colega de trabalho.


Notas Finais


Alguém já tá sacando as coisas, e vocês?

Não deixem de comentar impressões, ideias, etc!
Vocês tem um palpite de quem é o próximo capítulo especial?....


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