História Summertime Sadness - Swan queen - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Tags Emma Swan, Professora, Regina Mills, Swan Queen, Swanqueen
Exibições 325
Palavras 3.405
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei gente!

Desculpa pela demora, esse capítulo era pra ter saído antes, mas tive alguns probleminhas.

Peço que relevem os erros, pois não revisei.

*--*

Aproveitem o capítulo!

Capítulo 4 - Capítulo 4 - Surpresa inesperada


° POV Narrador °

  Emma não sabia o motivo ter sido tratada tão mal pela mulher de cabelos escuros na frente da sorveteria, sendo que ela apenas havia feito uma simples pergunta. Passou o resto da noite se perguntado porque havia abrido a boca, também não sabia de onde havia encontrado coragem para falar com aquela mulher - A desconhecida grossa, era como Emma havia a intitulado. - Porém, ao ver a mulher com o olhar tão distante depois daquela cena do garotinho, Emma sentiu uma grande necessidade de falar alguma coisa, porém, arrependeu-se profundamente. Após aquela resposta da mulher Emma desejou sumir daquele lugar, entrou tão corada de vergonha na sorveteria que até sua irmã fez algumas piadinhas.

  O resto da noite de sábado passou incrivelmente rápido. Emma e Elsa voltaram para casa após se despedirem dos seus novos colegas. - Isso mesmo, seus novos colegas, Emma também havia gostado da companhia dos amigos de Killian. Embora isso não ocorra com frequência, ela rapidamente entrou em uma conversa agradável com todos eles.

Chegaram em casa por volta dás sete horas da noite, Mary logo veio com seu interrogatório, mas tanto Elsa, como Emma estavam cansadas demais pra conversar e comentar tudo que havia acontecido durante o passeio pela cidade. Logo as duas subiram para seus quartos. Elsa adormeceu suspirando por Killian, já Emma pegou no sono tentando esquecer o ocorrido de mais cedo em frente a sorveteria, desejou nunca mais encontrar aquela mulher.

[…]

Não muito longe dali, Regina tentava a todo custo pôr Henry para dormir, porém, como o garoto havia tomado sorvete, consequentemente doce, ele estava um tanto relutante em ir para cama. Somente após Regina prometer leva-lo ao cinema no domingo, que ele concordou em ir dormir.

Após certificar-se de que Henry havia dormido, Regina encostou lentamente a porta do quarto do garoto e seguiu para cozinha. Adentrou no cômodo e logo começou a organizar algumas coisas, após terminar, foi até a geladeira e pegou uma garrafa de vinho, abriu e encheu uma taça com liquido avermelhado. Colocou a taça entre os dedos, pegou a garrafa de vinho e caminhou preguiçosamente até a sala, pôs a garrafa e a taça sobre a mesa de centro, e andou até o aparelho de som, procurou por uma música lenta, deixou em um volume baixo, para não acordar Henry. Voltou até o sofá e sentou-se, pegou novamente a taça entre os dedos e sorveu o líquido degustando cada gota que passava por sua garganta.

  Regina não sabia em qual momento sua vida havia saído do exo. Normalmente a essa hora ela estaria nos braços de Robin, em meio à várias risadas e carícias. Era feliz não podia negar, tinha um casamento estável e uma ótima relação com quem havia escolhido viver sua vida, por esse motivo a traição de Robin doeu mais ainda, quebrou seu coração. Ela havia depositado, inteira e cegamente sua confiança em seu marido, mas ele não soube dar o devido valor a ela. Ainda lembrava de como aquele dia em que pegou Robin no flagra, havia sido desastroso.

Flashback on

Regina estava no colégio no qual dava aulas durante a noite, naquele dia haviam encerrado as aulas mais cedo pois iria haver uma reunião com a maioria dos professores, incluindo ela. Estava mais despreocupada pois Henry havia ido dormir na casa de Cora, eram raras as vezes em que Cora fazia esse pedido à Regina e Robin, então eles nunca negavam.
Regina também já havia ligado para Robin e avisado que iria chegar mais tarde em casa naquela noite

A reunião durou menos do que o habitual, apenas conversaram sobre oque seria feito no próximo semestre. Regina agradeceu mentalmente, pois estava muito cansada. Conversou algumas banalidades com o Senhor Gold, diretor da escola, e logo seguiu para casa.
Após cerca de quinze minutos já estava chegando em frente sua casa. Estranhou quando viu o carro de Robin estacionado rente a calçada, normalmente ele guardava assim que chegava em casa.

