História Superstar - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias My Chemical Romance
Personagens Frank Iero, Gerard Way, Personagens Originais, Ray Toro
Tags Frerard, My Chemical Romance, Romance
Exibições 7
Palavras 2.886
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeira vez que nem posso ficar falando demais haha
Mas, amo vocês. AMO MUITO!
<3 <3 <3

Capítulo 3 - Capítulo 03 - Livre Arbítrio


Fanfic / Fanfiction Superstar - Capítulo 3 - Capítulo 03 - Livre Arbítrio

 

Capítulo 03 - Livre Arbítrio

 

"Não existe coisa criada que não lute pela vida, mesmo quando não há uma justificativa real" - A Rainha dos Condenados (Anne Rice)

 

Frank analisou a criatura mítica. Um rosto asiático e translúcido com labios vermelhos como sangue vivo, perfeitamente alinhado com o corpo e uma vestimenta e acessórios peculiares. No topo de sua cabeça havia algo semelhante um chapéu, porém com uma aranha enorme, o que fez Frank tremer.

- Não deve temer.

- Ah, você também lê pensamentos. Que surpresa. - Frank mantinha o tom irônico e afastando-se dela.

A criatura notou e rapidamente acariciou a bola de vidro entre suas mãos; Frank sentiu-se leve e em paz.

- Bem melhor, não? E acostume-se. Até você lerá pensamentos também.

- Isso seria bem legal, uma vantagem ao menos. - ele começava a irritar-se novamente. Viu a Morte dando meia volta para sentar-se numa cadeira.

- Sente-se.

- Não quero. Não estou cansado.

- Sente-se, será melhor para conversarmos.

- O seu anjo me disse para eu andar com ele para conversarmos melhor, a senhora me diz para eu sentar para conversarmos melhor. Será que em algum momento poderei fazer o que realmente quero?

- E o que você quer, Frank?

- Quero sair daqui.

- Por que insiste em desejos impossíveis?

- Porque esta é a minha natureza. Me impulsiona. - Frank dizia voraz.

- Você era assim em vida e pretende ser na morte?

- Não estou pretendendo nada. Como já passei da fase da negação, posso admitir que estou morto, mas não aceito, então quando chegaremos na parte da ressurreição?

- Ressurreição?

- Sim, aquela parte onde mortos voltam à vida. A senhora conhece bem.

- Hum, sugere retornar?

- Desejo!

-Assim como Lázaro, outras tantas pessoas e até o Salvador?

- Exatamente.

- Não posso fazer nada por você, Frank.

- Não? E quem pode?

- Deus. Mas somente se Ele quiser.

- E meu lívre arbítrio? Fica onde?

A Morte olhou para Frank e o analisou. Ele recuou alguns passos e reparou no olhar curioso daquela dama negra. Ela nada disse inicialmente, somente o olhou e levantou-se, começou a circundar aquele ornamentado cômodo e fixou os olhos vermelhos nos quadros pendurados na parede. Foi passando de um a um em um silêncio sepulcral, bem natural para o momento. Frank continuava só olhando.

- Você reparou nos quadros? - A dama negra virou-se devagar para ele.

- Não. Não estou com disposição para apreciar arte agora. Ainda assim, ao olhar para estes quadros, ainda que de relance, as imagens pareciam nebulosas, não vi nada além de borrões.

-Ah, sim. - A Morte veio até ele e Frank ainda tentou esgueirar-se, mas não foi rápido o suficiente. A dama o tocou nos olhos rapidamente e um arrepio percorreu-o. Frank fechou os olhos e a seguir abriu-os, pisacndo algumas vezes.

- Olhe agora.

Frank começou a olhar em desgosto. Iniciou pelo quadro que a Morte contemplava, aproximando-se, abriu a boca em espanto.

- Parece meu quarto e eu na cama... Minha esposa do lado.

- Sim. Sua última cena em vida. - A Morte dizia sem emoção.

Frank começou a percorrer o cômodo freneticamente, vendo quadro a quadro e neles estava estampado sua vida. Cada momento mais importante, outros nem tanto, os tristes e alegres, desesperados e tranquilos. Os quadros mudavam suas imagens como uma apresentação digital porém ainda parecida com tinta. Frank viu seus pais, avô, tio, esposa, filhos, os amigos... e ele.

-Não...

- Quer que eu te responda algo sobre livre arbítrio? Ou destino?

- Eu não posso ter vivido a minha vida conforme um boneco, um fantoche num teatro infantil. Não posso! - Frank estava vermelho de raiva.

- Você, nem ninguém é um fantoche, Frank.

