História Superstar - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias My Chemical Romance
Personagens Frank Iero, Gerard Way, Personagens Originais, Ray Toro
Tags Frerard, My Chemical Romance, Romance
Exibições 8
Palavras 2.977
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ELE ESTÁ ENTRE NÓS!
Tia tá tão rápida na postagem que precisa permanecer calada haha
BOA LEITURA! MIL BEIJOS!

Capítulo 4 - Capítulo 04 - Canção Deserta


Fanfic / Fanfiction Superstar - Capítulo 4 - Capítulo 04 - Canção Deserta

Capítulo 04 - Canção Deserta

 

"Minha canção é dolorosa demais para ser cantada." - Pandora (Anne Rice)

 

Frank circundou a mesa e ficou frente a Ele.

- Obrigada por me deixar na companhia do anjo da morte, de acordo com meus pensamentos e também da minha querida dama do vestido negro, porém é pelo Senhor que espero desde que tudo isto começou.

- Continue.

- Eu preciso voltar. Já compreendi que estou morto mas necessito ressurgir e só o Senhor pode fazer isto.

- Creio que a Morte lhe disse que isso só acontecerá se Eu realmente quiser.

- Ela me disse.

- Então, vou lhe dizer a Minha vontade.

Frank aguardava.

- Você não irá ressuscitar, Frank.

- E por que não? - Ele tentava não elevar a voz.

- Porque não é necessário.

- Como não? Eu tenho assuntos pendentes, preciso resolvê-los.

- Não, você não tem nenhum assunto pendente.

- Tenho sim. Tenho minhas canções para torná-las públicas e criar muitas mais, ainda que o anjo da morte tenha me dito que basta eu ter encontrado e assumido meu verdadeiro dom, tenho uma esposa e três filhos para suprir e amparar, tenho amigos a aconselhar, tenho... tenho... - Frank pausou, porque se tornou tão difícil falar nele?

- Você não tem, Frank. Você acha que tem.

- Senhor, não é possível! Eu não posso estar aqui. Como eles seguirão sem mim?

Ele o olhou e disse numa calma impressionante:

- Eles precisam seguir sem você. Não porque você é menos importante, mas para que valorizem o tempo que passou ao lado deles. Seu tempo acabou, agora é hora de seu descanso.

Frank estava confuso. O que Deus queria lhe dizer? No fim, estar morto não seria uma "punição" ou até uma experiência daquelas que pessoas passariam para poder retornar à vida e a valorizar adequadamente?

- Não é uma punição, Frank, todos nascem, vivem e morrem. Pulei o "reproduzem", pois ultimamente as pessoas estão preferindo não ter filhos, ou não podem, ou adotam... - Deus sorriu e Frank gostou do tom humorístico naquela resposta.

- Certo. Ao que parece também não é uma experiência de valorização. Sei que todos morrem, eu só não queria morrer agora, entende? E eu só precisava de umas férias, trinta dias, um Cruzeiro, um mochilão pela Europa... E não um descanso eterno, longe de tudo e de todos. - ele gesticulava freneticamente.

- Sim, entendo, mas isso não é negociável e tampouco caso pra ressurreição. Também não será uma experiência de valorização em seu caso. E quando você compreender o que é descanso eterno, tenho certeza de que vai me perguntar por que você não morreu antes. - Deus sorriu alegremente.

- Como assim em meu caso? No que sou tão diferente? - Frank estava cada vez mais confuso com aquela conversa - Eu até pensei em morrer jovem sim, mas eu lembro que tinha dito "com cinquenta anos", tá? Não sei bem se o Senhor faz contagem de anos aqui, mas devo afirmar que no meu caso a morte tá adiantada, hein! O Senhor é de Humanas também? – Frank exibia seu lado sarcástico.

- Pare, meu filho! Você é engraçado mesmo! - o Todo Poderoso sorriu novamente e respondeu: - Não é a diferença que você faz soar como se fosse má. Eu criei vocês com singularidades, embora alguns possuem coincidências e isto fazem com que sejam as pessoas mais bem relacionadas, aquelas que conseguirão passar suas vidas um ao lado do outro. Você morreu porque chegou o momento, não é uma punição, uma experiência para valorizar a vida ou até uma punição para aqueles que agora se desesperam por sua perda. Você irá entender.

- Por que vocês têm de falar assim? "Irão entender", " logo tudo será revelado"? Falam por incógnitas e mistérios como se fosse um filme de suspense, uma caça ao tesouro, sei lá mais o quê!

- Eu entendo sua impaciência, Frank. Você ainda possui emoções humanas, entendimento humano e com isto seu processo de transição torna-se mais lento, mas não me preocupo. Você é uma das minhas melhores criações e eu tenho orgulho disso.

