História Survive In The Darkness - Capítulo 16


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Palavras 1.924
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Helou pra todos.
Capítulo que saiu do forno, porque né... Tava afim.
Nova Fic será postada amanhã, e será feito tudo amanhã porque não sou obrigado.
Encham a @NomeLeh pra acordar e por a cara no facebook pra atender meu pedido. Obrigado.
Infin, vamos ler?
Tá maahra.
~Inimigos são mais falsos que nota de @maah_tw ~ Midira, tinhamu trouxa.
Paray :v

Capítulo 16 - O dia está próximo.


Fanfic / Fanfiction Survive In The Darkness - Capítulo 16 - O dia está próximo.

Sam Collins – Houston – 16, Março, 2015 – 16:44

Fui à caminho da Taylor que estava na varanda, e já que o nosso relacionamento anda bem, eu espero que ele não acabe nunca. Segredo, por enquanto. E também, por segurança.

Às vezes suspeito do Domy por algumas coisas que andam acontecendo na casa, uma delas é o sumiço de coisas que eu e a Taylor temos juntos, como as fotos, que foram as primeiras a sumir. Mas, agora não importa, e também posso estar delirando nesse momento. O que importa agora, é o meu namoro, depois esses assuntos.

– Oi Sam! – Disse ela com um sorriso bobo e aparentava estar calma e em repouso sentada.

– Olá, meu amor! – Cheguei respondendo sua fala por onde saiu sua linda voz que me encanto todos os dias.

– Está todo carinhoso hoje. O que houve? – Ela perguntou confusa, eu acabei de chegar de um trabalho pesado, mas estou alegre ao vê-la. Não sei o que falar.

– Hm... Ah, não é nada. Estou feliz por nós dois, finalmente! Quem diria, não é?! – Pareci estar escondendo algo, que louco. Não me entendo às vezes, mudo muito rápido e do nada.

Ponho meu braço em volta de seu pescoço e começo a fazer carinho no ponto. Ela se confortou mais em meus braços, o que me deixa mais feliz.

Não... Eu não sei o que me deu. Uma hora, Domy. Outra hora, Taylor. Qual a próxima pessoa que complicará mais ainda minha vida?

No sentido figurado... No sentido ilusório, no repentino, em todos. O que me faz pensar em algo futuro com ele? Estando com ela... estou com tudo... não?

Calma, Collins! Preste atenção no agora, futuro é mais tarde!

– Realmente, quem diria? – Sorriu simpática. – Ah, está escurecendo.

– Não... – Falei totalmente fofo e fiz um bico. Fiquei triste pois teremos que nos separar.

– Sim... Infelizmente. Mas temos amanhã pra conversar, e também após a janta. – Falou ela arrumando alternativas.

– Então tá, vamos. – Separei-me dela e senti estar sendo observado, juro que tremi.

Entrando novamente na casa, escuto vários passos pesados contra o chão, o que aparentava alguém estar correndo, ou algo do tipo. Eu sabia que isso não era intuição... Agora estou com medo... e preocupado.

– Ei, vocês dois! – Malena chamou junto ao Luba. – Vamos logo comer. É cedo, mas é bom comer. – Disse Malena, por vez.

– Gorda... – Falou Maria rindo.

– Palhaça, vai pro teu quarto! – Malena falou seriamente mas ao mesmo tempo pondo humor. Como ela consegue?

Todos estavam na sala de estar, mas senti falta de uma pessoa... E não apareceu faz horas.

– Alguém sabe onde está o Domy? – Perguntei.

– Achei que ele já tinha vindo comer. – Mike respondeu, subindo uma sobrancelha.

– Ah gente! Ele já deve ter comido, vocês sabem como são esses adolescentes de hoje em dia... – Falou Taylor, sendo que sua idade não é nada diferente da dele. Um pouco, talvez.

Continuando a refeição apenas soltando ouvidos para o que era dito, resolvo sair dali e ir até seu quarto. Abri a porta vagarosamente, não se sabe o que ele poderia estar fazendo. Por fim, olho para sua cama, e ele estava ali, como um anjinho...

– Oi, você jantou já? – Perguntei.

– Uh... Ah... Sim! – Procurava uma resposta. Estranho.

– Então tá... Eu já venho fazer companhia à você, só espera eu me despedir da Taylor e... – Ia terminar a frase, mas, como sempre, interrompido.

– Ah, claro, ela é mais importante que eu, é perceptivo. Pode ir lá, ficarei bem. – Atacou ciúmes na criatura, e depois voltou ao seu tom doce e natural novamente.

– Okay... – Falei com pausas e fechei a porta.

