História Survival Running - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Aventura, Steampunk, Survival
Exibições 3
Palavras 963
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Magia, Mecha, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá de novo.

Capítulo 2 - Capitulo 2 - Correr para Sobreviver - Uma Boa Resposta


Parte 1.

Olhava ela para ele, acho que o garoto tem a minha mesma idade. — O meu é...Ch-Chloe. Gaguejei olhando para meu braço. Ele olha para o mesmo e diz: Tenho um também, acho que viemos do mesmo lugar. Disse ele colocando a mão na cabeça. Parece uma grande caverna isso aqui. O eco se expandia cada vez mais.— Como a gente sai daqui mesmo? Perguntei olhando para os lados e ao mesmo tempo ele se levantava. — O outro lado. Temos de ir pelos túneis. Disse subindo a plataforma de concreto que ficava mais pra cima. — Você é louco?! Aí pode ter milhares de coisas, não podemos nós arriscar novamente. Choraminguei mesmo, mas é verdade. Não sabemos o que fazer. – Você está certa. Vamos morrer aqui. Ficou encostado na parede me olhando. O tempo passava e nós naquela escuridão de estação. A lanterna está piscando, deve estar parando de funcionar. Ela saia andando para o escuro. — Pra onde você vai? Perguntou ele.

— Eu vou sair daqui! Eu respondi com firmeza pegando uma pedra e forçando o divisor a funcionar. Logo ele entorta e move o trilho, fazendo umas pedras caírem e abrir um caminho por túnel.

— Mas nada a dizer. Disse David olhando para o túnel. Desceu me esperando. — Eu não vou morrer nesse lixo. 

— NEM EU! Gritou o garoto ansioso. Entrando na escuridão com uma lanterna de pilhas falhas, eles andavam pelos trilhos.

— Olha ali! Eu disse apontando para um lugar com uma lanterna de que 3 em 3 segundos ficava piscando vermelho.— Pode ser uma armadilha. Eu disse. — Acho que não. Seguindo essa linha de trem vai dar no nosso lado da cidade. O que é bom, eles vão estar me esperando. 

— Eles? Eu gritei. E logo ele respondeu — Você é muito histérica. Fica calma. Abaixou a mão olhando para ela. – Abaixa! Um grupo com armas de C3 chegava descendo as escadas.

— Eles deveriam estar aqui! O comandante inimigo olhando para os lados. — Verifiquem. Disse com o grupo segurando maquininhas de recepção de calor. David e Chloe escondidos, só observavam entre as pedras frias e gosmentas. — Eles estão tentando nos rastrear. Disse ele. — Transmissão de calor.— Dizia David — Ficou inteligente agora? Eu sorria sendo sarcástica.

— Corre. Saiu ele correndo entre os trilhos de cabeça baixa. Logo o sinalizador, maquininha apitava, sensor de calor.  Os achei. Estão nos trilhos. Disse um ajudante dos Corredores. — Atirem! Gritou o comandante daquela tropa. Vários tiros de lazer azul quebravam os vagões e todo o concreto. — Corre! O teto desabava fechando o caminho. — Ah, passamos. Não tem como eles virem. Mas alguma coisa de olhos verdes chegava perto deles. Vinha rastejando. — David ? O que é isso ?

— Eu não sei. 

Parte 2.

— David, o que é aquilo? Eu apontei para um bicho de olhos verdes que estava vindo em nossa direção. Se arrastava como cobra mas tinha braços. — Eu não sei! Ele pegou uma pedra e guardou para jogar, ele tem um plano. Uma Cobrera que é uma mutação de cobra.  — Oh Deus. David faz alguma coisa! Eu disse assustada.

Ele jogou um simples pedaço de concreto e não a acertou. — Que mira em?! Falei chateada e furiosa, ele nem foi capaz de acertar a cobra. A cobra chegava com a cabeça pra trás ao ponto de dar o bote. — Lá vem ela. Eu gritei me afastando. — Quando ela vir Chloe você corre para as laterais. Ele disse e eu confirmei com a cabeça dizendo sim. — Tá! Ela chegava para atacar e no mesmo momento eles se afastam e correm. — Tem um portão! Ele disse.

— Que esteja aberta e ai podemos sair! Falei positiva enquanto ele chegava na porta e tentava abrir. Tentativas falhas até que alguém abriu por dentro. — Nossa!

— ENTREM RÁPIDO! Disse um jovem que tinha aberto a porta para eles. — Vai Chloe! Resmungou David. Subindo as escadas, com caras assustadas, todos sujos de terra, o amigo de David diz: – Quem é essa garota? – Meu nome é Chloe. Eu respondo.

— Uma novata, olha só! Precisamos de alguém mesmo, o meu é Ray. O que você tava fazendo na área inimiga? Logo Ray questionava David, porque ele tinha ido a uma área inimiga, conhecidência David e Chloe terem se achado. — Vou contar uma coisa, Chloe. Só porque você é novata, não vamos pegar leve, viu? Disse Ray. Eles chegavam na parte da cidade deles , um pouco preservada e humilde. Concentrada em ajuda e opções.

— O seu lar de agora. Disse David. E de repente saía da população, uma mulher vestida com trajes belos chegava, era alta e esbelta. — Quem é essa Ray? A mulher tirou as luvas e jogou ao guarda que a escoltava. — Uma novata. Respondeu Ray.

— Otimo. "Novata" tem nome? Disse a grande mulher. 

— Chloe...

— Bom, Chloe. Chegue mais. Precisamos conversar. Caminhavam até o prédio onde a parte da guarda se refugiava, O A4 que foi parte de uma grande fabrica. Elas duas entram numa sala de concreto, tem uma mesa de madeira escura. Ao lado estantes com estatuetas de varias cores. Há duas cadeiras, uma do lado onde obviamente deve ficar aquela "chefona" e a minha cadeira. — Bom , Chloe, nós temos regras de convivência. E para isso você precisa escuta-las então, sugiro que fique confortável. Olhei para os olhos dela. 

— De onde você acordou, era um lugar predominante ao grupo dos Corredores. Aquelas pessoas são sangue frio. Mas foi difícil eles sobreviverem sozinhos, quando não era a natureza os matando, era o próprio time. Aquelas pessoas são um bando de loucos. Nós temos funções, das quais todo mundo tem. Agricultor, Explorador, Batalhador e G.U.A.R.D.A.

— Deixe-me pensar...

.

.

E na superfície, uma grande nave de vidro os observa. Uma voz soa em uma sala lá dentro. — Como eles estão? 

— Muito bem, Cobaia 15 já acordou e está ativa. 

 

 

continua.

 



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