- Não? Como não sou, com cada um desses momentos aqui, estampados, sendo esfregados na minha cara como se tivessem sido determinados? Como se no fim, não importa se eu escolhesse azul ou vermelho se estava predeterminado que seria vermelho? - Ele disparava as palavras como se estivesse numa coleira que a sufocava, uma animal enjaulado se debatendo. - Por que Ele faz isso? Por quê?

- Para que vocês aprendam.

- Aprender o quê? A odiá-Lo? A nega-Lo? A dizer que Ele não existe? A ter certeza de que não se importa e não passa realmente de um sarcástico cósmico, como já ouvi falar por um dos autores cristão mais celebrados de meu antigo século? - Frank respirou e continuou a disparar - Sabe de uma coisa? Isso tá tudo errado! Errado demais.

- Errado?

- Sim, errado. Eu sou um ser único, eu faço minhas escolhas, quer sejam boas ou más e devo arcar com as consequências delas. Se eu escolho se quero ir para o Céu ou Inferno ou qualquer outro lugar que a cultura religiosa de uma pessoa apresenta, isto é meu problema, é minha escolha. Isto tudo aqui... - Frank saiu apontando para os quadros - Isto tudo fui eu quem escrevi, que pintei, não foi nada determinado. Nem mesmo as tristezas ou fracassos. Tudo foi por minha opção.

- Se você pintou tudo isto, por que está aqui então? Se, pelo o que fala, você quer acordar, não aceita estar morto? Sua morte não estava predeterminada?

- Todos morremos, é a única certeza que temos após nascer. Só não sabemos a hora. E eu pensei várias vezes em morrer jovem. Cá estamos. O fato de eu estar morto não enseja que eu queira estar morto. Ainda que minha vida estivesse um caos, era a minha vida e... - Frank colocou a mão nos lábios que tremiam. - ...E as coisas iam melhorar. A noite é mais escura antes do amanhecer, como já diziam, e já ia amanhecer.

- Adorei o discurso.

- Depois eu é quem sou a irônico ou sarcástico. – Frank torcia o nariz.

- Há muita ironia na Morte, em mim, mas Frank, isto não vai mudar o fato de que você está morto. Estou aqui pra te comprovar isso e te dizer uma coisa importante.

- Estou extremamente nervoso, dona Morte, por favor faça suas honras logo.

- Você é um típico espírito livre. Fazia tempo que não via um. - a dama negra esboçou um sorriso.

Frank olhou e não acreditava. Sério mesmo que a Morte lhe sorria? 

- Eu agradeço pela honra de poder lhe proporcionar este prazer, de verdade. Acredito que a maioria das pessoas sejam mais dramáticas quando estão em sua frente, basicamente histéricas.

- Sim, basicamente. Mas não se preocupe, ainda há milhares de pessoas para o meu anjo ceifar. Pois bem, venha comigo, vou te mostrar algo.

- Vamos finalmente abrir a porta soldada?

- Não está soldada, apenas pode ser aberta por mim.

- Ah, que novidade.

A Morte meneou a cabeça e conteve o sorriso, dirigiu-se até a porta e abriu-a. Frank estava logo atrás, curioso, olhando para tudo e assustou-se. Pareciam que estavam em alguma repartição pública, pessoas iam e vinham, havia um jardim e uma porta enorme de ferro como entrada. Frank notou que as pessoas não o enxergavam; nem ela, nem a Morte que seguia arrastando sua capa negra enorme e os olhos vorazes continuavam flamejando. Frank não sabia do que se tratava aquele lugar. Seria um hospital? Mas não lembrava um, e agora, ele e a Morte estavam na entrada do prédio. Seguiam por um corredor e havia uma recepção com poucas pessoas, todas extremamente abatidas, pareciam estar sofrendo muito. Frank não estava gostando daquilo. A Morte continuava andando e ele acompanhava. Decidiu quebrar o silêncio:

- Onde estamos?

- Logo você saberá.

 Como poderia ser tão vaga? As criaturas sobrenaturais eram muito prepotentes.

- Eu sei disso.

- Eu pensei de propósito, só para a dama ler. - Frank sorriu de canto.

Se a Morte sorriu ou não, ele não viu, ambos continuaram andando por um corredor largo e enfim, chegaram a uma porta restrita somente a pessoas autorizadas.

- Vamos atravessar a porta? - Frank, de repente, ficou ansioso pela sua primeira experiência sobrenatural.

- Não. - A Morte virou-se para ele e pegou em sua mão. - Já estamos dentro do cômodo.

Frank olhou ao redor e viu três mesas altas e metálicas, azulejos nas paredes e pisos no chão. Aquele lugar...

- Um necrotério. - Frank dizia firme e com um leve tom arrepiado.

- Sim. Vê a última mesa, no fundo? - A Morte lhe olhava e ele balançou a cabeça afirmativamente - Você está ali.

