História Survive To Try To LIve - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Gabriel Stokes, Gareth, Glenn Rhee, Lizzie Samuels, Maggie Greene, Michonne, Mika Samuels, Morgan Jones, Negan, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Tara Chambler, Tyreese
Tags The Walking Dead
Exibições 6
Palavras 1.995
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Me desculpem pelo atraso, semana passada foi corrida, vou tentar postar pelo menos 2 capítulos por semana. Boa leitura Sz. Nos próximos terá POV de outros personagens, não esqueçam de ler as notas finais Sz!

Capítulo 8 - Cap 6- Daddy Issues


EVE POV
Aquela semana estava muito boa para ser verdade. Um pouco exagerado passar maquiagem no meio de um apocalipse zumbi? Só um pouco, mas como eu já tinha tudo ali mesmo, fazer o que né?
- Pronta Missy? - Pergunto sem esperar uma resposta, me preparo, guardo todas as coisas restantes, sorte de que passamos no mercado mais cedo, peguei tudo que consegui, posiciono minha mochila nas costas, a escopeta presa e escondida atras da mesma, a pistola no coldre, e a faca em minha mão direita, na esquerda a coleira de Missy. 
- Tá na hora de sairmos daqui - Falo triste, e vou segurando a gata em meus braços, com todo o cuidado para não a machucá-la com a faca. Vou me guiando até a entrada do prédio, hoje não estava tão calor, e nem tão frio, estava bem fresquinho. Vou pela floresta, na direção oposta da que tinha vindo.
2 HORAS DEPOIS
Estou caminhando a 2 horas, alias, eu encontrei um relógio de pulso, parecia ser de couro ou alguma imitação, ele tem um cinco cordões, um entrelaçado em cima, três prendendo o relógio pequeno e todo detalhado como se fosse algo medieval, e o último tinha algumas pedrinhas presas em cores de dourado ferrugem e outras de um branco manchado, e com ele, um pingente de pena. 
Eram 12:27, o sol estava rachando, nossa única sorte é que havia sombra por onde andávamos, um ou outro errante cruzava nosso caminho, mas eu ignorava-os o máximo possível, não posso gastar o pouco de energia que tinha. Ando por mais alguns minutos e avisto uma árvore, alta, mas segura, tento escala-la mas acabo falhando.
Já é minha quarta tentativa de escalar essa árvore com Missy no colo e as coisas nas costas, finalmente consigo, subo num tronco bem extenso e largo. Perfeito. Decido descansar um pouco, desastradamente, acabo dormindo Missy no colo e a alça da mochila presa em meu tornozelo, acabo acordando com a gata miando pra mim. Até que ouço uma explosão muito alta, e em seguida fumaça.
- Nossasenhora - Digo extremamente assustada. Me sento direito e fico tentando me acalmar.
Percebo que a gata estava miando para alguns andarilhos que estavam passando por ali, imediatamente tento acalma-la também.
- Calma o coração, meu amor - Falo fazendo carinho nela. Estou muito curiosa para saber o que aconteceu lá. Mas, ao mesmo tempo, tenho medo de me ferrar. 
- Okay, vamos raciocinar, se houve uma explosão, possivelmente, pode ter sido por humanos.... Ou não - Falo com a gata virada para mim e na última parte com voz de desanimo. 
- Droga. Vamos ter que ir para lá, a curiosidade me mataria antes que errantes - Falo com um pouco de desespero na voz, dou ração e água para Missy, como uma barrinha de cereal e tomo um pouco de água. Ajeito tudo, e me preparo para descer, desço com a gata no colo e a solto no chão, claro que com a coleira em minha mão e a outra apunhalando a faca. 
- São 13:54, nossa, eu dormi muito! - Olho as horas apavorada. NESSE mundo, isso sim é dormir muito.
- Nós temos pouco tempo para chegar lá antes de escurecer, vamos logo - Ando apressadamente em direção a explosão, com a gata em meus braços pois iriamos demorar se eu ficasse a arrastando. 