É, ele tem ciúmes de mim com ela mesmo. Não o julgo, ele vive conversando com os meninos aí, e também sinto isso um pouco. Mas meio que escondo, ele mostra... Não importa. Vou me despedir dela, o amor da minha vida, Taylor!

– Oi, boa noite minha deusa, dorme com os anjos, sonha comigo, e... Não sei, fica bem. Te amo! – Falei todo doce.

– Oi! Boa noite, durma também, sonhe comigo e eu te amo também! – Disse ela, e ouvi passos pesados de novo quando ia abrir a porta. Isso está me dando calafrios.

Caminhei de volta ao nosso quarto, e abri a porta. Ele encontrava-se sentando no chão, e meio cansado. Como eu dizia, suspeitas dele há bastante.

– Voltei. O que se passa? – Falei, sentando ao seu lado.

– Mesma coisa. Mesma chatice. – Falou arrogante.

– Que isso, Domy? Você nunca foi de dizer que algo era chato.

– Meio que estou enjoando da mesma rotina de sempre, sabe? Matar, correr, passar perigo constantemente, conversar, andar, e o resto.

Arregalei os olhos e o observei por uns segundos. Ele me disse um dia que sempre sonhou com algo parecido com ação, e agora enjoou?

– Então você cansou de ser um humano dessa época? – Esclareci.

– Talvez. Não é capaz, mas né? – Riu e ri junto. – Uma das coisas que mais alegra meu dia é a de falar com você nesse horário todos os dias. Sabia que é a minha parte preferida?

– Não, não sabia! – Sorri e ajeitei seu cabelo que estava um pouco bagunçado. – Você nunca foi de falar tanto, sempre falou mais comigo. Se comunique mais, vai gostar.

Sua resposta a seguir foi totalmente esperada, pelo menos por mim.

– Não. Quer dizer, não vejo necessidade para tal ato. – Respondeu sério.

Mas que coisa, hein?! Ele também está desistindo de viver?

– Bom... Está ficando tarde, que tal irmos dormir? – Acrescentei.

– Ah, claro. – Falou simples. – Você irá dormir comigo?! – Alegrou-se por algum motivo.

– Não... Acho que fica meio estranho pra nós dois, já que estamos crescidinhos. Na verdade, você cresceu. Eu já era adolescente quando te conheci. Eu acho.

– Ah, entendo perfeitamente. Se fosse a... – Ele falou algum nome super baixo, não deu pra ouvir. – você com certeza dormiria com ela. Mas sem problemas, Sam. Uma boa noite, durma bem. – Finalizou virando-se para o lado da parede e dormindo.

– Besta. – Revirei os olhos e o beijei na bochecha. – Agora vê se dorme mais calmo, pestinha.

– Pode deixar. – Vi um sorriso abrir-se.

Lucas Feuerschütte – Houston – 17, Março, 2015 – 9:05

Novo dia, novas chances. Não boas, mas ruins.

O sol batia em minha cara com sua claridade extrema, mesmo sendo um pouco cedo. Ao meu lado, T3ddy, que em livre arbítrio, dormia comigo. Brincadeiras a parte, nasceu finalmente mais um dia onde terei que cuidar de todo mundo junto à ele, Malena, e... Beth, que Jesus, não aparece mais.

– Bom diaaa! – Animei-me e ele piscou pela claridade.

– Oi? Ah, bom dia! – Sorriu. – Que horas são?

– Nove e seis da manhã, hora de acordar, querido. – Dei leves tapas em sua coxa, e ele revirou os olhos e se cobriu com o lençol mais ainda. – Anda T3ddy, já passou da hora. – Finalizei e caminhei até o banheiro.

O banheiro não é aquelas coisas, nem água direito vem na torneira por não sabermos mexer com isso. Mas, por isso existem canecas...

Volto após lavar o rosto, e ele estava sentado na cama, coçando seus olhos. E que olhos...

– Vai ficar me admirando mesmo ou vai me ajudar a levantar? Osso tá fraco. – Riu e levou suas mãos em minha direção. Ajudei-o e ele, por fim, levantou-se.

– Sua orca. – Brinquei e ele mostrou seu dedo do meio pra mim. Que indelicado.

Depois de nos trocarmos, equiparmos todas as proteções contra esses demônios que lá fora habitam, saímos do quarto, e todos encontravam-se dormindo ainda, menos Beth que fazia o café.

– Bom dia, o café está pronto. – Disse ela calma.

– Onde você esteve? – Perguntei preocupado.

– Ah, por aí... – Dizia em tom mentiroso.

– Aham, sei. – Disse T3ddy deixando seus olhos semi-abertos. – Ai, qual é a daqueles seres presos na cerca?

