História Supernatural - Interativa - - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Escolar, Magia, Supernatural
Visualizações 55
Palavras 915
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Esse é mais um capitulo para vocês conhecerem minha escrita, se quiserem podem me dar dicas para eu melhorar.

Espero que gostem.

Capítulo 2 - Cap 0 - Zero


Mais uma vez Luciel Choi vomitava, era assim sempre que bebia ou que usava algum tipo de droga, ainda que vomitasse, insistia em beber álcool, sua persistência era algo invejável. Mas esse não era o único motivo de seu enjoo, amanhã iria para um colégio interno feito para seres como ele, estava nervoso. Nunca sequer havia ouvido falar de colégios internos, seus pais nunca permitiriam que ele ficasse longe deles novamente, então quem iria adivinhar que ele ficaria dois anos longe deles? 

A luz do sol finalmente se mostrou aos poucos, a luz passava pela alta janela e batia no rosto pálido e cansado do garoto. Os raios de sol rebatiam nos ladrilhos do banheiro e paravam no corpo de Luciel, o que na verdade era algo bom, seu corpo angelical não podia ficar frio demais. 

De repente ele se lembrou de suas malas, não havia arrumado nem a metade delas. Não pensava que isso seria um problema, podia arruma-las rapidamente com a ajuda de sua empregada. O garoto saiu do banheiro cambaleando e se viu diante de uma mãe com raiva e cansada de dizer para ele parar de beber. Ela não disse nada só olhou para o garoto e fez um gesto de desaprovação.  

- Quando é que vai arrumar suas malas? Sairemos daqui a poucas horas e você não tem nem a metade delas prontas! - Sua mãe sempre ficava assim quando ele passava mal, em vez de o ajudar como a maioria das mães fariam, ela se irritava e gritava com ele. Seu pai também não se importava muito, achava que se ele passasse mal era escolha dele.  

- Irmão Parabéns! - Seu irmão menor apareceu correndo até ele e o abraçou, já estava em seus doze anos, mas continuava a se portar como uma criancinha. O seu abraço foi retribuído com um empurrão.  

- Não - Luciel não gostava de falar com seu irmão, então só o respondia com sim ou não, achava inútil formar frases para responder uma criança.  

Expulsou sua mãe e seu irmão do quarto e então voltou a arrumar o resto das malas, não faltava muita coisa, somente seus sapatos e algumas roupas. Depois de vários e longos minutos, finalmente havia terminado. Desceu até a cozinha e petiscou uma rosquinha, tomou seu café e estava pronto para sair.  

Quando finalmente seus pais desceram ele já foi logo pegando a chave do carro, mas foi interrompido por uma mão em seu ombro, seu pai. 

- Se comporte, certo? E não machuque os humanos! - Humanos? Estava curioso, mas decidiu não falar nada. Seu pai lhe abraçou e em seguida recebeu um beijo na testa de sua mãe, estava quase indo embora quando ganhou um abraço por trás de seu irmão. Mesmo não querendo, ele retribuiu o abraço.  

Saiu da casa e entrou quieto em seu carro, ligou o rádio e encarou a estrada a frente. Finalmente pegou coragem e sai com o carro, dirigia tranquilamente devia faltar somente alguns minutos para chegar até a escola. Um garoto de repente apareceu em sua frente, ele freiou o carro rapidamente e acabou batendo seu nariz na buzina do volante. Sua visão ficou borrada e quando conseguiu recupera-la, percebeu que o garoto não estava mais lá e que agora o carro já estava estacionado na escola.  

- Huh? Como isso aconteceu? - Sentiu algo escorrendo de seu nariz, levou sua mão até o mesmo e percebeu que estava sangrando, limpou o sangue com a manga da camisa e saiu do carro ainda um pouco confuso. Pegou suas coisas no porta-malas e se dirigiu até dentro da escola, assim que entrou já recebeu sorrisos, sussurros e olhares. Uma garota loira estava distribuindo os números dos quartos, ele se aproximou e ela corou instantaneamente, sua mão tremia enquanto lhe entregava o papel.  

Seu quarto era no terceiro andar, mais especificadamente o 306. Ao longo do caminho várias pessoas se ofereceram para acompanha-lo, mas o garoto sempre os dispensava. Depois de muitas propostas ele finalmente chegou ao seu destino, assim que entrou no quarto já avistou a sua gata Aki dentro de sua gaiola.  

- Sinto muito, deve ter sido uma viagem estressante, não vai acontecer de novo, eu prometo. - Tirou sua gata da gaiola e a colocou em cima de uma das camas, logo sentiu uma cabeça se acariciando em sua perna, era um gato muito diferente de Aki, com o pelo escuro e muito maior também. Se abaixou e pegou a coleira do gato. - James? Você é do meu colega ou só está perdido?  

Começou a acariciar o gato até o mesmo se deitar em seu colo, logo Aki apareceu e se juntou a ele. Luciel observava os dois gatos dormirem e acabou se deitando e dormindo junto a eles.  

Acordou com uma lambida no rosto, era Aki. Levantou ainda sonolento e viu que o gato James já não estava mais em seu colo, mas sim em cima da outra cama junto a um outro garoto. Luciel se levantou para vê-lo, tinha cabelos vermelhos claro nas pontas e marcas que corriam pelo seu rosto.  

- Então esse é seu dono James? Ele é fofo - Luciel se dirigiu até seu lado do quarto e se jogou em sua cama, não entendia como conseguia dormir tanto, sentia que devia ser o ser que mais dormia na face da Terra. Pegou no sono rapidamente e teve um sonho estranho o qual incluía sua gata Aki se casar com o gato James.  

 



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