História Superando Pré-conceitos - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens D.O, Kai, Personagens Originais
Tags Aikimsoo, Dika, Exo, Exocomeback, Exopósexo, Kadi, Kaido, Kaisoo, Romance, Sookai, Taeji, Taeko, Yaoi
Visualizações 940
Palavras 2.860
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então, vamos pras explicações?
Vocês vão quer que o capítulo começa com: "5 anos atrás"
O prólogo na verdade é a metade da fic, logo, o primeiro capítulo vai estar relacionado com 5 anos antes de acontecer o prólogo, e quando estiver "3 meses depois" ou algum outro tempo mencionado, esse depois está fazendo referência ao tempo que a fic se encontra.
No caso, adianto que neste capítulo começa há 5 anos e na metade do capítulo vai estar escrito 3 meses depois, logo, são três meses depois que começou o capítulo. A fanfic só vai chegar na atualidade (prólogo) lá pro capítulo 7. Deu pra entender? Senão, acho que vocês vão entender conforme lerem.
Os capítulos - até o 7 - serão sempre divididos como este, espero que gostem.
Boa leitura.

Capítulo 2 - Quando nos vimos pela primeira vez


5 anos atrás

 

Era mais um dia de aula e TaeOh estava dentro do carro do pai tirando um cochilo enquanto não chegavam ao Colégio. Jongin achava engraçada a forma sonolenta do filho, visto que, assemelhava-se muito com seus tempos de mais jovem. Cansava de ir para escola com os olhos fechados e agora, com 30 anos, sendo pai e formado em Educação Física, pensava como sentia saudades daquela época.

Chegou ao estacionamento destinado aos professores e antes de acordar o filho, ficou um tempo contemplando o pré-adolescente. Seu pequeno filhote já estava com 11 aninhos e no ano seguinte faria 12, se tornando um pré-adolescente e futuramente, um adolescente. Sempre se perguntava se era um bom pai, porém, independente da resposta que poderia receber, sabia que fazia o impossível para não deixar nada faltar ao filho - isso incluía desde carinho até bens materiais -, porque Jongin sabia que nem tudo na vida poderia ser comprado com dinheiro, inclusive, uma vida não poderia ser comprada por papéis de valor e suprir a falta dela também não.

-TaeOh, hora de acordar. - Jongin chamou o filho, que resmungou algo incoerente e pareceu nem mesmo se incomodar em estar dormindo sentado. - Garotão, tá na hora de acordar. Chegamos na escola. - insistiu.

-Só mais 5 minutinhos, appa... - pediu grogue de sono e Jongin desatou a rir.

-Como vou te dar mais 5 minutinhos, se você teve meia-hora de sono? Já chegamos no Colégio, você precisa ir assistir aula. - retrucou depois de se recuperar da crise de riso.

-Você é o professor de agora, pode muito bem justificar a falta do seu filho...

-TaeOh, você tem até 10 pra sair do carro, caso contrário, vai ouvir um sermão e tanto. - Jongin ameaçou. - Um, dois, três... - começou a contar e quando chegou no cinco, TaeOh abriu os olhos, destrancou a porta do carro e saiu correndo de dentro do veículo como se sua vida dependesse disso. Sabia que ficaria com a orelha ardendo de tanto que receberia um sermão de seu pai, afinal, sabia que não podia confundir o professor de Educação Física com seu appa bobalhão de casa.

Jongin riu em divertimento enquanto pegava suas coisas para sair do carro também. TaeOh tinha muito medo de seus sermões - talvez porque falasse demais e demorasse mais de uma hora para se calar -  e Jongin ficava extremamente satisfeito com isso, visto que, detestava a ideia de bater em seu filho para educá-lo.