Tomei um gole de café e deixei com que Beth respondesse.

– Uns testamentos que eu ando fazendo pra descobrir uma coisa. Um dia você descobre. – Disse ela, e T3ddy olhou pra mim.

– Nem olha pra mim assim que eu também não sei. – Disse, negando seu ato.

Continuei a tomar café com eles, e dei por vista na janela novos seres vindo. Avisei a T3ddy dando um toque em seu ombro. Ele sempre sabe o que é após isso.

Chegamos ao telhado, e eu já coloquei meu olho na mira da arma, para ver o ser melhor. Ele estava ensanguentado, e parecia sangue novo; o que significa que alguém perto daqui morreu por ele. Que droga, mais um.

Atirei no maldito e acertei em cheio sua cabeça. T3ddy fazia seus tiros valerem a pena, estava extremamente atento aos seres que se aproximavam.

– Amor, pega aquele lá por último. – Disse ele, e eu corei. Não sei o porque, mas corei.

– Ah... Claro. – Mirei no que estava lá, e mais um foi ao inferno. O que me deixa mais irritado é o fato deles estarem tão mais resistentes. Que loucura. – Pronto.

– Muito bem, está feito. E agora? – Falou encostando a arma na pequena parede que ali havia.

– Não sei, mas você sabe que está chegando o dia, não é? – Perguntei esperando ele confirmar.

Ele suspirou e olhou para frente, vendo os mortos ali.

– Sei... – Disse.

– E você sabe que há muitas chances de alguns não fugirem, não é? – Perguntei de novo e ele bufou.

– Ainda não entendo o porque de não irmos embora daqui logo, aqui é uma das áreas mais movimentadas. Aquele muro não vai aguentar tanto, tanto é que já estão entrando facilmente. – Falou meio estressado.

– O motivo de não irmos é que fizemos muito já aqui, contribuímos, ajudamos, tudo. Seria difícil pegar todos os utensílios, pessoas, comida, enfim... Seria difícil mudarmos. – Falei com gestos.

T3ddy ficou totalmente calado na dele e apenas assentiu. Ele logo saiu do local um pouco deprimido, mas é a verdade. Não tem como, eu já pensei nisso.

Olhando para baixo, vejo Felipe e Rafael saindo juntos e indo próximos ao portão. Logo sentaram no balanço que Malena construiu.

Fiquei os observando. Estavam calmos e sorridentes. Uma boa notícia, porque faz bastante tempo que nenhum de nós ficamos assim. Realmente é uma droga.

E pensar que eu sempre achei que me sairia bem em um canto como esse, nessas circunstâncias.

– Oi Luba. – Tarik apareceu dialogando comigo.

– Oi Tarik. Como anda a vida? – Questionei e ele bufou.

– Humpf, nada de bom. Eu não sei mais o que fazer, tudo parece tão chato... – Pensou e disse. – Claro que dá pra levar por um bom tempo isso, mas sei lá... Eu canso de tudo muito rápido, entende?

– Sim. O que está querendo dizer? – Fui direto.

– Será que não podemos fazer algo diferente hoje? Algo que nunca fizemos?

Tarik além de ser doce e gentil, é muito otimista na maioria das vezes. Me surpreende ele está desse jeito.

– Chance tem de fazer, o que resta é vontade. – Ri e ele sorriu. – O que têm em mente?

– Nada. – Falou rapidamente.

– Ué? Como nada? Nem deveríamos ter falado sobre o assunto então. – Disse, levantando os braços em sinal de ''''.

– É... Meio que fui precipitado. Mas enfim, deixa quieto então. – Falou e acenou pra mim, saindo do local onde eu tava. Fui junto em poucos minutos também.

Ali estava a maioria, menos Felipe e Rafael, que ainda encontravam-se lá fora próximos ao portão da saída e entrada. Andei um pouco mais a frente e vi o T3ddy sentado olhando para o chão, descontraído.

– Ei, o que foi? Desde aquela conversa você ficou quieto... – Puxei assunto, ao seu lado.

– Nada, huh. – Sorriu falso. – Que está fazendo aqui? Deveria estar vendo a entrada. – Citou.

– Felipe e Rafael estão lá, com certeza eles irão nos avisar caso tenha invasão. – Falei.

– É, se eles não tivessem saído.


Notas Finais


Então... Chegaram até aqui. Gostaru?
~Responderei os comentários do capítulo anterior amanhã/hoje. Fui~
~Avoa
Calma lá... QUE DIA É ESSE E O QUE VAI ACONTECER?
SOCORRO!
Suspense, adoro.
Vou assistir filmes de terror porque tá ruim a situation.
Fui~


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