História Supernatural Teens - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural, Teen Wolf
Exibições 6
Palavras 9.373
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Último cap!!!

Capítulo 11 - Irmãos e Casamento


-Sacrifício?- Pergunta Luísa confusa.

 

 

-Exatamente. Eu só preciso de mais dois normais.- Responde Kin.

 

-Você não é só um diretor?- Pergunta Lucas.

 

-Foi só um disfarce, quem iria desconfiar do diretor ser o vilão?

 

-Na verdade é sempre o diretor ou o faxineiro, é bem óbvio pra falar a verdade.- Fala Vitor com ironia.

 

-Quer ser o primeiro a ser sacrificado?

 

-Não, senhor.

 

-O pai dele é o xerife e o meu é um advogado muito conhecido, quer mesmo sequestrar a gente?- Fala Lucas tentando se soltar.

 

-Não me importa, quando o sacrifício for feito, eu serei imortal.

 

-Ele tem problema?- Pergunta Vitor.

 

-Conta logo pra eles, Henry.- Comenta Spencer.

 

-Não é uma boa hora.- Responde o garoto fraco.

 

-Na verdade é uma ótima hora.

 

-É sério, estou ne sentindo muito fraco e parece que essa corda está me queimando.

 

-Eu sinto a mesma coisa.- Fala Tyler.

 

-Ele deve ter dado um pouco pra vocês e mergulhou isso em aroma de Rainbow Rose.- Responde Dylan.

 

 

;

Na escola

Jean chega na escola e percebe que a mesma estava pegando fogo, com o teto desabando, muita fumaça saindo. Várias ambulâncias e alguns caminhões de bombeiros estavam ali tentando ajudar. O homem então vai perguntar pra um bombeiro se ainda tinha alguém dentro da escola.

-Não senhor, nós procuramos em todos os lugares antes de tudo pegar fogo, parece que os alunos saíram da escola quando a mulher estava colocando fogo.- Responde o bombeiro.

 

-Que bom.- Fala meio aliviado por não ter mais ninguém no incêndio.- Vai dar pra salvar a escola?

 

-Provável que não xerife, o incêndio se alastrou muito rápido, o campo e a quadra estão queimados também, é melhor os alunos irem pra outra escola, se o diretor quiser arrumar essa escola vai demorar muito tempo.

 

-Obrigado, eu vou procurar meu filho, licença.- Fala Jean virando e o bombeiro saindo também.

 

-É... Xerife, seu filho é o Vitor Andrade?- Pergunta José, o professor de biologia.

 

-É sim, por que?

 

-Ele e mais 7 alunos desapareceram.

 

-Como assim desapareceram?

 

-Após todos os alunos da escola saírem, fizemos uma chamada e Vitor Andrade, Henry Martin, Spencer Fields, Vitória Watson, Tyler Férrer, Luísa Alambique, Lucas Gomes e o novato Eduardo Madox não estavam presentes.

 

-Henry e Spencer também? Eles devem estar aprontando em algum lugar.

 

-Mas e os outros? Luísa e Spencer mais Henry e Lucas não se dão muito bem, não tem muito motivo pra eles saírem juntos.

 

-Alguém veio a escola sem ser essa mulher? Alguma outra pessoa.

 

-Alguns alunos viram um homem, se eu não me engano o nome dele era Dylan Handerson, os que viram ele, qficaram com medo e contaram pra alguns professores.

 

-É Dylan Henderson.

 

-Mas ele também sumiu.

 

-Ou foi ele que sumiu com os 8, vem cá, você pode me passar o número dos pais de todos os alunos que sumiram? Eu vou avisa-los sobre o que está acontecendo.

 

-Claro, aqui está, eu já imaginava que você iria pedir.

Jean então pega a lista de telefones e volta pra seu carro e começa a dirigir pra casa de Mariana

 

 

 

 

Galpão

-Isso mesmo, mas por que você não sente nada?- Pergunta Lucy.

 

-Eu apliquei veneno de Kanimâ nele e mergulhei a corda dele no veneno.- Responde Kin.

 

-Gente não se mexam, quanto mais se mexerem, mais fracos e machucados vão ficar.- Fala Dylan.

 

-Eu não estou sentindo nada.- Comenta Lucas.

 

-Você não é lobisomem, por isso não sente.- Responde Vitória falando com uma voz fraca.

 

-Lobisomem? Te drogaram?- Pergunta Luísa.

 

-Não, ela está certa, vocês quatro que não estão sentindo nada, não são lobisomens, igual a mim e aos outros 6 que estão sofrendo.- Fala Kin.

 

-É sério? Vai fazer piada?- Fala Vitor.

 

-Não é piada, Vitor, eu queria te contar, mas não podia.- Fala Henry ao lado do amigo.

 

-Espera, você está falando a verdade? Vocês 6 são lobisomens?

 

-É Vitor, nós somos. Mas...

 

-Fala sério cara, não é momento de piada, fomos sequestrados.- Fala Lucas interrompendo Henry.

 

-Mostra pra eles Kin, eu até mostraria, mas né.

 

-Claro.- Kin então vai pro meio da roda fazendo todos o verem, pois estavam presos em círculo olhando um pro outro.

Depois ele abaixa a cabeça, e começa a se transformar, suas garras crescem, suas orelhas ficam pontudas, seus olhos ficam vermelhos iguais a fogo, pelos começam a surgir em seu rosto, e suas presas ficam bem afiadas.

 

Ele levanta a cabeça e olha fixamente pra Lucas e Luísa, que estavam amarrados um do lado do outro, andando pra perto deles fazendo os mesmos tremerem, logo após ficar cara a cara com os adolescentes, ele diz.

-Quem é a piada aqui agora?- E volta a sua forma de humano.

 

-Ok, agora eu acredito.- Fala Lucas muito assustado.

 

-Eu acho que vou desma...- Fala Luísa desmaiando.

 

-Isso é só um sonho, não é possível.- Fala Vitor pra si mesmo, aterrorizado com o que viu.

 

-Acredite, eu também queria fosse.- Comenta Henry.

 

-Mas se você é um lobisomem, usa sua força pra arrebentar as cordas.

 

-Ele não pode, se fizer isso ele irá se machucar muito, e provavelmente morrerá.- Fala Kin.- Eu vou voltar pra escola e inventar uma desculpas pro desaparecimento de vocês 8, quanto ao Dylan, vou jogar a culpa em cima de dele.

 

-Se fizer isso eles vão me procurar, e vão me achar e descobrir que você que é o maluco.- Responde Dylan.

 

-É o que vamos ver.

Derik então sai do galpão e Lucy sai logo a seguir.

-Ele falou a verdade Dylan? Se usarmos a força pra tentar arrebentar as cordas podemos morrer?- Pergunta Eduardo.

 

-Do jeito que vocês estão amarrados a chance é menor, mas eu não sei a quantidade de Rainbow Rose que ele colocou nas cordas, e se for muito, pode deixar marcas incuráveis ou até tirar algo de vocês.

 

-Tipo?

 

-A mão, braço... cabeça.

-É um risco que vou cometer.- Fala Tyler se preparando pra tentar se soltar.

 

-Tyler, suas mãos estão presas e a corda está prendendo sua cintura na cadeira. Se você quiser ficar sem mão e ter que usar cadeiras de rodas pelo resto de sua vida, pode ir em frente. Aliás é capaz de você morrer de esgotamento.

 

-Valeu pelo aviso.- Fala o garoto parando de se mexer.

 

-Mas eu não estou nessa situação, eu posso usar minhas garras pra cortar a corda.- Fala Vitória.

 

-Irá perder suas garras e continuará presa.

-Espera, as garras tem mais força, e se ele não tiver colocado muito aroma de Rainbow Rose nas corda, a gente pode fugir.- Comenta Henry.