Frank olhou com surpresa, porém não estava com medo. O que sentia talvez não pudesse ser descrito com precisão. Assemelhava a uma sensação de curiosidade, como em alguma aula esperada e fantástica, uma aventura. Ele veria a si mesmo e não seria em um sonho, embora quisesse que fosse tudo um grande e fantasioso sonho; aquilo seria extremamente impressionante.

- Está pronto? - A Morte parecia desafiar.

- É claro que estou. - Frank mostrava toda a sua coragem.

A dama negra sorriu e andou à frente, ele seguiu os passos dela e rapidamente pararam.

Frank aproximou-se da mesa e viu seu corpo nu, esticado, assumindo a coloração e rigidez cadavérica, os lábios começavam a perder a cor e não havia nenhum corte o qual pudesse indicar que já havia acontecido a necrópsia.

- Eles ainda não realizaram a necrópsia. - a Morte falava  calmamente.

- Percebi. - Frank rebateu e continuou olhando seu próprio corpo sobre aquela superfície lisa e fria e ainda estava atordoado. Como poderia ser possível? Isto acontecia com todos os que morrem? Todos vêem a si mesmo, assim, desta maneira?

- Não, nem todos. - A Morte lhe respondia.

- Por que está acontecendo comigo?

- Porque você compreendeu estar morto, mas deseja voltar à vida. Assim, é necessário que façamos desta maneira.

Frank não disse nada, nem gesticulou, apenas permaneceu contemplando seu corpo:

- Tão jovem, bonito. - ele sorriu e a Morte lhe olhou.

- Espíritos livres- A Morte disse simplista.

- E agora? Vamos ficar aqui até que venham fazer a necrópsia? Ou já posso ressuscitar antes que drenem todo meu sangue, embaralhe meus órgãos, tirem pedaços de meu cérebro?

- Você permanecerá aqui. Meu trabalho com você acabou.

- Sério? Agora que começava a gostar de sua companhia.

- Por gentileza, Frank, não me adule. - a Morte balançava a cabeça divertidamente.

- É sério. Sempre imaginei a senhora. Eu a chamava de "A Dama do Vestido Negro". Eu e ... - Frank parou, a imagem masculina que lhe veio à mente parecia mais ter sido um impacto de marreta em uma pedra. Ele ofegou.

- É por isso que quer voltar à vida, não é? A razão desta tortura mortal que seu espírito mergulha como um ser que não se limita a atravessar os mais profundos abismos ou saltar dos mais altos montes...Não se torture. Logo, tudo passará.

- Só vai terminar quando eu quiser, e neste ponto, não vai terminar nunca.

- A eternidade agora é realidade, Frank. Portanto, comece a repensar o que não vai terminar e o que vai terminar. O que é pra sempre e o que não é.

- Eu estou começando a tomar conhecimento disso. – ele disse em exaustão.

- Como disse, meu trabalho terminou. Você já ficou bravo, o que é o que eu proporciono às pessoas. Ira, cólera, inconformismo. E você superou isto com seu desabafo. Lembra do livre arbítrio?

- Sim.

- Você não me deixou responder e agora te digo. O livre arbítrio existe, mas poucos verdadeiramente o usam. Deixam-se levar pelo que chamam erroneamente de "Destino" e apegam-se a desculpas das quais conhecemos bem: "Deus quer assim", "Se aconteceu isto, é porque era pra ser assim", "Não posso lutar contra meu destino"... O Destino existe mas não como as pessoas pensam. Ele é muito especial e há um toque vibrante dele em você. Mas ainda com este toque, você é um espírito livre, alguém que possui coragem suficiente para carregar suas escolhas e se orgulhar delas, mesmo os fracassos. E quando isto acontece, você tira uma lição. Vê uma oportunidade para ser melhor, para experimentar algo novo, para quebrar suas próprias regras. As outras regras, bem, estas você analisa e se não ferir seus princípios, você as segue, se ferir, você as destrói de sua vida.

Frank estava extasiado com o discurso.

- Eu... Estou altamente impressionado. Eu estava me sentindo um lixo, uma das piores pessoas do mundo. Tudo estava errado, mas eu ainda estava lutando, como alguém que rema contra uma maré. Estava com raiva, tanta raiva que não sabia mais se conseguia acreditar em Deus. Olhava pra mim mesmo e me sentia responsável por minhas escolhas e se eu estava na merda, com o perdão da palavra, a culpa era minha. Mas, sempre existe um novo dia e seria o dia que eu iria tentar me levantar. Deus? Deus só precisava me dar força, eu não poderia exigir mais. Ele já é bem ocupado. - Frank sorriu e a Morte lhe correspondeu novamente.

