História Sunday Bloody Sunday - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Hyoga de Cisne, Ikki de Fênix, June de Camaleão, Kanon de Gêmeos, Kiki de Appendix, Marim de Águia, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Mu de Áries, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shaina de Cobra, Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shunrei, Shura de Capricórnio
Tags Drama, Final Alternativo, Guerra, Romance, Saint Seiya, Yaoi
Exibições 113
Palavras 1.900
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Um agradecimento especial para que leu e favoritou a minha Fic! ♥♥
e um agradecimento especialíssimo para quem tem comentado! ♥♥♥

Hoje é dia deeee? Flash Back!

O capítulo está muito Kawaii *-*

Sem mais delongas, bora para o cap.! Boa leitura ♥

Capítulo 9 - Promessa


Fanfic / Fanfiction Sunday Bloody Sunday - Capítulo 9 - Promessa

 

               
                           Hyoga para na porta do quarto de Shun. Fica observando os amigos ali reunidos, conversando. Pensa em como eles eram inseparáveis, sempre juntos independente da situação. Shiryu sente a presença de Hyoga e para de conversar fazendo Seiya e Shun olharem para a porta, devido a cegueira, ele se tornara cada vez mais perspicaz. Seiya que estava sentado na ponta da cama se ajeita, e olha para Shun. Shiryu dá um paço para trás, e faz um sinal com a cabeça, indicando que Hyoga se aproxime. 

                Ele vai se aproximando lentamente e coloca a mão na boca, se segurando para não chorar novamente. Mas ao ver aquele sorriso, aquele brilho no olhar... Era impossível não se emocionar. Shun abre os braços, também já deixando algumas lágrimas caírem. Hyoga o abraça, sem dizer nada. Apenas queria senti-lo ali nos seus braços, seguro. Acariciava e beijava seus cabelos verdes. Shun se aconchegava em seu peito. Ficaram assim por um tempo, não queriam que aquele momento acabasse. Seiya e Shiryu sorriam. 

                - Ahhhh, que lindo! – Seiya atrapalha o momento, fazendo os dois ficaram sem graça e se desfazerem do abraço. 

                - Cala a boca, Seiya. Vem, vamos deixar os dois conversarem. – Shiryu diz, saindo do quarto. 

                - Mas eu quero ficar! – Disse cruzando os braços. 

                - Vem logo Seiya! 

                Shiryu volta para dentro do quarto e arrasta o amigo pela orelha até fora do hospital. Shun e Hyoga riem da situação e se encaram. O mais novo se encolhe em um lado da cama para dar espaço para o outro se sentar junto à ele, como eles sempre faziam. Hyoga sorri, e se senta passando o braço pelo pescoço e Shun, esticando suas pernas. 

                - Obrigado, Oga. – Disse encostando a cabeça em seu peito. 

                - Shiiu ... Você já fez o mesmo por mim. 

                - Não, obrigado por ter ficado ao meu lado esse tempo todo e não ter me deixado sozinho.. Seiya e Shiryu me contaram. 

                - Eu faria tudo por ti. E nunca te deixarei sozinho Shun, é a minha promessa lembra?   

                - Você ainda lembra... – Apertou mais o abraço.   

 

 

FLASH BACK ON –

 

 

                Hyoga havia acabado de chegar no orfanato. Uma das moças o acompanhou até um enorme quarto, que tinha várias boliches. Não conhecia ninguém e estava sozinho. Estava com medo, nunca havia estado com tantas crianças assim antes e sentia falta de sua mãe. Ele andava pelo bosque que tinha ali perto quando se depara com uma cena horrível. Um garotinho estava no chão, enquanto três garotos maiores que ele o chutava. Ele corre em direção a eles e puxa um pela camisa: 

                - Porque não bate em alguém do seu tamanho? – Disse sem esperar a resposta e começa a enche-lo de socos, até seu nariz começar a sangrar. Os outros garotos ficam com medo e sai correndo. Hyoga tinha apenas sete anos, mas já sabia se defender e não tinha medo de entrar em uma briga por algo que ele achasse correto. 

                - Desculpa, desculpa! – Disse o menino chorando. 

                - Se você encostar mais um dedo nele de novo eu arrebento a sua cara, ouviu bem?! – Disse jogando o garoto no chão, que se levanta rapidamente e sai correndo. 

                Hyoga volta para onde o pequeno garotinho estava sentado segurando suas pernas, com a cara e o corpo todo machucado, apenas observando tudo e chorando silenciosamente. Ele se aproxima e se agacha na frente do mais novo. 

                - Está tudo bem, menino? 

                - E-elis começaram a mi bate... – Disse com dificuldade, e começa a chorar. 