Frank surpreendeu-se. Deus em pessoa, espírito, vibração, sei lá, o elogiava? Isto começava a ser bom. Gostou disso.

- Certo, certo. Gostei muito dos elogios, Senhor. Sei que está querendo me comprar...

- Já te comprei quando Meu filho morreu por você na cruz, lembra?

- Ah! Não me venha com acontecimentos bíblicos. Pare de gracinhas. - Frank apontava o dedo indicador para Ele. Deus sorria. – Respeito o Salvador, mas vamos com calma.

- Vamos lá, quer realmente ficar aqui?

- É lógico! Quero ver o que farão com meu corpo. Vai que algum legista safado seja adepto da necrofilia. Não posso facilitar.

- Você é um espírito agora, o que faria para impedir algum abuso? - Deus parecia curioso.

- Por isso mesmo. Vou assombrar os canalhas. E o Senhor está ao meu lado, isto deve servir para alguma coisa também. - Frank sorriu e Ele acompanhou - Além do mais, o Senhor ainda pode me ressuscitar antes que eles me drenem, baguncem meus órgãos e cerrem meu cérebro.

Deus riu alto. Frank até assustou-se com a reação do Criador.

- Meu filho, por gentileza, desista.

- Jamais. E se não queria que eu fosse assim, deveria ter me criado de outra forma. - Frank era ousado.

- Embora você seja muito ousado, eu gosto desta maneira mesmo. Como já disse, tenho orgulho de você.

Frank esboçou um meio sorriso, porém uma certa angústia o tomou.

- O que foi? - Deus o olhou com ternura.

- Gostaria de ter ouvido isso dos meus pais.

Deus circundou a mesa e colocou a mão sobre o ombro dele.

- Você deu. Como eu já disse, logo você entenderá tudo.

Frank balançou a cabeça e ergueu os olhos. Um espírito poderia chorar?

- Claro. De uma maneira diferente, mas sim.

- Acho que já me acostumei com essa coisa de leitura de pensamentos. - Frank riu novamente.

- É melhor mesmo.

De repente, um barulho forte soou. Era a porta metálica que rangia ao ser aberta e logo em seguida, um estrondo ao ser batida. Os legistas adentravam-se no recinto.

- Um dia você ainda arrebenta esta porta. - o homem mais truculento e que parecia adepto de academia dizia ao outro, magro e de aparência intelectual.

- Sou magro mas sou forte. - riu seco - E não há nada aqui que possa se incomodar com o barulho. - ele pausou - Assim espero.

Ambos se aproximaram da mesa onde jazia o corpo de Frank. Se entreolharam e o mais truculento disse:

- Deus é sádico, cara. Ele é praticamente um garoto.

- Realmente é muito novo. - dizia o magro após ler algo numa folha presa a uma prancheta ao lado da mesa. – Só 32 anos, mas parece muito mais novo, 23, talvez. Só pode ter sido o coração. Ele não tem aparência de usuário de drogas ou acometido por quaisquer doenças venéreas. - Ele chegava mais perto e verificava a cabeça de Frank. - Não há sinais de impacto.

- Pode ter sido suicídio. Pílulas e álcool.

Frank olhou para Deus que permanecia calmo e disse:

- Que beleza! Virei objeto de estudo por dois desconhecidos. Ao menos não parecem ser necrófilos.

Deus permanecia atento e com semblante alegre e a análise dos homens continuava.

- Bom, vamos direto ao ponto. Ainda aposto no coração. Os jovens estão morrendo muito disso. Eles não aguentam a pressão que sofrem.

- Isso é. Li a respeito.

- Pegue o bisturi para mim.

Frank observou atento e disse a Deus:

- Ainda dá tempo de me ressuscitar e não ter mais trabalho para fazer este tipo de coisa depois.- o Soberano olhou-o e aguardou. - Se não me ressuscitar agora, na hora do funeral dará mais trabalho. Vai ter de colocar sangue em mim, um novo coração provavelmente e um novo cérebro, completo. – Frank sorriu exibindo todos os dentes.

- Você não desiste?! - Ele lhe sorria.

- O Senhor sabe que não e sei que vai me surpreender. Ainda não tenho certeza do que me pedirá em troca, mas estou disposto a me esforçar para atender o pedido. - ele olhou rapidamente para o legista que manejava o bisturi e fazia-lhe o corte em V na altura do peito e ao meio até a púbis.

- E o que eu poderia pedir? Tem alguma idéia? – Deus parecia interessado.

- Hum. Pode ser para que eu dedique a minha vida em missões de paz, lute contra a fome, vá viver entre os refugiados e lhes dê um pouco de alegria e amor, cuide de crianças ou idosos. Seja abstinente e me dedique ao ensinamento das Escrituras. Seja uma santo.

