História Swaplust - Capítulo 11


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Categorias Undertale
Personagens Asgore Dreemurr, Chara, Doggo, Frisk, Papyrus, Sans, Toriel, W. D. Gaster
Tags Asgore, Chara, Frisk, Gaster, Papyrus, Sans, Toriel, Underlust, Underswap
Exibições 46
Palavras 1.975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, FemmeSlash, Ficção Científica, Hentai, Orange, Romance e Novela, Saga, Seinen, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Você deve estar se perguntando , se estamos no underswap , porque eu coloquei a flowey ao invés da temmie? Bem , como Frisk estava agindo como o protagonista de novo , algumas memória foram modificadas , e é por isso que o Gaster era o cientista ao invés do Monster Kid , mesmo isso tendo sido no passado , mas agora que Chara apareceu , a troca voltou ao normal. Agora o Asriel eu vou deixar do mesmo jeito pois não tem como você trocar a sua espécie então ele vai continuar no lugar dele. (Acho que com essa treta toda até o error vai achar que esse universo é um erro e vai tentar apagar :P)

Capítulo 11 - A troca completa


Fanfic / Fanfiction Swaplust - Capítulo 11 - A troca completa

Frisk andava tranquilamente pela neve , com a cara mais limpa e despreocupada do mundo. Até que ao sair do portão ele viu uma câmera escondida na neve. Isso o incomodou , ele odiava ser filmado. Como qualquer psicopata , ele almejava o crime perfeito , o qual ninguém nunca descobriria , por isso ele detestava qualquer forma de registrar seus atos. Na hora ele pensou em quebrar a câmera , mas então lembrou que isso iria levantar ainda mais suspeitas , e quem não teme , não deve afinal de contas. Então ele continuou andando calmamente , até um tanto devagar demais , mais isso era sua característica , ele andava tão delicadamente que não daria para ouvir seus passos nem que ele pisasse em vidro. Ser sorrateiro seria sua nova estratégia agora , quando eles perceberem , já vão estar com uma faca enfiada fundo em sua gargantas. 

Mais à frente  , Frisk achou um galho bem robusto , mas para ele era fichinha. Ele pegou o galho e quebrou apenas pelo prazer de quebrar , era a mesma coisa  estourar plástico bolha e quebrar um galho do tamanho de uma perna para a força descomunal desse humano. Por causa de sua péssima audição (sequela da psicopatia , na qual quanto mais psicopata você for , pior será a sua audição) ao ponto dele ser quase surdo e ter que usar um aparelho auditivo até , mas o deixou desligado pra não entrar nada (sangue) dentro e era uma dificuldade pra lavar aquele troço , ele não conseguiu ouvir mas conseguiu sentir , alguém tremendo atrás das árvores , não se podia dizer se era de frio ou se era de medo mas provavelmente era um calafrio de ver uma criatura pegar um galho de 32 polegas e quebrar ao meio como se fosse um palito de churrasco. Frisk virou a cabeça pro lugar da onde sentiu a vibração , deu uma riso e seguiu em frente.

Quando chegou a ponte , ele ficou com um tanto de receio de se ela aguentava o seu peso ou não , já que aguentar o peso de um esqueleto não era a mesma coisa de aguentar o peso dele , que, nos últimos ''anos'', havia ficado realmente um ''monstro' (aqui é bodybuilder!)  , Chara e os outros estavam notando que ele tava realmente ganhando muita massa muscular ultimamente , até acharam que estava tomando anabolizantes mas com ele era na base do whey protein mesmo. Começou a lutar judô , jiu-jitsu , e um monte de outras lutas , quem fosse se meter com ele agora tava lascado , nem ia ter como o Papyrus pegar ele agora  , não que ele tenha feito esse treinamento todo por causa do Papyrus , foi só porque fazia parte do plano dele mesmo e algo que pessoas como ele adoram é se sentir superior aos outros , seja profissionalmente , seja fisicamente , e além do Asgore , ninguém aqui tinha mais porte físico que ele , mas vamos ver se físico compensa contra magia né.

O esqueleto veio andando até o lugar onde o humano estava parado , com toda coragem do mundo e disse:
-Humano. Você não sabe como cumprimentar um novo amigo? Vire-se e aperte a minha mão.

