História Swanqueen_ Impossivel nao te amar! - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Tags Amor Á Primeira Vista, Romance, Swanquenn
Visualizações 149
Palavras 2.160
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 25 - Só na vontade


Fanfic / Fanfiction Swanqueen_ Impossivel nao te amar! - Capítulo 25 - Só na vontade

*** Regina ***

Depois de algumas semanas sem vê a Emma, eu sentia falta dela, mas como sempre meu orgulho não me deixava procurá-la, aproveitei esse tempo para pensar em tudo que havia acontecido, todos os acontecimentos estavam muito recentes ainda. Com a companhia da Zelena eu já não me sentia mais sozinha, as vezes conversava com ela, mas na maioria das vezes acabamos brigando por bobagens, segundo ela eu estava precisando transar. 

Odeio admitir mas ela tinha razão. Sinto falta da Emma, do seu toque do seu beijo, enfim de tudo. As vezes quando saiu da prefeitura tenho vontade de ir na casa dos encantados com uma desculpa qualquer só para vê-la, mas logo desisto. 

É manhã de sexta feira e me levanto para mais um dia de trabalho, desci para tomar meu café da manhã, que por sinal a Zelena preparou. 

- bom dia sis! 

- bom dia Zelena! A onde vai toda arrumada assim, e tão cedo? 

- vou na biblioteca. 

- ultimamente você anda passando muito tempo na biblioteca. 

Ela me serve o café, e senta no balcão a minha frente. 

- a Bella tá me ensinando muitas coisas sobre esse reino, como você sabe eu sou nova aqui. 

- sei, é só isso mesmo? 

- e o que mais seria? Bella tem sido uma ótima amiga para mim, já que você e a salvadora andam muito ocupadas com seus conflitos de casal mal resolvido. 

- nós não temos conflito, apenas estamos dando um tempo. 

- olha eu no seu lugar não deixava uma loira linda de olhos azuis solta por muito tempo. Vai que aparece uma concorrente para tentar. 

- eu não me preocupo, eu sei o quanto a Emma me ama. 

- confiança de mais, estraga. 

- e o que você sabe sobre relacionamentos?

- você tem sorte Regina, encontrou seu amor verdadeiro e ao invés de curtir, cultivar esse amor, fica aí perdendo tempo com orgulho besta. 

- olha só! andar com aquela rata de biblioteca tá te fazendo entender mais sobre o amor è? 

- não chama ela assim. Ela é uma mulher bonita, e muito inteligente. 

- eu chamo como eu quiser. Que saber tenho que ir. 

Entro no meu carro e vou para a prefeitura, ultimamente Storybrook está muito calma, nada de mostros ameaçando a cidade, é até estranho. Entro na minha sala, tiro meu sobre tudo, quando sento na mesa começo a folhear o livro a minha frente mas não consigo me concentrar, olho pro meu celular pego e logo abro um sorriso quando vejo o papel de parede, é uma foto da Emma com o Henry sorrindo, sentados na lanchonete da vovó. Penso em ligar mas desisto quando ouço a porta bater. 

- entre! 

- bom dia prefeita! 

Eu não acredito!  é ela mesma que está aqui bem na minha frente? parece até que leu meus pensamentos. Sua feição parece preocupada, eu tento não esboçar nem uma reação só para saber o que ela quer. Volto minha atenção para o livro a minha frente que eu nem sei do que se trata. Mas quando ela apoia as mão na mesa e fica frente a frente comigo, não consigo evitar, meus olhos passeiam por seu corpo, seu perfume que eu adoro fica mais forte  com a aproximação, e a quele decote, como ela se atreve ir trabalhar com essa roupa? na hora sinto meu corpo arrepiar. 

Quando ela deu a volta para ficar mais perto jurei que ela iria me beijar, mas ao invés disso ela se abaixou e começou a pedir perdão de novo. Eu só pensava em todos os erros que eu cometi antes mesmo dela nascer, todo mal que eu fiz a muita gente, incluindo os pais dela. E mesmo assim, a vida, o destino seja lá quem foi, me deu a chance de amar de novo. Quando ela falou de ódio, claro que eu não a odiava, era impossível odiá-la, minha vontade era calar sua boca com um beijo, mas não fiz, ela estava disposta a ter uma segunda chance, e eu também queria isso, uma segunda chance para nós duas. 

