História Sweet Bitterness - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jimin
Visualizações 13
Palavras 780
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela
Avisos: Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei, boa leitura, espero que gostem. ♡

Capítulo 16 - Flores de trigo


Fanfic / Fanfiction Sweet Bitterness - Capítulo 16 - Flores de trigo

Nossas mãos entrelaçadas.

O dia quente.

Ele estava sorrindo o tempo todo.

Estávamos felizes.

O vento batia nas flores do campo de trigo.

Ele me roubou um beijo, e mais outro, deixando-me cada vez mais corada. Um vestido branco, e uma borboleta, uma grande árvore, e nós.

Nós.

Deitados nas raízes da grande árvore. Sorrindo, brincando e se beijando.

Eu o amava.


Abro os olhos. O quarto ainda está escuro, porém nem tanto, trechos de luz indicam que já é dia e que eu provavelmente perdi o horário, viro o rosto para direita, e o que meus olhos alcançam me fazem lembrar da noite passada, corando tanto quanto se é possível.

Jimin está ao meu lado, totalmente nu, embrenhado nos lençóis, com a sua volumosa bunda pro lado de fora, seu braço está sobre minha barriga e só então percebo que estou nua e descoberta. Ele abre os olhos, antes que eu pense na possibilidade de me cobrir.

- Bom dia - sussurra sorrindo, bêbado de sono, um belo sorriso para começar a manhã.

- Bom dia - respondo envergonhada não apenas por ainda estar descoberta, como pela noite passada.

Ele se arrasta até mim e cobre meu corpo com o seu, sua boca gruda na minha em um beijo lento e molhado, me impedindo de esquecer o poder que ela exerce sobre mim.

- Acho que perdi um dia de aula - balbucio entre o beijo.

- A culpa foi sua. - me acusa sorrindo e finalizando meu breve momento de prazer

- Minha? - indago irônica - Por que seria minha a culpa?

- Você que me agarrou noite passada.

- Ah, isso não é verdade! - me defendo, mesmo lembrando que eu comecei tudo.

- Se você não tivesse começado, ou me impedido e dormido sozinha nessa cama. Talvez você fosse pra escola hoje, só talvez.

- Digamos que eu tenha um pouco de culpa, - admiti - mas você é a causa, se não ficasse me seduzindo, teríamos dormido feito anjos.

- Quem sabe, - sorri malicioso - mas acho difícil, eu te deixar dormir em paz S/N, nem se você quisesse.


O dia se passou agradável, nada com que eu esteja acostumada (e algo que eu já parecia ter vivido), Jimin quase não me deixou levantar da cama, ficou com preguiça de ir comprar comida (por isso pediu pelo celular), várias vezes me despiu, mesmo eu tendo acabado de me vestir, e me perseguiu a manhã inteira.

Porém como tudo que é bom demais acaba rápido, meu tempo com Jimin passou na velocidade da luz, ele me deixou na casa da Sun, e fez beicinho para que eu não o abandonasse, ameaçou me sequestrar, e me impediu inúmeras vezes de sair do carro.

O problema agora era encontrar coragem para contar à minha linda amiga tudo que aconteceu e lhe dá uns cascudos por ter dormindo cedo (ainda que isso tenha me proporcionado momentos inesquecíveis). A garota me olha curiosa, no chão ao lado da cama, feito uma criança. Respiro fundo e começo a falar tudo que aconteceu, enfatizando bastante na parte "Minha amiga me abandonou", sendo minuciosa em certos pontos e nem tanto em outros. Quando termino, tenho mais que certeza de que Sun está escolhendo as palavras certas.

- Eu sabia que conhecia esse nome! - exclamou de primeira - Foi bom? É como todos dizem? Doeu? Como é transar com um k-idol?..

E mais perguntas vieram depois destas, uma mais constrangedora que a outra, fazendo minhas bochechas queimarem de vergonha.


Chego em casa, minha avó me olha desconfiada e me tia dá um velho sorriso. Temo medo que elas tenham notado alguma diferença em mim.

Não sei se as outras pessoas percebem, mas eu me sinto diferente, mais mulher e mais amada. Acho que essas coisas não são perceptíveis, talvez eu esteja com medo que a minha velha descubra o que andei aprontando, acho que uma hora ou outra ela vai ter que conhecer o Jimin, e não acho que ela consiga odiá-lo. Ninguém consegue.


Mais uma vez ofegante

Mais uma vez eu corro escadas

Mais uma vez eu arrombo a porta

Mais uma vez não consigo alcançá-lo

E como das outras vezes ele se joga da beirada do prédio.


Acordo suada, com falta de ar, minha avó não acordou desta vez com meus pesadelos, quem está do meu lado agora é minha tia, me encarando com olhos curiosos e assustadores. O quarto inteiro ainda está escuro, ela não acendeu as lâmpadas quando entrou (como minha avó sempre faz), sentada ao meu lado, com seus cabelos longos e negros soltos, passa a mão na minha testa. Não sei se está preocupada ou curiosa, só sei que está aqui. E antes que eu diga alguma coisa, ela se dirigi diretamente a mim pela primeira vez dizendo:

- Não são sonhos, são lembranças


Notas Finais


Pse, pse, né.

Ficou bom??? Não esqueçam de comentar.
Mim amar vcs.
Até a próxima


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