Frisk se virou e apertou a mão do monstro com toda a força. A almofada que estava na mão do esqueleto  estourou e ele ainda torceu e quase quebrou os dedos do monstro , até que usando sua incrível velocidade , Papyrus conseguiu tirar sua mão desse aperto mortal quase sem ele perceber.
-Eu apertei sua mão forte demais? Me desculpa.
-Não foi nada. Eu sou Papyrus , Papyrus o esqueleto. E eu-
-Será que eu posso passar por esse portão aqui?
-Ah sim pode passar , as barras são largas demais para impedir ninguém.

Então ele e Papyrus passam pela ponte. O monstro nota o modo com que a ponte treme e ameaça cair sobre o peso do humano , mas fica calado. Eles dão de cara com o Sans mais a frente.
-Olha meu irmão ta vindo , o que acha de se esconder atrás daquele abajur ali- errr ... deixa pra lá.
        

 Sans aparece com seu entusiasmo de sempre e dá de cara com o humano , mas ao não perceber nenhuma reação , acha que não tem nada ali. Era curioso o modo com que Sans apenas dava atenção ao que se mexia , ou talvez ele só seja desligado mesmo.
-Então Papyrus , achou um humano?
-Sim.
-Ótimo.

Então ele se virou e foi embora sem dar mais nenhuma palavra. Frisk realmente se frustou com essa conversa curta e ficou decidido em ludibriá-los na próxima oportunidade , a qual ele encontrou mais a frente. Depois deles terem seu ataque habitual , Sans se confundiu:
-O que é aquilo?!
-Ah eu? Eu sou um humano , meu nome é Frisk , ao  seu dispor.
E fez uma leve reverência com a cabeça. Ele ia fazer uma reverência normal mas decidiu não se rebaixar nem mais uma vez sequer para esses esqueletos depois do que aconteceu , principalmente agora que o que era deles tava guardado.
-Ah mesmo? NOOOOOOOOOOOSSA! FINALMENTE! Encontrei meu primeiro humano! Mas pera..... Hmmmmm...... Você é macho não é?
-Eu suponho que sim.
-Ah bem tanto faz , eles não fizeram nenhuma exigência quanto a isso então dane-se. É HORA DE COMEMORAR!
-UHU!! -Gritou Papyrus no coro sem razão nenhuma.

Ai mas será possível que a vida deles é fazer festas? Daqui a pouco ele vira a Pinkie pie , porque ele já pula que nem ela , fala que nem louco como ela , é meio rosa como ela , tem um irmão chato que nem ela (no caso dela irmã) e agora vive fazendo festas? Só falta o canhão pra completar , mas ele tem o Gaster blaster não é? Na verdade é o Papyrus que tem , mas é só o que falta mesmo. -Pensou consigo mesmo Frisk.

Ele continuou matando todos os monstros que via pela frente , até que não sobrou ninguém na cidade além dos dois esqueletos. A ingenuidade de Sans a discrião de Frisk fizeram com que o pobre esqueletinho se perguntasse inocentemente , porque todo mundo havia ido embora. Seu irmão sabia bem o que estava acontecendo , mas resolveu não estragar a felicidade de seu irmãozinho , só não iria deixar seu irmão sozinho com o humano em nenhuma circunstância , mal sabia ele que para o seu plano , Frisk iria fazer exatamente isso , e olha que isso foi justamente ideia do Sans , que na primeira oportunidade , acreditou na encenação do humano e achou que este estava apaixonado por ele , e resolveu convidá-lo a dormir na casa dele , não era um encontro claro , era só na broderagem. 

O fato é que eles se divertiram até demais , Frisk consertou a televisão e eles assistiram filmes enquanto comiam pipoca , degustavam um pouco do espaguete , e é claro Frisk fez aquela pegadinha de ficar entrando e saindo da cozinha enquanto Sans o seguia incansavelmente até ele não conseguir mais sentir as pernas.

