História Sun & Moon - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Descendants Of The Sun, Dorama, Hoseok, Jimin, Jin, Jungkook, Minjoon, Namjoon, Nammin, Sobi, Sope, Sugahope, Taehyung, Yoongi, Yoonseok
Visualizações 18
Palavras 1.784
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então, fiquei um mês sem postar e nem sei realmente pq, acho q estava um pouco insegura quanto a esse capítulo. Ele já estava pronto faz tempo -q

Mas ele é bem necessário pra que vocês conheçam melhor os personagens.

Perdão pela demora, e boa leitura~

Capítulo 3 - Rotina


Fanfic / Fanfiction Sun & Moon - Capítulo 3 - Rotina

Tentava memorizar os pacientes ao qual teria que fazer visita hoje. Taehyung teve um imprevisto e não vai poder ir trabalhar, então terei que cobrir ele, só pra me deixar um pouco mais sobrecarregado pra variar.


Como meu tique nervoso não era passageiro, minha perna direita não parava quieta, nem mesmo quando estava tomando café. O celular em minha mão mostrava o meu chat com Tae, e eu olhava mais uma vez aquela lista de pacientes.

Juro que minha perna acelerou um pouco mais depois que vi o nome Jung Hoseok.

Relaxa, Yoongi. Ele é só um paciente como todos os outros.

Tomei mais um gole do café, e me levantei em seguida. Era melhor chegar cedo.

Meu apartamento era tão vazio que as vezes me incomodava. Não tinha muitos móveis, como por exemplo televisão ou rádio, porque eu não tinha tempo pra nada disso. E a bagunça não existia porque nunca estava em casa para fazer uma zona, e a vizinhança era silenciosa pois a maioria dos habitantes são idosos.

Se você for um jovem animado e cheio deatéfui e esperança, vai dizer que é um péssimo bairro. Mas se for um jovem com uma alma idosa, como eu, vai amar esse lugar.

Tranquei a porta e segui para o ponto de ónibus, que era no final da rua. O clima estava bom hoje, nuvens deixavam o céu cinza, e o cheiro de umidade era magnífico, sinal que a chuva estava se aproximando. Minha sorte era que sempre andava cheio de blusas, e hoje não era diferente.

Um sobretudo preto e um cachecol marrom me faziam desaparecer.

Esperei com paciência no senhor, e enfim depois de vinte minutos, o ónibus apareceu. Entrei e me sentei em um dos últimos bancos. Fechei os olhos sentindo a movimentação do veículo e a brisa fresca me relaxarem.

Abri os olhos novamente, porque se continuasse iria dormir com certeza, só faltavam mais dois pontos. As ruas estavam lotadas, era sexta-feira, e como parte da rotina da cidade, todos queriam trabalhar e sair rápido para festejarem. Mesmo sendo só sete da manhã.

Desci assim que chegou ao meu ponto, e segui pela avenida movimentada. Por que escolhi trabalhar num hospital do centro da cidade mesmo?

Sorri para as recepcionistas na entrada, elas sempre foram legais comigo, ao contrário das enfermeiras, que só me ferram. Deve ser porque até elas perceberam que o chefe delas -Kim SeokJin - gostava de mim, e eu não percebi.

Ao pegar o elevador novamente meio que me bateu uma nostalgia daquela cena com o Jung Hoseok, vai virar um trauma logo mais. E torci para que chegasse logo o terceiro andar.

Senti um alívio enorme ao pisar no vestiário, não haviam muitas pessoas naquele horário, porque a maioria já estava andando pelos corredores fazendo seu trabalho, e eu que vou fazer trabalho por dois ainda nem me vesti, belo exemplo o meu.

Me troquei rapidamente, colocando meu jaleco, que só deus sabe o quanto velo por esse pedaço de tecido, ver meu nome do lado esquerdo bordado depois da palavra doutor me fazia ficar com os olhos marejados.

Coisa de universitário mesmo.

Saí em disparada pelos corredores, tinha que avisar minha mentora sobre Taehyung. E o pior que ela sempre toma um chá de sumisso nesse horário.

