História Sweet Boy - Imagine Jungkook - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jungkook, Suga
Tags Bangtan Boys, Cute, Imagine, Jeon Jungkook, Jung Hoseok, Long-fic, Min Yoongi, Sexy
Exibições 548
Palavras 4.371
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Saga, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oooi, cheguei com mais um cap! Rsrs, espero que gostem...





♡Boa leitura♡

Capítulo 18 - Tempos ruins


Fanfic / Fanfiction Sweet Boy - Imagine Jungkook - Capítulo 18 - Tempos ruins

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

•일주일 후에•

(Uma semana depois)

 

 

 

 

 

 

 

 


_____... _____... _____... 

 

 

 

 

 

....

 

 

 

 


   A cada dia eu sinto que necessito mais e mais dela! Não paro de pensar nela nem sequer por um segundo... não paro de me preocupar sobre o que se passa pela cabeça dela sobre mim, ou dos seus sentimentos... eu preciso fazer com que ela me corresponda! Eu quero muito isso! Mas... eu sinto tanto medo dela já amar outro alguém... tipo o Suga. Aquele cretino tá estragando minha possível relação! 

 


Depois da minha “declaração” a ela... quase não se falamos. Ela me ignorou bastante nessa semana, enquanto eu fico tentando ajudar a mesma igual um panaca... mas se ela está fazendo isso de propósito pra ver se eu paro de sentir tal coisa por ela, está enganada! Isso não vai funcionar, não mais. Eu juro que vou fazer de tudo pra tentar conquistar o amor dela, mesmo com pedras no meu caminho!

 

cof cof suga cof cof. 

 

 


Foram poucas as vezes em que conversávamos, e nessas poucas ela sempre me dava um fora, mesmo que talvez eu não havia feito nada demais, além de tentar ajudar... ela me tratava de uma forma grosseira.

 

Eu entendo isso... eu também agi feito um idiota e esse seu comportamento pode ser nada mais e nada menos do que vingança, mas... poxa, eu pedi desculpas, eu estou tentando mudar, eu mudei! E ela está assim... isso será só questão de tempo, eu espero. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Flash back on (Quinta feira de uma semana atrás) 

 

 

 

 

 

 

 


●●●

 

 

 

 

 

 

 

 


Eu saí em disparado do meu quarto quando a escutei gritar, desci as escadas quase que tropeçando nos meus próprios pés, mas, quando eu cheguei lá em baixo eu vi uma ______ sorridente no sofá com o celular em mãos parecendo estar falando com alguém. Tudo aparentemente normal... mas e o grito?

 


- _____? Escutou um grito? Eu pensei que tinha sido você. – Falei ainda sem entender, andando até ela. Ela me olhou de lado, e desligou o celular dizendo as palavras: “ok, te encontro as 19:30! Beijos!” ... 

 


- Foi eu! Suga comprou dois ingressos para a gente ir na maior atração de Seul! – Então Suga era o motivo da sua empolgação... eu esperava com todas as minhas forças que tivesse sido a Sayuri a convidando para irem fazer coisas de garotas, mas eu me enganei. Me entristeci muito na hora, mas tentei agir normal... 

 

 

- E-Entendi... mas você vai sair com seu braço e perna machucados? – Perguntei baixo e inseguro de ter feito tal pergunta.

 

 

- Já estou bem, essas faixas são apenas de repouso. – Ela disse se levantando. Mas tropeçou e foi segurada por mim. Mas acho que segurei sua mão machucada, não estava ruim, mas ainda tinha um inchaço ali e ela deu um baixo gritinho.

 

 

- Sinto muito, machucou? – Eu disse tentando por a mão ali para ver... mas ela se soltou de mim na maior ignorância. – D-Desculpa. 

 

 

 

- Tudo bem. – Ela deu as costas, e foi para o seu quarto. Tempo depois, umas 3 horas já estava quase no horário dela ir para o tal encontro... eu estava no sofá entristecido porém de bem com tudo, vendo qualquer porcaria na TV, até que minha atenção é direcionada para a escada, aonde _____ descia lindamente. Ela não falou comigo, apenas pegou as chaves e foi andando até a porta. Meus olhos seguiam tudo que ela fazia, como pode ser tão linda? Ela estava bem perfumada, era o cheiro do perfume que eu havia dado pra ela em seu aniversário... bom, pelo menos isso ela não jogou fora. 

 

 

 

- _____. – A chamei antes que ela pudesse sair, e ela me olhou apressada para sair dali logo. – Leve um casaco.

 

 


Eu sabia que iria esfriar nesse dia, e ela estava de blusa de alça. Ela me ignorou outra vez.

