História Sutekina Sensei - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Miyavi, The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Miyavi, Reita, Uruha
Tags Aoiha, Dirty Talk, Gazette, Kai, Kaimeev, Kaiyavi, Lemon, Meevkai, Miyavi, Pwp, The Gazette
Visualizações 98
Palavras 3.070
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Lemon, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa fic é presente pra JxWild, minha fada saiam.

Espero que goste 💕

Capítulo 1 - .único; j a n t a r




O último bimestre do ano escolar era bastante calmo, muitos alunos já não iam a escola tendo certeza de que haviam ido bem suficiente para passar para a série seguinte e os alunos que iam eram aqueles que eram bons mas iam até o último dia ou, o famoso grupo do fundão que ia para aula apenas para brincar. Com esse tipo de aula era fácil ficar mais tranquilo e menos ranzinza; se você não for um dos professores mais odiados de todo o colégio, claro.


Um desses professores odiados era Ishihara Takamassa, professor de química, mais exatamente, a parte teórica da química. No entanto, esse não é o motivo pelo qual ele é odiado, mas sim sua rigidez e perfeccionismo em tudo que se refere às aulas. Além do ódio dos alunos, outro problema que Takamassa precisou enfrentar desde que foi contratado era o outro professor de química, este de prática, Tanabe Yutaka.


Tanabe era alguém de personalidade elétrica e, por isso, era o professor preferido dos alunos. O ponto é que o menor tinha como hobby principal perturbar a mente do moreno, e era o que fazia no momento.


– Vamos, você acabou de admitir que é sério demais, precisa melhorar isso se quiser conquistar os alunos no próximo ano. – O loiro fazia caras e bocas durante seu pequeno discurso, os olhos pequenos brilhando como sempre. – Sabe, você tem espírito adolescente, ouve alguns rocks legais, eletrônica, gosta de tatuagens… é só tirar esse esse paletó horroroso e subir as mangas da blusa. Simples, prático e sexy.


– Tanabe, não comece com isso outra vez. – O maior disse. Aquela não era a primeira vez que Yutaka tentava fazê-lo mudar o vestuário. Não que ele usasse apenas aqueles ternos pretos e cinzas em casa ou em passeios, o moreno usava roupas comuns e descoladas, só achava desnecessário usá-las em ambiente de trabalho; diferente do loiro que usava jeans e camisas sociais coloridas com uma jaqueta de couro por cima. E Takamassa deveria acrescentar que as calças eram sempre muito coladas, no rosto o mais novo sempre usava maquiagem e os cabelos sempre estavam desfiados e jogados no rosto, aquela era a primeira vez os descoloria, e apenas havia conseguido ficar mais atraente.


– Tanabe não! Por favor, me chame de Kai, como todo mundo, ou de Yuta. Isso, me chame de Yuta. Deve soar sexy na sua voz. Ou não, é um apelido fofo, um amigo me chamava de…


– Cale a boca, céus! Você é o que, um gravador? Um papagaio?


– Nenhum dos dois, você é que é um chato mesmo. –  Yutaka mostrou a língua para o outro, que revirou os olhos. – Bom dia, Akira-kun! Acho que sua sala é do outro lado do corredor, não?


– Eu só vim ver se meu… amigo veio hoje. – Sorriu amarelo, a mão automaticamente indo para a nuca onde se fazia o nó de sua faixa. – Bem… eu…


– Vá para sala, Suzuki. – O maior ali disse. O garoto revirou os olhos e passou pelos professores sem dizer nada. – É por causa de alunos como ele que eu prefiro manter minha imagem chata.


– O quê? Ah, por favor, né. – O sinal tocou antes que Yutaka pudesse dizer alguns palavrões, então o loiro apenas puxou o maior pelo pulso. – Temos aula a dar, a penúltima desse ano.


– Ainda não sei para quê dois professores na mesma classe, posso muito bem pegar meus sete alunos e dar aula para eles.