Saiu do carro, trancou e ativou o alarme do veículo, enquanto começava a assoviar uma música descontraída para se animar a dar aula. A primeira turma do dia era justamente a turma de seu filho, o 6° ano, e enquanto andava para chegar até o pátio principal - onde os alunos chegavam e alguns responsáveis ficavam - estava pensando qual exercício físico passaria para a sua primeira turma. 

Não sabia que estava tão avoado, até o momento que sentiu seu corpo colidir com outro. Se desesperou imediatamente - pensando ser um aluno - e apressou-se em olhar para o ser.

-Omo! Por favor, me desculpe, você está bem? - se desesperou ajudando o corpo menor que o seu a se equilibrar.

-Estou. - o menor respondeu acanhado. - Obrigado. - agradeceu timidamente e encontrou os olhos felinos fitando-o.

Jongin tinha se surpreendido com o tom de voz do rapaz e ao notar a roupa social no corpo do mesmo, soube que não era um aluno. Julgou impossível que aquele homem fosse um adulto, visto que, muitos de seus próprios alunos conseguiam parecer muito mais velhos do que o indivíduo à sua frente.

-Eu que devo me desculpar, não deve me agradecer. - Jongin comentou e sorriu. - Prazer, sou Kim Jongin, professor de Educação Física. - se apresentou e viu a surpresa estampada no rosto alheio.

-Oh! O senhor é professor daqui? - perguntou e viu o outro afirmar. - Prazer, sou Do Kyungsoo. Eu poderia te pedir um pequeno favor?

-Claro! - Jongin concordou de imediato.

-Meu sobrinho foi transferido pra cá hoje, logo, é seu primeiro dia de aula. Ele não fala coreano muito bem, é japonês, e está com muito medo de não se adaptar...

-Qual a turma dele? - Jongin indagou no mesmo momento que o sinal tocou.

-Ele é do 6° ano. O nome dele é Kim Koji. - respondeu e viu um sorriso simpático surgir no rosto do professor. Definitivamente, jamais atribuiria a profissão de mestre para aquele homem, ele parecia um modelo.

-Irei cuidar dele, senhor Do. Minha primeira turma de hoje é justamente a turma dele, irei auxiliá-lo no que precisar. - garantiu e riu. - Acabei de me lembrar que meu filho sabe um pouco de japonês, ele gosta muito de anime e mangá, então ele pode ajudar seu sobrinho também. Vou pedir pro meu garoto acompanhar o seu, ok? Os dois são da mesma turma, é até bom, porque aí o Koji já arruma um coleguinha. - o moreno soltou tudo tão rápido, que perdeu as diversas expressões que se passaram no rosto do mais baixo.

-Err... Fico agradecido. - Kyungsoo conseguiu se recuperar da surpresa e sorriu. - Bom, não tomarei mais o tempo do senhor, professor Kim. Obrigado mesmo, fico muito mais aliviado em saber que alguém vai cuidar do meu sobrinho.

-Pode contar comigo, não irei deixar nada acontecer a ele. - Jongin lhe assegurou.

Os dois se despediram e seguiram seus rumos - Kyungsoo para o próprio carro e Jongin para dentro da escola - sem perceberem que tinham se sentido um pouco impactados pelo outro. Enquanto adentrava seu Porshe, Kyungsoo pensou que o professor de Educação Física deveria ser o crush de todas as alunas, porque era um homem extremamente bonito e simpático, enquanto Jongin pensava quantos anos aquele homem deveria ter e até mesmo qual deveria ser a ocupação da vida alheia.

Tinha ficado admirado com o tom grave, suave e baixo do rapaz, além de muito curioso para conhecer o sobrinho do mesmo. Estava determinado a pedir para TaeOh cuidar do aluno novo, quando adentrou a quadra esportiva e quase caiu para trás perante o choque da cena que presenciava.

TaeOh estava caindo na porrada com um colega de turma, o Lee SeungKo, enquanto um aluno desconhecido estava tentando separar os dois. O resto dos adolescentes tinham formado uma rodinha ao redor da briga e gritavam eufóricos, até mesmo as meninas que costumavam se manter longe dos garotos por serem barulhentos.

