História Supernatural - Versão brasileira Eberto Ricardo - Capítulo 1


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Categorias Supernatural
Personagens Adam Milligan, Castiel, Dean Winchester, Gabriel, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Bromance, Cagada, Idiotices
Visualizações 17
Palavras 840
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Canibalismo, Cross-dresser, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Meu Deus eu tô mesmo me expondo na internet
E levando minha irmã junto
Meu Deus...
Essa fic vai continuar algum dia, só quero ver se uma fic assim faz sucesso
Vou lançar a primeira e segunda parte um dia após o outro sempre, pra vocês ficarem pensando no que é
Mas tem que dizer o que acha que é, viu? '3'

Capítulo 1 - O churrasco do interior pt 1


    Ela corria, os cabelos negros e a pele morena contrastando com o fogo ao seu redor. Ouviu um relincho. Tentava a todo custo sair da casa, mas já não conseguia passar das chamas ardentes que consumiam a mobília que ela tanto trabalhara para pagar. Tropeçou, assim selando seu destino. Foi-se ouvido um único grito antes do silêncio, a noite iluminada pelo incêndio da casa de Julieta e Carlos dos Santos.

 

    Eram oito da manhã.

    A mulher sentou-se de repente, ofegante. Pôs as mãos na cabeça e fechou os olhos, as lágrimas finas começando a escapar. Sua mente trabalhava para lembrar-se de seu passado, garantir que não havia esquecido nada.

—Meu nome é Beatriz Sayuri, minha mãe se chama Ana Cláudia, meu pai se chama Anderson, minha irmã se chama Giovana Emi, eu nasci no dia vinte e sete de abril de mil novecentos e noventa e nove e tenho vinte e nove anos. Estamos em dois mil e trinta e eu estou num hotel barato em Minas Gerais, com Gina. — Mal ela havia acabado de terminar o pequeno falatório, Gina entra pela porta carregando uma sacola do Wendy’s. Deu uma boa olhada em Tris e franziu as sobrancelhas.

—Temos de pegar essa bruxa logo, é o segundo mês que você sonha seu pior pesadelo… — A morena deu de ombros, ignorando a aflição da mais nova. Gina bufou, jogando os rubros e cacheados cabelos para o lado e sentando-se na cama. Tirou um hambúrguer da sacola e passou-a para a irmã mais velha. Dois meses atrás enfrentaram uma bruxa que havia usado o sangue de Tris para lançar-lhe uma maldição. Infelizmente, o feitiço só seria quebrado matando a maldita.

—Quanto mais cedo acabarmos com essa maldição, mais cedo eu vou dormir em paz. Deus sabe o quanto eu preciso de uma boa noite de sono! E então, falou com o marido da vítima? — Há uma semana atrás, as casas de Helena Bezerra e Julieta dos Santos foram incendiadas por um estranho fogo vermelho. Helena estava desaparecida, mas Julieta fora encontrada morta e carbonizada em sua própria cozinha.

—Sim, e adivinha só: Eles eram casados, felizes e todo dia agradeciam a Deus por terem se conhecido. Lembra alguma coisa pra você? — Tris se levantou, esquecendo de vez os sonhos. Andou de um lado para o outro enquanto a irmã devorava o hambúrguer com vontade.

—Igual aquele casal no centro da cidade. E todos por coincidência vão para a mesma igreja todos os sábados… Mas eu não entendo. Aquela mulher, Helena. Ela parece ter sido a primeira vítima, mas não encontramos o corpo…

—Poderia ser apenas uma coincidência. — Gina comentou, descrente. — Uma coincidência numa cidade com cinco mil habitantes e duas mulheres provavelmente mortas em um incêndio. Não se parece com nada do que já vimos antes, não tem marcas de pés pra ser um curupira, muito menos um caminho de fogo pra ser um boitatá. São ataques em lugares diferentes e sem EMF, então não é fantasma. Também não tem enxofre pra ser um demônio.

—Viu algo na casa? — Ela negou com a cabeça.

—Encontrei ele na igreja, rezando pela mulher.

—Tudo bem, então você vai lá e eu procuro algum sinal de wi-fi nesta cidade de cu de mundo. — Tris se levanta e vai em direção a porta, saindo sem esperar a resposta da irmã.

—Até. — Respondeu para o vento.

 

    Gina estava na casa totalmente carbonizada, vasculhando o local. Ninguém estava por perto e o incêndio foi definido como acidental, mesmo que ninguém soubesse a origem das chamas. Ela havia passado a última meia hora xeretando entre as cinzas, sem encontrar uma única coisa inteira.

—Ótimo. Da próxima vez, eu que faço as pesquisas. — Ela sussurrou, sem se importar com o fato de que ela odiava fazer pesquisas. Procurar mitos e lendas na internet de nada servem em alguns casos, portanto elas tinham que procurar em pergaminhos, livros ou poemas velhos e mofados sobre o que quer que estivessem caçando. E ela odiava ter de ler. Isso ajudava bastante.

    Mais duas horas se passaram e ela não havia encontrado nada. Estava no que supunha ser a sala de estar quando foi atraída por um pequeno brilho no meio da sujeira. Aproximando-se, agachou-se e tirou do meio do borralho uma agulha de costura. As chamas haviam até mesmo derretido a geladeira e o fogão, mas o objeto de ferro barato parecia intacto.

    Guardando o alfinete num saco de plástico, foi para fora da casa. Seu instinto lhe dizia que não encontraria mais nada e geralmente ele estava certo. No entanto, ao ir em direção do carro, viu algo estranho no chão. Imediatamente, ligou para a irmã.

E então, encontrou alguma coisa?

—Tá cheinho de marcas de ferradura na entrada da casa. — Ela entrou de novo, vasculhando o chão com cuidado. — E dentro também. Julieta e Carlos não tinham cavalo, tinham? — A irmã não respondeu. — Sayuri?

Gina, os dois incêndios foram há sete dias, certo?

—Sim.

E hoje é sábado.

—É.

Nós temos que nos preparar. Vai acontecer mais um ataque esta noite.


Notas Finais


E ENTÃO, O QUE É QUE ELAS TÃO ENFRENTANDO?
GOSTARAM?


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