História Super Girls - Capítulo 13


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Miraculous
Visualizações 71
Palavras 3.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieeeeeeee

Aqui é a Amandaaaaa

(O meu namorado -ex né...- acaba de me trocar pela minha melhor amiga e eu tô dando pulos de felicidade!) que ironia!

Aiai, posso estar feliz aqui, na net, no Spirit, mas dentro, lá no heart...lá tá tenso...


Chega desse papo, que cheguei pra chegar! Amanda tá na área!!! Esse capítulo ficou bem grande eim! O maior da fic (por enquanto) e o maior que eu já fiz na minha vida!

Tomo mundo tava criando personagens femininos, então resolvi ser diferentona e criar um menino :/ Espero que vocês gostem. Esse capítulo é mais apresentável e de introdução, vai falar sobre as mudanças da vida dele.

Boa leitura!!!

Capítulo 13 - Ah Paris!


Fanfic / Fanfiction Super Girls - Capítulo 13 - Ah Paris!

Arthur Montenegro

 

17 anos, por ser aquariano é temperamental, imprevisível e imaturo para muitas coisas, independente e às vezes, por sua personalidade forte é mal-interpretado sendo considerado frio ou até egoísta. Não se deixa levar pelo outro a não ser que seja alguém  que ele realmente ama. Tende a ouvir quem ele respeita, e gosta da companhia de pessoas que o querem bem. Já sofreu muito na vida, e não deseja isso nem para seu pior inimigo, que por sinal era Boris Colin antes de se mudar para Paris.

 

É extrovertido, positivo e ao mesmo tempo realista, é simpático e humanitário tendendo à ajudar sempre que puder. Faz amizades facilmente, por isso estranha quando não consegue se entrosar na escola, talvez fosse pelo facto de sua mãe ter morrido há pouco tempo. Gosta de exatas, sair, conhecer pessoas, cozinhar, e é galanteador.

 

História: tem uma vida difícil, pais separados, acabou por ir morar com sua mãe, aos 8 anos. A mãe morreu de câncer, há oito anos seu pai se casou e há sete teve uma filha. Hoje seu pai, sua nova mulher e sua meia-irmã por parte de pai (Kalie Rosnoff Montenegro) são sua família. De primeiro se fecha quase por completo e não consegue fazer amizades (coisa nada normal para ele), mas aos poucos começa à se enturmar e ganhar a amizade de todos, tem uma amizade mais forte com Adrien e Nino. 

Domina o elemento água e descobriu isso há cinco anos. Queria manter em segredo, mas não consegue. A única que sabia era sua mãe.

No início também não gostou da ideia de ter uma pestinha de 7 anos na sua cola enchendo seu saco, mas com o tempo passou a aceitá-la e porque não dizer amá-la? Mas mesmo assim não vê a hora de fazer dezoito anos e ir morar sozinho. Sonha em viajar pelo mundo e nunca se apaixonou, pega todas e sonha em fazer gastronomia.

Sábado, dia 17/06/2017 no avião rumo à Paris.

 

Cá estou eu, em um avião, deixando para trás a minha querida Itália, todas as minhas lembranças da adolescência e indo morar com o homem que eu pensei que não veria tão cedo. Quem é esse homem? Meu pai. Qual o motivo para odiá-lo? Ah não, eu não o odeio, simplesmente não suporto quando ele fica me obrigando a fazer coisas que eu não quero e se metendo na minha vida. Eu gosto de ser livre, sabia? Poxa, no início do ano que vem eu já vou ser maior de idade, ele quer mandar demais em mim. Se eu quisesse alguém me regulando eu arranjava uma namorada. Todo verão que eu vou passar lá é assim: "Vai aonde?" "Vem almoçar!" "Sai desse celular!" Poxa, não tenho mais nove anos, e logo vou ser maior de idade, não vejo a hora disso acontecer.

Olho pela janela, indícios de Paris já podem ser vistos, uma aeromoça acaba de perguntar se eu desejo alguma coisa, sabe essas comidas chiques de 1ª classe. Olho seu carinho cheio de pratos que julgo pelo olhar estarem maravilhosos: Steaks Tartares, Ratatoulles, Morteaus, Escargots, Fondues, Crepes, Éclais, Foies Gras, Tiramisùs. Pedi os dois últimos listados. "Nossa, ele viaja de 1ª classe." Meu pai quem exigiu que eu viajasse nela... "Nossa, você é mesmo rico!" É...meu pai é sócio de uma das maiores empresas de moda de Paris, mas ele não tem sua imagem aliada à empresa, mas participa fielmente em todas as decisões junto com Gabriel Agreste, o fundador da empresa. E também tem um restaurante, na verdade, minha madrasta quem comanda, mas meu pai é quem administra.