 Deus literalmente caiu na gargalhada. Frank olhou assustado para aquela situação. O Todo Poderoso se curvava no chão de tanto rir e ainda achava estranho toda aquela situação com mais duas pessoas naquele cômodo que não poderiam fazer idéia de que o espírito do defunto e Deus estavam ali do lado deles.

- O Senhor que parar com isso e agir como o Todo Poderoso que é. - Frank parecia dar uma bronca em Deus.

Aos poucos Ele se levantou, ainda rindo e tentando se controlar. Por fim, soluçou, tossiu e disse:

- Eu devia ter programado sua morte anteriormente. Você é uma criatura especial, Frank. Deveria ter você perto de mim muito antes.

Frank riu e abanou a mão como um gesto de "deixa pra lá", como se Ele fosse um velhinho gagá o qual ele devia ter paciência.

- Enfim! - ele suspirou. - Estou vendo que meu retorno será triunfal. Certo, eu espero.

- Óh céus que Eu criei! Vamos nos concentrar aqui, está bem?  - Ele a olhou e Frank apenas dirigiu o olhar para a necrópsia. No momento, os legistas lhe drenavam um pouco do sangue. - Mas, devo dizer que nenhuma das suas sugestões me passaram pela cabeça. Muito menos a de abstinente.

Frank gargalhou e tocou o ombro Dele, dando-lhe dois tapinhas leves.

- Realmente, o Senhor me conhece. - ele piscou e Ele balançou a cabeça tentando não sorrir. Frank adorou aquilo e voltou os olhos para a necrópsia.

Os legistas não falavam muito e quando falavam era alguma coisa aleatória. Frank estava fixado no seu corpo que estava aberto e sendo explorado da forma como ele nunca imaginaria ver: de dentro. O legista com cara de intelectual analisava o coração de Frank e disse rapidamente:

- Você tinha razão. - ele dirigiu-se ao mais truculento.

- Eu sabia. Após 25 anos, eu preciso ter alguma credibilidade, né?

- Pode colocar no relatório que foi um infarto agudo do miocárdio.

Frank olhou para Deus e suspirou:

-Muita pressão dá nisso.

Os legistas verificavam os outros órgãos, mas nada parecia anormal. Neste caso, não haveria a necessidade de abertura do crânio. Logo começaram a costurá-lo. Frank e Deus olhavam a tudo em absoluto silêncio; os legistas trocavam palavras mas muito aleatórias. Após alguns minutos tudo estava feito.

- Pronto. Vou lavá-lo e em cinco minutos poderá chamar Zabeth para embalsamá-lo, caso a família tenha solicitado, e trocá-lo. - o mais velho dizia ao magro que somente meneou a cabeça afirmativamente.

- Estou saindo, logo a Zab aparece por aqui.

Ele saiu e o outro legista continuou com os últimos pontos até fechar completamente o corte. Em seguida, pegou uma mangueira ao lado e apenas jogou a água para retirar o sangue que havia derramado no corpo de Frank. Logo, o corpo estava limpo novamente. Nisto, a porta abriu-se e uma mulher negra, de meia idade entrava com uma sacola de papel e uma maleta em suas mãos. Ela se aproximou do legista.

- Hey. - ela disse rápido e ele respondeu baixo. Ela olhou para Frank e suspirou: - Que maldade.

- Pois é. Coração.

- Ninguém está aguentando mais viver neste mundo, não. Acho que eu e você só estamos aqui ainda porque adquirimos uma "casca grossa". Os que vieram após nós já caíram no inferno completo, antes a gente estava no purgatório.

- Concordo, Zab. Imagine como ainda ficará.

- Nem me fale, pois senão vou acabar falando que felizes são eles, os mortos, pois já não precisam mais viver. Eles já descansam e nós continuamos aqui.

- Descansa o caralho! - Frank respondia para a profissional como se ela pudesse ouví-la e colocou a mão na boca, se dando conta do que disse.

- Vai descansar. - Deus apertava a mão de Frank, não se importando com a palavra usada. Ele suspirou pelo toque. Sobrenaturalmente aquilo realmente lhe deu um pouco mais de paz, porém suas emoções humanas ainda eram muito latentes, não pôde evitar o rompante de inconformismo que voltou a assolá-lo.

- Posso começar? - a senhora indagava com voz média.

- Claro que sim, só a enxugue bem. Acabei de lavá-lo.

- Sem problemas. - Zabeth colocava a sacola grande de papel numa cadeira, provavelmente contendo a roupa separada para trocar Frank e preparada por Cindy, em cima de uma base de inox ao seu lado. - Ele me lembra alguém.

- Pois é, pensei nisso também. - O legista já retirava suas luvas e iniciava a lavagem de suas mãos. - Acho que lembrei, Zab. Ele parece aquele músico que toca sempre na loja de discos. Já foi lá?