Me levantei e fui até o centro da sala com os braços cruzados, quando ela se aproxima e toca meu rosto, sentir seu toque me faz estremecer, mas ao mesmo tempo que eu a desejo e a quero muito, sinto que temos que ir devagar, a confiança ainda está abalada. Por isso, mesmo contra minha vontade peço para que ela pare, e digo que aceito recomeçar. Mas quando ela diz que eu vou implorar para fazer amor com ela, eu começo a rir, juro que não acreditei quando ela disse isso. Eu ri mais, como a muito tempo não ria. Encarei isso como uma brincadeira, e resolvi entrar no jogo. 

- vamos vê quem resiste a quem. 

Foi o meu jeito de desafiá-la também, se Emma Swan é uma mulher irresistível, eu também sou, e sei que ela não resiste aos meus encantos. 

Aceitei jantar com ela, mas não gostei da ideia de deixar o Henry com a louca da Zelena, infelizmente não tinha outro jeito, onde eu iria encontrar uma babá em plena sexta feira a noite? Resolvi conversar com a louca da minha irmã e explicar a ela tudo, horário que o Henry deveria dormi, o que ele podia ou não assistir, enfim. 

Fui na biblioteca procura por ela, já que era onde ela se enfiava o dia todo, chegando lá estranhei porque as luzes estavam apagadas, mas a porta tava aberta. Quando eu pensei em chamar por Bella, ouço um barulho de livro caindo, vou até lá e a cena que eu vejo não é nada agradável. 

- Zelena!!! 

Ela e a rata de biblioteca estavam aos beijos e amassos. Com o susto elas se separam e Bella fica mais vermelha que um tomate, acredito que naquele momento ela queria um buraco para se enfiar. 

- Regina eu posso explicar. 

- é bom mesmo ter uma boa, não, ótima explicação para isso. 

- podemos ir pra casa? 

Zelena vem em minha direção e me puxa pelo braço até  chegar no carro; entramos e todo o caminho vamos em silêncio. 

Quando chegamos, eu não consigo me controlar e logo vou soltando a bronca:

- você enlouqueceu?! Beijando a mulher do rumpelstiltskin. 

- eu sei, eu sei que é loucura mais não é culpa minha, aconteceu muito rápido. 

- Zelena ela é casada, e pior com o rumpelstiltskin, você ouviu? Tem noção do que isso pode causar? 

- Regina como eu disse aconteceu, e além disso ele não é um bom marido pra ela. 

- não importa, eles são casados, e isso entre vocês tem que acabar. 

- não dá, eu gosto dela, e sei que ela gosta de mim também. 

- Zelena, é loucura, imagina se ele descobre hein?  e se fosse ele que tivesse entrando naquele momento? Concerteza você estaria morta agora. 

- ela prometeu que vai se separar, e eu não tenho medo do dark one. Olha isso é problema meu, deixa que eu mesma resolvo.

Resolvi fazer o que ela disse, deixei de lado, ela é uma mulher adulta e sabe se cuidar. Expliquei tudo em relação ao Henry. 

Minha atenção agora é para o jantar, quero esta linda e irresistível, e sei exatamente como, eu sei que  Emma adora quando uso vestido vermelho, ela diz que eu fico uma tentação. 

Já é noite estou terminando os últimos detalhes da minha maquiagem. Ouço a campainha tocar. Dou uma última olhada no espelho e deço,  paro no meio da escada para admirar o anjo loiro a minha frente, ela está linda, não, maravilhosa, quando nossos olhares se cruzam, meu sorriso é instantâneo, meu coração acelera como se fosse amor a primeira vista. Será possível que estou me apaixonando de novo por ela? Uma vez o Rumplel me disse que: o amor é a magia mais poderosa que existe. Eu sempre achei que o que eu sentia pelo Daniel era amor verdadeiro, mas perto do que sinto pela Emma, percebo que aquele sentimento não era forte o bastante. 

Bom, depois de uma ficar admirando a beleza da outra como duas bobas apaixonadas, entramos na quela carroça que ela chama de carro. Chegamos no restaurante, um lugar muito lindo e elegante, com um clima bem romântico, eu adorei tudo, a comida tava ótima, nossa conversa tava boa e descontraída, tudo ocorreu muito bem, como um encontro de duas apaixonadas deve ser. 

Quando ela me deixou em casa, perguntei se ela queria entrar, na verdade eu queria que ela entrasse. 

