História Surpreso Com O Amor, Sofrendo Secretamente. - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Drama, Lemon, Original, Romance, Yaoi
Visualizações 21
Palavras 1.180
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Annyeong😊
Como vão?
Espero que bem!
Boa leitura 😘

Capítulo 23 - Viagem


Ver a empolgação de Taylor em ir nessa viagem me fez sorri, ele parecia uma criança chupando doce, ou quando ganha o que sempre quis, é até estranho vê-lo dessa forma, depois de oito anos com ele sendo meio frio e ignorante, será uma coisa que terei que acostumar novamente, e para que isso aconteça, precisarei de tempo, assim como precisarei de tempo também para confiar nele novamente.

Estava no carro de Taylor, apenas nos dois, Yan preferiu ir com os avôs e meu irmão, esses dois não se desgrudam desde o dia que eles me contaram sobre o relacionamento deles, ainda estou de olho neles, mas confio no Yan e sei que, qualquer coisa, ou problema ele virá falar comigo.

No rádio do carro tocava uma música agitada e Taylor cantava junto a mim, no caso, eu cantava e dançava como podia, ele apenas cantava e mexia o corpo de um jeito estranho por estar dirigindo, o que não deixava de ser dança. Nós dois sorriamos contentes com nossas brincadeiras, parecia que não tinha acontecido nada entre nós dois, que sempre fomos o casal feliz de anos atrás.

Taylor seguia o carro da frente, no caso o carro do papa Robert, seria uma longa viagem de mais ou menos uma hora e meia sem trânsito já que saímos de casa em um horário vantajoso para uma quinta-feira, decidimos ir hoje, pois sexta-feira seria bem difícil já que as famílias viajam nesse dia, pensamos em tudo para que nada desse errado, até barraca para acampar trouxemos caso meu pai Adam não lembrasse das chaves da casa de lá, o que não aconteceu, mesmo assim Yan insistiu em trazer as barracas para ter mais contato com a natureza.

Quando vi as primeiras árvores, me arrumei no banco do carro e vibrei contente, já havíamos saído da cidade e agora era só percorrer alguns quilômetros e estaríamos na casa de campo onde passaríamos alguns dias descansando, nos divertindo, nos conhecendo melhor.

- O Dan disse que viria, mas ele não apareceu. – Citou Taylor enquanto dirigia. –

- Ele me ligou quando você foi pra casa, disse que viria assim que deixasse avisado no restaurante sobre a viagem dele e escolher um representante por esse tempo.

- Ah, entendei. – Respondeu e levou a mão a minha coxa apertando levemente. – Amor, estou com fome.

- Espera um pouco, eu trouxe alguns lanchinhos. – Disse tirando o cinto s segurança e me esticando para pegar a mochila com algumas besteiras. – Quer um biscoito ou um bolinho?

- O bolinho, por favor.

Abri a mochila e procurei o bolinho, encontrei um com recheio de chocolate e peguei, abri a embalagem e levei a boca do meu moreno, o mesmo mordeu um pedaço, voltou e agradeceu mais uma vez, fiz esse processo repetida vezes até acabar o bolinho, e abri outro para Tay, até porque pelo que sei ele não ficaria satisfeito com apenas um, e como o previsto ele comeu o outro também, abri uma garrafa de suco natural e coloquei um canudo levando a sua boca e sorrindo ao ver o marrento beber o líquido.

- Era pra mim estar mimando você e não ao contrário! – Resmungou. –

- Você está dirigindo.

- Quando chegar lá eu irei te mimar muito.

Não respondi pela vergonha que senti naquele momento, peguei meu celular e disquei o número do meu anjinho, no primeiro toque a ligação foi aceita e atendida, a voz do meu filho soou preocupada do outro lado o que me fez sorrir e logo ver o rosto do meu Yan virado para trás no carro da frente, pela janela.

- Tira a cabeça da janela! – Bronqueei-o pela ligação. –

- Desculpa....aconteceu alguma coisa? Tá tudo bem papai?

- Estou bem meu pequeno grande. – Meu menino gargalhou. – Comeu alguma coisa?

- Sim.

- Seu namorado comeu?

- Sim, todo mundo comeu papai, fica tranquilo. – Pediu sereno. –

- Bebê. – Ouvi meu pai falar. – Vamos fazer uma parada logo a frente, avisa ao Taylor tá bem, esses lanches não são adequados para uma viagem longa, a parada será em um restaurante.

- Tá bom pai.

- Você está bem?

- Sim, apenas com o corpo dolorido de ficar sentado. – Respondi com total sinceridade, Taylor me olhou por um tempo e voltou a atenção ao volante. – Pai vou desligar tá, até daqui a pouco.

- Tá, te amo pequeno.

- Também te amo. – Respondi e desliguei. –

Assim que desliguei o celular, avisei a Tay que faríamos uma parada logo a frente em um restaurante, e aproveitarmos para esticar as pernas, assim como eu, tenho certeza que Taylor também deve estar com o corpo dolorido e cansado, os outros no outro carro devem estar da mesma forma, já que não fizemos parada desde que saímos de casa, a não ser para apenas irmos ao banheiro de um posto de gasolina que vimos no meio do caminho.

Taylor começou a puxar assunto para não deixar um clima chato dentro do veículo, e ar começou a contar piadas me arrancando risadas e me deixando com a barriga dolorida. Esses momentos fazem falta entre nos dois, fazia um bom tempo que ele não me tratava desse jeito, que ele não tinha essa atenção comigo, nem era tão carinhoso comigo. Talvez, e só talvez, eu possa perdoar ele, talvez eu tenha esqueça o que ele fez e possa fazer dessa última chance algo proveitoso.

O restaurante que meu pai havia falado estava logo a frente, os carros rumaram até o estabelecimento e estacionaram em lugares vagos um ao lado do outro, saímos e seguimos para dentro, sentamos em uma mesa e olhamos no cardápio e pedimos algo para comer.

Não demorou muito e a comida chegou, conversamos um pouco e esperamos um pouco para voltarmos para o carro. Taylor resolveu caminhar um pouco assim e me puxou para ir com ele, andamos até uma área onde tinha alguns banquinho e conversamos pouco, e quando digo pouco, foi realmente pouco, até porque, alguém de nome Matthew estava quase engolindo meu filho.

Iria até lá, se Taylor não segurasse meu pulso, puxasse e virasse meu corpo contra o seu e tomasse meus lábios para si, sua boca se movia junto a minha, sua língua brincava com a minha explorando minha boca, sua mão acariciava minha nuca e a livre apertava meu minha cintura contra seu corpo.

- Porque atrapalhar eles, se podermos fazer igual?

- Cala boca e me beija. – Falei deixando a vergonha de lado. –

Taylor me beijou mais uma vez, senti saudades de seus lábios, de seus carinhos, de suas carícias, de suas mãos alisando meu corpo. Senti saudades desse Taylor, e espero verdadeiramente que ele tenha mudado, que ele esteja mesmo disposto a mudar e concertar todos os seus erros.

- Meninos, vamos, falta pouco pra chegarmos, lá vocês se pegam.

- Vovô. – Gritou Yan sem jeito. –

Parece que não sou apenas eu que esta querendo sentir mais carinhos como esse do parceiro e espero chegar nessa casa de campo logo, preciso respirar ar puro e fazer meu cérebro pensar melhor, porque estou preste a enlouquecer.


Notas Finais


Agora vem os capítulos que alguns esperavam. 😜
Até o próximo capítulo 😋
Kissos😘


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