                - Calma! Eles já foram embora. Quer ajuda para levantar? 

                - Quelo. – Diz enxugando as lagrimas. Hyoga pega na mão dele e o ajuda a levantar, e limpa a poeira das roupas do pequeno. 

                - Você está sozinho?

                - Ikki foi levadu pelo tiu malvado e eu fiquei sozinhu e aqueles meninos sempri fazem issu comigu.. – Ikki era seu irmão mais velho e sempre se metia em encrenca. Como Tatsumi (que era encarregado de cuidar dos órfãos) não ia com a cara dos dois, sempre castigava friamente Ikki por ser o mais velho, deixando-o em quartos escuros por horas, chegava até deixar noites inteiras sem cobertas e sem janta. O mais novo sempre ficava sozinho e quando outros garotos iam bater nele, Tatsumi nada fazia e deixava como forma de castigo.   

                - Bom, agora eu já dei um jeito neles. – Sorriu para o pequeno. 

                - Bigado.. Qual seu nomi? 

                - Hyoga, eu sou novo aqui. Cheguei da Sibé... 

                - Oga? 

               - Hã... – Percebeu que ele era novo, e ainda não conseguia falar direito – Pode me chamar de Oga se quiser. – Riu, deixando o mais novo sem entender nada – E qual seu nome? 

                - Shun!

                - Muito prazer Shun! – Estende a mão para cumprimenta-lo e Shun estende a dele. – Você está todo machucado. Vou te levar para a enfermaria agora! 

                - Tudu bem. Eu já mi acostumei a cuidar dissu sozinhu.. – Disse com certa tristeza no falar, fazendo o coração de Hyoga se partir.

                - Ei! A partir de agora eu não te deixarei mais sozinho, está bem? 

                - Você prometi? – Disse levantando o olhar, se alegrando. 

         - Eu prometo! – Os dois selam a promessa prendendo seus mendinhos. Sorriram. Nascera ali o começo do mais puro sentimento de amor, a amizade.  

                - Vem, daqui a pouco o Ikki sai du castigo. Você tem que conhecer eli! – Disse com inocência, puxando-o pela mão.  

                - Mas quem é esse Ikki que você tanto fala? 

                - Meu irmão. E nu caminho eu te mostru as coisa!  

                Shun sai correndo segurando a mão de Hyoga. Ele vai fazendo várias pausas caminho, mostrando os lugares do orfanato. Ikki sai mais cedo do castigo, e vê Shun com outro garoto. Ele começa a ficar vermelho de raiva e chega dando um soco no loiro. 

                - Quem você pensa que é para me dar um soco?! – Hyoga esbraveja, empurrando Ikki. 

                - Não interessa! Fica longe do meu irmão! – Empurra Hyoga de volta. 

                - Eu estava cuidando dele, idiota! 

                - É verdade, Shun? – Ikki pergunta para o irmão, ainda encarando Hyoga. 

                - Sim, Ikki, eli é meu amigo agola! Parem de brigar, pur favor! 

                - Três caras estavam batendo nele quando eu cheguei. – Hyoga dirigiu a palavra para Ikki. 

                - Quem???

                - Não conheço ninguém aqui. Mas eu soquei um deles até ele sangrar. – Disse cruzando os braços. 

                - Parecia você mi defendendo, Ikki! – Shun diz abraçando o irmão. 

                - Hum.. – Encarou o loiro, agora mais calmo. – Então você é novo aqui? 

                - Prazer, me chamo Hyoga!   

                - Sou Ikki. – Os dois de cumprimentam. Dois galinhos de briga. – Acho que fui com a sua cara, pivete. 

                - Aconselho você não me chamar mais assim. 

                - Foi mal ae, pivete. 

                - Parem! – Shun interrompe antes que os dois comessem a brigar. 

Ikki e Hyoga trocam alguns olhares desconfiados, mas logo fazem as pazes. Mais para frente os três se tornam inseparáveis, mesmo com as constantes brigas entre os mais velhos mas que sempre se cessava por conta do amor que os dois sentiam pelo mais novo. Hyoga sempre protegia Shun quando Ikki se metia em encrenca. As noites em que Ikki ficava de castigo, Shun sempre procurava abrigo nos braços de Hyoga. A amizade do dois se fortalecia cada vez mais. 

 

 

FLASH BACK OFF –

 

 

              - Claro que lembro, como poderia esquecer?. – Suspirou, lembrando-se do dia em que se conheceram. 