 

-Mas e se tiver muito, Henry?- Fala Tyler.

 

-Eu perderei minha garras, simples, elas devem crescer de novo.

 

-5 meses, mas se você quer tentar pode ir em frente.- Comenta Dylan.

Henry coloca suas garras pra fora, e tenta mexer a mão pra ficar melhor pra corta, mas se queima um pouco.

-Para, Henry, não vai dar certo.- Fala Vitória.

 

-Espera, eu aguento.

Ele respira fundo e mexe a mão se queimando, mas ele consegue cortar as cordas que estavam amarrando suas mãos e depois as do corpo e por fim as das pernas.

-Ae, bom lobinho, agora desamarra a gente pra poder fugir.- Fala Lucas.

 

-Vai se ferrar.- Responde o garoto desamarrando Vitor.

 

-Não tão rápido.- Disse Kin pegando Henry pela camisa e o arremessando na parede do galpão.

 

-A fala sério, gastei 50 pratas nessa camiseta e você vai lá e rasga.- Responde o garoto se levantando.

 

-É sério que tu vai se preocupar com a camiseta?- Fala Vitor e Spencer.

 

-Quem teve a camiseta rasgada e foi tacado na parede fui eu, calem a boca.

Kin se aproxima e tenta dar alguns socos em Henry, mas ele se esquiva de todos e rebate com um chute no estômago.

-Eu não posso ficar mais parado aqui.- Fala Tyler tentando sair.

Kin se levanta e fingi que vai dar um soco no garoto, que já se esquiva mas ele é pego pelo braço e arremessado na parede. O homem chega mais perto do jovem caído com sangue no nariz, e fala:

-Você está me irritando de mais, cansei disso, eu procuro por outro lobisomem mais tarde.

Levantando suas garras para matar o garoto, que via sua morte se aproximando, as enfia com toda força e profundidade na barriga do garoto e começa a rasgar a carne dele fazendo uma enorme poça de sangue se formar no chão.

-NÃO.- Gritam todos, menos Tyler, que havia conseguido fugir e acerta Derik na cabeça com um chute.

O homem se vira e acerta Tyler no peito com suas garras e depois no rosto, quase acertando o olho.

-Esses adolescentes estão cada vez mais chatos.- Comenta Kin dando um chute no peito de Tyler fazendo ele ir pro chão.- Vou ter que perder mais um lobisomem, fazer o que.

 

E desfere mais um golpe de garras em sua barriga, mas com um chute de Henry acertando o saco dele é parado e cai no chão sentindo muita dor.

 

-Eu preciso que você faça uma coisa por mim.- Fala Henry pra Tyler ajudando o mesmo a se levantar.

 

-Claro, o que é?

 

-Me dê sua mão.- Ele pega a mão de Tyler e a segura.- Agora pense em me curar, e pense também em se curar, feche os olhos e pense com toda sua força nisso.

Os dois fecham os olhos, seguram as mãos um do outro e pensam em se curar e curar um ao outro.

-O que eles estão fazendo?- Pergunta Vitor pra Dylan.

 

-Cura grupal, acho que Henry deve ter aprendido sobre esse poder.

Uma luz começa a se formar envolta das mãos dos jovens, como se fosse eletricidade, depois os dois abrem os olhos e ficam com eles amarelos, um amarelo bem forte. Eles começam a sentir o poder deles voltando e seus corpos se curando.

-Isso é incrível, eu estou me sentindo muito forte.- Fala Tyler olhando pra Henry.

 

-Eu também.- Responde.

 

-Vocês dois podem se curar o quanto quiser, não são fortes o bastante pra me enfrentarem.

 

-Vamos ver.

Eles soltam-se, se transformam e partem pra cima de Kin, mas Lucy aparece, para e depois levita os dois com seu poder. Ela joga eles na parede, e no teto do galpão e os deixa cair, mas quando chegam perto de se estraçalhar no chão ela os param no ar e coloca eles na cadeira e Derik amarra usando corrente, mas mergulha ela em aroma de Rainbow Rose.

-Não vão escapar de novo, senão eu que vou mata-los.- Fala Lucy vendo Tyler e Henry gritarem de dor.

 

 

 

Home Henry

Jean chega na casa dos Martin, e vai logo batendo na porta apressado, quem abre é Carlos.

-Oi, Xerife.

 

-Oi, Carlos.

 

-Quer alguma coisa?

 

-Eu preciso falar com a Mariana, é sobre o Henry.

 

-Claro, pode entrar.

Ele entra e Carlos vai chamar Mariana, que estava na cozinha lavando a louça.

-Mariana, o xerife está ai e quer falar com você sobre o Henry.

 

-Ok, estou indo.

Ela termina de lavar o último prato, enxuga as mãos e vai pra sala ver o que o Xerife queria.

-O Henry passou aqui ou mandou mensagem pra onde ia?- Pergunta Jean.

 

-Não, ele está na escola ué.- Responde amulher..qqq

 

-Vocês não ficaram sabendo ainda? Teve um incêndio na escola, uma mulher louca entrou dentro e começou a colocar fogo na escola inteira, todos os alunos saíram, mas Henry, Vitor, Spencer e mais alguns sumiram.

 

-Como assim, sumiram? Já tentou ligar pro Vitor ou pro Henry?- Pergunta Mariana começando a ficar tensa.

 

-Foi a primeira coisa que eu fiz, está fora de área, eles devem estar em algum lugar sem sinal.

 

-Já avisou pros pais da Spencer e dos outros?- Pergunta Carlos.

 

-Os pais da Luísa e do Lucas estão viajando, os do novato não estão no país e eu ainda não fui avisar os Fields. Ia avisar você primeiro, Mariana.

 

-Que novato? Aliás, não vem ao caso, preciso achar meu filho, se ele tiver sido sequestrado de novo eu não aguento.- Fala Mariana começando a chorar.

 

-Calma, Mari, vai ficar tudo bem, eles devem estar matando aula ou se divertindo por ai, são adolescentes, não pense no pior.- Comenta Carlos abraçando a mulher e deixando Jean com ciúmes.

 

-Você tem razão. Eu vou lá em cima trocar de roupa rapidinho e depois a gente vai lá nos Fields.

 

-Ok.- Responde os dois homens.

 

-Vocês estão namorando?- Pergunta Jean à Carlos.

 

-Não, por que?

 

-Só pra saber. Essa janela sempre foi assim?- Pergunta apontando pra janela branca da parede.

 

-Ouve um acidente e tiveram que trocar, vim aqui ajudar Mariana nisso.

 

-Ata.

 

-Podemos ir.- Fala Mariana descendo as escadas aparentando ter trocando só de blusa.

 

-Ok, vamos no meu carro, já tá aqui na porta.

 

-Ta bom.

Os três saem e entram no carro de Jean, que no momento era uma viatura e Mariana foi atrás.

 

 

10 minutos depois

Home Spencer

Eles chegam bem rápido na casa dos Fields e Mariana bate na porta, quem abre é Helen, que já estava sabendo das notícias.

-Eu já sei das notícias, os meninos que sumiram, um deles é seu filho, não é?- Pergunta a morena de olhos azuis.

-Sim, é o Henry, ele é o melhor amigo da Spencer, vim aqui perguntar se vocês sabem algo dela.- Responde Mariana.

-Willian está se arrumando pra ir procurar ela, nós temos uma pista da onde eles estão, se quiser vir.

-Eu quero.

-Nós dois também vamos.- Fala Jean.

-Então vamos no meu carro, mas vocês sabem usar uma arma né?- Fala Willian aparecendo na porta.

-Eu sou o xerife.- Responde Jean.

-Eu fiz um treinamento no exército.- Responde Carlos.

-Meu pai me ensinou quando era mais nova.- Responde Mariana surpreendendo Carlos e Jean.