Depois  disso , eles trouxeram um pote de sorvete para o quarto e ficaram na internet. O Frisk tava tentando ajuda-lo a fazer mais amigos e graças a idiotice do Sans , este não percebeu que o humano pegou o celular e usou o perfil do undernet do celular para adicionar ele como amigo , mas o que importa é que ele ficou feliz não? Eles conversaram e ficaram jogando no computador até altas horas da noite , até que o esqueleto adormeceu e então Frisk o carregou até a cama dele, tirou o pote de sorvete de cima da mesa e tirou a colher de dentro , depois se deitou bem ao lado do Sans

Sans ao perceber que ele estava ao seu lado , o abraçou sem pensar , procurando por calor. Talvez tenha sido por causa da aproximação e do calor , ou talvez tenha sido apenas uma ereção espontânea , mas o fato é mal Sans o abraçou , já ficou duro. Frisk ainda com a colher na mão , se levanta e começa a acariciar levemente a cabeça por cima da calça. Sans abre os olhos ainda sonolento por ele ter saído do abraço e pergunta com uma voz arrastada quase parando:
-O que você tá fazendo?
-Nada de mais.

Disse Frisk tirando mostrando completamente a glade dele e acariciando diretamente agora. Sans ofega de prazer , parece simples , mas com as técnicas e a experiência de Frisk , é impossível não cair em prazeres.
-I-isso é bom. Ah... Ah...
-Quer?

Frisk mostrou a colher que tinha na mão. Ainda estava um tanto doce , e ele estava cogitando o lugar para enfiá-la.
-Oh. Não , não vamos usar assim.

Ele deve ter pensado que ele iria colocar em outro lugar a colher , mas Frisk não se intimidou , tirou completamente o membro do Sans da calça , segurou com uma mão e com a outra colocou a ponta da colher dentro da cabeça.
-Que tal assim?

O humano então enfia colher  nele e depois a dobra , produzindo um som  e sujando a colher. Sans geme alto com esses movimentos , sem conseguir entender direito o que ele está fazendo , mas Frisk sabe que ele está gostando.
-Isso doí. Está estranho.
 Ele então tira um pouco a colher de dentro e volta a dobrá-la na ponta.
-O que está sentindo?
-Oque?
-Olha.

Frisk para os movimentos por um momento , e depois enfia a colher toda dentro do membro dele , fazendo com que ele gritasse alto , e lágrimas se formassem em seus olhos
-Isso está estranho.
O garoto tenta tirar a colher de dentro , ele puxa um pouco para cima , e depois a empurra pra baixo de novo.
-PARA. Por favor.
Sans coloca os braços na frente de seu rosto e geme de prazer e de dor.

A colher fica presa dentro dele , e Frisk não consegue alcançá-la para puxar de volta.
-OH CÉUS.
-Vamos lá.
Frisk tenta puxar a pontinha da colher mais ela cai de volta ainda mais fundo dentro do membro dele.
-Opa!

Ele consegue puxar a colher pra fora finalmente , e ao fazer isso , o gozo do esqueleto sai e suja o rosto inteiro de Frisk. Ainda de olhos fechados , Sans continua ofegando um pouco , e depois que vê o humano todo melecado , fica nervoso e toma quase um susto.
-Oh-oh des-desculpa.
-Tudo bem amor. Agora se me permite , eu vou fazer um lanchinho lá na cozinha.
-T-ta bom.

Frisk desce as escadas satisfeito com o seu showzinho , o problema é que Sans ainda ta vivo e talvez ele não tivesse outra oportunidade para matá-lo , mas como o Frisk é o Frisk , ele ia arrumar uma maneira pra fazer isso. Ele segue pra cozinha pra fazer um lanche noturno , outro costume seu. Ele quase não dormia , mas quando dormia maioria das vezes era de dia , pois ele costumava se divertir mais à noite.

Ele encontra Papyus sentado no sofá comendo uma banana olhando pra ele com cara de poucos amigos. Sem tirar o sorriso do rosto , fala com um deboche visível na voz:
-O que você tá fazendo? Não é meio tarde pra descascar a banana?

Papyrus não pôde evitar rir dessa piada , e com isso Frisk pensa que escapou e vai em direção a geladeira pra ver se há algo pra comer além de espaguete , não que ele seja seletivo com comida , mesmo estando na dieta da batata doce , pra ele não tendo veneno tá ótimo.



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