-PAREM AGORA! - Jongin gritou e apitou, causando um eco pela quadra e paralisando todos os alunos. - O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?!

-Ele que começou! - TaeOh foi o primeiro a responder. O filho do professor levantava com a ajuda de um aluno que Jongin não conhecia, mas esse fato passou despercebido por si no momento em que ficou chocado ao ver que seu filho tinha um roxo se formando no canto de seus lábios. - Esse babaca estava praticando bullying!

-Eu não tava fazendo nada, seu idiota! Eu estava apenas dando boas-vindas ao japinha ai! - SeungKo retrucou e então uma lâmpada ascendeu na mente do mais velho.

"Ele é do 6° ano. O nome dele é Kim Koji" a voz grossa e calma do rapaz que encontrara mais cedo retornou às lembranças de Jongin. Levou a mão até os cabelos pretos e os bagunçou, desacreditado que tinha acabado de prometer ao tio do garoto que não deixaria nada de ruim acontecer ao mais novo e agora...

-Eu não quero saber quem começou a violência, que vocês dois na coordenação. - ordenou entredentes.

-APPA! Ele que começou! - TaeOh protestou, mas se encolheu logo em seguida, porque viu o olhar repreendedor do pai. - É sério, eu sou inocente!

-É verdade, professor Kim. O Seung estava zombando do aluno novo e o TaeOh foi defendê-lo. - a representante de turma resolveu se pronunciar. Não estava fazendo aquilo por peso na consciência, na verdade, queria apenas ser notada pelo professor mais lindo da escola e ser lembrada como a menina que ajudou o filho dele.

-Entendo... Mas o fato de terem se metido em violência já tira qualquer razão de alguém. Eu não vou levar vocês pra diretoria, mas precisam me prometer que não vão brigar mais. Não quero saber de bullying nesta escola, ouviu bem Lee SeungKo? - Jongin intimidou a todos e recebeu um coro de "Sim, professor!". - Ótimo! TaeOh, vá pra enfermaria e leve o aluno novo. Seung, vá pra enfermaria do outro lado da escola, ouviu? Eu vou ficar observando vocês daqui e se eu ver que os dois mudaram a rota, é advertência na certa, entenderam?! - questionou e viu os três alunos concordarem.

-Vamos, Koji. - TaeOh chamou o novo aluno no próprio idioma do mesmo e assim TaeOh seguiu o colega coreano.

-TaeOh... Bem? - Koji perguntou timidamente. Era um pouco menor que o menino moreninho de cabelos pretos e por isso acabava se sentindo um gatinho indefeso. Tinha visto como TaeOh brigou com todo mundo e sabia que jamais conseguiria ser igual.

-Estou bem e você? - TaeOh perguntou cordialmente.

-Bem. - Koji respondeu em coreano e TaeOh sorriu.

-Que bom! Então você sabe falar um pouco de coreano? - TaeOh indagou para tentar mudar o clima. - Eu arranho no japonês. - a segunda frase foi dita no idioma do aluno novo, que riu.

-Eu saber um pouco. Koji arranhar no coreano. - o baixinho se justificou e sorriu.

Os dois foram juntos para enfermaria e trocando conversas da melhor forma que conseguiam. Misturavam o coreano, o japonês e até mesmo o pouco do inglês que conheciam para se fazerem ser entendidos.

Assim como o encontro de seus responsáveis mais cedo, as duas crianças não imaginavam que aquele seria o começo de uma nova vida para os quatro.

 

-x-

 

3 meses depois

 

A diretora suspirava cansada. Era a primeira vez daquela semana que TaeOh, Koji e mais algum aluno paravam em sua sala. Tinha tido - com muita perseverança - esperança de não encontrar os dois primeiros naquela semana, realmente esperava que o coreano e o japonês já tivessem aprendido ao longo dos 3 meses a controlar o temperamento, mas pelo visto, tinha se enganado.