-Então vamos.- Fala Helen entregando uma arma pra cada um.

Eles entram no carro e vão tentar achar os jovens.

12 horas depois

Escurece e eles não conseguem encontrar os jovens, ficam desapontados mas não desistem e combinam de se encontrar amanhã pra procurarem mais.

-Amanhã de manhã eu venho.- Fala Mariana triste mas confiante que irá encontrar seu filho.

-Ok, boa noite.- Responde Willian com a mesma sensação, tristeza e esperança.

 

No outro dia de manhã

Mariana e Carlos foram novamente pra casa dos Fields e eles vão pra delegacia buscar Jean.

15 horas depois

-Gente, onde será que eles estão? Já se passaram quase 2 dias e nenhum sinal deles, nem do Dylan.- Fala Helen.

-Alguém deve ter levado eles pra outra cidade, só pode, porque procuramos pela cidade inteira, em todos os becos, prédios abandonados, lugares onde eles iam e nada.- Responde Mariana.

-E se eles estiverem na floresta? Nela existem várias cabanas e galpões espalhados.- Fala Jean.

-Verdade, mas é melhor deixar pra amanhã, já é noite e vai ser mais difícil encontrar alguma pista.- Comenta Carlos.

-Concordo, vou deixar vocês em casa e amanhã a gente se encontra de novo.- Responde Willian.

Ele deixa Mariana e Carlos na casa da mulher e depois Jean na delegacia.

-Tem certeza que está boa pra procurar amanhã? Você não dormiu muito essa última noite.- Pergunta Carlos ao entrar na casa.

-Só preciso tomar um remédio e descansar um pouco.- Responde a mulher cansada.

-Eu levo o remédio, pode ir e se trocar ou tomar um banho.

-Muito obrigada, Carlos, você tem sido a melhor pessoa do mundo comigo, te agradeço muito.

-Não precisa. Eu levo uma comida pra você depois que tomar banho, precisa recompor as energias.- Fala indo pra cozinha.

-Obrigada.

Ela então sobe e vai pro banho, quando sai e volta pro seu quarto, encontra uma bandeja com um prato de comida e um copo de suco com um bilhete escrito “Boa noite!” em cima da cama, ela sorri, se troca e come, depois consegue dormir.

 

 

No outro dia de manhã.

Home Fields

Willian e Helen vão buscar Carlos e Mariana e depois Jean.

-Vocês dois não trabalham?- Pergunta Helen à Carlos e Mariana.

-Eu liguei pro hospital e expliquei meu caso.- Responde a mulher.

-Eu liguei pra prefeitura e expliquei meu caso também.- Responde o homem.

-Ata, que bom, hoje a gente deve achar alguma coisa, não consigo ficar sem falar com minha sobrinha.

-Espero que sim.- Fala Jean.

 

 

 

No Galpão

O grupo de adolescentes mais Dylan, não estavam mais presos e amarrados nas cadeiras, mas estavam trancados dentro do galpão, não podiam quebrar a porta ou sair pois Lucy controlou a mente deles pra não saírem.

-3 dias, fazem 3 dias que não vejo minha cama, 3 dias se tomar banho, 3 dias sem celular, 3 dias sem comida boa, eu quero morrer de uma vez.- Fala Luísa andando de um lado pro outro reclamando.

-3 dias ouvindo suas reclamações sem parar...- Fala Spencer.

-Por que não conseguimos sair? A porta não está trancada e tem 6 lobisomens aqui, arrombem aquela porta.- Fala Lucas sentado no chão perto da porta do galpão.

-Estamos enfeitiçados, não podemos sair.- Responde Eduardo deitado numa mesa que estava ali.

-E como tira o feitiço? Ou não tem jeito?- Pergunta Vitor sentado numa cadeira num canto do galpão.

-Matando a bruxa que jogou o feitiço.- Responde Dylan deitado ao lado de Eduardo.

-Ótimo, Tyler e Henry não conseguem ganhar do diretor, quem dera de uma bruxa.- Comenta Lucas.

-Ele é um lobisomem alpha o imbecil, e se você acha que é fácil lutar contra um vai lá tentar.- Responde Tyler sentado ao lado de Spencer.

-Henry, quando que você se transformou?- Pergunta Vitor ao amigo que estava sentado em cima de uma máquina que estava ali no galpão, olhando pra floresta.

-No dia que eu sai correndo da sala, o Dylan estava me perseguindo, ai eu fugi, Tyler me desmaiou, me amarraram em um galpão ai Dylan me contou toda a verdade e eu aceitei ser transformado, mas doeu mais que eu pensava.- Responde.

-É por isso que está com esse corpo?- Pergunta Luísa se sentando ao lado de Vitor.

-Mais ou menos, eu tive que treinar e praticar algumas coisas que me ensinaram.

-Tipo?- Pergunta Spencer.

-Tipo o controle das garras, super audição, a cor dos meus olhos e essas coisas.

-Que maneiro.

-Conta da vez que perdeu o controle na lua cheia.- Fala Tyler.

-Não gosto dessa história.- Responde ele olhando pra Vitória, que o encarava sentada perto da janela.

-Por que?- Pergunta Lucas.

-Eu perdi o controle, destruí o lugar onde estávamos, queria atacar Tyler e Vitória. Eu não conseguia controlar nada, é muito estranha essa sensação.

-Nossa. Mas eai, como voltou ao normal?- Pergunta Spencer.

-Ele atacou Vitória, mas ele já estava apaixonado por ela, então a emoção de ver ela ferida foi maior que a sensação de ser controlado pela lua cheia.- Responde Tyler deixando Henry envergonhado.

-O papo estava bom, mas acho que é hora de vocês me ajudarem em algo..- Fala Lucy entrando no galpão e fazendo Lucas se levantar.

-O que quer dizer?- Pergunta Dylan se levantando.

-Eu vou ter que passar uma coisa em vocês e depois vão ter que me entregar um pouco de seus sangue, todos vocês.- Responde a bruxa assustando a todos.

-E o que impede a gente de dizer não?- Fala Henry pulando de cima da maquina.

-Isso.- Ela usa seu poder mental e o trás até ela e com uma faca faz um corte em seu braço colocando o sangue num potinho.

-Um já foi, quem é o próximo? Que tal você de braço machucado?-Fala apontando pra Lucas.

-A Luísa adoraria te dar o sangue dela.- Responde o garoto.

-Fala sério cara.- Fala Vitor indo na direção de Lucy.- Pode ser eu, quando mais rápido isso acabar menos sangue eu vou ver.

Lucy tira o sangue de todos e colocam em um potinho cada, mas Henry ajuda todos absorvendo a dor deles, menos dos lobisomens, que já tinham se curado.

-Por que só o Henry tem o poder de absorver dor?- Pergunta Eduardo.

-Cada um tem com uma habilidade secreta, basta descobrir qual é, aliás como descobriu sobre a cura grupal?- Responde Dylan.

-Eu não sei, eu vi o Tyler apanhando e só pensei em me curar rápido pra ajudar ele, ai apareceu uma voz na minha cabeça mandando eu me levantar e ajudar Tyler e depois fazer aquele lance das mãos.

-Que foda.- Comenta Vitor.

E tudo voltou a um silêncio, até Luísa disparar um grito e assustar todo mundo, principalmente Vitor, que estava do lado dela, todos perguntam o porque do grito e ela responde que tinha uma barata embaixo dela. Vitor mata e recebe um “obrigada” como agradecimento.

 

12 horas depois

E mais um dia sem encontrar os jovens, e continuou assim por 3 semanas, até chegar o dia da lua cheia.

3 semanas depois

Galpão

-3 semanas já se passaram e hoje é o grande dia, preparem-se, o fim de vocês está próximo.- Fala Kin entrando no galpão.