Experimento meu Tiramisù enquanto ainda olhava Paris pela janela. É realmente linda, é uma pena que eu não possa curtí-la  com minha mãe, ela adorou aquela vez que fomos ao Louvre, ela adorava arte. Pena que isso não vai ser possível. Afasto os pensamentos, estou pensando nela, de novo. Já nem sei quantas vezes ela já me veio em mente hoje. A psicóloga me disse para sempre reprimir os pensamentos sobre ela, pois isso pode me fazer mal. Sabe, éramos muito apegados, gostava muito da minha mãe, ela me ouvia e era a única à quem eu confiava tudo. Ela era a única que sabia do meu "segredinho", a única que me apoiou desde o princípio. Ela era uma grande mãe. Grande Rosana...

Saio de meus pensamentos quando é anunciado que chegamos. Vou em direção ao corredor e saio. Pego minhas malas e saio da pista de desembarque. Ao passar pelo detentor de metal vejo meu pai e minha madrasta. Esse dia vai ser longo...

-Arthur! Quanto tempo meu filho! -Diz meu pai, ele não mudou nada...

 -Quase cinco meses... -Diz minha madrasta.

 -Poisé... 

-Mas vamos, eu mesmo fiz questão de preparar seu quarto! -Meu pai disse em tom animado. Será que ele tem noção do que tá acontecendo? Minha mãe acabou de morrer!

-Arthur!!! -Disse Kalie voltado da lanchonete com um refrigerante em mãos. 

Quando me viu veio correndo em minha direção, e me abraçou, fiquei sem saber o que fazer. Dei tapinhas nas costas dela.

-É bom ver você também, olha, você já bate no meu peito! -Disse sarcástico.

-hahaha!

-Ora, vamos crianças, vamos pra nossa casa! -Disse Gustavo.

-Sim amor! 

 

 

"Nossa casa" "amor", essas palavras ficaram martelando em minha mente. Agora está seria minha cidade, meu país, minha casa. E agora ela era a esposa dele, não minha mãe. Mas não iria receber ordens dela, muito menos chamá-la de mãe.

 

 

 

 

 

 

-E... Bem-vindo! -Disse Gustavo abrindo a porta da sala.

A sala tinha dois sofares: um de três e outro de dois lugares; uma mesinha de centro e uma TV de tela plana de 50 polegadas. Tudo estava muito bem arrumado e limpo, um belo balcão anexo na parede que apresentava um belo café da manhã na cozinha que por sinal era impecável e bem iluminada, cores claras. Além de um banheiro ao lado das escadas que davam para as suítes, havia ao lado do balcão uma porta que dava acesso à área de churrasco, garagem e área de serviço. A casa não mudara desde o verão, mas aquele balcão era novo, e certamente seu quarto, quando vinha dormia no de visitas...

-Pode subir. Kalie, mostre-o o quarto dele.

-Sim papai! Vem Arthur!

Ela sobe apressadamente as escadas e direciono meu olhar à meu pai.

-Vou pegar suas malas. Suba. -Disse e saiu para a garagem.

Arthur subiu e encontrou Kalie na em frente à última porta à esquerda do corredor. Ele não ia ficar no quarto de visitas. Era o quarto da bagunça, onde haviam brinquedos de Kalie, panelas e revistas, jornais e álbuns. O quarto de visitas era em frente, a última porta à direita. Kalie tinha um belo sorriso que demonstrava o tão feliz estava. Suas sardas a davam um ar infantil e angelical. 

-É aqui! -Disse cheia de animação.

Arthur suspirou. Então esse seria seu refúgio. Pôs a mão na maçaneta, a girou, a porta abriu, ficou encantado. O quarto era incrível, as paredes tom de cinza, uma escrivaninha azul marinha; assim como uma cadeira da mesa de estudos, na qual era marrom, a roupa de cama verde-água, o guarda-roupa, marrom com detalhes cinzas, tudo era incrível, mas bastou olhar para o teto e soube o quanto seu pai o conhecia; o teto era azul-celeste com a constelação de aquário; a sua preferida. Ele não tinha certeza do porquê. Talvez porque seu signo é aquário.

