História Super Girls - Capítulo 23


Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Miraculous
Visualizações 57
Palavras 1.223
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola queridos leitores!!! Eu sou a @marichat07

Primeiro desculpa a demora mas a amanda, @MaNaMa, me ajudou com uma parte do capitulo ja que a minha personagem (Katruen) e a personagem dela (Arthur) tem certas relações.... e ai aconteceram alguns imprevistos

Segundo esse capítulo tambem deve ser acinado pela @MaNaMa, por motivos ja ditos

E terceiro obrigada a todos que favoritaram e comentaram, sei que digo por todas que voces alegraram nosso dia com isso e nos deu mais inspiração para escrever

Boa leitura e espero que gostem!

Capítulo 23 - O início de uma amizade ou de algo mais?


Fanfic / Fanfiction Super Girls - Capítulo 23 - O início de uma amizade ou de algo mais?

 

 

 

Enquanto todos treinavam fazia o mesmo. Já tinha total controle com ficar invisível e tepetransportar, mas voar ainda era algo meio difícil. Além do fato que tenho um pouco medo de altura. Nada grande, mas alturas extremamente altas não me fazem bem.

 

Depois de mais uma tentativa fracassada de me levantar do chão percebo o quanto estava com fome. Vou até Samyra e ela me diz que caso eu quisesse poderia fazer algo com as coisas presentes alí. Aceito e vou procurar algum animal ou legume para cozinhar. Acho um esquilo, frutas e legumes por aí, mas como fiquei com do de matar o animal levo apenas os vegetais.

 

Chego ao local onde deveria ser a cozinha. Lá não era grande coisa, tinha apenas um pequeno forno, uma mesa e uma geladeira. Além de um pequeno armário, onde se encontravam potes, com farinha, sal, açúcar e chás de todos os tipos e copos, xícaras, pratos, outras vasilhas e talheres.

 

Com o que tinha decido fazer um suflê de verdura, repolho, e uma torta de frutas vermelhas. Porém antes de por "a mão na massa" ouço alguém chegar perto da porta. Com medo pego uma faca e viro para trás, mas felizmente era apenas aquele menino, o Arthur.

 

Tenho que admitir, ele é muito lindo! É ruivo, coisa que só o deixa mais bonito. Tem aqueles olhos verdes que mostravam uma alegria misturada com espanto, deve ser por causa da faca em minhas mãos. Em seu rosto sardinhas fofas e pequenas estavam espalhadas. E como se tudo isso já não o deixasse perfeito ele tinha músculos semi definidos, não que eu ficasse olhando, mas era uma fraquessa feminina afinal.

 

Depois de um tempo o encarando coro percebendo que fiquei olhando para ele por um tempo nada apropriado. Ele sorri galanteador como se ele gostasse que eu o olhasse daquele jeito.

 

– Samy me disse que estava aqui, e como gosto de cozinhar, decidi vir ajudar. – Ele se explica ainda encostado na porta, com aquele sorriso, olhando para mim.

– Ah, eu ainda não comecei, voce pode me ajud... – Antes mesmo de eu terminar ele entra e vai a bancada da pia onde eu já havia deixado todos os ingredientes separados.

– Vamos começar? – Ele pergunta ainda de costas para mim me olhando de relance. Acinto e vou até ele.

 

Enquanto eu picava o repolho em tiras pequenas ele preparava a "massa" do suflê. Refogo a verdura depois de temperar com sal e coloco para o Arthur misturar com o resto. Colocamos tudo em uma tigela, que logo vai ao forno.

 

Começamos a torta de frutas vermelhas e dessa vez eu fico com a massa. Enquanto a abro com um copo ele vai fazendo uma geléia com uma parte das frutas. Coloco a massa para descansar e vejo que ele põe o recheio para esfriar. Começamos a conversar para esperar o suflê sair do forno.

 

– Como você descobriu seus poderes? – Ele me pergunta.

 

– Foi quando minha mãe morreu...eu fiquei muito triste e comecei a ficar invisível quando chorava, depois os outros apenas vieram. – Ele me olha como se pedisse desculpas por tocar no assunto, apenas sorrio. – E você?

 

Ele ficou em silêncio por um momento, seu olhar agora escuro e nublado, ele olhou fixamente para o chão, quando de repente ele sorri fracamente e olha para mim.