-Vem cá, eu ainda não entendi esse lance de sacrifício, por que precisa de 6 lobisomens e 4 humanos?- Pergunta Eduardo.

-São 12 pessoas, 6 humanos e 6 lobisomens, igual ao primeiro ritual dos lobisomens antigos.- Responde o homem.

-Ritual?- Pergunta Henry.

-É de uma lenda, grande parte das pessoas acham que os lobisomens surgiram a partir de um sacrifício, de 12 pessoas, sendo que 6 haviam sido mordidas por lobos.- Responde Dylan.- Mas é só uma lenda, não existe provas que seja verdade.

-O que importa é que segundo a lenda, quem é o principal do ritual, que no caso sou eu, ganha mais poder, mais habilidades e a coisa mais importante e valiosa, a imortalidade.

-Mas se é verdade, cadê o lobisomem imortal do primeiro ritual?- Pergunta Vitor.

-Ele foi trancado em um caixão, e enterrado embaixo da terra, onde foi a casa dos Henderson.

-Se você acredita nisso é problema seu, mas não tem nada embaixo da minha antiga casa.- Responde Dylan.

-Não interessa, e caso não dê certo, vocês morrerão, então saio ganhando de qualquer jeito.

-E quando vai começar? Quero passar um batom antes de morrer.- Comenta Luísa.

-Quando a lua começar a subir o ritual vai começar.

-E como vai ser o processo?- Pergunta Henry.

-Na hora vão descobrir.

Kin sai e deixa os jovens curiosos com o que irá acontecer.

-Dylan, se precisa de 6 lobisomens e 6 humanos normais, por que só tem 4 normais aqui?- Pergunta Ben.

-Os outros dois acabam de chegar.- Fala Lucy empurrando Helen e Carlos pra dentro do galpão.

-Tia!- Fala Spencer indo abraçar a tia.

-Carlos!- Fala Henry indo abraçar seu chefe.

-Que bom ver você de novo.- Fala Helen chorando á sua sobrinha.

-Estava com saudades das ironias e das palhaçadas.- Fala Carlos pra Henry.

-Como vocês vieram parar aqui?- Pergunta Spencer.

-Estamos procurando por vocês desde o dia que desapareceram, mas hoje quando estávamos na floresta aquela loira apareceu, desmaiou todo mundo e levou eu e a Helen.- Responde Carlos.

-Todo mundo quem?- Pergunta Henry.

-Sua mãe, o pai da Spencer, o pai do Vitor, eu e a Helen.

-Ela hipnotizou vocês dois também?- Pergunta Vitor.

-Não sei, acho que não.

-Então saiam, a gente não consegue sair por causa do controle mental dela.- Fala Henry.

-Mas estamos sem armas e esse galpão está com um cadeado enorme prendendo algumas correntes.- Responde Helen.

-Fudeo então, é melhor aceitar que vamos morrer hoje daqui a pouco.- Comenta Luísa.

-Não seja tão pessimista, ainda temos uma chance.- Fala Spencer.- Tia, você tá com aquilo ai?

-Não ando sem.- Responde a mulher.

-Aquilo o que?- Pergunta Tyler.

-Isso.- Fala Helen mostrando duas balas de arma.

-Eu não sei se você sabe, mas precisa de uma arma pra se utilizar uma bala.- Comenta Lucas.

-Não essas, só precisam de uma velocidade grande e de um impulso forte pra ativar elas.

-E um lobisomem tem força suficiente pra isso.- Comenta Spencer pegando as balas e colocando nas mãos de Dylan.- Você é o mais forte daqui, jogue elas com toda força no portão e elas irão explodir quando encostar nele.

-Espera, se elas são tão poderosas, por que temos que usar as duas? Podemos usar só uma no portão e a outra na Lucy.- Fala Vitória.

-É uma boa ideia, mas não sabemos a força das correntes e do cadeado , ou se estão enfeitiçados.- Responde Helen.

-Então não é melhor tacar em uma parede, sem nenhuma proteção, ou em alguma janela?- Fala Luísa.

-Estão enfeitiçadas, eu, Henry, Eduardo e o Tyler tentamos 2 dias seguidos derrubar, esfolar, estraçalhar essas drogas.- Responde Dylan.

-Então vai, taca essas coisas no portão logo, se não der certo pelo menos ninguém vai ter que ouvir mais algum plano que não irá funcionar.- Fala Eduardo.

Dylan pede pra todos se afastarem e se prepara pra jogar, ele respira, pega as balas e as joga com toda sua força, e alguns milésimos de segundos se ouve uma explosão, um enorme barulho se forma e quebra as correntes, o cadeado e grande parte do portão.

-Podíamos ter guardado uma pra vadia da Lucy.- Comenta Vitória.

-Vamos.- Responde Helen.

Todos correm pra sair, mas Kin e Lucy aparecem e a loira os jogam pra trás.

-O ritual está pronto pra começar.- Comenta Kin sorrindo.

Lucy joga um pó na cara das 12 pessoas que estavam ali o que faz elas desmaiarem e as amarram em cadeiras envolta de uma fogueira. Após algum tempo, todos acordam mas os lobisomens sentem muita dor por causa das cordas com Rainbow Rose.

-Por que você está ajudando ele? Bruxas podem morrer e ele pode roubar seu poder.- Fala Henry pra Lucy.

-Porque somos parceiros e ele vai me ajudar quando eu estiver próxima a morte.- Responde a mulher.

-Coitada de você, ele só quer poder, é um lobisomem descontrolado. Por causa de monstros iguais a ele que eu e meu irmão matamos eles.- Fala Helen.

-Não interessa. Agora Derik, podemos começar o ritual?

-Claro, pode começar, eu já estou preparado.- Responde Kin sentando ao lado da fogueira.

-Só pra avisar, vocês não vão morrer todos ao mesmo tempo, então digam adeus um pro outro antes que seja tarde.- Comenta Lucy pegando um livro pequeno e grosso.

-Vitória, eu... eu ainda estou completamente apaixonado por você, e se eu morrer quero que saiba que te perdoo e acredito em você.- Fala Henry olhando pra Vitória que sorri pra ele.

-Eu digo o mesmo.- Responde sorrindo.

-Luísa eu sei que não somos amigos, mas eu tenho que dizer que eu sou completamente louco por você, desde a segunda série, e que eu não ligo pros seus defeitos e nem que você seja metida, eu só sei que gosto muito de você, com suas qualidade, sua beleza incomparável e enfim, você é minha crush até a morte, literalmente até a morte.- Fala Vitor pra ruiva, que deixa uma lágrima cair e sorri.

-Eu também gosto de você Vitor, eu... eu só não sabia como chegar pra conversar com você, eu te acho muito inteligente, lindo, engraçado e eu também sou apaixonada por você desde a segunda série.- Responde a ruiva surpreendendo a todos.

-E eu? Você me namorou gostando de outro?- Fala Lucas.

-Eu sei que você me traiu com aquela menina da sua aula de ciências, não sei porque eu continuei com você.- Responde deixando Lucas sem palavras.

- Acho que eu não preciso dizer nada né?!- Fala Tyler pra Spencer sorrindo.

-Acho que eu também não.- Responde a garota sorrindo de volta.

-Que cenas mais fofas, mas é hora de começar, Lucy?- Fala Kin.

-Ok.

A bruxa faz alguns movimentos com as mãos e fecha os olhos, logo a seguir começa a falar umas coisas que pareciam ser de outra planeta, ninguém estava entendendo o que ela falava, todos estranhavam e ficavam com medo, principalmente quando o fogo da fogueira começou a ficar maior, e só foi aumentando.

