História Sweet Armoris: uma escola sobrenatural. - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Tags Castiel
Exibições 34
Palavras 1.304
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Genteee. Voltei. Vocês nem leem isso né? Okay. Aqui está o capítulo e TALVEZ eu poste outro mais tarde. Boa leitura!

Capítulo 7 - Sala de música


-Me chamou do que?!

            -Tábua, baixinha e estressada – disse Castiel.

            -Pelo menos eu não sou um poste irritante! –respondi

            -Pelo menos eu não durmo o dia inteiro – deu um passo se aproximando e eu também.

            -Pelo menos eu tiro notas boas! – dei mais um passo.

            -Pelo menos eu sei tocar guitarra – ele deu outro passo

            -E quem disse que eu não toco guitarra? É pouco, mas eu sei tocar! Há, há, há! Perdeu Castiel, sou melhor que você!

            -Duvido! – ele dá um passo

            -Duvida? – eu dou outro passo

            -Sim, duvido. Tenho certeza de que você não sabe tocar guitarra.

            -Quer apostar? – eu ia dar um passo, mas eu percebi que estávamos muito próximos e que enquanto eu andava eu ficava nas pontas do pé para tentar alcança-lo. Eu corei e recuei uns dois passos assim que me dei conta disso. E ele riu.

            -Pelo menos eu não coro por qualquer besteira.

            -Pelo menos eu sou bonita – disse, mas eu não esperava pela sua resposta.

            -Tem razão, principalmente quando você fica corada. – eu corei muito e ele apenas riu. Pera, ele me chamou de bonita? Eu buguei. –Vem, vamos ver o quanto você sabe tocar.

            Ele segurou minha mão e já ia me levar pra fora do quarto, mas eu percebo que minha roupa está um pouco suja até porque tivemos que lutar contra aqueles bichinhos. Então eu puxei minha mão e Castiel me encarou com um olhar interrogativo e perguntou:

            -O que foi?

            -Minhas roupas – respondi como se fosse óbvio.

            -Vou lá ao seu dormitório buscar.

            -A chave está na minha mochila, mas...

            Antes de terminar ele corre para fora e em cinco segundos estava de volta.

            -Aqui. – ele disse me entregando um short, uma blusa e all star.

            -Sério? Tinha que pegar um short? – perguntei, tinha mesmo que ser um short?

            -Sim, agora vai rápido!

            Entrei no banheiro do quarto dele e troquei de roupa. Peguei a que eu usava e quando sai do banheiro ele pegou tudo, correu para o meu dormitório e deixou tudo lá. Ele segurou minha mão e me puxou correndo para fora do dormitório dele. Obviamente não foi na velocidade em que os vampiros correm.

            Chegamos a uma sala cheia de instrumentos musicais. Ele tirou uma chave do bolso e abriu a porta. Assim que entrei fiquei boquiaberta com a variedade de instrumentos.

Castiel pegou uma guitarra e me entregou. E me pediu para tocar uma música. Eu toquei uma ou duas músicas e ele ficou me encarando com um sorriso maravilhoso. Assim que acabei a segundo ele me perguntou se eu tocava algum outro instrumento. Eu não respondi nada e me sentei no banco do piano. Toquei a música “Thousand Years” de Christina Perri. Castiel me olhava com um sorriso bobo. Ele estava sentado ao meu lado, e apesar da música não ser rápida, meu coração estava acelerado.

Castiel se levantou e pegou um violão. Começou a tocar uma música que eu não conhecia e quando acabou começou a tocar e cantar “Photograph” do Ed Sheeran. Eu o olhava com um sorriso bobo. Ele terminou de tocar e estava se aproximando quando a Ambre entra seguida da diretora que grita:

-O que está acontecendo aqui! Não é permitida a entrada de ninguém aqui a estas horas! Para a minha sala, agora!

-Se não é permitido a entrada de ninguém, por que a senhora entrou? – Castiel perguntou e eu o olhei com reprovação

-Castiel! Pare de arrumar confusão! Só ficaremos mais encrencados! – sussurrei para ele

-Me respeite Castiel! Os dois vão limpar esta sala e a quadra todos os dias desta e da próxima semana! Eu esperava que pudéssemos apenas conversar, mas depois do que falaram vão ter que limpar esta sala, já que vocês amam entrar nela fora do horário e as quadras, por que é o pior lugar para ser limpo depois do banheiro! Esperava mais de você senhorita Ribeiro. Agora já para seus dormitórios!