  Ela logo estacionou o carro na garagem, desceu do veículo e caminhou até a porta enquanto procurava suas chaves dentro de sua bolsa. Só após dois minutos encontrou suas chaves, abriu a porta e logo estacou quando ouviu alguns barulhos aparentemente vindos da sala. Ainda parada na porta, tentava ouvir melhor aqueles ruídos que pareciam gemidos. Regina de perguntou se Robin havia se machucado, mas não pareciam gemidos de dor. Ela não queria acreditar na segunda opção que estava estalando em seu cérebro, torceu internamente para não ser oque ela estava pensando.

Respirou fundo ainda parada na porta e caminhou pelo corredor em passos lentos, sem fazer barulhos até a entrada da sala, ao chegar no cômodo ela estacou, estava tão desacreditada com a cena que estava presenciando que nenhuma palavra ousou sair por sua boca. Seus olhos logo marejaram, sua garganta doía com o nó que havia se formado na mesma.

Regina piscou os olhos algumas vezes tentando saber se àquilo era real. Robin estava trasando no sofá da sala com sua melhor amiga, Elena. No sofá da sua casa, Regina não conseguia acreditar. Aquela mulher sempre estava na sua casa, sempre se dando de amiga, dizendo que estava lá sempre para ajudar... no final das contas, só queria Robin. E estava agora subindo e descendo no membro do seu marido.

Os únicos barulhos que havia pela casa eram os gemidos dos dois que estavam no sofá. Regina ainda estava estacada na porta, sem reação, apenas não conseguia se mover. Talvez estivesse em choque.

— Boa noite — Encontrou a voz no fundo de seu ser. Sua cabeça estava doendo, seus olhos ardendo pelas lágrimas que ameaçavam rolar e sua garganta estava apertada pelo nó do choro que estava prendendo. — Vejo que estão se divertindo muito aqui. — Pôs toda sua ironia nessa frase. Estava olhando diretamente para os dois que estavam de olhos arregalados em surpresa no sofá.

— R- Regina...? — Robin falou trêmulo ainda em choque com a presente da sua esposa. — Amor, eu... — Tentava encontrar explicações em algum lugar. Tirou rapidamente Elena de cima dele e levantou-se já pegando sua calça e vestindo-a.

— Regina nós estávamos... — Elena iria tentar se explicar se não fosse o olhar fulminante que Regina lançou em sua direção.

— Eu quero que você saia da minha casa, Elena. — Regina falou lentamente enquanto ia adentrando totalmente na sala. Elena que já estava parcialmente vestida, apenas pegou o resto das suas coisas e saiu.

  Regina caminhou até a janela da sala, o som dos seus saltos ecoando pela sala era a única coisa que se ouvia no cômodo. Em sua cabeça ela estava em um sonho ou melhor, pesadelo. Nunca achou que àquilo pudesse acontecer com ela. Queria gritar e chorar até toda aquela dor sair do seu peito.

— Regina eu posso explicar... — Robin quebrou o silêncio se pronunciado. Regina virou-se pra ele e uma lágrima rolou em sua face.

— Tudo bem. Explica! — A morena falou fitando-a com seus olhos molhados pelas lágrimas que ela não se importava mais em esconder. — Explica, Robin.

— Eu..não queria.. — O homem começou falando. Na realidade não sabia oque dizer, não achou realmente que Regina daria o direito de explicação. — ... Ela pareceu aqui e começamos a conversar, quando eu percebi já estávamos nos beijando. Regina, ela provocou, eu sou homem não tem como resistir a uma mulher se insinuando. Eu não aguentei, amor. Por favor me perdoa! Eu não queira de trair, juro que não significou absolutamente nada pra mim...

— É a única coisa que tem a dizer, Robin? — a morena se pronunciou após alguns minutos de silêncio. — Eu sou homem, e não aguentei?! — Seus olhos amendoados estavam mais claros pelo choro que rolava livremente. — Você é um idiota.