Depois de dois minutos fazendo o feitiço, Lucy começa a girar e para abrindo os olhos e olhando fixamente pra Eduardo, que começa a tremer de medo, a bruxa chega mais perto do garoto e passa a mão em seu rosto fazendo carinho. Com suas mãos no rosto do garoto, começa a apertar a cabeça dele com muito força, e com muitos gritos de dor para só quando sua cabeça amassa e ele morre e ela suga a alma do jovem, e depois cospe num potinho.

-Ela matou o Eduardo, ela matou uma pessoa, puta que pariu.- Fala Luísa desesperada.

Lucy começa novamente a falar o feitiço, depois de um tempo volta a girar e para abrindo os olhos olhando fixamente pra Helen. A loira chega mais perto e começa a puxar o cabelo da morena, mas puxa pra tentar arrancar o cabelo da cabeça. Helen dispara muitos gritos e Spencer muitos pedidos pra sua tia ficar livre, porém é em vão, e a mulher só para de gritar e começa a chorar quando seu cabelo é totalmente arrancado e sua cabeça fica careca com feridas saindo sangue dela, mas o sofrimento acaba com seu pescoço sendo quebrado.

-Meu Deus, ela... ela matou minha tia... COMO VOCÊ PODE FAZER ISSO SUA VACA?- Grita Spencer chorando muito tentando se libertar das amarras.

-Spence, ela está no meio do feitiço, não irá te ouvir, eu sinto muito.- Comenta Vitor.

Após colocar alguns fios de cabelo no mesmo pote do cuspe, ela volta ao feitiço, gira para e olha fixamente para Lucas, anda até ele e enfia a mão dentro da boca do garoto e arranca os dois dentes da frente de cima, os dois dente da frente de baixo o que faz ela gritar muito e chorar muito com o escorrendo de sua boca, e por fim ela coloca uma linha de anzol envolta do pescoço dele e a puxa asfixiando ele lentamente até a morte.

-Ai meu Deus, ela matou ele e irá matar a todos nós.- Fala Luísa chorando.

 

-Ela colocou os dentes dele no pote igual fez com o cabelo da Helen e com o cuspe que sugou do Eduardo. Ela está fazendo um feitiço não um ritual.- Pensa Dylan sem falar sobre o que estava desconfiando pros outros.

Após a morte de mais um ela volta a ficar girando e para olhando pra Ben, começa a andar na direção dele, que fica com medo. Após chegar perto ela pega uma navalha e corta um pedaço de pele do braço dele, que sente muita dor mas logo de cura.

-Ué, ela não vai me matar?- Pergunta Ben.- Droga eu não deveria ter perguntado.

Mas Lucy começa a girar de novo, deixando Ben vivo fazendo todos ficarem confusos.

-Está pronto.- Fala a bruxa olhando pra fogueira.

A loira pega os potes onde estavam o cuspe, cabelo, dentes, pele, e as outras coisas que ela já havia pegado. Coloca tudo num pote só e joga na fogueira, falando a mesma língua que ninguém entendia.

-Ela está fazendo uma poção?- Pergunta Henry.

 

-Acho que sim, e isso é estranho, bruxas normalmente não precisam de poção e sim de feitiços.- Responde Vitória.

 

-Eu sou uma bruxa diferenciada.- Fala Lucy pegando uma pedra transparente com um líquido vermelho dentro.- Kin, coma isso, fará você ter a imortalidade e assim que conseguir todos eles morreram de uma vez.

 

-Por que matou aqueles um por um e agora esses vão todos juntos?- Pergunta Kin pegando a pedra.

 

-Eu precisava das coisas deles antes de fazer o feitiço, pele de lobisomem, cabelo de caçador, alma de lobisomem, dente de adolescente, e outras coisas, é normal precisar disso pra algum feitiço. Agora coma, a lua já está no ponto certo.

Derik então coloca a pedra na boca e a morde, ele gosta do gosto e do líquido vermelho, mas quando ele sente uma dor imensa em sua cabeça, que passa pro resto do corpo ele sente que estava sendo queimado vivo.

-O que você fez? Isso não é a imortalidade.- Fala Kin se contorcendo de dor.

 

-Exatamente, na verdade, é o oposto, essa é a sua morte, a cura pra licantropia pra te falar a verdade.- Responde Lucy desamarrando Dylan.- Pegue seu poder de volta antes que seja tarde.- Fala a loira pro homem.

Ele vai até Derik e enfia suas garras nas costas dele, e depois de alguns minutos pegando seu poder de volta, corta a garganta dele.

 

Lucy tinha soltado a todos e conta a verdade pra eles.

-Eu não estou contra vocês, só estava hipnotizada, Derik Kin tinha roubado meu poder da hipnose uma vez e usou ele comigo pra eu acreditar que vocês eram meus inimigos e que eu tinha que fazer tudo que ele queria. Mas um dia quando eu testava um feitiço pra quebrar outro eu acabei fazendo ele ir pra mim mesmo e quebrou a hipnose, não completamente, mas uma parte, e desde então eu venho tentando fazer a cura pra licantropia pra finalmente matar esse homem.

 

-Mas por que matar esses jovens e a Helen?- Pergunta Dylan.

 

-Tudo tem um preço, lamento se essas pessoas eram importante pra vocês.

 

-Na verdade só a Helen era.- Responde Henry.

 

-Pois é, ela era minha única tia, vou sentir saudades.- Fala Spencer deixando uma lágrima cair.

 

-Melhor irmos pra casa, seus pais estão mortos de preocupação.- Comenta Carlos.

 

-Eu já imagino.- Responde Vitor.- Espera, vocês escutaram isso?

 

-Eu escutei, aliás, cadê o corpo do Derik?- Fala Tyler.

 

-Bem aqui.- Responde Kin transformado em lobisomem só que na forma de lobo.

 

-Preparados pra última luta?- Pergunta Henry.

 

-Se você falar que é hora de morfar eu vou de dar um soco.- Responde Tyler.

 

-Eu ia falar pra gente se transformar, por que com garras é mais fácil.- Responde Henry.

 

-Ah.

 

-Tomem cuidado, essa lua cheia está bem grande, maior que as outras que eu já vi, não percam o controle.- Avisa Dylan.

Henry, Tyler, Vitória e Dylan e Ben se transformam, porém Dylan estava com os olhos vermelhos, iguais a fogo.

-Seus olhos estão vermelhos, você voltou a ser um alpha.- Comenta Vitória.

 

-Eu sei, estou sentindo meu poder aumentar, mas vocês estão fracos por causa da Rainbow Rose, não deixem ele os ferir muito.

Vitor, Spencer, Lucy, Luísa e Carlos ficam atrás de um arbusto escondidos, vendo a briga.

O lobo que era na verdade Kin com olhos azuis, pula em cima de Ben, derruba e o morde no pescoço e no braço deixando ele muito ferido e fraco. Depois pula em Vitória mas quando ele ia morder ela, Henry o pega pelas pernas e o taca na árvore com toda força.

-Você está bem?- Pergunte ele pra loira

 

-Sim, me ajude a levantar.

O lobo volta e ruge pra Tyler que ruge de volta, parecendo mais dois leões do que dois lobisomens, o garoto corre e pula em cima de Kin, mas leva uma mordida do lado da barriga e cai, enquanto estava no chão, leva alguns arranhões bem profundos.

 

-Sua vez Garotinho.- Fala Derik pra Henry.

 

-Cai dentro.- Responde rugindo.

Os dois correm um na direção do outro mas quando o lobo ia morder ele, Henry dá um chute em sua cara o derrubando.

Com o lobo no chão, o garoto começa a chutar e a arranhar Derik que volta pra forma de humano completamente nu, mas mesmo assim, Henry não para de chutar e de arranhar ele.

-Henry para, você já acabou com ele.- Fala Vitória.

