História Survivors. - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Daniel Sharman, Paul Wesley
Personagens Daniel Sharman, Paul Wesley
Tags Romance
Exibições 5
Palavras 2.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - Dr Santos


Fanfic / Fanfiction Survivors. - Capítulo 17 - Dr Santos

Paul POV’s:

Enquanto o lindo e maravilhoso do meu melhor amigo está de folga, eu estou correndo no hospital para dar os medicamentos nos horários corretos dos meus pacientes. Vocês já pararam para se perguntar se tudo isso vale a pena?! Sabe, dinheiro, popularidade, eu acho que não, para que ter tudo isso se você não está com quem ama?! E eu não falo em apenas uma namorada (o), mas também de amigos e familiares, a vida só vale a pena quando estamos com as pessoas que amamos. O dia tinha se passado rápido e novamente tinha o medicamento da Eliza, mas também seria o último para eu poder descansar um pouco. Fui até o quarto dela e bati levemente entrando e encontrando a Kath e o Daniel conversando com ela.

-O que você está fazendo aqui? –Perguntei me dirigindo ao Daniel, e fui dar a medicação da Eliza com o maior cuidado.

-O pai da Gabi apareceu, então resolvi deixar os dois sozinhos –falou e eu assenti terminando de dar a medicação

-Se resolveu com ela pelo menos?

-Sim, falei do meu passado e ela do dela, e confesso que, estou chocado e quando lembro tudo o que ela falou que passou, meu coração aperta –respondeu e eu me sentei ao seu lado

-Tudo vai ficar bem –Kath falou

-E como foi o dia de trabalho? –Daniel me perguntou e eu o encarei

-Meu querido, eu tenho plantão hoje, então, meu trabalho não acabou –falei o encarando. Como eu ainda não tinha falado com a Kath, dei um beijo em seu rosto e ela sorriu, então voltei a me sentar.

-Amanhã você volta a trabalhar, Daniel? –Eliza o perguntou

-Sim, Eliza. Sabe do que precisamos? –Daniel me perguntou e eu neguei –férias –falou e eu ri concordando

-E não podem tirar agora? –Kath nos perguntou

-Não, nós não estamos no mês das nossas férias –falei decepcionado. Sabe quando você tem a sensação de que quer uma pessoa ao seu lado?! Você sendo o motivo do sorriso dela, da felicidade dela e receber o carinho apenas dela?! É assim que eu queria me sentir com a Kath, infelizmente, eu sou complicado e ela é complicada, então, não ajuda. Eu quero sair com ela novamente, mas eu tenho medo de acontecer com aconteceu no primeiro encontro e ela ficar magoada comigo. Eu não sei o que fazer, infelizmente.

-Mas, podemos passar as férias com as meninas, não é? –Daniel me perguntou

-Claro, seria ótimo passar as férias com elas. Poderíamos ir à praia, aaah praia, como eu sinto falta –falei e eles riram

-Que meninas se referem? –Kath nos perguntou

-Você e a Gabi –falei e ela nos encarou

-Lindos, quando são as férias de vocês?

-Daqui a dois meses –Daniel falou –Estamos em novembro, em janeiro

-Ah, eu vou estar de férias e a Gabi formada

-Falar nisso, quando é a formatura dela? –Perguntei

-Hã...-Eliza ia falar, mas fomos interrompidos por uma criatura batendo na porta. A ruiva só aparece para atrapalhar viu, sei não. Ela entrou e fechou a porta se sentando ao lado da Kath.

-Do que falam? –Perguntou

-IH, mal chegou e já quer se entrosar, ruiva –debochei e todos riram, exceto ela

-IH, está de deboche hoje, loiro –respondeu e eu fechei a cara, fazendo ela rir

-Pequena, quando é a sua formatura? –Daniel a perguntou

-Final de dezembro, ainda tenho os estágios –respondeu

-E vai começar quando? –Perguntei

-Depois de amanhã

-Está ansiosa? –Kath perguntou

-Um pouco –falou toda feliz e a gente riu. A ruiva podia ser pé de galo às vezes, mas ela é uma boa pessoa, não consigo nem imaginar uma criatura dessas passando por algo ruim, assim como não consigo imaginar a Kath passando por algo terrível, só de imaginar nisso me dá uma dor no coração. Mas, a partir do momento que elas entraram em nossas vidas, não foi para sair de repente, e sim para ficar. Iremos cuidar delas como se pudessem se quebrar, daremos amor e conforto, seremos tudo para elas e assim como elas são para nós.

