História Sweet and eternal Blood... - Capítulo 2


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers
Exibições 26
Palavras 1.623
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - You're not my father


Fanfic / Fanfiction Sweet and eternal Blood... - Capítulo 2 - You're not my father

( Lua Narrando )

Estava mais uma vez em fileira com outros experimentos de meu pai, se é que devo chama-lo assim... Ouvia choros, lamentos, orações, mas nada o impediria de mudar de ideia. 

- vamos ver quem é o sortudo de hoje - disse o soldado - uni duni te... 

O mesmo cantou uma musiquinha irritante enquanto apontava a arma para um de nos, sentia a adrenalina em meu corpo sobrecarregar, tudo em mim gritava perigo, mas não havia razões para eu está assim, já que fazia tudo impecável como mandavam. 

- Samantha - disse o soldado - um passo em frente 

- por favor não! - chorou a mesma ja se abaixando no chão e suplicando - eu prometo que não irei errar! Mas me de uma chance por favor! 

- desculpe querida, mas o mundo nunca nos dá uma segunda chance - disse o mesmo atirando em sua cabeça - todos sabem as regras! Nós lhe damos comida, um lugar para dormir e água, vocês só tem que nos retribuir fazendo tudo perfeito! 

Olhei rapidamente o corpo da garota que se encontrava no chão sem vida, o cheiro do sangue era tentador, mas deveria controlar meus extintos ja que os mesmos não sabem como eu sou. 

- no mundo é dar e receber algo - disse o soldado - dispensados! 

Se você se pergunta onde estou, estou no laboratório do meu pai, um campo de concentração na Roménia para ser mais específica, só que o mesmo nunca foi descoberto pela policia ja que meu pai suborna os mesmo para não abrirem a boca e se abrirem, já sabem o que lhe esperam. 

Subi para meu quarto e vi Ippi deitado em minha cama, sim eu tenho um amigo imaginário, ninguém mais pode ve-lo a não ser eu, mas isso seria o óbvio ja que ele é meu amigo imaginário. 

- quem morreu hoje? - disse o mesmo encarando o teto

- Samantha - disse 

- como se sente? - disse ele

- ela era minha melhor amiga, não posso fazer nada por ela - disse com um certo rancor - tenho meus poderes, mas não posso usa-los, isso é uma merda! 

- vai por mim, é melhor esconde-los - disse Ippi - e o cheiro?

- como sabe? - disse surpresa pois o mesmo sentiu minha excitação pelo sangue de minha melhor amiga, eu tenho problemas Eu sei! 

- ah meu anjo, sabe que sei tudo de você, sei que é uma vampira, filha de um clã poderoso, mas destruído pelo amor proibido de seus pais - disse Ippi - Karl, não pode ser cconsiderado um pai, mas está fazendo o melhor que pode? 

- me trancando aqui e me fazendo saber na pele o que é morrer? - disse irônica - é ele devia ganhar o prêmio de melhor pai do ano 

- não vamos brigar por favor - disse Ippi - venha, sei que está com sede 

- acho que você é o único que cuida de mim desde quando cheguei aqui - disse sorrindo fraca

- eu sei como você se sente, afinal te acompanhei desde criança - disse ele rindo - sirva-se

Mordo seu pulso e sinto seu sangue em minha boca, não havia melhor sensação do mundo do que sentir àquele gosto metálico descer em minha garganta, não podia exagerar, mas não poderia ficar com fome. 

As vezes me perguntava se Ippi não era real, eu conseguia tocar no mesmo, beber seu sangue, lhe ouvir perfeitamente. 

De acordo com o doutor Lucy meu psicólogo, sofro de algum trauma que perturbou meus sentidos, resultando tudo isso na falta de amor, carinho e qualquer sentimento bom, ele acha que eu o criei para afogar minhas lágrimas ou ter algo para conversar ja que minha mãe morreu e meu pai.... se é que é meu pai, me deixou aqui. 

Paro de tomar o seu sangue e lambo meus lábios tirando o sangue que havia sobrado, escuto o alarme e sei que está na hora das visitas, o pior momento para mim e ter que encontrá-lo, mas fiz uma promessa a minha mãe que iria aceita-lo. 

Saio de meu quarto e vou para o prédio principal, tomo um banho e recebo uma outra roupa, uma bata azul, estranhei pois nunca usei algo desse tipo. 

- número 3 vá para a sala 456 - disse a supervisora do local

Caminhei até a sala, bati na porta e ouvi um " entre " abri a porta e logo a fechei, ele estava de costas para mim, não me olhava nos olhos, o que pra mim era melhor, pois não queria ver o responsável pelo meu inferno. 

- vejo que cresceu Lua - disse Karl 

- o que quer pai? - disse em um tom calmo

O mesmo virou para mim sorrindo sarcástico e logo tirou sua luva e me deu um tapa forte, me fazendo cair para trás. 