- Sim, Ele é bem ocupado, mas sempre tem tempo em sua própria eternidade.

- Mas, eu queria não dar tanto trabalho.

- Você como uma boa criatura Dele fez uma boa jornada. Pare de se martirizar, por gentileza. Tenha em mente que seu livre-arbítrio foi bem usado e vou te contar mais uma coisa, só pra fazer sua mente espiritual funcionar melhor.

Frank ficou curiosíssimo e indagou:

- Por favor, conte-me!

- Como eu disse o livre arbítrio é real, mas o destino também é. Todos os seres humanos nascem livres para escolher e serem responsáveis por suas escolhas, assim como cada um de vocês nasce com seu destino próprio e entrelaçado a de algumas pessoas. Conforme a vida caminha, sua vida se entrelaça com estas pessoas e se põe frente ao seu livre arbítrio em relação a cada uma delas. Se permanecerão na sua vida ou não, se as ignorará, se fará bem ou mal; bem como acontecimentos sem qualquer participação sua: como a família onde nasce, o país, a condição econômica e inúmeras situações. O que você vai fazer a partir disto é o que você chamará de "sua vida". O mais importante é que, haja um equilíbrio entre estas duas esferas; nem atribuir tudo ao livre arbítrio, pois tem coisas que realmente são inexplicáveis e nem atribuir tudo ao destino pois você tem poder sobre sua vida. No fim, vocês escrevem sua própria história e assim, você pode ficar tranquila de que não é nenhum fantoche.

Frank estava em choque. Estas criaturas resolviam discorrer sobre a resposta para as perguntas que mais atormentam os humanos somente quando se morre? É brincadeira!

- Querida dama, me perdoe, mas é uma tremenda sacangem saber disso tudo só agora, tá bem? - Frank estava muito indignada. - Poxa, vocês não facilitam em nada!

- Frank, me perdoe você, pois já facilitamos muito dando tempo e cérebro para vocês. Se vocês não fazem bom uso destes "recursos"... - a criatura enfatizava firmemente em sua fala assertiva - ... não venha nos culpar por vossas próprias incompetências e negligências.

Frank sentiu-se nocauteado. Aquela dama de milhares de anos estava lhe passando um sermão? E o pior nem era isso, era ter de abaixar a cabeça e concordar com a afirmação.

- Perdoe-me, dama. Eu entendi perfeitamente e concordo em gênero, número e grau. A maioria de nós se mostra terrivelmente incompetente, negligente, imperito. Somos indignos. Desconhecemos nosso próprio poder e queremos culpar os outros ao invés de nós mesmos. - Frank contraiu os lábios, envergonhado.

- Que ótimo que entendeu bem, agora que eu já disse tudo o que necessitava dizer e já te apresentei seu próprio corpo, necessito ir.

- Adeus, dama do vestido negro.

- Adeus, Frank espírito livre.

- Querida dama?

- Sim?

- Mas, há coisas que mesmo não querendo, nós não possuímos controle, não é? É como se estivesse determinado em nossa jornada... não é?

A Morte lhe sorriu uma última vez, aquele sorriso sombrio e costumeiro que Frank recebeu desde que encontrou-a. Ela deu uma meia volta serena e com voz baixa, respondeu:

- O que acha?

Frank esboçou um sorriso e piscou os olhos ligeiramente, no instante seguinte estava sozinho ao lado de seu corpo imóvel. Olhou em volta e nem mesmo um ruído se fazia ouvir. Esticou a mão para tocar seu próprio corpo e verificou que não sentia absolutamente nada. Nem a textura da pele, tampouco a temperatura.

- É assim mesmo.

Uma voz poderosa ressoou e Frank sobresaltou-se. Virou-se e viu um homem, ou parecia ser um homem, estava num terno impecável. Parecia ter uns sessenta anos, altamente conservado, se considerarmos padrões terrenos. Frank analisou seu rosto e ele também parecia lhe analisar, talvez esperando a pergunta óbvia, que não demorou a vir.

- Quem é você? - Frank parecia adivinhar a resposta a seguir.

Um breve sorriso apareceu nos lábios finos e a voz ressoou novamente:

- Eu Sou o que Sou.

Frank estremeceu. Ele sabia bem o que aquilo significava e olhou-o profundamente, dizendo:

- Enfim. Deus. É pelo Senhor mesmo que eu estava esperando.

Ele ainda lhe sorriu mais uma vez.

 

"Deus é o segredo oculto do universo." - A História do Ladrão de Corpos (Anne Rice)

 


Notas Finais


LÁ VEM DEUS, MINHA GENTE!
OBRIGADA POR LER!!!!!!!!!! VOCÊS SÃO LINDOS!!!
<3 <3 <3


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