— Regina meu amor, vamos passar uma borracha nisso, esquecer oque aconteceu aqui. Eu juro que não farei mais. — Robin tentava a todo custo se aproximar de Regina, porém, ela sempre estava indo pra longe dele. — Regina, eu amo você...

— Se me amasse como diz, Robin, não teria feito oque fez! Ser homem não justifica traição, se me amasse de verdade nunca teria permitido nem o primeiro beijo. Isso não é amor, Robin! — A morena já falava com a voz embargada por causa do choro. — Eu dediquei doze anos da minha vida à você, posso afirmar que nunca, em hipótese alguma te traí. Sempre honrei esse casamento, te respeitei, zelei por você, Robin, cuidei e amei. Foi você quem escolhi para construir uma família, um lar. E é assim que sou recompensada? Com uma baita traição, tanto de você, quanto daquela vadia que se dizia minha amiga, mas que no final só queira foder com você! — Regina já estava praticamente gritando de raiva e mágoa. — Sinceramente, eu só te deixei explicar para ver até onde você ia com isso. Se te restasse ao menos um pouco de vergonha teria ficado calado. Ainda ousa me pedir pra esquecer...

— Regina, por favor... — Robin tentou novamente.

— Cala a boca! — Ela rosnou se aproximando lentamente dele. — Não se esquece uma traição, Robin! Estou curiosa, o que você pretendia fazer depois que acabasse de foder aquela vadia? Ia me esperar chegar do trabalho, perguntar como foi meu dia e depois ia me foder a noite inteita como se nada tivesse acontecido?! Aliás, Deus sabe a quanto tempo você vem me traindo e agindo como se nada tivesse acontecido... — Regina começou a andar de um lado ao outro na sala, tentando acalmar-se, porém, só ficava com mais e mais raiva. — Eu quero que você saia da minha casa agora, Robin. E espere os papéis do divórcio, porque com certeza irão chegar até você. Agora saía!

— Regina, você não pode fazer isso. Temos um filho, uma família... você não pode jogar tudo para o alto! — O homem estava inconformado com a decisão da morena. — Eu não vou sair da nossa casa, Regina!  Eu disse que te amo! Como você disse, são doze anos, não pode acabar com tudo assim!!! — Ele praticamente gitava.

— Você jogou tudo para o alto. Acorda, Robin! Você espera mesmo que eu apenas feche meus olhos e esqueça tudo que vi nessa sala? Espera mesmo que nós voltemos a ser o casal perfeito, inabalável como todos nos vêem, depois do que você fez ? — Regina gritou em meio as lágrimas. — Eu sei que temos um filho, Robin, nada irá mudar isso. Mas eu não quero mais continuar ao seu lado. Henry é pequeno, vai ser difícil, mas ele vai entender com o tempo. Agora saia, Robin.

— Não vou deixar acabar assim, Regina. Eu disse que te amo e vou te ter de volta. — Homem falou após ter pegado o resto das suas roupas que estam espalhadas pelo sofá. — Eu vou deixar você pensar com calma... — Falou próximo a morena e depois saiu de casa.

  Após a saída de Robin, Regina desabou no meio da sala em meio as lágrimas, chorou tentando colocar toda mágoa para fora. Estava ferida, machucada. Amava Robin? Sim. Ou pelo menos acreditava que sim. E por isso doía mais e mais. Não se importava em está chorando e soluçando no meio da sala, não tinha ninguém para chama-la de fraca. Então, apenas chorou e chorou... com a promessa de que nunca mais entregaria seu amor para alguém denovo. Não iria se permitir sofrer novamente.

Flashback off

  Após algumas recordações e várias taças de vinho, Regina decidiu que era hora de ir para cama. Levou a garrafa de vinho vazia e a taça para a cozinha, colocou na pia e apagou as luzes. Subiu lentamente para o andar de cima, estava um tanto tonta. Deu uma rápida passada pelo quarto de Henry para vê-lo. Após certificar de que estava tudo bem, continuo andando até seu quarto. Entrou no mesmo e segui para o banheiro, fez sua higiene bucal e tomou um rápido banho. Após dez minutos, saiu do banheiro já vestida em uma camisola de seda, deitou-se e logo pegou no sono.