Nessa hora Gustavo entra no quarto e dá um sorriso de satisfação ao deixar as suas malas na soleira.

-Eu...eu... Adorei! Você lembrou?! -Disse Arthur olhando-o.

-Eu numa esqueci. 

-Mas faz muito tempo...

-Filha, nos deixe a sós.

-Tá bom papai. -Disse Kalie contra sua vontade.

-Filho, eu sei que os anos que você e  eu vivemos juntos, sabe, eu você e sua mãe, não foram os melhores, a gente brigava muito...mas eu nunca deixei de pensar em você. Afinal, você é meu filho, você sabe que eu e sua mãe nos separamos de comum acordo, não tínhamos mais o porque de fiarmos juntos se o amor tinha acabado. Sabe, foi bom enquanto durou. E sua mãe...eu sinto muito por ela...antes sabe, de nos casarmos, quando namorávamos, planejávamos nos casar e ter filhos só depois dela acabar a faculdade dela de arquitetura, mas você apareceu e adiantou tudo. -Deu uma pausa e riu, como se estivesse se lembrando. -Você pode não acreditar, mas você foi a melhor coisa que me aconteceu. Por favor, nunca conte isso à Kalie, mas todo homem sonha em ter um menino, estou certo? -Perguntou Gustavo. Só então Arthur percebeu que era uma pergunta. Afirmou com a cabeça, mesmo sem saber se era ou não seu sonho de "consumo" ter um filho. Gustavo continuou:  Sabe, um primogênito, e Deus me concebeu essa benção. Eu sou muito grato à ele por isso, por você. Eu me importo contigo, e mesmo não estando presente todos esses anos, saiba que eu pensava em ti todos os dias. Claro que agradeço por Kalie, e meu trabalho, e Carla...mas você, eu era muito jovem, 21 anos, fiquei todo bobo, eufórico com sua chagada. Sua mãe se desesperou, coitada só tinha 19... É, ela definitivamente foi levada muito cedo... Que Deus a tenha, era uma mulher incrível, merecia ter aproveitado mais.

-Ela não passou um dia sequer sem me proteger, aconselhar e amar. Ela sempre me ajudava em todos os sentidos, ela não era só minha mãe, era minha amiga...minha confidente... 

Arthur já falava agora com lágrimas nos olhos. Seu pai o abraçou forte. Retribuiu.

-A melhor mãe do mundo sem dúvidas.

 

 

-Vamos, deve estar com fome.

-Na verdade não. A 1ª classe não deixa ninguém ficar com fome. -Disse, riram e desceram.

 

 

-Gostou do seu quarto Arthur? -Pergunta Clara colocando ovos mexidos sobre o balcão.

-Sim. Muito.

-Que bom. Saiba que seu pai o decora desde a última vez que veio aqui, e depois de...bem, a morte de Rosana, ele se apressou para ficar pronto a tempo. E conseguiu. Se é uma coisa que seu pai é, é sem dúvidas guerreiro, ele não desiste nunca. Forte força de vontade é característica dos leoninos.

-Sério? Nossa, nem sei o que dizer...

Ela me lançou um sorriso sincero e eu retribuo.

Experimentei os ovos mexidos. Precisavam de mais um tempo no fogo... Tive uma ideia de repente.

-Hum, então, há regras na casa? Tipo dia de quem lava a louça ou a casa?... -Arrisquei.

-Tem. -Disse Kalie. -Foi muito bom você tocar nesse assunto meu caro irmão, papai é quem lava o exterior da casa e o carro dele e da mamãe. Eu cuido da minha bicicleta, meu quarto e Alfred. Mamãe é o resto quando não é dia da diarista. Mas essa rotina vai obviamente mudar com você aqui...

-Nossa, que vocábulo... Em que série você está?

-Tenho nove anos, estudo no fundamental I.

-Hm...

-Querida, Arthur acaba de perder a mãe, não o obrigue à fazer nada por enquanto.

Arthur não gostou daquilo. Perdeu sua mãe, mas não perdeu a vida, o movimento, os braços ou as pernas, podia continuar sua vida, claro que não normalmente, sua vida nunca mais seria normal, mas poderia fazer o que sempre fez, assim não se sentiria um idiota.

-Ah, não se preocupe Carla, bom, pra ficar tudo justo, eu cuido do meu quarto e das refeições, certo baixinha?

