História Supreme God - Capítulo 6


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Categorias Mitologia Grega, Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bruxas, Escolar, Mitologia, Mitologia Grega, Obscuro, Romance, Suspense
Exibições 13
Palavras 1.658
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Luta, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


**Fobos: Deus grego do Pânico, irmão gêmeo de Deimos, o Deus do medo.**

Capítulo 6 - Vulto Negro


Fanfic / Fanfiction Supreme God - Capítulo 6 - Vulto Negro

Cap. anterior:
Ele pediu passagem com sua língua, e eu deixei com que nossas línguas dançassem. Até o momento estava sendo tão mágico, até que...
             Circe Off.
         
             Litsa On
Estava à caminho de minha humilde residência acompanhada das meninas, menos de Circe, quando me dou conta de que tinha esquecido o meu óculos dentro do armário do banheiro da Gredel. Ai meus Deuses, eu sempre faço isso...
Litsa: -Gente! Esperem, eu esqueci meus óculos dentro do armário do banheiro!!
Gredel: -Litsa, você nunca usa aqueles óculos. Por que tá tão nervosa? -Diz andando em frente.
Litsa: -O problema é que minha mãe não gosta que eu não os use. Se eu chegar lá sem os benditos óculos, ela não vai deixar eu passar o fim de semana na sua casa, o inteligência pura.
Gredel: -Ah. Então vá logo! Estaremos te esperando aqui nesse campo, ok?
Nem respondi e sai correndo desesperada em direção à casa de Gredel. Cheguei, entrei e fechei a porta da entrada. Foi quando eu subi as escadas e caminhei pelo corredor largo. Daí abri a porta do banheiro, e vi... Er... AI MEU ZEUS. A Circe estava aos beijos com o lindão do Prian!! Quem diria, em, chefinha! Ela estava toda enrolada à uma toalha branca, e ele estava enrolado só da cintura pra baixo, deixando seu peitoral à mostra.
Quando os dois perceberam minha presença, se separaram as pressas, ainda deixando um pouquinho só de baba cair de suas bocas sobre o chão (Giih:/Que nojinhooo!! >_< /). Eu não consegui segurar e comecei a rir da cara deles. Pois é, estavam hilárias. Circe ficou vermelha, literalmente. Nunca tenha visto ela assim... Hahaha.
                Litsa Off.

                Prian On
Eu e Circe estávamos em um momento surpreendente é lindo, quando uma pessoinha entrou no banheiro para estragar esse momento. Aff. Nos separamos rápido e a coisa ruiva ficou rindo. Parecia mais é que estava morrendo, isso sim. Fiquei meio envergonhado e virei para a parede ficando de costas pra elas.
                Prian Off.
               
                Circe On
Meus Deuses... Por Atena... Que vergonha dos submundos de Hades! Litsa entrou e nós nos separamos ligeiramente. Ela começou a rir igual uma louca, e Prian se virou contra a parede, ele estava vermelhinho. Que fofo. Litsa não parava de gargalhar e isso me deixou estressada.
Circe: -Litsa! O que veio fazer aqui?! Pare de rir, agora mesmo!
Litsa: -Ahahaha... Eu só vim buscar os meus óculos, chefinha. Nada à mais... À propósito... O que vocês estão fazendo aqui no banheiro sozinhos, em, safadinhoooss?! -Diz com aquele jeito dela que me dá nos nervos.
Circe: -Não te interessa, desmiolada! Arg, quer saber? Saiam! Andem, vocês dois! Eu só quero tomar um banho na paz de Ceres, poxa! -Disse eu, apontando pra porta.
Litsa pegou os óculos dela no armário e saiu correndo dizendo que ia se encontra com as meninas. Prian saiu pela porta, mas antes de fecha-la, disse: "Ah, Circe, a vossa senhoria está usando a minha toalha...". Depois de dizer isso, ele me deu uma piscada com um dos olhos e se foi. Por um momento, fiquei aliviada. Deitei na banheira branca e relaxei. Mas aí lembrei que não tinha trocado a água da banheira em que estava e levantei depressa. Oh, meus Deuses, onde fui parar?!!
                 Circe Off.
     