 

 

 

 

- Não estou com frio. – Disse simples, prestes a abrir a maçaneta. 

 

 

 

 

- ______! – A chamei outra vez, e ela ainda de costas para mim, respondeu: 

 

 

 

 


- O que é? – Falou parecendo estar brava.

 

 

 

 


- Eu te amo. – ela me ouviu, mas sem dizer nada, apenas saiu fechando a porta forte e me deixando ali sozinho... já que estava ocupada demais com o Suga. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


●●●

 

 

 

 

 


Flash back off (momento atual, agora.)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esse foi o dia em que ela mais foi “assim” comigo... digamos, “fria”.

 

 

 


Os meus pais agora, chegaram a poucos minutos, e haviam comprado algo para mim e para a _____. Eu não quero sair do meu quarto... mas só de lembrar que ela vai estar lá na sala também e que vai sorrir por ter ganhado algo, eu me animo. Escutei eles me chamarem pela segunda vez, e desci. Eles estavam com bastante sacolas, e _____ já se encontrava risonha com uma em mãos. 

 

 

 

- Aqui, filho! Espero que goste. – Meu pai disse me dando uma também.  Quando abri vi que tinha um jogo que eu gosto muito. 

 

 


- Obrigado! – Falei rindo baixo. ______ havia ganhado uma blusa bem bonita, e agradeceu também.

 

 

 

Depois disso, fomos para a sala, exceto minha mãe pois a mesma foi para o banho. Meu pai ficou reclamando do jornal, enquanto eu e _____ permanecemos calados. Quando minha mãe voltou, ela sugeriu para que ligassemos para algum restaurante, pois ela estava cansada do trabalho e não queria cozinhar, assim como o meu pai. Nós ligamos, a comida não demorou a vir, e logo já estávamos comendo ali mesmo, no sofá da sala.

 

 

 

- Aish... você sempre compra essa carne sem graça. – Reclamei com a minha mãe, e ela me deu um peteleco no nariz.  

 

 


- Calado! Quando era criança você adorava comer bulgoji! – Ela resmungou, e meu pai riu junto a _____ que prendeu o riso.

 

 

 


- Mas eu não sou mais uma criança. – Disse baixo. 

 

 


- Pra mim você é! Sempre será meu bebê! Neném da mamãe. – Ela começou a fazer uma voz forçando a de uma... criança  e apertando minha bochecha.

 

 

 


- Aish, pare omma! – Resmunguei virando o rosto pra ela soltar minhas bochechas e colocando minhas mãos na mesma pois estava dolorido, já que ela apertou. As pessoas riram, mas logo comíamos normalmente outra vez. 

 

 

 

 

 

 

 


23:00 PM

 

 

 

 

 

 


 Já estava quase de madrugada, mas ainda não tínhamos levantado do sofá pois o filme que estávamos vendo ainda faltava cerca de 20 minutos para acabar. O filme é bem legal, mas acho que meus pais ficaram com tédio, e logo anunciaram que iriam dormir. Nossas louças que havíamos comido ainda estavam ali, eles levaram para a cozinha, nos desejaram boa noite, e subiram para o quarto. 

 

 

 


Respira, inspira... ficar sozinho com ela agora parece tão difícil!

 

 

 

 

- Vou dormir. – Ela disse, não se passou nem meio segundo que ficamos a sós... ficar comigo era um incômodo agora? Eu achei estranho isso, mas apenas assenti.

 

 

 

- Boa noite. – Eu disse, e ela se levantou. Eu segurei seu braço antes que ela pudesse andar para mais longe, eu tentei trazer ela mais pra perto, mas esqueci da sacada do sofá e ela acabou por se sentar no meu colo. Aaah, meu Deus... ela continuou ali, sem dizer nada ou tentar sair. Porque ela faz isso comigo? É grossa e fria, mas mesmo assim quando temos esse tipo de contato ela não evita... parece até  a Seon  na nossa época de colegial, idêntica! 

 

 

 

- Eu te amo. – Disse, e abracei sua cintura, apoiando minha cabeça em suas costas,  quase em seus ombros. Ela suspirou.

 

 

 

- Eu sei. – Disse simplista. Ela segurou minhas mãos, e fez com que meu abraço não correspondido por ela fosse desfeito. – Sinto muito. 

 

 

 


Agora sim, ela levantou e saiu em passos meio apressados até a escada, sem nem mesmo olhar para trás.

 

 

 

 

Ela não está nem aí pra você Jungkook, mas não desista. 

 

 

 

 

 

Preciso colar essa frase na minha testa agora como motivação. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dia seguinte, 4:06 da manhã 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abri os olhos com o despertador e ainda estava escuro... e adivinha? Eu ainda estava no sofá. Dormi ali mesmo todo jogado, e agora tinha que ir para a faculdade cheio de dor nas costas pela forma desconfortável em que dormi.