-Baixinha?! Olha, eu sou a segunda garota mais alta da minha classe.

-Você estuda em uma sala de quê? De anões?

-Argh! Não. E acho bom você me ajudar no dever de casa quando papai estiver na empresa e mamãe na emissora.

-Sim senhora, capitã! 

-Hump! Não sei se você é digno de fazer minhas refeições...

-Posso provar ser fazendo o almoço de hoje? -Atiço.

-Hm.m... Me parece justo... Ok!

-Certo, irei agora desfazer minhas malas. 

-Eu te ajudo!

-Não preciso da sua ajuda pirralha!

-Nossa, Ok então. -Disse ela. -Mãe, posso andar de bicicleta?

-Pode, mas passa protetor primeiro.

-Protetor, no outono? Às 9:30? O sol não está forte. -Diz Gustavo.

-Melhor prevenir do que remediar...

Gustavo não disse mais nada.

Em seu quarto Arthur abriu a 1ª mala, blusas, calças, bermudas e alguns calçados. Guardou no guarda-roupa. Guardou a mala embaixo da cama. Pegou a 2ª mala, roupas de festa, cuecas, meias, chinelos e sapatos, guardou, assim como a mala. Pegou sua necesséire, guardou os perfumes, os cremes de barba e de cabelo, shampoo, sabonete, escova, etc.

Pegou sua mochila. Tirou seu caderno de dez matérias novo e a bolsinha, pôs sobre a escrivaninha. Ainda da bolsa retirou cinco dos seus muitos livros. Dois sobre o espaço, um atlas geográfico, uma ficção científica e um romance banal ganhado de sua mãe mas que nunca lêra. Sua mãe havia lhe dado de aniversário de 16 anos, ela disse que não sabia quanto tempo tinha de vida e que aquele livro era único. Disse para ele lê-lo apenas quando se apaixonasse, pois não compreenderia a história e a lição se não estivesse louco de amor. Como nunca se apaixonou, nunca o leu. Ainda da bolsa tirou um dicionário e um mini-mapa-mundi. Guardou a bolsa. Acabou? Ele estava esquecendo de algo. Foi até uma das malas, a de roupas íntimas, no fundo falso, um álbum, duas memórias boas -a maioria fotos dele com a mãe- sentiu saudades, colocou sobre sua escrivaninha.

Olhou seu celular, cento e vinte e uma mensagens, respondeu as que eram de despedida -que eram todas menos- e deixou a de Boris lá, Boris estudava com ele desde o Fundamental I, e sempre implicou com ele, nunca fora com sua cara. Desceu, passara duas horas dentro do quarto.

-Prontos para verem o mestre Arthur em ação? -Disse descendo as escadas.

-Terminou as malas?

-Sim. Vamos ao que interessa...

Arthur abriu a geladeira. Ovos, alfaces, mangas, uvas, uvas passas, maçãs, iogurte desnatado, kiwi, sal, arroz, óleo, feijão e alho. Colocou tudo sobre a bancada. Bem em frente aos três -Gustavo, Carla e Kalie que acabara de chegar- o olhavam curiosos.

Arthur jogou o feijão em uma panela de pressão, encheu de água e pôs de lado. Descascou seis dentes de alho, pegou o socador, socou o alho junto com o sal, colocou 1/3 em uma panela e 2/3 em outra. Colocou óleo e pôs o alho para fritar apenas em uma das duas panelas. Pegou uma terceira panela, colocou o arroz, lavou, assim que o alho gritou diminuiu o fogo e adicionou o arroz, deixou-o fritar por trinta segundos e adicionou água, tampou. Descartou a água de feijão e colocou uma nova, tampou, colocou no fogo máximo. Lavou as frutas e hortaliças, descascou e picou, pôs em uma bacia. Colocou água no arroz e deixou em fogo médio. Pegou uma frigideira e colocou óleo, quebrou sete ovos e os colocou lá, mexia de vez em quando, mas não muito forte pois os queria inteiros, em pedaços. Quando estava do jeito bom desligou essa boca e a do feijão. Tampou os ovos para não esfriarem e fritou o alho da outra panela, adicionou o feijão nessa panela, amassou alguns caroços para ver se estava bom, estava. Colocou mais um pouco de sal e deixou no fogo alto, diminuiu o fogo do arroz para ficar pronto junto com os demais. Jogou farinha nos ovos e misturou, experimentou, estava bom, só jeito que sua mãe fazia. Misturou as hortaliças e frutas e temperou com sal e iogurte desnatado. Desligou o arroz e o feijão, fez seu prato e se virou para eles, que o olhavam impressionados demais para dizer qualquer palavra.