-Sim, diretora. – disse de cabeça baixa. Aonde eu fui me meter!

-Ela não teve nada a ver com o que eu disse. Tem precisão de coloca-la para limpar as quadras? A senhora além de velha não consegue distinguir quem fala alguma coisa ou não? – disse Castiel. Eu o repreendi com o olhar. Agora fudeu! Se a diretora do orfanato descobrir, ela me tira desta escola!

-Castiel! – ela gritou – PARA MINHA SALA AGORA! NÃO TENHO QUE TOLERAR SUAS GRACINHAS! E você senhorita, também! – ela falou a última parte bem alto, mas não gritou. Antes era dormitório, agora é diretoria.

Castiel foi para a sala da diretora – diga se passagem uma mala sem alça- com uma cara meio tranquila e meio preocupada. Eu estou fudida. Minha vontade era de chorar, isso não pode chegar à Carol Carvalho, a diretora do orfanato. Acho que Castiel percebeu que estava prestes a chorar, porque passou seu braço em volta dos meus ombros e disse bem baixinho:

-Calma! Se você está assim por causa da diretora do orfanato, deixa que eu explique toda a situação. Não se preocupe. Tudo bem?

-Ok, obrigada. Mas deixe que a diretora lave nossa cara, aí você explica. Porque depois que ela extravasar a raiva, será mais fácil. E obrigada Castiel.

Chegamos à sala da diretora e ela nos deu um sermão de mil anos. Castiel não tentou interrompê-la, ficou ouvindo tudo o que ela dizia (lê-se gritava). Depois de um tempo nos xingando, ela estava muito mais calma, um pouco brava, porém é bem mais fácil de convencer uma pessoa quando ela já falou tudo o que tinha para falar e expôs todos os seus argumentos e xingamentos.

-Diretora, foi eu quem puxei ela para ir até a sala e quem te xingou foi eu, não a Anna.

-A Anna foi de livre e espontânea vontade para a sala de música, Castiel, e não vem me falar que vocês foram no horário permitido e acabaram ficando tempo demais porque eu olhei as câmeras, e assim como Ambre relatou, vocês foram bem depois do horário permitido.

-Sim diretora, realmente foi o caso. Mas o xingamento que a senhora recebeu, não partiu de mim, e eu queria que a senhora compreendesse. – disse calmamente.

-Eu admito e estou arrependido de chamar a senhora daquele jeito. – disse Castiel e a diretora ficou mais que surpresa, como se dissesse: “Castiel se desculpando, falando em um tom de voz normal e me respeitando! Isso é muito estranho.” Então ela olhou para mim e fez uma cara de quem acabou de entender alguma matéria de escola muito complicada. Seu rosto dizia: “Agora entendi, ele está defendendo ela e sabe que gritar só vai piorar a situação dela” ou “Descobri minha arma contra o Castiel, a Anna vai coloca-lo na linha se ela estivar em uma situação não favorável à ela e essa peste do Castiel tiver no meio.”

-Tudo bem. Irei relatar a diretora Carvalho o ocorrido, mas apenas aparte que lhe envolve, mas também falarei da parte do Castiel estar se desculpando. Você conseguiu o impossível. Porém manterei o castigo. Agora vão para o dormitório de vocês que estou com pouca paciência.

Eu e Castiel seguimos para nossos dormitórios que ficavam no mesmo caminho. Quando estávamos na porta do meu dormitório, eu abracei ele.

-Obrigada! Obrigada! Obrigada! Eu estaria muito ferrada se você não tivesse feito aquilo! Muito obrigada!

-Só assumi o que eu fiz. Não foi nada. – respondeu Castiel acariciando meus cabelos – Boa Noite!

-Boa noite! – eu respondi e me afastei dele. Eu sorri e entrei no dormitório. Nunca passei por um aperto tão grande assim, se eu tivesse que ir embora da escola seria muito ruim.

     Entrei no dormitório, coloquei um pijama e fui dormir. Estava muito cansada, mas durante um tempo eu fiquei pensando na sala de música e o que aconteceu lá. Não a parte da diretora, a parte boa: eu e Castiel.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.


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