 

-Henry, você está bem?- Pergunta Dylan ao garoto que para de ferir Kin e olha pra eles com o rosto cheio de sangue.

 

-Droga, ele perdeu o controle, a lua está forte demais pra ele.- comenta Vitória.

 

-Temos que para-lo antes que ele machuque alguém.

Mas quando Dylan fala isso, Henry corre até onde Spencer, Vitor e os outros estavam.

-Henry, calma, sou eu, Spencer, sua amiga.- Fala a garota dando passos pra trás com o lobisomem bem na sua frente, mas só recebe um rugido como resposta, então ela começa correr.

Ele corre atrás da amiga, alcança e com uma rasteira a derruba. Sobe em cima dela e rugi, passando as garras no rosto dela e fazendo um pequeno corte com as garras da outra mão em seu braço.

-Henry, por favor, sou eu, Spencer.

Mas ele não escuta, levanta a mão pra cortar a garganta da garota quando uma bala entra em seu peito.

-Pai? É você mesmo!? Fala Spencer se levantando e vendo seu pai.

 

-Sou eu mesmo.

Spencer corre pra abraçar o pai, que fica super contente de rever sua filha.

Henry levanta novamente e sobe numa árvore olhando pro casal de pai e filha se preparando pra atacar, quando escuta a voz de sua mãe o chamando. Ele desce da árvore e vê sua mãe ao lado de Willian que estava apontando uma arma pra ele.

-Henry? É você?- Fala Mariana chegando mais perto começando a chorar.

 

-Mãe?- Responde o garoto voltando ao normal.

 

-Filho!- Responde correndo na direção dele o abraçando muito forte e chorando também.

 

-Abaixa essa arma pai.- Fala Spencer.

 

-Não sei se é boa ideia, ele quase te matou.

 

-Desculpa, é o efeito dessa lua cheia, não consegui controlar a transformação direito. Sinto muito Spencer.- Fala Henry.

 

-Tudo bem.

 

-Henry, precisamos do seu poder da cura, Tyler e Ben Estão morrendo.- Comenta Vitória.

O garoto corre onde Tyler estava deitado e pega em sua mão, e começa a utilizar seu poder da cura.

-Vamos Tyler... Vamos. Acorda. Anda.- Fala desesperado.

 

-Se acalme, não irá dar certo se não se acalmar, respira fundo e tenta de novo.- Comenta Dylan.

 

-O que ele está fazendo?- Pergunta Willian.

 

-Alguns lobisomens tem habilidades secretas diferentes da outra, a do Henry é uma habilidade da cura, só conheço dois lobisomens que já tiveram essa habilidade.- Responde Dylan.

 

-Quem?- Pergunta Vitor.

 

-Minha mãe e meu tio, eles usavam pra curar os feridos.

 

-Gente, fiquem quietos, eu não consigo me concentrar direito.- Reclama Henry.

Ele mais uma vez tenta, mas se concentra muito e pensa muito forte em curar Tyler, até que começa a dar certo, o garoto começa a absorver a dor do amigo ferido, até o ponto de cura-lo, porém não totalmente e isso faz ele ficar fraco.

-Acho que é hora da cura grupal, você consegue?- Pergunta Tyler.

 

-Claro.- Responde ele.

Os dois dão a mão um pro outro e fecham os olhos, pensando em curar um ao outro e a si mesmo, a luz começa a se formar envolta de suas mãos e abrem os olhos, que estavam bem amarelos, um amarelo bem forte e soltam as mãos um do outro.

-Agora me ajude a curar o Ben.

 

-Mas eu não tenho o poder da cura, Henry.

 

-Tem sim, Tyler. Vocês usaram a cura grupal, só lobisomens com a cura podem fazer isso.- Responde Dylan.

-Vamos tentar pelo menos.- Fala o jovem.

Os dois se ajoelham um de cada lado e cada um pega numa mão de Ben.

-O que eu faço agora?- Pergunta Tyler.

-Mentaliza ele se curando e pensa em curar ele.- Responde.

-Ok.

E assim é feito, os dois começam a curar Bem, absorvendo a dor dele e depois o curando completamente.

-Uau, nunca tinha visto isso.- Fala Willian.

-Pois é, nem eu.- Fala Luísa.

-Agora sim podemos ir pra casa?- Pergunta Vitor.

-Claro, meu carro está ali.- Responde Willian.

 

 

 

Home Martins

Carlos, Henry e Mariana chegam em casa e vão pra cozinha pra conversar.

-Você está bem filho?- Pergunta Mariana.

 

-Estou sim mãe, só preciso de 2 horas de banheira e 15 horas com minha cama.- Responde ele se levantando.

 

-Henry, a gente precisa conversar sobre aquilo.- Comenta Carlos.

 

-Eu sei.

 

-Por que não me contou que era um lobisomem.- Pergunta a mãe do garoto.

 

-Eu achei que você iria surtar, me pôr pra fora de casa, ligar pra polícia ou sei lá.

 

-Henry! Eu sou sua mãe, independentemente do que você seja, sempre vou te amar e ficar do seu lado, aliás eu iria descobrir uma hora ou outra, tinha muito pelo nas suas roupas, você começou a comer mais carne que o normal e suas luvas de Lacrosse estão rasgadas por causa das garras.

 

-Valeu mãe.- Comenta sorrindo.- Mas e você Carlos? Como já sabia sobre o sobrenatural?

 

-Eu sou metade camaleão e metade humano, sou um metamorfo também. Se liga.- Responde Carlos colocando a mão na mesa e ficando invisível.

 

-Que foda. Mas eu sei que está atrás de mim, da pra ouvir seus batimentos.- Responde Henry.

 

-É uma desvantagem contra seres com super audição. Mas deixa eu te perguntar um coisa, como você e aquele garoto fizeram a cura grupal?

 

-Não sei ao certo, umas vozes apareceram uma vez na minha cabeça e falaram que tinha que segurar a mão do Tyler e pra gente pensar em curar um ao outro e a si mesmo, mas não deu muito certo na primeira vez, aquela foi a segunda vez que fizemos isso.

 

-Interessante. Mariana, você teve algum filho além do Henry? Ou perdeu algum bebê?- Pergunta Carlos.

 

-Não que eu me lembre... mentira, eu fiquei grávida em 1988 e em 1999 de novo, o primeiro bebê morreu no parto, segundo a médica ele se enforcou com o cordão umbilical. Ai depois de alguns meses engravidei do Henry. Tenho até uma caixa com algumas coisas que era pra ser do bebê.

 

-Posso vê-las?

 

-Claro.

 

-Nossa, era pra eu ter um irmão mais velho. Que pena que ele morreu.- Comenta Henry.

 

-Aqui está.- Fala Mariana colocando um caixa de madeira com três letras desenhadas no topo.

 

-TFM? O que significam, mãe?

 

-Tyler Férrer Martin.- Responde Carlos.

 

-Espera, Férrer? Esse é o nome do Tyler do bando do Dylan.- Comenta Henry estranhando.

 

-Como imaginei, seu bebê não morreu, Mariana, ele está vivo e você já conhece seu irmão Henry.

 

 

 

Home Fields

Spencer e Willian chegam em casa, parte felizes por estarem juntos, mas tristes por Helen ter morrido.

-Eu vou tomar um banho e depois dormir, vou demorar raciocinar tanta informação e tudo que aconteceu.- Fala Spencer.

 

-Spencer, temos que conversar sobre tudo uma hora, você sabe que somos caçadores de criaturas sobrenaturais.

 

-É, e meu namorado é um lobisomem, meu melhor amigo é um lobisomem e a namorada dele é uma lobisomem, você acha que vou escolher ser uma caçadora de criaturas sendo que pessoas importantes pra mim são? E outra, Helen morreu por causa disso, não quero que aconteça o mesmo comigo.

