História Swanqueen_ Impossivel nao te amar! - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Tags Amor Á Primeira Vista, Romance, Swanquenn
Visualizações 719
Palavras 967
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola! Sou muito fã da serie once upon a time, então vou contar minha versão da historia. Ė a primeira vez que escrevo, desculpe alguns erros.

Capítulo 1 - Meus 28 anos


Fanfic / Fanfiction Swanqueen_ Impossivel nao te amar! - Capítulo 1 - Meus 28 anos

*** Emma Swan ***

Hoje ė meu aniversario, completo 28 anos de vida, pra mim ė um dia triste porque me lembro que não tenho muito o que comemorar, afinal fui abandonada por meus pais, e não faço a menor ideia de quem são eles.

Ė noite, acabei de chegar em casa depois de ter cumprido meu trabalho, comprei uma torta e coloquei uma velinha, era mais um aniversario sozinha, ecendi a vela fechei meus olhos e desejei que eu nunca mais ficasse sozinha.

Derrepente a campahia do meu apartamento toca, fico surpresa, porque nunca recebo visitas.

Abro a porta olho pra baixo e vejo um menino, com um livro embaixo do braço que sorrindo me diz:

- ola! Meu nome ė Henry e eu sou seu filho.

Ouço aquelas palavras e fico em choque. 

O garoto invade meu apartamento.

- hey, garoto você ta me confundindo, eu não tenho filho.

Falo já empurrando ele pra fora.

- tem sim, você me entregou pra adoção quando eu nasci, eu vim de muito longe pra te encontrar, você precisa me ajudar, e ajudar sua familia.

Disse ele com um tom preocupado.

- olha garoto você precisa ir embora, ou eu vou chamar a policia.

Eu já tava com o telefone na mão.

- se chamar a polícia vou dizer que você me raptou.

- Você não seria capaz!

- vai pagar pra vê?

Aquele garoto era abusado, resolvi lagar o telefone, fiquei parada por um intante olhando pra ele. Realmente quando eu tinha 18 anos eu tive um filho na prisão, e dei ele pra adoção para que ele pudesse ter uma chance melhor na vida, afinal o que eu tinha pra oferecer a uma criança? Nada! Mas se fosse verdade como ele me achou? Foi uma adoção sigilosa, comecei a ficar curiosas pra saber mais sobre aquele menino.

- OK  garoto onde você mora vou te levar pra casa? 

- eu moro em Storybrooke no Maine.

- Storybrooke? Nunca ouvi falar

Falei desconfiada.

- ė porque não ta no mapa.

Respondeu ele

Pequei minha jaqueta vermelha, e fui com ele ate meu carro, um fusca amarelo.

- hei, e esse livro ai, ė sobre o quê? 

Perguntei curiosa, o garoto parecia muito apegado ao livro.

- esse livro conta a sua historia e a historia da sua família.

Olhei pra ele e não pude segura o riso.

- não ria, ė a verdade veja...

Ele abriu uma pagina do livro e começou a me contar as historias, resolvi não contraria-lo e entrei na brincadeira fingindo que acreditava em tudo.

Imagina, eu filha da branca de neve com o príncipe encantado. Crianças e suas imaginações.

Chegamos na tal Storybrooke, parei o carro no meio da cidade, e virei pra ele e disse:

- onde ė sua casa garoto?

Ele não quis responder. 

Vinha passando na rua um homem com um cachorro tipo dalmata, e comprimento o garoto.

- ola Henry! o que ta fazendo na rua ate essa hora?

Ele olha pro homem e diz;

- Archie essa ė Emma Swan minha mãe verdadeira.

Eu o comprimento e vou logo perguntando...

- Você pode me dizer onde ele mora? Quero leva-lo pra casa, a mãe dele deve ta preocupada.

- ah! sim a prefeita.

-Prefeita? você ė filho da prefeita?

- sim, mas não me leve, ela ė a rainha má, ela não gosta de mim.

A voz dele saiu triste que me doeu por dentro, nem conheci e já tava com raiva dela.

- bom, a casa fica ali na próxima esquina virando a direita.

Concluíu o homem, agradeci a ele, entramos no carro e fui pra lá.

Chegamos, era uma casa muito bonita, grande. Lá dentro tava uma mulher, falando com um policial reconheci pelo uniforme.

Quando ela viu o garoto saiu de dentro da casa correndo para abraça-lo, mas ele logo gritou:

- não quero falar com você, achei minha mãe verdadeira.

E entrou correndo pra dentro de casa.

A mulher se virou e veio falar comigo.

Eu paralisei, meu coração disparou na hora, nunca tinha visto uma mulher tão linda como aquela, pele branquinha, cabelos negros e aquele tom irritado dela, a deixava mais sexy, como pode uma mulher dessa ser má?

Meu coração parecia que ia sair pela boca, aqueles olhos lindos nos meus e eu gelei, aquela boca carnuda, não consegui parar de olhar. Sair do transe quando ouvi a sua voz:

- obrigado pro trazer meu filho, senhorita...?

 - Swan, Emma Swan!

Respondi estendendo a minha mão, quando ela apertou, por um segundo sentir aquela mão macia.

- Regina Mills!

Ela se apresentou.

- senhorita Swan! Bom agora pode ir, eu cuido dele. 

Eu pude vê que ela realmente estava preocupada com o garoto, mas mesmo assim tive que perguntar;

-  Você o ama?

Ela me olhou como se pudesse me fuzilar.

- ė claro que eu amo meu filho! Quem você pensa que ė pra questionar os meus sentimentos por ele? Você o abandou, deu ele pra adoção, eu que passei os últimos 10 anos da vida cuidando dele, agora faça  um favor pra nós dois e vá embora dessa cidade.

Apesar de tudo pude vê que ela tava sendo sincera, ela me deu as costas e entrou na casa. Aproveitei para observar-la mais ainda, não era só de frente que ela era linda, ela tem uma Bundinha linda, empinadinha que me deixou impressionada.

Desidi passar mais uns dias na cidade.

Perguntei ao xerife se ele sabia onde tinha uma pousada, ele me indicou a pousada da vovó, fui ate lá e aluguei um quarto.

Entrei no quarto, fui no banheiro, liguei a banheira, entrei pra relaxar um pouco, mas na minha mente só vinha aquela morena, aquela boca, aaah! que boca linda, comecei a imaginar beijando aqueles lábios carnudos, apertando aquela budinha empinadinha, sem perceber comecei a me tocar pensando nela, só de me imaginar chupando aqueles peitos, sentindo a boceta dela na minha boca, eu gozei.

- o que eu to fazendo, to desejando a mãe adotiva do meu filho? Meu deus preciso esquecer isso, uma mulher como ela nunca ficaria comigo. 

Regina Mills esse nome ecoa pela minha cabeça.



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