Perguntei para alguns médicos se tinham visto ela, mas nem sinal.

Encontrei a mesma no refeitório, tomando o café da manhã dos sonhos de princesa.

- Doutora Geum Jan-di? - Ela virou o rosto em minha direção, e assim que viu que era eu, deixou a xícara que estava na mão em cima da mesa. Ela abriu um sorriso tão largo que fiquei um pouco inquieto.

- Menino Yoongi! No que posso te ajudar? - Esqueci de mencionar que por conhecer minha mãe a muito tempo, meio que ela se sente uma madrinha minha.

- Eu vou ter que cobrir o Taehyung hoje, porque ele teve alguns problemas e não poderá vir hoje. Pode me passar as fichas dos pacientes dele? - Me aproximei um pouco mais, e ela tocou meu braço ouvindo atentamente.

- Ah, claro! Mas não acha que é muita coisa? Afinal é trabalho por dois. - Sim eu sei, que é uma merda, mas fazer o quê? Era o que queria responder de cara, mas a expressão suave dela me fez pensar melhor no modo ao qual respoderia.

- Sim, eu sei. Mas não é nada que eu não consiga dar conta.

Ela concordou com a cabeça e me deu um sorriso em seguida.

- Você vai levar um bom tempo, hein.

- Verdade, mas é melhor do que ficar sem nada pra fazer em casa.

- Por que não sai com alguns amigos?

- Taehyung está ocupado.

- Mas você só conhece o Kim?

- Só conheço aquela praga mesmo. E ir visitar meus pais está fora de cogitação. - Ela segurou o riso, até ela não suporta a ideia de passar muito tempo ao lado deles.

- Certo. Bom, não vou poder te ajudar hoje porque tenho planos para hoje com meu marido. - Sorri agradecido.

Me despedi e a deixei terminar seu café. Fui até a recepção da ala médica, e como todas as manhãs Jackson tagarelava com Ji-hoo sobre algo inútil.

- Ei! As duas senhoras podem me ajudar ou 'tá difícil? - Reclamei me apoiando no balcão.

- Bom dia, Yoongi. Que bom que perguntou, que tal uma ajuda e em troca uma pergunta respondida.

- Beleza. - Concordei e me arrependi cerca de dois segundos depois. - Me dá as fichas dos meus pacientes e do Taehyung, de hoje.

Jackson sorriu malandro para Ji-hoo, que fez o mesmo.

- Ta bom. - Ji-hoo sumiu por uns minutos dentro daquela sala de arquivos, e voltou com umas 20 fichas na mão. - Ai está.

- Agora me responde. - Jackson me encarou com uma cara maliciosa. - O que tem entre você e o paciente gato da ala VIP?

- Aish! Era disso que vocês cochichavam? Vocês estão trabalhando ou voltaram ao ensino médio?! - Os boatos correm rápido afinal. E o pior que até sei quem foi. Taehyung, seu filho da mãe!

- Responde logo. - Os dois me olhavam impacientes.

- 'Tá bem. - Bufei. - Ele me convidou pra sair amanhã, mas ainda não sei o que está rolando.

- Owwn... - Os dois fizeram o mesmo som, pareciam estar vendo uma cena romântica de novela mexicana.

- Vão se ferrar! Me dá logo as fichas! - Ji-hoo me entregou com aquela cara de quem está vendo unicórnios. E juro que senti vontade de vomitar.

Saí pisando firme, aquelas fichas pesavam mais do que imaginava.

As coloquei em cima da minha mesa.

Na minha sala.

Sim, vocês leram certo.

Agora tenho minha própria sala. Não só minha na verdade, porque dividia ela com Tae. Mas como ele não está presente, é só minha e pronto.

Ela era pequena mas dava pro gasto. Pena que o tom bege das paredes lhe davam o ar de monótonia, mas em breve irei dar um jeito de decorar mais.

Separei as fichas por ordem de importância, e assim comecei minhas visitas diárias.