  Gabi POV’s:

  Esse final de semana tinha se passado rápido, também, eu passei o final de semana com meu pai, o conhecendo e entendendo do porquê, dele ter ido embora e ter nos deixado com nossa mãe, sozinhos. Misha não aceitou muito bem a volta dele e acha que ele voltou por que quer algo, eu não consigo entender como ele foi embora sabe, mas não o tiro a razão, afinal, ninguém aguenta minha mãe, mas ele tem eu e o Misha, como ele foi capaz de nos abandonar?! Tomei um banho, me vesti (notas finais) e fiz uma maquiagem leve. Peguei minha bolsa e coloquei meu celular dentro dela. Desci e o Misha estava tomando café da manhã, deixei minha bolsa no sofá e fui comer algo.

-É hoje que começa? –Misha me perguntou tomando um gole de seu café

-Sim, e confesso que estou um pouco nervosa –falei colocando um pouco de suco de maracujá e comendo um pedaço de bolo.

-Vai dá tudo certo, G –falou me dando um beijo na testa –Eu tenho uma notícia

-E qual seria?

-Bem, há algum tempo, eu venho conhecendo uma mulher –começou e eu o encarei –Pode ficar tranquila, você vai ama-la. Ela é uma das minhas melhores amigas e dos meninos

-Vocês estão namorando? –Perguntei

-Não, pelo menos não ainda. Eu quero pedi-la em namoro

-Misha, isso é incrível. Eu estou muito feliz por você, M –falei e fui o, abraçar

-Pelo menos sou mais rápido que o Daniel –debochou e eu o encarei –O que?! Já era para ele ter te pedido em namoro

-Não é bem assim, as coisas estavam meio complicadas para nós –falei e ele assentiu concordando. Peguei meu relógio de pulso, escovei os dentes e desci.

-Vou ter que ir, Misha, se não irei me atrasar –falei lhe dando um beijo no rosto

-Tudo bem, bom estágio e nos vemos mais tarde –falou e eu assenti pegando as chaves do carro.

 O caminho não estava conturbado e, por isso, resolvi sair um pouco mais tarde de casa. Eu estava feliz pelo Misha, o jeito como ele falou da mulher fazia seus olhos brilharem e eu nunca vi o Misha desse jeito. E eu estou começando a achar que, quem precisa de um empurrãozinho são o Paul e a Kath. Os dois são muito complicados, e só se complicam ainda mais quando o assunto é sentimentos, eu não entendo eles, ao invés de demonstrarem o que sentem, eles escondem.

 Cheguei ao hospital e estacionei o carro pegando a bolsa e saindo. Vi que o Paul já tinha chegado então, o Daniel também teria. Entrei no elevador e fui até o meu andar, colocando meu jaleco. Tirei meu celular e coloquei do lado do computador e guardei a bolsa em um armário. Durante a primeira semana, eu iria trabalhar para um específico médico. Escutei meu celular vibrar, estavam me chamando no andar de baixo.

 Desci e encontrei o Daniel na recepção e fui até ele e olhei meu celular.

-Dr. Sharman –falei e ele me olhou sorrindo

-Olá, Drª. Santos –falou ainda sorrindo

-Me chamou?

-Sim, durante essa semana, você irá trabalhar com os exames dos meus pacientes desta semana –falou e eu assenti. Ele me puxou pela mão para uma sala que tinha próximo ao local e fechou a porta.

-Devo admitir que, você está muito sexy nesse jaleco –falou sussurrando em meu ouvido, fazendo meus pelos da nuca se arrepiarem. Aproximei meu rosto do seu e o beijei, seu beijo era suave e calmo, ele tomava o maior cuidado para não me machucar. Sua mão apertou levemente minha cintura e a outra ficou fazendo um leve carinho com seu dedão em minha bochecha, meus braços estavam em torno do seu pescoço e eu fazia eu leve carinho no local. Nos afastamos por falta de ar e ele encostou sua testa na minha dando um leve sorriso. Nos recompomos e saímos da sala e cada um foi para o seu local. Tenho que confessar, vai ser um longo dia de trabalho.

 Daniel POV’s:

  Eu não conseguia me cansar dela nem um minuto, seu beijo é completamente viciante, ela é viciante. Encontrei Paul no caminho e, ele estava se arrumando para poder começar mais um dia de trabalho, hoje seria ao contrário, eu ficaria de plantão e ele iria embora.

-Emilly –falei entrando no quarto da minha paciente e sorri para ela. Ela vem aqui há um tempo, ela tem câncer no pulmão então, eu tenho que estar fazendo exames e fiscalizando como ela está indo. Ela tem 45 anos, e é como uma mãe para mim, sabe de tudo o que acontece sem eu falar nada.

-Dr. Sharman, está lindo como sempre –respondeu sorrindo. Passei os exames que queria para a enfermeira e ela começou a organizar –Quem é ela?