– Como você é chato! Seus sete alunos e os meus oito vão dar metade de uma classe cheia, serão duas aulas numa só, é melhor assim e… eu fico mais perto de você. – Sorriu mostrando as covinhas em suas bochechas, essa característica o deixava ainda mais querido pelos alunos, principalmente pelas garotas e talvez ele use isso ao seu favor. – Respire fundo, você sabe que temos a turminha do fundo está toda aqui.


Ao entrarem na sala os alunos se calaram pela presença de Ishihara, mas assim que notaram Yutaka voltaram a conversar. Havia um trato entre os alunos e o professor de química prática, enquanto ele passava algo na lousa ou corrigia algo, poderiam conversar, mas em outros momentos o silêncio absoluto era ordem.


– Bom dia, crianças. – Tanabe brincou vendo alguns cenhos se franzirem. –  Com vocês notaram, juntamos as classes devido à falta de muitos alunos, então hoje nós teremos duas aulas em uma.


Alguns alunos reclamaram mas acabaram por ignorar o fato da aula ser chata pela presença de Ishihara. Um dos alunos era Yuu, que revirou os olhos assim que o tatuado lhe direcionou o olhar analítico.


– Sem gracinhas hoje Shiroyama. – Takamassa interviu antes mesmo que o garoto pudesse soltar outra de suas piadas sem o menor senso. – Peguem o livro, página duzentos e quarenta e um.


Os alunos fizeram o que foi dito e prestaram atenção no professor enquanto Yutaka estava sentado sobre a mesa, os olhos castanhos observando o moreno falar, era tão sério e atraente, as tatuagens aparentes nos dedos e dorso da mão faziam o Tanabe pensar em como seriam as outras, havia visto apenas uma em seu pulso, quando o moreno ergueu um pouco as mangas para lavar as mãos. Dizia uma “lenda” que o professor tinha o corpo inteiramente tatuado e Yutaka adoraria ver cada um dos traços na pele alheia.


– Ishihara-sensei… Não estou me sentindo bem, posso ir na enfermaria? – Um garoto alto e loiro perguntou; Takamassa assentiu e voltou a dar sua aula enquanto Yutaka saía dali em silêncio.


Yutaka observava calado os alunos anotarem algumas coisas que Takamassa dizia, não demorou muito para outro aluno levantar a mão – algo anormal para o aluno em questão – Takamassa suspirou e assentiu, permitindo que Yuu falasse.


– Eu posso ir no banheiro?


– Não. – A voz de Yutaka soou e até mesmo Ishihara assustou quando a ouviu sem o tom usual de brincadeira. – Vá quando Takashima voltar.


Yuu revirou os olhos e cruzou os braços, Yutaka riu e os outros alunos ignoraram.


– Façam os exercícios da página, do um ao quinze, perguntas e respostas. – Ditou e sentou na cadeira, uma vez que Tanabe estava sobre a mesa, as pernas cruzadas deixavam as coxas delineadas em evidência. – Por que não deixou o garoto sair?


– Você não é ingênuo assim, né Takamassa? Os dois são um casal, além do mais, eu os vi trocando bilhetes. Se você reparar, Yuu está com o celular na mão, desmarcando o encontrinho sexual deles.


O moreno olhou e de fato, Yuu estava com o aparelho eletrônico em mãos, digitando freneticamente, além de claro, sua expressão nada contente.


– Tem coisas que você não entende, não é? – O tom de voz que Yutaka usava era provocador, o que chamou a atenção de Takamassa. Não apenas o tom de voz mas o olhar também, dava para se sentir como uma presa sobre os olhos de um predador perigoso, não que alguém com metade de seu tamanho fosse intimidador, mas aquele olhar luxurioso o fazia pensar em fórmulas que nada tinham a ver com a matéria que aplicavam em sala de aula. – Quer almoçar comigo hoje?


– Você vai tentar me convencer a mudar o vestuário?


– Não, mas só se você me convidar para um jantar. – Sorriu cínico e o moreno revirou os olhos, rindo também. – Vou tomar isso como um sim.