-E então...? Não vêm comer? -Perguntei enquanto tampava a última panela.

Quando me sentei no balcão que a ficha deles caiu, se levantaram e fizeram seus pratos, silenciosos, se sentaram e deram as primeiras garfadas. Meu pai foi o 1º a se pronunciar:

-Não sabia que cozinhava, nem que era tão bom! Com certeza não puxou à mim nesse quesito...

-Verdade...com quem aprendeu Arthur?

-Minha mãe me ensinou tudo o que eu sei.

-Ela era sem dúvidas uma ótima professora, e creio que uma bela cozinheira. Está muito bom, parabéns, me conquistou! Você gosta de cozinha?

-Sim, muito, pretendo fazer gastronomia.

-Deve mesmo investir nisso meu filho, te apoio.

-E o que a Pettit achou? -Perguto,

-Cozinha até melhor que a mamãe. Deveria ajudar ela no programa...

-Kalie! Olha, eu cozinho muito bem!

-Não disse que você cozinha mal, disse que ele cozinha até melhor do que você.

-Hmm, mas Arthur, o que ela disse é verdade, você leva jeito pra coisa, deveria mesmo me dar uns conselhos sobre culinária.

-Ãan, tudo bem.

E assim almoçaram em paz. Finalmente Arthur tinha uma família, que lhe queria bem, que o recebeu totalmente diferente de como ele pensava que receberia.

 

Ao acabar de almoçar a louça ficou para Carla, que lavou de bom grado, Gustavo precisou ir ao escritório, mas disse que era apenas uma reunião com um investidor. Kalie estava estudando. Arthur saia de seu quarto quando parou em frente ao quarto da ruiva, que era ao lado do seu.

-Para uma menina de dez anos você estuda bastante... Matemática? Também gosta de exatas?

-Bem, se eu quiser assumir o lugar de nosso pai na administração das empresas, tenho que pelo menos saber, não?

-Certo, certo, você está totalmente certa. Não vou te atrapalhar então, bons estudos!

-Obrigada. -Sorriu. Retribui e sai do quarto indo à cozinha.

 

 

-Carla, vou dar uma volta. 

-Tem certeza de que vai sozinho?

-Sim, não se preocupe, não vou longe.

-Certo, volte cedo.

 

 

Arthur caminhava, parou em frente ao Museu do Louvre, não, não teria coragem de entrar ali, não enquanto aquele lugar lhe fisesse lembrar sua mãe.  Na verdade, se dependesse disso, nunca entraria ali de novo. Decidido à voltar, pegou o caminho de volta, passava por uma rua pequena. Quando fora chamado, não estava louco, foi mais de uma vez. Se virou. Tudo ficou escuro.

 

 

 

 

Acordou espirrando, em sua volta tudo estava escuro, era um lugar sinistro, e macabro, se perguntou que estava acontecendo. Fora sequestrado? Tentou se soltar das cordas que o prendiam, conseguiu fácil, se levantou, ligou o Flash e decidiu dar uma volta pelo local. Logo avistou luzes, e conversa, seguiu as vozes.


Notas Finais


Irmã dele:

https://br.pinterest.com/pin/52635889370957411/

Uma menina "animada", apelidada pelo irmão de várias formas "ruins", mas por sua ingenuidade não compreende e nem liga, está feliz com o fato de um irmão.
Obs.: os dois são incrivelmente parecidos com o pai.

A mãe de Artur; ( Rosana Bitencourt Galina).

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A madrasta de Arthur é uma mulher muito comunicativa, (Carla Rosnoff) é apresentadora e mulher dedicada ao lar e à família. Loira de olhos castanhos.
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Gustavo Montenegro: um homem de negócios, "trabalho em 1º lugar", diz a só mesmo, mas está sempre tentado mudar essa realidade. Obtém insucesso ao tentar se aproximar do garoto depois que ele descobre sobre o segredo. Essa realidade só muda depois dos 18 anos do garoto, é quando ele cria "maturidade" e começa abre o pai como o super-herói como nunca havia visto.



Tchau gente, desculpa qualquer erro!!!

Beijos!😘


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