 

 


Me levantei e fui subindo as escadas feito um morto. Além disso, tinha que tomar cuidado pois estavam todas as luzes apagadas. Eu consegui chegar no meu quarto sem se esbarrar em nada, ainda bem! E acendi a luz para pegar uma roupa para ir tomar banho e partir para a faculdade. Peguei uma calça, blusa e um casaco normal, estava frio. Desci, tomei um banho e me vesti. Escovei os dentes e penteei o cabelo de qualquer jeito, já indo pegar minha mochila para ir. Quando terminei tudo, já era 4:57, mas ainda dava tempo. Ainda bem que meus pais estavam em casa, assim eu poderia ir de carro para a faculdade e evitar ficar meia hora esperando ônibus no ponto. 

 

 

 

 

 

 

30 분 

(30 minutos depois)

 

 

 

 

 


Cheguei, estacionei em uma vaga, e já sai rumo a minha sala. Encontrei Hope no caminho... mas ele estava com o Suga. O que eu faço? Independente de tudo, Hope é meu amigo e eu não posso ignora-lo por estar brigado com o Suga... vou tentar passar bem devagar pra ver se ele me nota e fala comigo, assim é mais fácil. 

 

 

 

 

- Jungkook-ah! – Hope me notou rapidamente, como eu havia imaginado. Ele disse sorridente e empolgado, e eu o respondi no mesmo tom. Suga olhou pro lado, e foi andando na frente, e isso me irritou. Esse metido... ainda vou matar ele! 

 

 

 


- Aish... vocês dois! Eu quero que voltem a se falar! – Hope me empurrava resmungando. Eu ri sem humor com isso, e agora andávamos até nossa sala.  Chegamos lá, Suga estava no mesmo lugar de sempre... e agora? Eu não vou sentar perto dele! Fomos andando comigo ainda pensando em aonde sentar... até hope ter a ideia de se sentar no meio entre nós dois.... é... único jeito mesmo. 

 

 

 

 

...

 

 

 

 

 

 


A aula foi o mesmo tédio de sempre, agora já na saída, Seon veio falar comigo. Eu estava sozinho, Hope estava no banheiro junto com Suga, e eu disse que já iria para casa. 

 

 

 

 


- Kook!! – Ela disse sorridente. Aish... lá vem ela. 

 

 


- Oi. – Disse. Ela me abraçou rápido e logo me soltou.

 

 

 


- Então... eu gostei muito daquele dia! Podemos marcar pra sair outra vez? – Perguntou na maior cara de pau, mas vindo dela já é de se esperar. E eu já sabia até o motivo.

 

 


- Brigou com o seu namorado de novo? – Perguntei. Sair comigo, ou qualquer outro cara, segundo ela, era uma forma de fazer o namorado dela ficar com ciúmes e pedir desculpas... que idiotice! Ela trai ele e invés de terminar, apenas... pede desculpas e tá tudo bem.  

 

 

 


- Sim, aquele idiota! – Ela resmungava com a voz mais aguda que o normal. Revirei os olhos. – Hein, kook? Que tal? Vai negar mesmo? Eu sei que ainda gosta de mim então aproveita que eu estou deixando.

 

 

 

 

Deixei uma risada falha escapar.

 

 

 

 


- Seon, quantos anos você acha que eu tenho? Eu gostei de você no colegial, não tô nem aí agora. – Falei, por incrível que pareça, calmo. – Além do mais, só fiquei com você por vingança. 

 

 

 

 


Ela fez uma cara de integração. Me dando um tapa fraco. Ela pareceu por força naquele tapa, mas não doeu. 

 

 

 

 

- Você adorou! Porque não quer de novo? Vamos, oppa! Só um dia! Eu preciso deixa-lo com ciúmes. – Pedia. 

 

 

 


- Sim, oras. Eu gostei mesmo, mas apenas não quero. – Suspirei prestes a dar as costas e seguir meu caminho. – E eu não sou seu oppa. Procure outro idiota pra fazer papel de ator saindo com você pra fazer ciúme no seu namorado. 

 

 

 

 


Ela pareceu ficar brava.

 

 

 

 

 


- Aish! Por isso que eu nunca te dei e nunca vou dar chance pra você! – Fez bico.

 

 

 


- Mas é você quem está pedindo pra sair comigo. – Ela ficou séria. – Ainda bem que você não me deu chance, imagina se eu estivesse namorando uma vadiazinha como você? Seria mais corno que o seu namorado – Ri baixo, e ela pareceu mais brava. – Obrigado por ter me ajudado a desapegar de alguém como você. 