- Hum, é verdade. Os cabelos escuros, essa pele, o corpo de garoto, ele possuía um sorriso encantador, de criança.

- Isso mesmo, é ele. Estava sempre com outros também. - o homem tomou sua prancheta e despediu-se de Zabeth. - Até mais, Zab. Deixe-o bem arrumado. Músicos são enviados dos Céus para nos fazer a esquecer a dor de viver.

- Pode deixar. Depois tomamos um café juntos.

O legista acenou e retirou-se da sala. Zabeth enxugou o corpo de Frank e ele estava emocionado pela frase do legista. Deus só o olhava, talvez estivesse aceitando o fato de estar morto e rumo ao além.

- Não, não estou! - Frank se surpreendeu ao ver que agora era ele quem havia lido um pensamento. - Deus! Li seu pensamento!

- Viu só? Já está passando para nosso lado. - Ele piscou.

- Nada. Deve ser a influência do Senhor. Seu engraçadinho.

Deus riu levemente e voltou a olhar para Zabeth que agora retirava a roupa da sacola.

- Hora da verdade! - Frank ficou do lado de Zabeth que puxava uma peça vermelha.- Meu terno de casamento. - ele parecia feliz. - Ao menos ressuscitarei com dignidade. - Os sapatos pretos brilhantes. Puxa, ao menos uma coisa boa. - Frank sorriu e foi para o lado de Deus mais uma vez.

- Satisfeito?

- Sim. Vou ressurgir impecável.

Deus balançou a cabeça e permaneceu olhando a troca de roupa juntamente com Frank. Zabeth terminou de secá-lo e também a mesa que lhe dava suporte. A seguir, começou a passar pelo corpo de Frank o que parecia uma solução líquida. Supostamente seria o embalsamento. Com certeza, sua família deve ter solicitado este procedimento pois o corpo deveria permanecer resistente a horas a mais de funeral, por conta de parentes e amigos que moravam distante. Ela terminou e então vestiu e colocou os sapatos em Frank.

- Espero que esta solução mumificadora seja boa. Não quero começar a feder. - Frank tentava cheirar seu próprio corpo. - Não sinto nada, que droga.

- Não se preocupe. Sua família pediu que fosse feito um embalsamento com óleos especiais, então você está cheiroso, tá bem? Você é impossível. - Deus o olhava divertido.

Frank sorriu e continuou prestando atenção em Zabeth que, levantou um pouco os braços de Frank e dobrou-os com certa força para que pudesse colocar as mãos dele sobre sua barriga e entrelaçar seus dedos. Assim o fez e estava terminado.

- Descanse em paz.

Zabeth saiu e não demorou muito para que três pessoas entrassem no recinto, agora com o caixão.

- Belo caixão. - Frank riu. - Ao menos estou sendo atendido. Sempre falei das minhas vontades ao morrer  e minha família está as cumprindo, porém estou ansioso pela cerimônia fúnebre e as flores. - Frank ponderou - Ah, as flores. Isso seria um problema.

O caixão foi deixado de lado e  aberto, era um pouco estreito e com tecido branco, não era muito comprido e a tampa era única. Dois homens colocaram Frank dentro da mortalha enquanto o terceiro verificava se estava tudo certo. No instante seguinte, provavelmente um responsável do necrotério veio checar se estava realmente tudo em ordem e assinar mais papéis. Isto não demorou e logo o caixão fora fechado.

- Adeus, Frank morto. Nos vemos daqui a pouco. - Frank olhava para Deus que balançou a cabeça em afirmativo.

Os três homens saíram juntamente com o responsavel do necrotério carregando o caixão rumo à saída e ao carro fúnebre.

- Então vamos? - Frank erguia a sombracelha para Deus.

- Sim. Espero que esteja preparado.

- Claro que estou. Pronto para ressurgir.

Deus caminhava com Frank até a porta de saída do necrotério, em silêncio. Logo, como por um passe de mágica, ambos estavam dentro do carro fúnebre.

- Vamos de carro? - Frank se surpreendia.

- Isto mesmo. Dar uma última volta em sua cidade. – O Todo Poderoso sorriu conjuntamente com Frank e tentou não considerar a última frase. Ele acreditava que Deus o ressuscitaria e haveria um motivo pra tudo isto chegar a este ponto.

O carro saiu devagar do estacionamento, o motorista tranquilo ao volante mal poderia imaginar que transportava o corpo de um homem e que seu espírito estava naquele carro. Muito menos ainda, Deus. Fantástico demais.

 

"Perder tudo que você compreende e trata com carinho... quem pode suportar isso?" - O Vampiro Lestat (Anne Rice)

 


Notas Finais


TOU NEFOSSAAN.
E vocês?!?!
<3 <3 <3


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