Estou caminhando a bastante tempo, olho no relógio e vejo que já são 14:40, sinto um cheiro forte de fumaça e escuto um grito e em seguida choro de criança.
- Isso é o choro de um bebê ou eu tô ficando louca? - Me pergunto visivelmente confusa. Sigo o som do choro, e então ouço mais gritos, acelero meu passo, e então encontro uma das cenas mais tristes que já na vida. Eram duas meninas e uma bebê, uma delas já estava morta e sendo devorada por um errante, a outra estava com a bebê escondida em suas costas e chorando muito.
- Ai. Meu. Deus. Putaquepariusson o que eu faço??? - Fico confusa e então me instinto toma as rédeas. 
Vou correndo até o errante que estava devorando a menina que parecia ser mais velha, e cravo a faca no crânio do mesmo. Respiro ofegantemente, e então olho para a menina e a bebê, percebo que ela está apontando a arma para mim e Missy, faço menção de esconder a gata mas a menina mira na mesma, olho para ela com uma cara de poucos amigos, e a menina abaixa a arma chorando, é, acho que ela entendeu o recado.
Vou até elas, devagar, e então sento ao seu lado e amarro a coleira de Missy em minha mochila e em seguida a largo ao meu lado, e abraço a menina, não sei o por quê, apenas a abracei em forma de consolo, e ela retribui, ainda chorando. 
- Calma, tá? Fica calma - Tento a acalmar e passo a mão em seus cabelos, ouço sua respiração voltar ao normal ao poucos. Assim que ela se acalma pergunto.
- Qual seu nome? - A interrogo.
- Mika, Mika Samuels - Ela responde com voz de choro.- E você? Qual seu nome? - Agora foi a vez dela me interrogar.
- Eve Amber - Digo olhando para ela e em seguida para a bebê. - Qual o nome dela? - Ando até a criança, mas, antes que pudesse chegar perto ela, Mika me para. - Eu não vou machuca-la - Olho no fundo dos olhos dela. 
- O nome dela é Judith - Ela fala saindo da minha frente. Então pergunto.
- E ela? Era sua irmã? - Precisava saber sobre algumas coisas, ela poderia ser só uma criança com um bebê, mas, nunca se sabe. - E vocês estão sozinha?
- Era a minha irmã, Lizzie.  - Lágrimas corriam em seu rosto. - Nós estávamos esperando o Tyreese, mas isso já faz mais de duas horas, e Carol foi procurar os outros. - Okay, eu já estava começando a sentir pena dela. - Qual o nome dela? - Ela pergunta a mim.
- É Missy, essa Carol, faz quanto tempo que ela saiu? - Pergunto vendo Mika ir fazer carinho em Missy, como crianças esquecem rápido das tragédias né?
- Ela foi ontem, nosso abrigo foi invadido por zumbis - Ela diz triste. Agora sim eu estou com pena dessa garota.
- Tá legal, temos que sair daqui o mais rápido possível, okay? - Digo olhando para ela, pegando minhas coisas e a gata. - Sabe em que direção Carol foi? - Já estou começando a ficar preocupada.
- Okay. - Ela repete e anda um pouco - Ela foi por ali, será que ela está bem? - Mika aponta a direção e pergunta olhando no fundo dos meus olhos, isso era pra ser proibido, crianças fofas me olharem assim, dá vontade de apertar as bochechas e chorar pela situação.
- Não sei Mika, não sei - Digo sinceramente, ponho minha mochila, escondo a escopeta, e Missy... Droga, a Missy. Se a garota não teve coragem de atirar no errante que estava devorando a própria irmã, imagina ter responsabilidade para cuidar de uma criança? Tô começando a mudar de ideia, " Ah qual é, uma criança de o que? 11, 12 anos? E um bebê? Vai levar elas sim!" Foi a vez da minha consciência opinar, e estava certa, nunca poderia deixas elas ali. Me abaixo apoiando as mãos nos joelhos ficando na mesma altura que a garota.
- Tá legal, vai ser assim, eu vou carregar Judith e você vai carregar a bolsa dela e Missy, vou te deixar ficar com uma arma. Travada! Sempre! E você só vai usar ela quando a coisa tiver muito ruim ou quando EU mandar, entendeu? - Falo séria, e olhando no fundo dos olhos dela.