 

– Eu deveria ter cerca de nove anos de idade... Não tenho certeza por que eles começaram a vir, pouco a pouco, mas percebi, quer dizer, minha mãe, quando eu tinha dez anos. O dia em que meu pai me disse que eu teria uma irmã.

– Como assim o seu pai lhe disse? Os seus pais são separados?

– Sim ...

– Desculpa, eu devo estar sendo indelicada...

 

– Não, está tudo bem, é só... Nunca falei com ninguém sobre isso... na verdade, apenas com minha mãe.

 

– Hm. E onde está sua mãe agora? – Se eu soubesse que ele iria me jogar aquele olhar frio assim, eu não teria perguntado.

– Morta.

 

– Eu sinto muito...

 

– Todos sentem. – Ele sussurra.

 

– É por isso que você veio pra cá?

 

– Como você sabe que eu não era daqui?

 

– Bem...ouvi a Samy e Dani falarem sobre você ... - dogo meio envergonhada.

 

Ele encolhe os ombros e concorda com sua cabeça, levando algum tempo em silêncio. Quando eu começaria outro assunto, ele diz:

 

– Há uma semana. Exatamente uma semana atrás...ela era minha melhor amiga, você sabe? Ela era a única que conhecia meus segredos. Nem mesmo meu pai sabia. – Ele olha silenciosamente no chão.

– Eu entendo você. Eu também perdi minha mãe e vamos dizer... Eu não tenho uma família normal...

– A famosa Katruen Agreste não tem uma família normal? – Ele pergunta com um sorriso.

 

– Olha, ninguém é perfeito. Ninguém têm uma família perfeita, ninguém têm uma vida perfeita.

 

Silêncio.

 

– Mas, então, você gostou de Paris?

 

– Olha, eu vivi aqui até as oito e posso dizer- que era muito mais seguro... Eu ia à escola sozinho e nunca fui roubado. Volto nove anos depois e no meu primeiro dia eu sou sequestrado! Eu não sei o que pensar! – Ele ri, e eu também.

* * *

Depois de um tempo o forno apita e retiro o suflê com a ajuda dele. Colocamos para esfriar e vamos terminar a torta de frutas.

 

Ele põe o recheio no meio da massa que ja estava em uma forma. Enquanto ele o fazia sinto o cheiro maravilhoso das frutas dançar pelo ar, aquilo parecia estar delicioso... sem resistir mais ponho o dedo alí e depois enfio o mesmo na boca. Que delícia! Amo esse sabor!

 

Vendo o que eu tinha feito Arthur pega um pouco de Chantilly e coloca na minha boca, misturando os sabores de uma forma linda. Olho para ele e sorrio para depois receber uma mão cheia da cobertura na minha cara. Meus olhos ficam vermelhos e ardentes, mas era uma sensação engraçada.

 

Ele começa a rir de mim, gargalhar para ser mais exata. Então não deixo barato pego um monte de farinha e jogo nele, que começa a tossir e rir ao mesmo tempo, o acompanho.

 

* * *

 

A comida já estava pronta e tinhamos partido pedaços de cada coisa para nós. Guardo o resto na geladeira caso alguém queira comer e vou me sentar na mesa com o ruivo.

 

Provamos do suflê e tinha ficado incrível. Fecho meus olhos e saboreio aquela delícia salgada, mas abro os olhos ao ouvir uma risada gostosa.

 

– Gosto quando faz isso. – No início não entendo, mas ele falava da minha cara de retardada quando esperimento algo bom. – Você fica muito fofa...e bonita. – Coro com suas palavras, mas ele não volta atrás no que disse.

 

Não tenho coragen de elogiá-lo por mais que quissese. Desse jeito ficaria um pimentão vermelho.

 

– Eu sei que sou lindo também. – Ele pisca para mim e fico perplexa tentando saber como ele adivinhou meu pensamento. Mesmo nao tendo dito nada, coro.

 

– E porque você seria bonito? Só por causa do  seu sorriso contagiante, desses seus lhos verdes esmeralda, do cabelo vermelho como o fogo e os músculos quase que muito salientes? – Digo e só depois vejo o quanto que falei. Sinto meu rosto ficar quente de vergonha, e muito. Ele ri sem se importar com minhas palavras, como se já soubesse disso. Novamente, rio junto. Acho que nao serão as primeiras vezes que eu rirei junto com ele...

 

 


Notas Finais


Sera que vai rolar #kathur? (Shipp criado pela MaNaMa)

Obrigada por lerem e até a próxima!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...