-O que? –Perguntei assustado e confuso

-Dr. Sharman, sabe o que nos acontece quando nos apaixonamos?! Bem, nós ganhamos um brilho diferente, o sorriso passa a ser diferente, os olhos parecem mais vivos, então vou repetir minha pergunta. Quem é ela?

-O nome dela é Gabriela –falei rindo e ela sorriu

-Espero conhece-la

-Você irá –falei ainda rindo e sai para me preparar para seus exames. Emilly é mãe solteira, seu marido teve um AVC e, infelizmente, faleceu. Ela é uma mulher admirável, apesar de, sofrer, ela nunca tira, o sorriso de seu sorriso do rosto ou tenta fazer piadas para alegrar as pessoas em sua volta.

 Realizei todos os seus exames e pedi para todos os exames fossem para nossa nova estagiária, já que, ela ficaria em meu serviço durante toda a semana. Sai para tomar um pouco de café e vi a Kath sair com dois em suas mãos.

-Para onde vai, morena? –Perguntei

-Bem, sua namorada, ou sei lá o que ela é sua, não comeu nada até agora, então vou levar um copo de café para ela e um bolinho que está nessa bolsinha –falou e eu assenti

-Você viu o Paul? –Perguntei, e ela apontou com a cabeça para um loiro no canto da lanchonete –obrigado –falei lhe dando um beijo no rosto. Ela saiu da lanchonete e fui pegar meu copo de café e segui em direção ao Paul.

-Bom dia, meu caro companheiro –falei fazendo uma voz grossa e ele começou a rir

-Bom dia, Dr. Sharman

-No que tanto pensa? –Perguntei tomando um gole do meu café

-Kath –respondeu e deu uma leve risada –Eu não sei se a chamo para sair novamente, quero dizer, só saímos uma vez

-Chame-a, Paul. Qual é, cada aquele cara que vivia me dando conselhos?

-Sou ótimo para dar conselhos, péssimo para segui-los, Daniel, você sabe disso –respondeu e eu ri

-Verdade, mas Paul, está na hora de você deixar o medo, o orgulho de lado, e tentar ser feliz –falei e ele assentiu

-Eu vou chama-la para sair –falou e eu sorri –e como vai Eliza?

-Paul, não vou dizer que ela está progredindo, porque eu estaria mentindo. Eu acho que ela só tem alguns meses –falei e ele suspirou

-Isso vai acabar com elas

-Sim, mas infelizmente, eu não posso fazer nada, Paul. Eu sou um médico e não Deus –falei suspirando. Vi a enfermeira que estava comigo no caso da Emilly vir até mim.

-Dr. Sharman, os exames estão prontos –falou e eu assenti. Me levantei dando uma batida amigável no ombro do Paul e sai. Ela me avisou que a Drª. Santos estava me aguardando na recepção assim como pedi. Fui até ela que estava entretida examinando os exames e sorri.

-Como ela está? –Perguntei e ela me encarou assustada e eu ri. Fiz sinal para ela me acompanhar e assim ela fez.

-O câncer está controlado, quero dizer, não avançou –falou e me entregou um exame e eu analisei entrando no quarto da Emilly que virou até nós –mas você também pediu o exame de glicose não foi? –Afirmei com a cabeça

-A taxa de glicose dela está alta –falou e eu suspirei, pegando o outro exame de sua mão

-Dr. Sharman

-Emilly –a cumprimentei –Essa é a Gabriela, Gabriela essa é a Emilly, ela é uma paciente muito especial para mim –falei e a Gabi deu um leve sorriso, Emilly a cumprimentou com um abraço e ela ficou sem graça

-Bom, Emilly, você está diabética, vou ter que, passar uma “dieta” para você segui-la. Tudo bem? –ela afirmou com a cabeça. Anotei algumas informações em seu prontuário e assenti para Gabi, informando que ela já podia voltar para o laboratório.

-Ela é linda –Emilly falou e eu soltei uma leve risada

-Sim, ela é, não só por fora, mas por dentro também –falei e ela abriu um sorriso enorme

-Será que chegou a hora?

-De que?

-Daniel, você não é mais um adolescente. Tem que começar a pensar em casamento, família. Será que é com ela?

-Sim, só que, a gente não está namorando. Digamos que, estejamos ficando –falei e ela me encarou com a sobrancelha arqueada

-Daniel, a garota deve estar esperando um pedido de namoro há muito tempo –falou e eu ri

-Irei chama-la para jantar comigo esse final de semana e irei a pedir, já vim planejando há um tempo –falei e ela sorriu segurando minha mão carinhosamente

-Eu espero que, desta vez você seja feliz, querido

-Eu também, Emilly

  Sai do quarto dela e segui para recepção ainda de olho no prontuário, peguei um papel e comecei a escrever a dieta da Emilly. Seria mais um longo dia. 


Notas Finais




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