- Entendi - Ela respondeu, parecia com medo, e era pra ficar mesmo. 
Pego a arma dela e a travo, ponho Judith em meu colo, em seguida ajeito a coleira na mão de Mika e pego a gata pondo no colo da menina, e a ajudo ajustando a alça da bolsa da bebê. 
- Se você pisar na bola e acontecer alguma coisa com Missy eu juro que te mato. - Digo mais séria ainda, sairia mais ameaçador com outro tipo de palavreado mas como é apenas uma criança, e quando se tratava de Missy, era muito importante mante-la a salvo. Mais que qualquer um, até mim mesma. 
- Tá bom - Vejo ela engolindo seco. 
- Sempre me acompanhe, e nunca se perca de mim - Digo já andando para a direção em que a tal Carol foi. Olho em meu relógio 15:15 temos que achar essa mulher logo, e os "outros" também, se ainda estiverem vivos... 
Um tempo depois caminhado, ouvimos uma segunda explosão, muito mais alta e muito mais perto. 
- Ai merda - Esqueço de tudo o que falei sobre o palavreado. - Vamos! Temos que sair daqui rápido! - Saímos correndo... Começamos a ouvir tiros, altos, e em seguida uma voz. 
- Olha o que eu achei aqui! - Me viro e vejo um homem apontando uma arma para mim, deduzi ser uma AK-47, ele tinha a feição de malicia no rosto e estava todo sujo, que nojo, - Vamos comigo meninas - Dando a volta em nós e nos "guiando". 
- Vamos - Sussurro para Mika e ela me olha com cara de choro, Judith já estava quase chorando, mas consegui a acalmar antes que acontecesse alguma outra coisa. - Confia em mim, eu tenho um plano - Mexo a boca, sem falar nada. 
- Vamos ou vai ter que ser a força? - O nojento fala e me empurra com a arma na minha bunda.
QUEM ELE PENSA QUE É PRA ENCOSTAR NA MINHA BUSANFA?
Ele foi nos guiado para longe do nosso objetivo. Até avistar um casinha de madeira. 
- Ali, entrem ali, e fiquem quietas. Se tentarem dar uma de espertinhas atiro em todo mundo - Ele nos empurrou lá para dentro. O lugar estava imundo, fedendo, tinha até um cara morto ali. Os únicos móveis que haviam ali, era a cadeira onde o cara morto estava sentando e amarrado, e um armário, era grande, eu tinha um plano. 
- Não consigo ficara aqui - Mika diz para mim, botando Missy no chão e a segurando pelo coleira. 
- A gente vai ficar bem, mas, eu preciso que ele volte para botar meu plano em prática - Olho para ela, era verdade, eu tinha um plano, e ele era bom. Alguns minutos depois, ouvimos barulhos de tiros. 
- Se esconde ali - Digo para Mika e arrasto rapidamente o armário para um dos cantos da casinha, fazendo uma proteção. Organizo tudo. Tiro o morto da cadeira e a pego, ponho contra a porta, impossibilitando que arrombem, pelo menos para segurar e nos dar tempo, mando Mika ir para o canto com Judith e Missy. Faço uma barreira com a bolsa da bebê e com minha mochila. "Trancando" as três ali.
- Mika! Destrava a arma! Agora! - Mando e ela me responde...
- Travou! - Olho para o canto e depois para a porta, e vou até elas.
- Como assim travou?? - Falo confusa. 
- Eu não sei só travou! - Ela me responde.
- Ai me dá isso! - Pego a arma e a destravo. - Pronto, aconteça o que acontecer, me promete que protege elas? - Pergunto.
- Aham - Ela diz quase chorando.  
- Mika me promete?? - Fala apressadamente.
- Prometo! Prometo! - Vou correndo até a porta e me posiciono. O silêncio reina lá fora, e aqui dentro. Até Judi começa a chorar...
- Faz ela parar! - Digo gritando em um sussurrando. Então deduzo que Mika botou a mão na boca de Judi pois seu choro agora é abafado. 
- Ai merda - Começo a suar, não acredito que isso está acontecendo. 


Notas Finais


Não se esqueçam de favoritar e comentar! É muito importante para mim! Tentarei postar o mais rápido possível!! Obrigada por ler, nos próximos capítulos terá mais personagens!!!


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