[…]

O domingo passou muito rapidamente, tanto para Regina como para Emma. Cada uma fez coisas aleatórias durante o dia.
  Emma passou o dia organizando o resto da mudança com Mary e Elsa. Seu pai saiu antes que tivesse acordado e ela agradeceu aos deuses por isso, ainda estava muito chateada com Josh, então preferiu não falar com ele. Enquanto ele estava em casa, Emma preferiu ficar trancada no quarto. Elsa percebeu, porém, Emma não quis muita conversa naquele dia.
  Já Regina, passou o dia passeando com Henry, o levou ao cinema, ao porto, ao parquinho. Tirou o dia pra fazer um programa de mãe e filho. Ao findar da tarde Henry pediu a mãe que o levasse para a casa dos avós. O garoto sempre gostou de Cora e de seu avô, Henry. Achava engraçado ter o mesmo nome que ele.
  Após muitos perdidos Regina concordou em leva-lo lá. A visita foi rápida, a morena não estava falando com sua mãe então estava um clima meio tenso. Depois de todas as despedidas, Regina e Henry voltam para casa.

[…]

° POV Emma Swan °

— Emma, acorda! — Elsa gritou pela terceira vez naquela manhã de segunda-feira. — Seu despertador já tocou três vezes, Emma. Já quer se atrasar logo no primeiro dia de aula, Loira burra?!

Acordei com Elsa resmungando alguma coisa, coloquei minha cabeça pra fora do cobertor para tentar achar meu celular. Olho para Elsa e vejo ela encostada na porta do meu quarto toda emburrada. Pego meu celular e olho rapidamente o horário no mesmo. Arregalo meus olhos ao ver que só tenho 20 minutos para me arrumar e tomar café. Droga!

— Tô atrasada! — Levanto rapidamente da cama e corro para o banheiro. Faço minha higiene matinal e tomo banho o mais rápido possível. Saio do banheiro me secando de qualquer jeito. Corro até meu armário e pego uma calça preta, botinhas e uma blusa de mangas compridas. - O legal desse colégio é que não era obrigado a ir totalmente uniformizado, com tanto que não fossem com roupas depravadas já estava de bom tamanho. - Vesti rapidamente minhas roupas, ajeitei meu cabelo, peguei minha jaqueta vermelha, que não podia faltar. Sai do meu quarto e desci rapidamente. Adentro na cozinha e já estão todos tomando meu café.

— Bom dia, filha! — Josh fala após me ver.

— Bom dia. — Respondo friamente enquanto pego um copo com suco de laranja. — Vamos Elsa, vamos chegar atrasadas.

— Por que será né, Emma?  — Diz irônica me olhando com deboche. — Pra que você tem um despertador se você não acorda quando ele toca?!  — Diz revirando os olhos enquanto levanta pra pegar suas coisas.

— Cala a boca, Elsa! — Falo e rolo os olhos. — Mãe, você que vai deixar a gente ? — Pergunto pra Mary que até então estava calada.

— Não, querida. Seu pai que vai. Tenho uma entrevista de emprego no hospital da cidade hoje. — Mary falou sorrindo. Era enfermeira.

— Hum. — Termino de tomar meu suco e levanto da mesa, vou até a sala pegar minha bolsa. — Elsa, vamos!  — Grito da escada.

— Tô indo, tô indo! — Vejo ela descendo. — Vamos, cadê a Mary, ela que vai levar a gente. — Elsa fala caminhando em direção a porta.

— Josh é que vai nos levar. — Digo revirando os olhos. — Mary tem uma entrevista de emprego. — Falo indo logo atrás.

— Vamos meninas! — Meu pai fala aparecendo logo atrás de nós duas.

[…]

O caminho até a escola foi feito em total silêncio.  Eu não queria falar com meu pai, Elsa estava perdida demais em pensamentos, e Josh estava sendo apenas o Josh. Desço do carro logo que ele para na frente da escola. Ando um pouco apressada, logo Elsa está ao meu lado.

— Ainda tá bolada com ele? — Ela pergunta enquanto caminhámos em direção a secretária pra saber nossas salas.

— É, ele nem falou nada pra mim... que foi até aquele tal psicólogo. — Falo desviando para não esbarrar em alguns alunos.

— Talvez ele tenha desistido, Emma. — Elsa fala assim que entramos na secretária.

— Talvez. — Suspiro.