[…]



– Você sorri demais Tanabe.  – O moreno disse, a aula do dia havia acabado, com alunos histéricos depois de levarem um exercício enorme para casa, tudo isso porque Shiroyama resolveu iniciar uma guerra de bolinhas de papel. – Vai acabar com dores no maxilar.


– Eu já me acostumei, sorrir é uma das melhores coisas que eu faço.


– Hun, e quais são as outras? – O moreno perguntou. Não havia malícia em sua pergunta, entretanto, o olhar do loiro entregava seus pensamentos nada castos.


– Eu toco bateria. Sabe, eu adoro o jeito que ela emite sons e claro, sou mestre quando o assunto é pegar na baqueta.


– Isso soou tão pornográfico, você deveria cuidar do que fala, Tanabe.


– Quê? Claro que não, eu gosto é assim. – Piscou um dos olhos e, diferente do que pensou, o maior apenas devolveu o olhar carregado em malícia. – Vamos em qual restaurante?


– Vamos jantar na minha casa. Pedi para minha cozinheira fazer algo para nós. – Takamassa disse e guiou o menor até o seu carro. Dentro do veículo o mais velho retirou o paletó, subiu as mangas da blusa e desabotoou três botões; era comum de si fazer isso, no entanto, Yutaka ainda não tinha o visto dessa forma, por isso tinha os olhos arregalados enquanto os lábios estavam entreabertos. – Se não fechar a boca, entra mosca.


– Você… nossa, são muitas tatuagens não? – Engoliu o excesso de saliva antes que babasse ali mesmo. – Digo… Eu gosto.


– Essas não são nem metade das que eu tenho. – Passou o cinto pelo corpo e viu o menor repetir o ato. – Não muito longe, mas com esse trânsito horrível… já vai estar escuro quando chegarmos.


– Por isso tenho moto, é bem melhor. – Yutaka comentou, mas ainda tinha os olhos focados nos braços expostos do mais velho.


Ishihara suspirou enquanto olhava para frente, o trânsito estava mais do que caótico. Ligou a rádio e Tanabe sorriu ao reconhecer Always in my mind, do Elvis Presley.



[…]


O moreno abriu a porta e Yutaka sorriu antes de entrar e tirar seus sapatos. Takamassa observou os fios loiros caindo sobre os ombros do mais novo, a calça apertada deixava seu corpo delicioso.


– Vamos para sala. – O tatuado disse, a voz estava propositalmente rouca e baixa contra o ouvido do menor. Yutaka não disse nada, apenas o seguiu sem dizer nada. – Em breve Miyuki irá nos chamar para o jantar.


– Tudo bem. – O loiro respondeu. Takamassa ergueu uma sobrancelha, a expressão confusa. – O quê?


– Cadê o Yutaka falante de horas atrás?


– Sumiu no momento que você tirou o paletó. – Disse, era verdade, preferia ficar calado observando o outro invés de ficar falando e falando como um papagaio. – Por que está dando aula para um bando de alunos do ensino médio e não em uma faculdade? Você é sério demais para estar no meio de colegiais.


– É monótono dar aula em faculdade. – Respondeu e no instante seguinte a empregada apareceu. Tinha os cabelos curtos, olhos grandes e um decote pouco casto para uma simples empregada. – Sim?


– O jantar está pronto e servido, Miyavi-san. – A morena disse.


– Muito bem, obrigado, Miyuki. Está dispensada por hoje. – A mulher assentiu e sumiu pelos corredores. – Venha, não gosto de comida morna.



[…]


– A empregada te chamou por um nome diferente…


– Ah, ela ouviu um amigo me chamando assim e desde então vem me chamando assim. – O moreno continuava com aquele olhar predador que Yutaka nunca pensou que fosse ver antes. – Eu até prefiro na verdade. Pode me chamar assim se quiser, mas apenas fora do colégio, não quero que caia na boca dos alunos.


– Gosto do seu nome, Takamassa. E bem, a roupa dela não é muito decotada para vestes de uma empregada? – O loiro disse pousando os hashis sobre o prato vazio. – Ou é algum tipo de fetiche seu?


– Talvez… Não ligo muito. – O moreno levantou e recolheu os pratos, colocando-os na pia logo atrás do loiro. – Posso perguntar algo?