 

-Filha, você não é sua tia, você é esperta, você é habilidosa, você é uma Fields.

 

-E o que isso significa, que eu tenho que matar? Não, obrigada, prefiro ser transformada em algo.

 

-Mas está no seu sangue, seu destino é ser uma caçadora, e nós só atacamos aqueles que nos atacam, esse é nosso lema.

 

-Olha, eu aceito, mas vai ser do meu jeito, você vai parar de ficar caçando, só vai investigar um caso se parecer ser sério e o lema da família não vai ser "Nós atacamos aqueles que nos atacam" e sim " Nós protegemos aqueles que não podem se proteger sozinhos". Ok?

 

-Claro. Vou dormir então. Beijos, boa noite.

 

-Boa noite.

Os dois sobem a escadas e vão para seus quartos dormir.

 

 

 

Home Dylan

-Tyler, preciso te falar uma coisa.- Fala Dylan.

 

-Claro, pode falar.

 

-Henry é seu irmão.

 

-O que?- Fala Tyler e Vitória que se surpreendeu também.

 

-Como assim Henry é meu irmão? Eu fui abandonado num orfanato porque minha mãe não tinha condições suficientes pra cuidar de mim.

 

-Isso foi o que te falaram, a verdade é que você foi roubado de um bruxo que queria utilizar você como sacrifício, ai ele hipnotizou a parteira de sua mãe dizendo pra ela falar que você se enforcou no cordão umbilical.

 

-Mas então por que eu não morri?

 

-Minha mãe te salvou e cuidou de você por alguns dias, depois te colocou no orfanato e escreveu aquele bilhete pra você não querer descobrir verdade.

 

-E você sabe disso desde quando?

 

-Quando minha mãe te salvou eu tinha 16 anos.

 

-E o Henry? Ele sabe disso?

 

-Acho que Carlos já deve ter contado pra ele e pra Mariana.

 

-Carlos sabia?

 

-Ele descobriu, eu vi o olhar dele quando você e Henry fizeram a cura grupal, só irmãos podem fazer a cura grupal, por isso Henry escutou as vozes dizendo que ele tinha que fazer com você.

 

-Eu vou me encontrar com o Henry agora, precisamos conversar.

 

-Eu posso ir?- Pergunta Vitória.

 

-Pode, vamos, está de noite e podemos usar a nossa velocidade.

 

-Vou mandar mensagem pro Henry pedindo pra nos encontrar no parque.

 

-Ok.

 

 

 

Home Vitor

Vitor chega em casa e se depara com seu pai bebendo um suco sentando no sofá da sala vendo TV.

-Pai?

 

-Vitor? E você mesmo meu filho? Que milagre.- Responde o homem indo abraçar seu filho.

 

-Estava morrendo de saudades.- Fala o jovem com lágrima nos olhos.

 

-Eu também, agora me conta tudo o que rolou, não, é melhor você ir dormir, aliás comer melhor, você deve estar com fome, aliás toma um banho antes.

 

-Pai! Calma, respira, eu estou bem, eu vou tomar banho daqui a pouco e depois eu como, a única coisa que precisa saber é que eu estou namorando.

 

-Mentira! Sério? Que bom, até que enfim, e quem é?

 

-Luísa Alambique.

 

-Uau. Mas ou, quem sequestrou vocês?

 

-Derik Kin.

 

-O diretor?

 

-Exatamente, mas Dylan o matou depois de Henry ter derrubado e espancado ele.

 

-Nossa, mas espera, Dylan matou alguém? Eu posso usar isso contra ele.

 

-Foi um ato de defesa pai, não pode culpar ele de querer se vingar após Kin sequestrar e machucar ele mais os outros de sua alcatéia.

 

-Alcatéia?

 

-É como os lobisomens chamam seu bando.

 

-Ah, esse negócio de lobisomens nunca vai entrar na minha cabeça.

 

-Na minha também. Eu vou tomar um banho e depois jantar, ai a gente conversa mais, ok?

 

-Pode ser, eu esquento sua comida.

Vitor vai pro banheiro e Jean pra cozinha.

 

 

 

 

Parque

Vitória e Tyler esperavam Henry sentados num banco, até ele aparecer e os dois ficam encarando um ao outro.

-Acho que vocês já sabem.- Fala Henry.

 

-Pois é, Dylan nos contou.- Responde Vitória.

 

-Você realmente não sabia?- Pergunta Tyler.

 

-Não, foi um choque pra mim descobrir que eu tinha um irmão mais velho, e outro maior ainda quando descobri que ele estava vivo e um bem grande quando descobri que era você.- Responde Henry.

 

-Pra mim também, mas e sua... nossa mãe? Ela sabia?

 

-Não, a médica que fez o parto disse que você tinha morrido enforcado pelo cordão umbilical.

 

-É, Dylan nos falou isso. Cara, eu não acredito que eu tenho um irmão, foi sempre um sonho descobrir quem era a minha família, e agora eu percebo que eu já conheço a um tempo.

 

-Pois é, mas acho que você deveria conversar com nossa mãe, ela está esperando você lá em casa, eu fico com você caso você não se sinta bem ou se quiser ir lá outro dia, não tem problema.

 

-Não. Vamos agora, quero conhecer minha mãe melhor.

 

-Então vamos.

Os três saem e vão pra casa de Henry, e quando chegam lá, Tyler bate na porta e Carlos abre.

-Ela está na cozinha.- Fala o homem.

O jovem caminha até a cozinha e vê sua mãe virada de costas bebendo um copo d’água

-Mãe?- Pergunta Tyler e Mariana se vira.

 

-Tyler? Filho!- Responde ela correndo em direção dele dando um abraço e chorando igual ele.

 

-Fico feliz por ele ter finalmente ter reencontrado a mãe e ter ganhado um irmão como você.- Comenta Vitória pra Henry deixando algumas lágrimas caírem.

 

-Ei, você ganhou um cunhado agora.- Responde ele dando um beijo nela.

 

-Vocês precisam conversar a sós um pouco, daqui a pouco voltamos.- Fala Carlos indo pra fora junto com Henry e Vitória

 

-Que bom descobrir que você ainda ta vivo.

 

-Que bom descobrir que tenho uma mãe.

Os dois se abraçam mais uma vez e se sentam por um tempo pra conversarem direito e se conhecerem melhor.

-Ou, você vai ou não pedir minha mãe em casamento logo? Eu sei do anel tá, não deveria deixar ele no quarto dos gatos.- Fala Henry.

 

-Você é insuportável, mas sim, eu e ela estamos juntos desde alguns dias depois que você desapareceu.

 

-Ownt, que fofos, mas e o pedido?

 

-Vou pedir amanhã, vamos ao KaraokêMusic e você irá começar a cantar uma música, ai eu vou e peço ela em casamento.

 

-Nossa, ele planejou minha colaboração sem eu nem saber. Mas eu topo.

 

-Vocês três podem entrar.- Fala Mariana abrindo a porta.

Eles entram e todos se sentam na sala.

-Você vai ficar aqui com a gente?- Pergunta Henry à Tyler.

 

-Vou, nossa mãe disse que posso ficar com o quarto de hóspedes.

 

-O que fica do lado do meu?

 

-Sim, e você irá ajudar na reforma em.

 

-Porra, mas amanhã né.

 

-Pode ser.

 

-Beleza, bem- vindo a família cara. Você dorme lá no meu quarto hoje.- Fala Henry abraçando o novo irmão.

 

-Valeu.

Henry, Carlos e Mariana sobem as escadas e deixam Vitória e Tyler a sós.

-Fico feliz por você ter encontrado sua família.

 

-Obrigado, mas e você? Vai ficar tudo bem?