-Qual sua justificativa agora, TaeOh? - a diretora perguntou entediada.

-Ele colocou o pé na frente do Koji justamente na hora que a gente estava com as bandejas do almoço. Koji se machucou e esse idiota colocou o pé de propósito. - o Kim relatou transtornado e pegou o braço de Koji, para mostrar o machucado.

-E por isso você partiu pra agressão? - a diretora questionou arqueando a sobrancelha. - Você sabe que nosso colégio não aceita violência.

-ELE MACHUCOU O KOJI PRIMEIRO! - TaeOh insistiu e teria se colocado de pé, se Koji não tivesse segurado seu braço.

-D-desculpe, diretora. - Koji pediu e TaeOh olhou para o amigo incrédulo.

-Ele que tem que te pedir desculpas! - o moreninho se exaltou.

-JÁ CHEGA! Advertência pros 3! - a diretora decretou e TaeOh olhou desacreditado para a mais velha.

-Diretora, o professor Kim, senhor Do e a senhora Ji chegaram. - a secretaria comunicou após bater na porta e entrar.

-Mande-os entrar e vigie esses três do lado de fora. - a diretora ordenou e assim foi feito.

Jongin e Kyungsoo tinham cara de cansaço ao se encontrarem novamente na diretoria da escola. Estava se tornando rotina se verem uma vez na semana e ambos não reclamariam disso, se o motivo não fosse suas duas crianças metidas em confusão no Colégio.

Viram TaeOh, Koji e mais um menino saírem da sala da diretoria e essa seria mais uma cena comum, se Kyungsoo não tivesse notado os cortes nos braços de Koji. Aquilo foi o suficiente para fazer o menor adentrar a sala da diretoria como um furacão.

-Espero que meu sobrinho não tenha levado esporro! - avisou e Jongin adentrava a sala junto com a outra responsável.

-Por favor, acalme-se, senhor Do. - a diretora pediu após se recuperar do choque. - Como o senhor e o professor Kim estão cientes, TaeOh e Koji sempre param na coordenação e...

-Pra mim já deu. São 3 meses aguentando isso e ouvindo o mesmo sermão, então irei ser sincero com a senhora. - Kyungsoo a interrompeu e Jongin arregalou os olhos, já que não esperava aquele tipo de reação do menor. - Meu sobrinho vem sofrendo de xenofobia desde o primeiro dia que pisou aqui. O professor Kim não o mandou pra cá na esperança de que os alunos entendessem seu lugar e não fizessem mais esse tipo de coisa, contudo, faz 3 meses, 3 MESES, que tanto meu sobrinho quanto o filho do professor Kim vêm parar aqui e consequentemente nós dois também. É sempre a mesma história: TaeOh bateu em um aluno que agrediu fisicamente ou verbalmente Koji, os três estão suspensos. - tentou imitar a voz da mulher ao citar algo que ela costumava falar e viu o quanto a mesma ficou surpreso. - Eu realmente não sabia que a vítima também era culpada. TaeOh está se tornando uma criança problema por estar fazendo algo que VOCÊ; como diretora; deveria fazer: proteger meu sobrinho da xenofobia! Acabei de ver meu sobrinho saindo daqui com a cabeça baixa e os braços machucados, sinceramente essa foi a vez que extrapolaram e eu não quero saber o que aconteceu, eu só quero deixar claro que irei mandar um e-mail pro Ministério da Educação e denunciar esse Colégio por negligência! - avisou e não permitiu que a diretora falasse algo, simplesmente saiu da mesma forma que entrou, ou seja, como um furacão.