– Pode sim.


– Qual seu real interesse em mim? – O loiro havia se levantado e ajudava o moreno a limpar toda a mesa, deixando como se nunca tivesse sido usada.


– Quer mesmo saber? – Tanabe mordeu o canto do lábio inferior, se aproximou do mais velho, tendo que tombar a cabeça para trás para olhar nos olhos escuros. Próximo assim, e com aqueles botões abertos pode ver mais tatuagens, os boatos estavam cada vez mais reais.


– Se eu não quisesse saber, na verdade confirmar, eu não teria trago você direto para a minha casa. – Então me responda, Kai. Qual seu real interesse em mim?


– Inicialmente… é puramente sexual. – Com um tempo aquilo poderia mudar. – Isso é ruim para você?


– Não, nem um pouco.


– Que mudança brusca, professor. Onde está o Takamassa chato? – Passou os braços pelos ombros do mais velho e consequentemente os corpos se tocaram.


– O Takamassa chato, é só um personagem, bobinho. – Sem saber se tinha permissão tomou os lábios alheios para si em um beijo tão cheio de pressa e promiscuidade que Yutaka poderia parar para pensar em quanto tempo o moreno esperou por aquilo.


Não demorou muito e Takamassa já tirava peça por peça das roupas do loiro que não se fazia de rogado ao tirar as suas. Pareciam dois sedentos ali, arrancando arfares um do outro e mordendo onde conseguiam. Yutaka era o mais afetado, havia fantasiado tanto aquele momento que se esqueceu de que quando acontecesse (se acontecesse) seria completamente diferente e o prazer não viria apenas de sua mão.


Sabe Kai... Eu vou adorar te jogar naquela mesa ali, vou adorar meter bem fundo em você, te fazer gritar para todo o prédio ouvir... Mas, eu nem te toquei e você está tão excitado... Eu ainda não fiz nada.


– Então faça. – disse firme os lábios deslizando no pescoço de Miyavi, assim como dissera, andou até a mesa de jantar, jogando o outro ali, um sorriso malicioso bailava nos lábios do maior. Com certa brutalidade Kai puxou o outro contra si, os corpos se chocando e um ósculo quente os envolvendo. Enlaçou a cintura do moreno com as pernas, espalmando as mãos no tampo de vidro da mesa, Miyavi riu sua libido subindo à medida que seu membro se aproximava da entrada de Kai. Com força, se arremeteu os olhos revirando em prazer enquanto o moreno jogava a cabeça para trás em um gemido lânguido.


– Você é gostoso... Quente... – Falou com um tom sério, suas mãos apertavam com força a cintura masculina, a pele alva sendo facilmente marcada em um vermelho forte. Com um empurrão rápido deitou Yutaka sobre a mesa, virando seu corpo logo em seguida, penetrando-o novamente.


– Isso é tudo o que você pode fazer? Vamos, me fode Takamassa. Me fode...

– Está mesmo implorando para ser fodido não é? Então eu vou te foder com muito prazer...

Yutaka sorriu, era tudo o que precisava naquele momento. Takamassa puxou o menor para o chão e logo as peles se tocavam com pressa e força, os dedos finos agarravam-se em uma peça de roupa perdida pela local, o maior acertava em cheio sua próstata enquanto gemia languidamente. Os sons que saiam de ambas as bocas eram obscenos, os olhos fechados denunciavam um prazer sem igual.

Você não queria ser fodido Kai? Diz... Está sendo fodido como gosta?

– Ainda não... Mais forte!

Miyavi quase rugiu, retirando seu membro do outro para ir com brutalidade, viu Kai se desequilibrar e o segurou pela cintura, colocando-o de quatro sobre o chão gelado. Uma gargalhada animalesca pairou sobre o apartamento, o mais alto desceu o próprio corpo até alcançar a nuca do outro, onde mordeu com força. Um gemido doloroso da parte do moreno mais baixo e uma estocada mais funda.