                 Hécate On
Lá estava eu sentada em meu trono feito com pele de dragão que fica em meu sagrado templo, lendo uma carta mandada por Circe avisando que vai passar o fim de semana na casa da "amiga" dela. Isso não foi uma notícia muito boa, já que no colégio interno, ela fica a semana toda lá e só volta no fim de semana. Posso ser a pior espécie de Deusa vinda do caos, mas uma coisa que eu odeio admitir é certa: sim, eu amo minha querida filha. Qual mãe não amaria uma moça tão educada quanto Circe? Talvez algumas, mas não todas. Só que eu não gosto de demonstrar isso, prefiro educar minha Circe do jeito frio.
Enfim, eu tinha acabado de ler a certa carta, quando vi um vulto negro se formando em minha frente. Claro, já sabia de quem se tratava.
A massa de energia preta foi se formando e criou um homem alto de vestimentas pretas e escuras. Seus cabelos eram pretos azulados e seus olhos eram vermelhos. Sua cor de pele era um moreno pálido, como se nunca tivesse saído para ao menos ver o sol. Eu fiz uma cara de tédio e botei uma das minhas mãos na cabeça, demonstrando que não estava nem ligando pra sua presença.
???: -Olá, velha amiga... Estava sentindo minha falta, querida?
Hécate: -Aah, o que você quer, Fobos...?
Fobos: -Ah, amorzinho... Eu estava com saudades. Você não sentiu saudades de mim? -Pergunta ele se envergando para ficar à altura que eu estava (que no caso eu estava sentada no meu trono de pele de dragão. Sim, eu amo me exibir com o meu querido trono de pele de dragão U_u).
Hécate: -Sinceramente... Não, nem um pouco. -Digo fria e seca.
Fobos: -Ah, minha pequena feiticeira... Não fale comigo assim... Você sabe que eu não gosto de ver sua carinha emburrada. Vamos, dê um sorriso para mim, que me arrisquei a vir lá das profundezas até a superfície humana, só para te ver. -Diz ele segurando meu queixo e o inclinando para cima, me fazendo encarar sua cara. Eu deu um tapa na mão dele que a fez soltar meu rosto.
Hécate: -Não me toque, seu nojento. Diz logo o que você quer comigo, vai... -Digo voltando a minha mesma posição e expressão de antes.
Fobos: -Não, não, doçura. Não me trate assim. Eu vim aqui pra lhe fazer uma proposta... Heheheh -Diz com um sorriso de canto de boca. Já imaginava que era algo legal. Até me empolguei um pouco.
Hécate: -Hum, e qual seria essa tal... Proposta, em...? -Disse me levantando e o encarando de frente.
Fobos: -Bom, gracinha, eu sei que seu sonho sempre foi ser tão cultuada quanto Zeus sempre foi desde eras remotas. Então eu estive pesquisando sobre algo de seu, quer dizer, de nosso interesse e... -O interrompi.
Hécate: -Chegue direto ao ponto!!
Fobos: -Okay, bonequinha de voodoo... Enfim, eu descobri uma coisa mística. Uma espada. Sim, uma espada mística feita com os trovões e raios de Zeus e as próprias lágrimas dos Deuses. Com ela, tenho certeza que conseguiremos um novo mudo juntos! Ahahaha...
Hécate: -Hum... Como assim, "juntos"? Eu não dividiria meu reinado com você nem a custo da morte de Zeus. -Disse encarando a profundidade de seus olhos vermelhos.
Fobos: -É o seguinte, eu sei onde se encontra a espada divina. Mas como você quer dar uma de espertinha, é melhor eu encontra-la sozinho.
Hécate: -Mas do que você está falando? Espere. Eu acabei de mudar de ideia. Se vamos derrotar Zeus e seus subordinados, estou contigo. -Digo estendendo uma das mãos para concordar com o trato.
Fobos: -Oh, vejo que fez uma ótima escolha, amor. -Ele aperta minha mão e logo depois deposita um beijo nela. Que nojo, agora minha mão tá babada!
Hécate: -Er... Agora já pode soltar minha mão, por favor. -Puxei minha mão.
Fobos: -Voltando ao assunto... Vamos precisar da ajuda de sua filha Circe.
Hécate: -Pode me dizer para que? -Disse desconfiada.
Fobos: -É que uma das amigas dela, Urana se eu não me engano, é "amiguinha" do filho de Siegfried. Eu venho as observando já faz um tempinho.
Hécate: -Tá, idai?
Fobos: -Daí que a espada divina se encontra em uma gruta no  jardim do castelo de Siegfried. Então, ela e as amigas tem o dever de fazer amizade com o rapaz Orfeu, e pegar a espada divina em qualquer oportunidade. Entendeu?
Hécate: -Entendi! Nossa, não sabia que você era tão esperto assim, docinho...
Fobos: -Sempre sou, doçura, sempre...
Ele se aproxima de mim e pega novamente em meu queixo, isso me fez arrepiar. Fobos chegava cada vez mais perto de meu lábio, e isto estava me deixando nervosa. Ele uma vez me disse, à muito tempo atrás, que era apaixonado por mim, desde o dia em que me viu andando por aí em qualquer campo com o pai de Circe, antes dela nascer. Não posso negar. Eu também sinto, bem lá no fundo, um pequeno desejo por ele. Não sei se é por causa de sua insana beleza, ou não. Então, resolvi seder em deixa-lo se aprofundar no beijo, um beijo calmo e cheio de desejos, ternura e principalmente ambições. Ficamos assim até o ar faltar. Quando nos separamos, nos encaramos um momento, e eu estava corada. Ele estava com aquele sorriso de canto de boca, como sempre. Aquele sorriso encantador.
Me separei do pai de Circe há tempos atrás, bem antes mesmo dela nascer. Ele também é um Deus, mas eu não quero falar dele. Um dia ele irá aparecer para Circe, e eu não quero que esse dia chegue, pois, pode influênciar ela. E muito. Nós nos separamos por motivos simples na vida de Deuses: A Guerra Sagrada. A tão conhecida Guerra Sagrada foi uma guerra que ocorreu entre os Deuses subordinados de Zeus e os Deuses subordinados da escuridão, ou seja, o Tártaro. Eu, fiquei do lado de Tártaro(inferno de Hades), e meu querido, ficou ao lado de Zeus. No fim, Zeus recebeu a ajuda dos ciclopes e nos expulsou do Monte Olimpo. Agora, eu quero vingança. Artemis vai se render. Não existirá Minerva(Atena) no meu reinado. Ahahahaha.
Tártaro se despediu de mim e foi embora, passando a mão sobre meus cabelos castanhos escuros, dalí mesmo ele evaporou. Provavelmente, voltou para a escuridão. Enfim, tenho que esperar até o fim da semana que vem para ver Circe outra vez, e tentar convencer ela a colaborar com o plano, o que vai ser bem difícil.
De repente, ouço um barulho vindo do primeiro andar do castelo, a curiosidade chamou alto e eu desci para ver. Chegando lá, me deparei com...
       Continua



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