Jongin, a senhora Ji e a diretora ficaram sem reação perante a explosão do Do. Jongin voltou-se para a diretora e viu como a mulher estava aflita com a ameaça, mas não conseguiu deixar de sorrir e pensar um "Bem feito" para a mulher. Estava querendo rebater sua superior há tempos, mas não podia pelo simples fato dela ser sua superior, então estava grato por Kyungsoo ter dito tudo o que queria dizer.

Do lado de fora da sala da diretoria, Kyungsoo procurou por seu sobrinho e o encontrou sentado em uma cadeira, encolhidinho e tendo TaeOh verificando seus machucados. Apesar de estar com o coração partido e com uma raiva do tamanho do mundo por terem feito mal ao seu precioso sobrinho, cujo qual dera a palavra aos seus hyungs que iria cuidar e proteger muito bem a criança, não conseguiu evitar sorrir e se sentir mais calmo ao ver o quão atencioso o filho do professor Kim era com Koji. Sem dúvida nenhuma, TaeOh era o melhor acontecimento de Koji desde que entrara naquela escola.

-Koji, querido, vamos pra casa? - Kyungsoo chamou mansamente o seu sobrinho.

-Tio Kyung, leva o Koji pro médico. Ele machucou feio. - TaeOh pediu e Kyungsoo sorriu, mesmo que tivesse se preocupado.

-O que aconteceu dessa vez? - perguntou preocupado e se agachou ao lado das crianças.

-Esse Zé ruela colocou o pé na frente do Koji pra ele cair. - TaeOh dedurou e sua expressão era de alguém muito zangado. - Estávamos no almoço, aí o Koji caiu e o prato quebrou.

-O QUÊ?! - Kyungsoo se revoltou e o menino ao lado se encolheu. - Você tem noção da gravidade que fez, menino? Isso tudo só por que ele é japonês? Espero que não faça mais isso, você quer se tornar assassino? Poderia matar alguém com essas brincadeiras idiotas! - deu um sermão no garoto e pouco se importou se a mãe do menino iria querer comprar briga. - Pra mim já deu, vamos embora, Koji. Você nunca mais coloca os pés nesse lugar! Obrigado por cuidar dele, TaeOh.

-Koji vai sair da escola? - TaeOh se desesperou.

-Koji não quer sair. - o mais novinho se manifestou pela primeira vez. - TaeOh é meu melhor amigo.

-E vocês podem continuar sendo, TaeOh pode encontrar você nos finais de semana. - Kyungsoo tentou tranquilizar as crianças.

-Senhor Do...

-APPA! APPA! O TIO KYUNG QUER TIRAR O KOJI DA ESCOLA! ME COLOCA NA MESMA ESCOLA QUE O KOJI, APPA! EU PRECISO PROTEGER ELE! - TaeOh correu para os braços do pai, que ficou surpreso e sem saber como reagir.

-Professor Kim, eu preciso levar o Koji pra casa, posso conversar com o senhor mais tarde? - perguntou e Jongin concordou. - Mandarei uma mensagem antes de te ligar.

-Claro, ficarei esperando. - Jongin concordou e assim Kyungsoo saiu da sala de espera, tendo como rumo o hospital.

Jongin e Kyungsoo tinham trocado seus números de celular há uns 2 meses desde que viram que suas crianças eram muito grudadas e pareciam fadadas a irem parar na diretoria pelo menos uma vez na semana. Não conversavam, só trocavam mensagens quando Kyungsoo se sentia preocupado com o sobrinho ou Jongin precisava avisar que alguma confusão aconteceu.

Mal sabiam que iriam, em um futuro não muito distante, terem o número um do outro como o primeiro número de discagem rápida caso não tivessem tempo de digitar o número que sabiam de olhos fechados.


Notas Finais


Então...
Viram como o nosso Koji sofre né? Ainda bem que ele tem o TaeOh para protegê-lo. Amei o jeito como o Kyungsoo confrontou a diretora.
Eu vou postar mais um capítulo hoje, só pra situar vocês melhor e amanhã eu posto mais dois.
Beijocas de tapioca doce.


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