Acho que passei umas cinco horas indo e voltando pelos quartos do hospital. E finalmente só faltava o último mas não menos importante, Jung Hoseok.

Entrei sem bater mesmo, porque sou um ogro encarnado.

Olhei em volta e não encontrei ninguém, fui até o banheiro e bati na porta dele algumas vezes. Ninguém respondeu, então abri e entrei. Hoseok estava de costas pra mim, dentro do box enquanto a água do chuveiro molhava seu corpo. E devo lhes dizer, que corpo!

Ele se virou ainda de olhos fechados, limpando o rosto. E bem eu não conseguia me mover, parado na porta, estático.

- Yoongi? - Ele abriu os olhos e me encarou assustado, e eu arregalei os olhos. Ferrou. - O que está fazendo parado aí? Se queria tomar banho comigo era melhor ter me avisado antes. - Ele sorriu sacana, e quase caí na armadilha que era aquele sorriso.

De repente o chão pareceu tão interessante.

Bati na minha própria cabeça algumas vezes e voltei a pensar decentemente.

- Vim refazer suas suturas. - Minha voz saiu tão fina que pensei que ele não conseguiria me ouvir, meu rosto queimava mais que um vulcão. Mas ele apenas deu risada e desligou o chuveiro.

Saí tão depressa daquele banheiro que mais pareci o flash.

Me sentei na cadeira rotativa no canto do quarto, e fechei os olhos por um instante. Graças a deus eu não tive coragem de olhar para aquilo, se é que me entendem.

Continuei de olhos fechados até ter certeza que ele estava sentado na cama com roupas.

- Me desculpa. Vamos começar. - Falei me aproximando da cama ainda sentado na cadeira arrastando-a.

Ele assentiu, e tirou a camiseta, e se os cortes dele tivessem sido na perna seria bem mas favorável pra mim. Mas não, foram todos no abdómen e ombros. E como olhar não arranca pedaço me permiti admirar por alguns segundos.

- O que foi? Algum deles saiu? - Ele agora olhava seu próprio abdómen procurando algo imaginário.

- Não é nada. Vamos ao que interessa. - Tirei do bolso os instrumentos necessários os colocando no criado-mudo ao lado.

Ele riu um pouco, e me aproximei ainda mais.

Refazia as suturas, mas sentia o olhar pesado de Hoseok sobre mim. E como não sou bobo iria aproveitar disso pra rir um pouco.

- O que tanto olha? - Perguntei sem olhar para ele, começando a arrumar mais uma.

- Um médico lindo. - Ele respondeu simplesmente, e eu só consegui rir de nervosismo. - Sabe Yoongi, pensei melhor, e acho que seria bom irmos ao shopping amanhã, o que acha?

O olhei de relance, ele me encarava esperançoso.

- Por mim tanto faz. - Alguém deveria aparecer agora e me tirar desse climão.

Hoseok riu fazendo com que seu abdómen se movimentasse, e lá fui eu parar para admirar de novo. Devo ter algum problema psicológico, não é possível.

- Não parece, mas tudo bem. Deve estar nervoso por ser seu primeiro encontro.

Parei o que fazia e apontei a agulha que estava em minha mão em sua direção o ameaçando.

- Já disse que não é o primeiro, engraçadinho! - Ele levantou os braços em redenção.

- Ok, já entendi. Não precisa me matar com uma agulha.

Ele desatou a rir, e eu apenas o observei, mas em pouco tempo fui contagiado e comecei a rir também, era uma cena peculiar, ameaçar alguém com uma agulha.

Voltei a me concentrar nas suturas, e consegui finalizar perfeitamente, estava finalmente comprindo meu trabalho. Isso me deixou tão feliz que nem liguei mais para o encontro que teria amanhã.

Minha vida enfim estava dando certo, saí do quarto de Hoseok, mais saltitando do que andando, de tamanha felicidade.

Já que vou ao shopping amanhã irei fazer compras, roupas novas me fazem bem, assim posso manter a vibe boa de hoje.


Notas Finais


Quero só ver o que vai dar nesse encontro dos dois kkk
Bye.


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