 

-Vai sim, eu vou juntar minha cama com a sua fazendo uma de casal, e outra, a gente vai continuar se vendo todos os dias, vamos continuar sendo melhores amigos, e eu sou namorada do seu irmão, vou vir aqui toda hora, mas já contou pra Spencer?

 

-Ainda não, vou contar amanhã, ela deve tá ocupada conversando com o pai, além do mais ela viu a tia morrer, não vai ser fácil encarar isso.

 

-É, bom, até mais, beijão.- Fala Vitória com algumas lágrimas nos olhos.

 

-Não chora, eu também te amo, e ainda vamos se ver.- Responde ele com lágrimas nos olhos também abraçando ela.

 

-Eu ainda quero minhas sessões cinemas em.

 

-Pode deixar.

 

-Eu já vou então, até amanhã, como a escola foi queimada eu venho aqui amanhã.

 

-Até.

Vitória sai da casa e Tyler, sobe pro quarto de Henry pra eles irem dormir.

 

 

No outro dia de noite

KaraokêMusic

Todos já estavam prontos pro pedido se casamento que Carlos iria fazer á Mariana, estavam todos dentro do KaraokêMusic, que estava bem enfeitado pois o local havia sido alugado pra essa noite.

-Está nervoso?- Pergunta Vitória a Henry, que estava em cima do palco.

 

-Um pouco.- Responde o garoto estalando os dedos.

 

-Mas aquele dia você cantou pra todo mundo com muito mais gente.- Fala Tyler.

 

-Aquele dia eu fiquei bravo com o Eduardo, e agora ele está morto, af, acho que não vou conseguir.

 

-Ei, não fala isso, você vai arrasar, quando sua mãe passar pela porta você começa.- Comenta Spencer.

 

-Se algum de vocês soubessem cantar, poderiam subir aqui comigo, aliás, Vitor, você canta bem, sobe aqui comigo.

 

-Eu não conheço a música e não é um dueto, é um solo.- Responde Vitor.

 

-Galera, ela está chegando.- Fala Ben entrando.

 

-Nós vamos nos sentar, fica calmo e arrasa, se não eu espalho pra escola inteira que você amarelou.- Fala Luísa.

 

-Valeu, cabelo de salsicha.

 

-Topetão.

Após rirem um do outro, todos se sentam e Henry se prepara pra cantar.

-Ai, eu adoro esse lugar, quem será que vai cantar essa noite?- Pergunta Mariana a Carlos.

 

-Entre que você vai ver.- Responde abrindo a porta pra ela.

Após Mariana entrar, as luzes se acendem e a música começa a tocar, ela vê a decoração linda do local, cheia de corações, com um caminho de rosas da entrada pro palco, e fica sorrindo pra seu filho que iria começar a cantar agora.

 

It’s a beautiful night

We’re looking for something dumb to do

Hey baby

I think I wanna marry you

Is it the look in your eyes

Or is it this dancing juice?

Who cares, baby

I think I wanna marry you...

 

-O que isso quer...- Ia falando Mariana mas todos começam a dançar uma coreografia fazendo ela ficar muito feliz.

 

... Don’t say no, no, no, no-no

Just say yeah, yeah, yeah, yeah-yeah

Se we’ll go, go, go, go-go

If you’re ready, like I’m ready...

 

Henry para de cantar e todos param de dançar e Carlos começa com o pedido.

-Mariana...

 

-Você tem algo a ver com isso?- Pergunta a mulher olhando de uma forma encantada pra Carlos.

 

-Tenho, eu vou direto ao ponto, desde a muito tempo eu quero te falar uma coisa, eu gosto muito do Henry, como um filho aliás, mas a principal causa deu ter passado todos esses dias com você, ter te chamado pra sair aquele, ou todas as outra vezes, foi porque eu estou apaixonado por você, aliás, eu te amo, enfim...- Ele se ajoelha e pega uma caixinha de seu bolso.

 

-O que você...- Ia falando Mariana até Carlos interromper ela.

 

-Quer se casar comigo?- Faz a pergunta esperada por todos.

 

-Eu... aceito.- Responde ela sorrindo e abraçando Carlos.

 

-Abraço? Beijem logo.- Fala Henry.

 

-Eu concordo.- Fala a mãe do garoto beijando o homem e todos começam a aplaudir e Henry volta a cantar com todos dançando.

 

Alguns meses depois

Tudo em Mount Wolf estava tranquilo, Henry e Vitória voltaram a namorar, Spencer e Tyler continuaram a namorar, Vitor pediu Luísa em namoro e ela aceitou, agora ele é um dos mais populares do colégio, que foi arrumado depois do incêndio, Henry que virou o novo capitão do time de Lacrosse também é popular igual Spencer e Vitória que agora são as melhores amigas Luísa. Dylan continua solteiro porém está ajudando lobisomens betas e ômegas a controlarem suas transformações viajando pelo mundo. Ben entrou no School Hill Wolf e começou a namorar Harry e viraram o casal gay mais falado do colégio, porém eles não ligavam. Jean e Shirley ficaram juntos e ela se tornou um tipo de mãe pra Vitor. Willian desistiu da carreira de caçador e virou apenas um vendedor de armas oficial da Polícia. Wesley foi demitido da escola pelo novo diretor que é o treinador André e Lucy voltou pra sua casa e pra sua família, onde todos estavam sentindo falta dela.

 

 

 

Casamento

Todos estavam esperando a noiva entrar com seu pai, Carlos já tinha entrado e Henry mais Tyler eram os cavalheiros de honra junto com Vitória e Spencer. A noiva finalmente chega e todos se levantam, ela chega no altar e o padre começa a cerimônia.

-Você, Carlos Souza Ferreira, aceita Mariana Martin Pereira como sua legítima esposa?

-Aceito, claro que aceito.

 

-E você, Mariana Martins Pereira, aceita Carlos...

 

-Aceito.

 

-Se alguém tem algo contra esse casamento, fale agora ou cale-se para sempre.- Fala o Padre o um silêncio toma conta da igreja.

 

-Então, com o poder em mim concedido, eu os declaro Marido e Mulher. Pode beijar a noiva.

Os dois se beijam e todos da igreja aplaudem, principalmente Henry e Tyler que estavam emocionados com lágrimas nos olhos.

E após os recém-casados saírem da igreja todos já vão pro salão onde iria acontecer a festa.

-Nem acredito como que minha vida está perfeita, tudo está ótimo.- Fala Henry pra Vitor e Tyler

 

-Pra mim também, meu pai está feliz porque encontrou uma nova namorada, eu estou namorando a menina mais popular da escola, meu melhor amigo é um lobisomem, o irmão dele também é e a mãe dele se casou com um camaleão, tem como a vida ficar melhor?

 

-Concordo plenamente, aliás, nossas namoradas são todas melhores amigas.- Fala Tyler.

 

-E pensar que eu achei que eu nunca esqueceria esse ano, agora eu realmente não vou.- Fala Henry.

 

-Eu também não vou esquecer nunca. Aliás e o Dylan? Sem um alpha vocês não ficam fracos?- Pergunta Vitor.

 

-Sim, mas estamos juntos, e juntos formamos uma boa equipe.- Responde Tyler.

 

-Ah, bom vamos dançar?- Pergunta Vitor.

 

-Eu tenho que cantar, aliás agora, já volto.

-Qual música?

 

-Adivinha? Moves Like Jagger!

Just shoot for the stars if it feels right

Then aim for my heart if you feel like

Take me away and make it okay

I swear I’ll behave

You wanted control, so we waited

I put on a show, now I make it

You say I’m a kid, my ego is big

I don’t give a shit

And it goes like this

Take me by the tongue and I’ll know you

Kiss me ‘til you’re drunk and I’ll show you

All the moves like Jagger

 

 

 

I’ve got the moves like Jagger I’ve got the moooooves like Jagger...


Notas Finais


'•' ^_^


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