Até pensei que ela também queria, porque ela começou a me provocar, sentir seu beijo, sua língua quente e apressada, eu já senti minha calcinha umedecer, eu até tinha esquecido aquela brincadeira idiota de mais cedo, mas ela fez questão de me lembrar. 

- peça! 

Juro que por um segundo, sério! um segundo mesmo, eu iria ceder, mas eu pensei que mesmo eu dizendo não, ela iria ignorar, e não pararia, mas eu me enganei, não é que ela parou mesmo. 

Naquele momento eu sentir um misto de rava e surpresa, não, foi mais raiva mesmo, muita raiva! 

Depois de ter chingado ela de tudo que eu poderia imaginar, entrei em casa, eu não tava acreditando que aquela idiota estragou uma noite perfeita. 

Respirei fundo para me acalmar, fui até a sala e vi o Henry e a Zelena dormindo no sofá, eu disse pra ela não deixar ele passar do horário de dormir. Deixei pra dar a bronca de manhã, fui no meu quarto troquei de roupa, peguei a manta do Henry e o cobrir, cobrir a Zelena também, desliguei a TV e fui dormi. 

Na manhã seguinte acordo com meu celular vibrando, pego, e vejo que tem uma mensagem. 

( 8:30) -  Bom dia meu amor! Espero que tenha sonhado comigo. Assim como eu sonhei com a gente fazendo um sexo selvagem.  :-D

Bjus... E.S

- idiota! 

Levantei e fui tomar meu banho, me lembro da noite passada e sorrio que nem uma boba. Antes de ir para a cozinha dou uma olhada nos dois dorminhoco na sala, acordo a Zelena. 

- acorda!  

- O que foi, onde é o incêndio? 

- shiii... Levanta.

Preparo um cafe para nós duas. 

- Zelena o que eu disse sobre a hora de dormi do Henry? Nada de deixar ele até tarde na TV. 

- ah relaxa, hoje é sábado o que tem o ele acordar um pouco mais tarde? 

- o que tem é que eu gosto que meu filho siga uma disciplina. 

- ah! Como você é chata! Mas me conta como foi o encontro? 

- não tem nada para contar. 

- XIII o que foi? A Emma broxou? Ah não!  não aconteceu nada! Você se arrumou toda, toda aquela produção pra nada! 

Como eu disse as minhas conversar com a Zelena sempre termina em confusão, mas dessa vez fiz diferente, com o movimento dos meus dedo eu tirei a voz dela. 

- ah o silêncio. O que você disse? Eu não ouvi, sis. Eu vou da uma saidinha, se o Henry acordar antes de eu voltar, prepara o café da manhã dele, eu não vou demorar. 

Peguei uma torrada e fui pro meu quarto me arrumar. Vesti uma blusa branca de mangas compridas, com um leve decote, e uma saia preta daquelas que quando a gente senta ela encurta deixando as coxas a mostra, coloquei um terninho da cor da saia, e fui para a delegacia, não tinha ninguém, sentei em cima da mesa e fiquei esperando, não demorou muito e a xerife aparece, se assustou quando me viu naquela posição. 

- uau! Nunca pensei que ficaria feliz em chegar no trabalho. 

- então você anda tendo sonhos eróticos com a prefeita? 

- uhum. E são muito intensos. 

Ela se aproxima. 

- sabia que isso é inapropriado, pode ser até um crime. 

- há mas eu não tenho culpa dela ser uma morena linda, charmosa, sedutora, e com um corpo maravilhoso, de deixar qualquer um babando. Se for crime então pode me prender. 

- e como começa esses sonhos? 

- por coincidência, um deles começou aqui mesmo na delegacia. 

Ela alisa o meu rosto, enquanto seus lábios tocam meu pescoço, sua mão direita na minha perna cruzada, não demora muito e seus lábios encontram os meus. 

Estamos ali saboreando uma a outra, e como sempre esquecemos de onde estamos,  apenas nós duas naquele espaço, naquele momento. 

- Emma Swan! 

Nos separamos quando David chega na delegacia. 

- pai, pensei que não viria hoje. 

- só vim pegar as chaves da minha caminhonete. Podem continuar com que estavam fazendo. 

Ele sorri sarcástico, e saí. 

- concerteza eu vou continuar. 

- só se for com outra pessoa. 

Desço da mesa e pego minha bolsa, ela me segura pelo braço. 

- ah não! Você vai me deixar só na vontade? 

- não foi isso que você fez comigo, ontem? 

- ah sua... 

Solto um beijinho no ar para ela e saiu. 



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