História SummerSun (Adaptação G!P) - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Visualizações 54
Palavras 1.612
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Harem, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulo!!!

Capítulo 15 - Novidade


Fanfic / Fanfiction SummerSun (Adaptação G!P) - Capítulo 15 - Novidade

Anteriormente:

Camila saiu ao terraço. Havia prometido reservar um tempo todas as tardes para ver o pôr-do-sol. Forçou-se a fazer isso, mas os belos matizes não a atraíam naquela tarde. Só serviam para lembrá-la do que acontecera no curto espaço de tempo desde o último pôr-do-sol.

Desceu as escadas, atravessou o estacionamento e chegou ao carro. Fizera só uma coisa sábia entre aqueles dois entardeceres: falara com Harry Stiles. De certo modo, isso equilibrava a balança.

Atualmente:

— Os negócios estão melhorando, hein, Lauren? — comentou Buck.

Lauren passou os olhos pelo bar, depois fitou Buck.

— Parece igual para mim. Como sempre.

— Talvez. Mas não igual a algumas semanas atrás, quando Camila abriu o salão para aquela reunião de senhoras.

— Hã…

— Sabe do que estou falando. Quando ela começou a servir seus almoços, a gente podia dar um tiro de canhão aqui que não ia pegar em ninguém. Alguns dos nossos amigos começaram a nos boicotar. Você achou que não voltariam mais, não foi? — Antes que Lauren respondesse, Buck acrescentou: — Eu também, para falar a verdade. Andava inquieto naqueles dias. Então, os fregueses habituais começaram a voltar. Agora os negócios estão como sempre, talvez até um pouco melhor. Acho que eles viram que as mulheres não iam lhes tomar o espaço, afinal.

Lauren se apoiou no balcão e encarou Buck.

— Tudo bem, Buck, aonde quer chegar?

— A lugar nenhum. — Buck pegou um copo de vinho e começou a esfregá-lo com um pano. — Estou só puxando conversa.

— Sobre ela.

— Não pode continuar ignorando-a, Lauren.

— Tenho feito isso muito bem. E já faz tempo.

— Isso é verdade.

Lauren conseguira evitar Camila dizendo a si mesma que ela era o tipo de mulher perigosa à sua saúde mental. O tipo que torna a vida tremendamente complicada, que não consegue desfrutar de uma grande noite de amor sem transformar tudo em drama no dia seguinte. Todas as mulheres eram complicadas… especialmente Camila.

— Quanto mais longe ficarmos uma da outra, melhor. Camila dirige o restaurante, eu dirijo o bar.

— Talvez. Mas, ainda assim, você fica o tempo todo olhando para ela — replicou Buck.

Lauren serviu uma xícara de café para si.

— Você está começando a me irritar, Buck. Não quero falar sobre Camila.

— Talvez. Mas, ainda assim, fica pensando nela.

— Como diabos você sabe em que estou pensando?

— Está na cara. Provavelmente ela também nota. Claro, também posso dizer que ela fica pensando em você. Porque fica mesmo.

— O velho e sábio filósofo e leitor de mentes… Este é o problema com os barmens: sempre querem dar opinião sobre tudo.

— Mesmo? Sempre achei que os barmens tinham fama de serem bons ouvintes.

— Você é uma exceção à regra.

— Oh, eu escuto bastante, Lauren. Quando alguém fala. Nos últimos tempos você não tem falado muito. Então, tenho de falar por você. Creio que não preciso lhe dizer como Camila está se saindo bem com os almoços. Há um clube de mulheres no salão hoje. Vão virar freguesas assíduas, ouvi dizer. E vai haver uma festa de aniversário de dezesseis anos…

Lauren grunhiu.

— Alejandro se viraria no túmulo se soubesse disso.

— Talvez, mas não se aborreceria com os lucros que o Salão do Caribe tem obtido.

— Acharia ridículo esse nome.

— E o modo como Camila e Verônica têm se vestido, com aquelas saias coloridas? Ele iria gostar disso. Até eu gosto daquelas blusas que deixam o ombro descoberto. E os fregueses adoram. Ela criou uma atmosfera, Lauren.

Lauren tomou seu café em silêncio.

— E o garçom também.

— Também criou uma atmosfera? — perguntou Lauren.

— Claro. Os fregueses o adoram, assim como as garçonetes. Você nunca pensou que isso fosse acontecer, não é?

— Francamente, não. Esperava uma revolução.

— Elas o adoram. Além disso, como o moço só trabalha nos dias úteis, duas garçonetes o substituem nos fins de semana, e todos ficam felizes.

— Bom, ele parece ser um bom rapaz e pelo menos, é casado. A última coisa de que precisamos aqui é de mais envolvimentos emocionais entre as pessoas.

Buck parou de esfregar os copos e encarou Lauren.

— Está falando de quem agora? De você e Camila?

— Estou falando de Verônica e Arthur, e você sabe disso.

Não estava se envolvendo com Camila, pensou Lauren. Fora um caso de uma noite só e que não significara muito em todo o seu esquema de vida. O irritante é que não conseguia tirá-la da cabeça. Pensava nela quase todo o tempo. Buck estava certo quanto a isso. Pensava em como tinha sido quando a abraçara e beijara…

— Claro.

— O quê? — Lauren se perdera em devaneios.

— Claro que você se referia a Verônica e Arthur…

— Este café está velho, Buck. É melhor fazer outro bule.