             A noite estava extremamente linda. Dava para se observar as diversas constelações que compunha o lindo céu estrelado. A lua cheia brilhava com mais intensidade. Shun e Hyoga permaneciam conversando, matando a saudade, até que Cisne sentem um cosmo se aproximando. Hyoga se desgruda de Shun e levanta, depositando vários beijinhos nas bochechas e na testa de Andrômeda, deixando-o corado. 

                - Vou avisar meu mestre que está tudo bem, ok? 

                - Vai me deixar sozinho? – Fez cara de dengo. 

                - Claro que não. – Sorriu e se virou, saindo do quarto. 

                - Mas... – Assim que Hyoga sai do quarto, Ikki entra em seguida. – Irmão! Meu querido Irmão! 

                - Shun... Meu anjo, você finalmente acordou. – Se aproximou de seu irmão abraçando-o carinhosamente. – Estava tão preocupado.. 

                - Ikki – Disse chorando.

                - Pare de chorar, Shun. – Limpou suas lágrimas – Antes que eu também comesse... 

                Os dois irmãos ficaram conversando, e, logo os olhinhos de Shun começam a ficar pesados e sem perceber já estava dormindo nos braços de Ikki. O mais velho passa a noite acordado observando o irmão, cuidando dele, até começar a amanhecer. Hyoga, que estava no quarto ao lado, se levanta e vai para o quarto de Shun, encontrando-se com Ikki no corredor. Os dois se encaram, Ikki agradece pelo olhar e Hyoga retribui com um sorriso. Sem dizer nada, Cisne passa por Fênix. 

                - Espera.

                - Sim?

                - Tenho que te entregar algo. – Ikki tira do bolso um colar e estende para Hyoga. 

                - M-meu... Meu rosário da cruz do norte! – Pegou com suas mãos tremulas. 

                - Você colocou no meu túmulo após minha suposta morte. Quando éramos pequenos você nos contou sobre esse colar, que era a única lembrança que você tinha de sua mãe. 

                - E você guardou esse tempo todo.. 

                - Claro que sim, eu sei o quanto isso significa para você. 

                - Não sei como posso retribuir.. 

                - Você já retribuiu. Trouxe meu irmão de volta e serei eternamente grato por isso, Cisne. 

                - Obrigado, Ikki. – Disse colocando o rosário e escondendo dentro da camisa. Ikki sorri, e some pelos corredores do hospital.

               

 

---x--- 

 

 

                Atena havia chegado tarde na noite passada e nem deu tempo dela passar no hospital para visitar Shun. Amanheceu o dia e ela acorda bem cedinho e toma um rápido banho e vai para o jardim da mansão. Seiya estava sentado em um banquinho com uma xícara de café, Saori se aproxima e senta ao seu lado. 

                - Bom dia, Seiya. 

                - Bom dia senhorita Atena. 

                - Seiya, você sabe que pode me chamar de Sa... 

                - To brincando contigo Saori. – Disse num tom de brincadeira. 

                - Besta! – Sorriu.

                - Soube da novidade, miga?!

                - Conta tudo migo! – Se deixou entrar no clima descontraído que Seiya sempre proporcionava para ela. 

                - Shun acordou!! 

                - Ai que tudo! Sério? Que ótima notícia! – Abraçou por impulso o cavaleiro de Pégasus, mas ele se separa do abraço. 

                - É, mas o Hyoga te desobedeceu. 

                - Na verdade eu sabia que ele faria isso. E sabia que Shun só acordaria se ele o fizesse. 

                - Oras, então porque proibiu que ele fizesse???! 

                - Eu sou a deusa da sabedoria, Seiya. Se eu deixasse que Hyoga fizesse isso antes, ele não aguentaria. A ansiedade de ter Shun de volta fortaleceu o cosmo dele fazendo com que ele agisse na hora certa, guiado pelo amor. O cosmo de Shun não despertaria se não fosse com o cosmo do Cisne. Sem o amor que os dois possuem, os cosmos deles não se juntariam e Shun não despertaria. 

                - Uau. É, não podemos negar que dá para sentir de longe a química entre eles! Mas eles não enxergam isso! Eu mesmo vivo dando indireta para os dois. 

                - Calma, Seiya. Também não é assim, né. Eles tem que seguir no tempo deles, naturalmente. 

                - É ... Mas aí, poderíamos pensar em algum presente para o Shun, né?  

               - Você tem alguma coisa em mente?  

               - Não precisa ser algo material... – Disse passando a mão no queixo, pensativo.   

               - Tipo o que?

              - Tive uma ideia! 

               

                


Notas Finais


Chega de choradeira, né mores? rs

Ideia vindo do Seiya? Ihhhhh lá vem merda!

Beijosss pros fantasminhas!

Até o próximo capítulo e bom domingo para todos ♥♥♥


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