- não me chame de pai verme - disse ele 

Lágrimas? Eu não tinha, aprendi com Ippi que não devemos desperdiçar uma gota de nossas lágrimas com aquele que nos faz sofrer. 

- sabe até que você está bem melhor do que antes - disse ele tirando sua gravata e se sentando na cadeira a minha frente - está mais mulher, admito que me impressionei 

Suas palavras me davam nojo, como um ser poderia ser assim com sua filha? Mesmo que não fosse de sangue, qual o problema das pessoas com isso? 

- está bem mais apetitosa do que quando tinha 10 anos - disse ele coçando seu queixo com um sorriso malicioso - sente-se aqui

O mesmo me indicou para sentar em sua perna, e como não podia desobece-ló me levantei e fui até o mesmo, mas ele me parou e disse:

- tire a bata 

Arregalei os olhos com tal atrevimento do mesmo e logo com minhas mãos trêmulas peguei o laço que estava amarrado em minhas costas e o desamarei, a bata deslizou por meu corpo, revelando o mesmo nu. 

- agora sente-se aqui - disse ele 

Sentei em sua coxa e esperei seu próximo movimento, o mesmo me puxou para sentar no meio de suas pernas ainda em seu colo. 

- abra as pernas - disse ele em meu ouvido 

Tremi o que fez o mesmo rir sarcástico pelo meu desespero e logo abri minhas pernas ainda tremendo. 

Karl levou sua mão para minhas partes e logo começou a me acariciar, e posso dizer a vocês que nunca senti tanta repulsa e ódio em um só momento. 

- ainda está seca - disse Karl - não tem problema, passaremos a tarde toda até você ficar molhada

O mesmo com outra mão apertou meu seio e começou a chupar meu pescoço, estava com nojo de mim, queria sair dali e me lavar, não queria passar por isso... 

- me chupe - disse o mesmo me tirando de seu colo e desabotoando a calça 

Me ajoelhei e vi seu membro a minha frente, o mesmo pegou minha nuca e me forçou a bota-ló em minha boca, tive que botar tudo, sentia aquilo em minha garganta, a ânsia estava presente, mas não por muito tempo pois logo o mesmo movimentou minha cabeça em movimentos de vai e vem. 

Karl botava sua cabeça para trás e gemia roucamente, o mesmo dizia que eu era sua vadia, que só servia agora para lhe dar prazer. O mesmo logo gozou em minha boca e me obrigou a engolir aquela gosma. 

Karl me botou de pé e logo me encostou na parede, o mesmo posicionou seu membro e adentrou em mim de uma vez, meu interior estava ardendo, doía, fora que senti algo escorrendo entre minhas pernas, olhei para o chão e vi sangue. 

- tão apertada minha vadiazinha - rosnou o mesmo me estocando com força e fundo, mordia meus lábios fortemente para não gritar, minha alma implorava pela morte, não queria mais viver para isso, o mesmo gozou e me deixou no chão. 

Meu corpo doía, minha alma estava estracalhada, nada naquele momento me colocaria em pé. 

- até que você serve para alguma coisa - disse Karl - sua mãe era mesmo uma prostituta que deveria mesmo ter morrido, mas eu tive pena de você e a matei

Pena? Se isso é ter pena eu não gostaria de ter sua pena.... 

- você não é um pai para mim... - sussurrei fracamente por meus esforços serem perdidos

- pode achar o que quiser, mas não passa de uma cadela imunda como sua mãe - disse ele arrumando suas roupas - amanhã você irá sair deste local e irá morar com seus irmãos postiços, aposto que eles adoraram brincar com uma nova prostituta 

O mesmo logo saiu da sala me deixando só o que me fez chorar baixo por tudo o que estava acontecendo, me desculpe Ippi, mas eu aguento mais. 

Senti meus ferimentos se regenerarem, incluse minha dor lá em baixo também parou, acredito que voltei a ser virgem, uma das boas qualidades de ser uma vampira é isso, você so perderá a virgindade com aquele que você escolheu dar seu coração, resumindo se casar. 

Mas, no meu caso acho que o amor é algo que nunca irá existir, não até o tempo em que eu morrer... 

Voltei ao meu quarto sendo arrastada pelos guardas que me jogaram no meu quarto e logo se foram, voltei a chorar baixo pelo ocorrido, senti seus braços me envolvendo, Ippi sabe o que eu passei, mas o mesmo não pode me proteger, afinal, so eu posso ve-lo. 

- eu estou aqui e sempre estarei para quando precisar de mim - disse Ippi me abraçando fortemente, seu calor era algo que me deixava tranquila, me sentia em paz com o mesmo, mas sabia que isso sempre seria tirado de mim. 




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