— Certo. Oh, lá vem o seu criador de atmosfera — acrescentou, vendo Zayn entrar no bar. — Tome uma cerveja, Zayn — ofereceu, assim que o rapaz se aproximou.

— Não, obrigado — respondeu o garçom. — Estou fazendo uma pausa para um cigarro.

— Acabou a correria do almoço? — perguntou Buck.

— Acabou — disse Zayn. — O pessoal da última mesa está pagando a conta e a patroa me disse para tirar uns minutos de folga.

— A patroa — murmurou Lauren.

— Parece que o salão lotou hoje — comentou Buck em tom informal.

— É, foi um dia ótimo. Muitos elogios para a comida.

Lauren permanecia em silêncio, enquanto os dois conversavam.

— Verônica fez algo de especial?

— Verônica não, Arthur. Apareceu com um novo prato. Chamou-o de “Garoupa Jamaicana à Arturo”. Os fregueses acharam uma delícia. Ele assa o peixe na grelha e depois acrescenta um molho de tomate bem temperado.

— Arthur está cozinhando para o almoço? — Buck tinha um ar perplexo.

— Uma ou duas vezes por semana ele nos faz uma surpresa. Nós o apresentamos como o prato recomendado do dia. Os fregueses adoram.

Por fim, Lauren entrou na conversa com um comentário tão surpresa quanto o de Buck:

— Arthur cozinhando para Camila… Como ela o convenceu?

Zayn depositou o cigano no cinzeiro.

— Não creio que esteja fazendo isso por Camila. Acho que é por Verônica. Ela e Arthur… Bem, parecem bastante envolvidos um com o outro. Estão começando a trabalhar juntos. Mas creio que há algo mais do que isso.

Lauren gemeu. Mais complicações. Alguma coisa estava acontecendo de novo entre Verônica e Arthur. Os sinais eram evidentes, mesmo que tentasse a todo custo ignorá-los. Mesmo que, nos últimos tempos, tornara-se uma especialista em ignorar emoções… sobretudo as próprias.

Os últimos fregueses do almoço estavam saindo do restaurante, quando Verônica chamou pelo garçom:

— Venha aqui um pouquinho, Zayn.

— Estão me chamando ao trabalho. — Zayn foi para o salão.

— Você também, Buck — a voz de Verônica soava ansiosa.

— Que diabos… — Buck olhou para Lauren, que deu de ombros.

— Lauren, você está aí? — chamou Verônica.

— Estou.

— Então venham, vocês todos.

Um mau pressentimento assaltou Lauren, enquanto seguia Buck rumo ao salão.

Estavam todos ali: Zayn, Camila, os dois ajudantes diurnos da cozinha e uma garçonete do bar, agrupados em torno de Verônica e Arthur.

— O que acha que é, algum tipo de greve geral? — Buck perguntou a Lauren ao se aproximarem do grupo.

— Sei tanto quanto você, mas estou preparada para o pior.

— Tenderia a concordar com você, se não fosse um certo dado: Verônica e Arthur. Olhe para eles. Veja se não parecem dois pombinhos.

O barman tinha razão. Os dois estavam bem juntinhos e, quando ela e Buck se juntaram ao círculo, Lauren viu que estavam de mãos dadas. Fitou Arthur bem nos olhos, com ar de quem não acreditava no que via. Arthur balançou a cabeça afirmativamente para ela e então corou.

— Estamos todos aqui. Agora pode lhes dizer, querido — pediu Verônica. Apertou de leve a mão de Arthur e empurrou-o para a frente.

Arthur pigarreou dramaticamente.

— Bem, amigos, gostaria de dizer...

Verônica não o deixou hesitar muito tempo.

— Continue, querido.

— Quero dizer, tenho orgulho de lhes dizer que Verônica me deu a honra de…

Todos os olhos concentravam-se em Arthur. Até Bob, que fora ver o que estava acontecendo, aproximou-se do cozinheiro.

— Ela concordou em ser minha esposa — despejou Arthur, por fim. — Outra vez.

Camila puxou o aplauso e Buck gritou um vigoroso “hurra”. Só Lauren ficou quieta, ainda estupefata.

— E, como adoro ser uma noiva de junho — falou Verônica, rindo — vamos repetir o nosso primeiro casamento, que foi em junho, na semana que vem. Aqui, no SummerSun, se todos concordarem.

Olhava para Lauren, mas Camila foi quem respondeu:

— Concordar? É fantástico! O SummerSun é perfeito para um casamento. Pode ser aqui no salão. Ou talvez lá fora, no terraço.

— No terraço seria maravilhoso! — exclamou Verônica. — Adoro casamentos ao ar livre.

— Perfeito. Vamos decorá-lo com flores, contratar uma banda, comprar champanhe, fogos de artifício.

Arthur se virou para Lauren.

— Tudo bem para você? — perguntou.

— Tudo bem, claro. Somos todos uma grande família. — Bateu nas costas de Arthur e abraçou Verônica. — Vamos fechar o SummerSun, convidar todos os amigos e fazer a maior festa do ano.

Todos gritaram ”viva” e se juntaram em torno de Arthur e Verônica. Todos, exceto Lauren, que ficou à parte. Camila notou que ela não olhava para o casal feliz. Olhava para ela. Deliberadamente, virou a cabeça e olhou para o outro lado.


Notas Finais


Comentem, favoritem, compartilhem/divulguem!!!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...