– Isso Meev... Com força... – Gemia Kai antes de morder a peça de roupa entre seus dedos – Mais rápido... Mais rápido!


Yutaka mais uma vez gemia contra os lábios do moreno que lhe beijava ao mesmo tempo em que cavalgava, o corpo escorregava, o suor escorria de sua testa, fazendo-o sorrir deleitado com a visão. Takamassa não havia se esquecido de todas as provocações no mais novo e estava adorando puni-lo daquela forma. Yutaka levantou-se ainda rebolando, e trouxe Miyavi junto de si, puxando-o até o banheiro que se lembrava de ter visto quando iam para a cozinha. Ligou o chuveiro e deixou um sorriso malicioso cercar seu rosto. Suas ideias para noite estavam cada vez melhores. Colocou-se debaixo da água morna, o moreno o acompanhou, pegando-o pelas coxas, encaixou seu falo na entrada do outro e o penetrou com força, gemeram em uníssono e começaram a mover-se. Yutaka apoiou as mãos atrás de Takamassa, no vidro do Box, dando impulsos que colaboravam com os movimentos contra seu corpo.

– Você é uma cadela Yutaka... Gosta de dar em tudo que é posição, não é? Vadiazinha safada.

– Me chama... De vadia de novo... – Pediu, recebendo um tapa forte na nádega.

– Vadia... Vadia... Vadia... – Gemeu Miyavi no ouvido do outro – Goza pra mim minha puta.

Tanabe o obedeceu, sujando com o líquido viscoso ambos os abdomens, deslizou as pontas dos dedos ali, removendo o pouco que a água não lavou e levou a mão até a própria boca, sugando-os como se sua vida dependesse disso. Desceu do colo alheio para ajoelhar-se ao chão, mordeu sem muita força a coxa esquerda do tatuado para então abocanhar o membro que pulsava em excitação. Deixou que seus dentes raspassem ali, passando a língua em seguida, as mãos alisavam as coxas magras, os olhos focaram nos do mais alto que puxava seu cabelo, fazendo com que engolisse mais daquele membro pulsante.

– Você quer sentir o gosto da minha porra cadela?

Gemeu engasgado com a glande que alcançava sua garganta a cada investida mais profunda. Fechou os olhos quando o gemido mais alto de Miyavi chegou ao seu ouvido, o líquido quente desceu-lhe morno pela garganta, um suspiro de Takamassa e o loiro abriu os olhos.

Afastou-se do moreno mais alto e abriu a boca, brincando com o restinho de sêmen que residia em sua língua. Deixou que escorresse pelo próprio queixo, passando as pontas dos dedos em seguida. Fazia um pequeno show para o professor enquanto se mantinha de joelhos, os cabelos molhados estavam grudados na pele e marcas das mãos do mais velho poderiam ser vistas por seu corpo. Engoliu como se fosse o melhor doce e mordeu o lábio inferior, vendo Takamassa se escorar nos azulejos escuros.


[…]


E diferente de qualquer expectativa, eles não haviam dormido juntos na cama do mais velho e também não disseram nenhum “eu te amo”, não claro que não. Apenas tomaram um banho decente e Takamassa emprestou ao outro professor roupas limpas, depois o levou para casa, seguindo então para a sua própria novamente. Porém – sempre terá um porém – ao chegar em casa, Takamassa notou algo errado: aquela carteira não era sua. Ainda mais com o logo da banda Sex Pistols no meio.

Com um suspiro pegou o celular e foi direto nos contatos, o número salvo como “Kai-chan <3” pelo próprio seria muito útil no momento.

“Alô?” – A voz do outro parecia cansada pelo telefone, e não era para menos.

Yutaka, é o Takamassa. Você esqueceu sua carteira aqui, venha buscá-la amanhã.

“Ah eu vou sim. Depois da última aula?”

– Claro, depois da última aula.



Notas Finais


Sutekina Sensei : Basicamente, significa "professor atrevido"

Resumindo: vão se comer até a paixão dar "olá" e depois vão se comer mais ainda.

~torcendo MUITO pra não flopar~

Sininho eu espero que tenha gostado 💕


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