História Sun, Moon, Star - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias VIXX
Tags Raken, Sad Fic
Visualizações 8
Palavras 1.052
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Musical (Songfic), Slash
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaaaaa
Desculpa por qualquer erro~
Boa leitura~~

Capítulo 1 - When You Got Away



Eu sei que eu não estou bem, tenho idade suficiente para ter consciência disso. Mas mesmo assim, a cada dia que passa, eu tenho esperança de que tudo vai melhorar, e que você vai voltar. O que obviamente não acontece.

Quando a noite cai, eu me lembro de você, porque assim como você, a lua surge no céu, e o sol some. Você se foi sem mais nem menos, se parece com o sol. Depois invade meus pensamentos sem nem pedir permissão, se parece com a lua.

As memórias parecem brilhar mais do que as estrelas que enfeitam o céu escuro. Mesmo que eu tente as ignorar, fechando meus olhos, elas parecem ficar cada vez mais brilhantes. Eu te amei, desde o momento em que te conheci até o momento em que você foi embora. E ouso dizer que ainda te amo. Eu deveria ter feito alguma coisa para te impedir? Eu poderia ter feito alguma coisa para te impedir? Iria adiantar?

Mesmo que eu tente superar, meus pensamentos sempre vão envolver você. Não importa quanto tempo passe. Eu tento, tento, tento mais um pouco, mas não consigo esquecer-te.

E quanto mais o tempo passa, mais eu tenho vontade de te ver. Fotos e memórias não me adiantam mais. Você está agora olhando o mesmo céu do que eu? Também está ansioso querendo me ver?

Meu quarto vive cheio de folhas espalhadas pelo chão. Todas elas são desenhos que eu fiz. Todos eles são você.

Depois que o sol se põe e dá espaço para a lua, memórias borradas me caem à mente como estrelas cadentes, então eu começo a desenhar seu rosto em vários ângulos diferentes, em formas diferentes, em cores diferentes...

Lembra-se do dia em que você me apresentou para sua mãe? Aquele dia foi um completo desastre. Eu realmente não sei como ela gostou de mim.

Naquele dia, sua mãe iria chegar de viagem, então você me pediu que fizesse um jantar, já que era um desastre na cozinha, e eu era “menos pior” nessa questão. A comida ficou boa, o problema foi: o jantar em si. Eu fiquei bem nervoso e não sabia o que falar, então acabou que quando tentava falar, saia tudo enrolado e quase incompreensível.

Eu me lembro exatamente do dia em que você foi embora. Eu nunca soube ao certo o motivo. Talvez nunca saiba. Mas eu lembro-me das suas palavras cortantes, tão afiadas quanto uma faca, quando “anunciou” que ia embora. Nós estávamos sentados à mesa de jantar da minha casa, apenas conversando sobre coisas aleatórias, até que você lança do nada:

– Jaehwan... Eu vou me mudar – minha primeira reação foi começar a rir quase que histericamente, mas ao perceber que você não estava brincando, eu parei de rir e desmanchei o sorriso.

– Como assim? Você vai me deixar, Wonsik? – senti meus olhos arderem e você abaixou a cabeça – Mas... Por quê?

– Eu não posso dizer.

– O que? – me levantei da cadeira, te encarando com um misto de raiva, tristeza e incredulidade – Então vai somente ir. Assim, sem explicação? Deixar-me sozinho? Você sabe, melhor do que ninguém, que se for eu estou, literalmente, sem ninguém – senti as lágrimas escorrerem pelo meu rosto.

– Eu sinto muito, mas eu realmente não posso falar. Mas prometo manter contato até o dia que eu voltar. Se eu voltar... – você se levantou também e caminhou até mim, me abraçando em seguida, e apesar de estar com raiva e extremamente triste, eu retribuí o abraço, chorando tudo o que eu podia.

No dia seguinte, eu te levei até o aeroporto. Você evitava qualquer tipo de contato visual e físico e chegava a ficar à quase meio metro de distância de mim. Doía, doía como o inferno. Parecia que realmente haviam ateado fogo a meu coração. Na hora da despedida real, quando eu achei que não pudesse ficar pior, você soltou as seguintes palavras, sem nem olhar para mim:

– Não me procure, não entre em contato, eu não vou voltar – então você foi para a área de embarque, me deixando para trás. Isso destruiu qualquer tipo de esperança que eu tinha. Eu me permiti cair de joelhos e chorar ali mesmo, não me importando se estava no meio do aeroporto.

Eu me lembro de uma semana depois tentar ligar para seu celular, mesmo que tenha falado para não te procurar. Mas a única coisa que ouvi foi: “Este número não existe. Tente discar novamente”.

É... Parece que realmente não tinha volta.

Mais uma vez estou sentado na minha cama, olhando para a lua e desenhando seu rosto milhares de vezes. Mesmo que algumas memórias estejam borradas, consigo me lembrar perfeitamente de seu rosto. Cada mínimo detalhe.

Ouço batidas à porta. Provavelmente é um dos meus vizinhos pedindo alguma coisa, então somente continuo a desenhar. Mais uma vez. Mais uma vez. Mais uma vez. Até que me irrito e desço as escadas, abrindo a porta de uma vez. Ao ver quem está na porta, arregalo os olhos e dou um passo para trás.

– Wonsik... Mas... Eu...

– Olá, Jaehwan – sorri envergonhado.

– “Olá”? “Olá”, Kim Wonsik, sério? Você passa a porra de cinco anos longe, sem manter o mínimo de contato, e é isso que você me diz? “Olá”? – grito, já sentindo meu rosto molhado – Eu te odeio! – eu o abraço apertado.

– Gostei dessa nova forma de dizer “eu te amo” – ouvi sua risada, então dei alguns tapas em suas coisas – Ai! Ai! ‘Tá bom! – seu riso se intensificou, então eu comecei a rir junto com você, mesmo entre as lágrimas – Por favor, me perdoe... – me apertou mais no abraço.

– Ah, mas que saco! – você me olhou com os olhos arregalados – Depois falamos disso! Pelo amor de deus, me beija – você suavizou a expressão, sorrindo, dando de ombros e atendendo ao meu pedido – ordem.

Eu te abracei novamente.

– Eu te esperei por tanto tempo, você não tem ideia. Eu achei que fosse ficar louco. Isso se eu não fiquei. O que eu acho muito provável. A quantidade de analogias, teorias e o caralho a quatro que você possa imaginar que eu fiz – dei um sorriso triste.

– Poderia me contar uma delas?

– Você é meu sol, você se parece com a lua, e tem o brilho das estrelas.

– Como assim? – ouvi sua gargalhada, então eu sorri.

– Entre, tem tanta coisa que eu quero te contar – me soltei de você e puxei-te pela mão para entrar em casa.


Notas Finais


Eeeeeeee
Mais um flop pra lista:)


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