Após sabermos nossas salas e horários, fomos procurar nossas salas. Elsa faz o segundo ano e eu o terceiro. Saímos da secretária enquanto conversamos. Logo ouvi alguem nos chamar, era Killian.

— Olha Elsa, é seu amiguinho. — Falo ironicamente

— Você é uma idiota sabia? — Elsa diz e logo da uma tapa no meu braço.

— Ai, isso dói! Sua agressiva! — Digo enquanto passo minha mão onde ela bateu.

— Ora se não é as loiras mais lindas de Storybrooke... — Killian fala se aproximando com Ruby e Ariel.

— Loiras ouviram bem? Por que eu sou a morena mais linda de Storybrooke — Ruby fala enquanto joga os cabelos de um lado para o outro.

— E eu sou a Ruiva mais linda! — Ariel diz sorrindo.

— Vocês estão muito convencidas! — Killian diz sorrindo e rolando os olhos.

— Quem manda você alimentar nosso ego.. — Ruby fala enquanto para ao meu lado. — Já sabem em qual sala vão ficar? — Diz pegando o papel da minha mão. — Você vai ficar no 3°C! Não acredito... é minha sala, Emma. — Fala pulando agarrada ao meu pescoço

— É a minha também. — Killian diz enquanto passa o braço pelo pescoço da Elsa. — E você, gata? Em qual sala vai ficar? — Killian pergunta a minha irmã.

— 2°B. — Elsa diz olhando o papel em sua mão.

— É a minha! — Ariel fala sorrindo. — Vamos já vai bater o sinal. — Diz pegando a mão de Elsa e puxando, consequentemente arrastando Killian junto.

— Ruby, leva a Emma para sala que eu vou ser um cavalheiro e levar essas donzelas para salas delas. — Killian fala já sendo puxado por Ariel e Elsa.

— Vamos, Emm! — Ruby fala também me puxando.

Sou puxada por alguns corredores pela Ruby até chegarmos em nossa sala. Adentro na mesma ainda sendo puxada por Ruby. Olho ao redor e vários outros alunos estão olhando pra mim. Sinto meu rosto esquentar, reconhecendo aquela tão famosa vergonha. Sento em uma cadeira vaga ao lado da Ruby no final da sala.

— Você tá vermelha, Emma. — Ela fala rindo.

— Me diga uma coisa que não sei.. — Falo rolando os olhos e mordendo minha bochecha por dentro.

Ruby esboça mais um sorriso e balança a cabeça negativamente. Vejo Killian entrar na sala e sentar-se na cadeira atrás da Ruby.

— Já deixei as donzelas na sala. — Ele fala assim que se senta.

— Que bom.. você é tão cavalheiro, Killian.. — Ruby fala com ironia e olha pra mim sorrindo. Balanço da cabeça e sorrio. Eu adorei esses doidos logo de cara.

Abro meu caberno para guardar meus horários. Sorrio enquanto escuto a discussão que Ruby e Killian estão tento por besteiras. Talvez morar em Storybrooke não vá ser tão ruim assim. Até agora só fui tratada mal por uma pessoa, os outros foram extremamentes legais e simpaticos comigo. A cidade não é  grande, mas também tão é tão pequena, então as chances de encontrar a única pessoa que me tratou com grosseria eram quase nulas. Comemorei internamente.

— Bom dia. — Ouço uma voz um tanto familiar e logo percebo que todos os outros alunos ficaram em silêncio. Levanto minha cabeça e vejo a pessoa que não saiu da minha cabeça durante o fim de semana interio. Vestida tão impecavelmente com uma saia lápis preta e uma camisa social feminina e soltos altos também pretos. Os lábios com a mesma tonalidade de que eu me lembrava. Um vermelho tão vivo.
  Rolo os olhos com minha falta de sorte.

— Só pode ser brincadeira. — Falo um pouco alto devido a surpresa de ver a pessoa que eu mais desejei não ver nunca mais. Porém, foi o suficiente para ser ouvida e atrair a sua atenção pra mim. Rapidamente fico vermelha. E agora? devo fugir...?

[…]


Notas Finais


Bom, gente..
Não deixem de comentar oque acharam do capítulo! 😃💘

*--*
Agora...
E esse Robin, hum?
E essa falta de sorte da Emma..?

*--*

Até o próximo capítulo!


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