 

 

 

 

 

- Ora! Se- A cortei.

 

 

 


- Chega, Seon! Não quero e acabou, porra! Me deixa em paz. Não ligo pra sua relação, não ligo pra você, não ligo pra caralho nenhum! Agora tchau. – Dessa vez eu apenas sai pois ela iria ficar alongando essa discussão mais adiante até não sei quando. Enquanto andava escutava ela me xingar, mas apenas coloquei meus fones e continuei andando até chegar no estacionamento, avistar meu carro e ir pra casa.

 


Cheguei em casa, estavam todos em casa e prontos para almoçar, já que as horas marcavam-se lá pras 13:00 PM. Falei com todos, entrando jogando minha mochila no sofá e tirando os sapatos. 

 

 


- Venha comer, Kook! – Minha mãe me chamou. E eu me levantei do sofá preguiçosamente, logo se juntando a todos ali na mesa. Começamos a comer, e estava silêncio até um certo momento.

 

 

 

- Hoje é aniversário da Yeon... – Meu pai disse baixo. 

 

 

 


- Legal. – Eu disse.

 

 

 

 


- Você sabe que vai também, não é? – Ele disse concentrado em seu prato. Bufei pesadamente.

 

 

 

 

- Porque? – Perguntei, mas voltando atrás em seguida. – Aish, tudo bem... 

 

 

 

 

 

- Jungkook, o que você tem contra a sua prima?! – Ele perguntou meio bravo.

 

 

 


- Como você pode perguntar isso pra mim depois de tudo que ela aprontou? Eu não tenho nada contra a Yeon, eu a amo! Mas... ela me irrita facilmente fazendo manha por qualquer coisa. Pai, francamente! Ela já tem 13 anos, não tinha que ficar agindo como se tivesse 5. – Falei bravo também, e minha mãe observava tudo, provavelmente bolando uma forma de acabar com a discussão que iria se formar ali.

 

 

 

 

- Ela te irrita pra chamar sua atenção! Você parece que não gosta dela coisa nenhuma! – Rebateu agora me olhando sério.

 

 

 


- Eu sei, mas o modo de como ela quer chamar atenção é irritante! Eu gosto dela sim, mas ela tem que mudar esse jeito idiota... – Pensei em dizer:  “Você sabia que sua sobrinha de 13 anos pediu para beijar um cara de 19?” mas ele certamente iria dizer que era mentira minha e eu provavelmente iria ser preso por pedofilia. – Ela implica comigo a todo momento... você parece que gosta mais dela do que de mim.

 

 

 

 

Essa frase foi bem infantil, mas é verdade!

 

 

 

 

 


- Não fale asneiras! Eu amo vocês dois igualmente! – Ele me atacou uma ervilha.

 

 

 

 

- Igualmente? Mas eu sou seu filho! Você deveria me amar mais! – Resmunguei, e como sempre, minha mãe me deu um belisco. – Ai, omma! Isso dói!

 

 

 

- Pare de ficar discutindo com seu pai! – Ela disse. Meu pai riu do meu beliscão, mas minha mãe o Beliscou também.

 

 

- Você também! Pare de discutir com seu filho! – E dessa vez eu ri. A mesa agora não estava tão silenciosa, conversamos poucos e riamos também. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Já estava escurecendo, e então todos na casa se arrumavam para ir para a festa da Yeon... espero que ela se comporte pelo menos no seu aniversário. Eu e meu pai como sempre, estávamos prontos primeiro. Descemos a espera das “donzelas” e ficamos em pé em frente a porta já, na espera delas.

 

 

 

 

- Está bonitão, Hein! – Meu pai disse risonho bagunçando meus cabelos. 

 

 

 

- Aish, vai bagunçar meu cabelo! – Resmunguei arrumando-o, achei que fosse demorar mais, porém minha mãe e _____ já estavam arrumadas. Ah, _____...! Tão linda quando usa vestido! 

 

 

 

 

 

- Jungkook? – Escutei uma voz me chamar, e logo se dei conta que era minha mãe.

 

 

 

- Oi? – Eu disse.

 

 

 

 

- Vamos! Tá olhando pro nada aí! – Quando percebi eu ainda olhava para a escada aonde antes a _____ estava. Saímos, trancamos a porta e partimos para  a casa da Yeon no carro. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No caminho...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estava incômodo para mim e pra _____ ficar ali, meus pais realmente compraram muitos presentes. Eu não queria conversar com eles, desde então eu fico estranho conversando com alguém quando a _____ tá por perto e até com a própria eu fico estranho, então, eu optei por cochilar, já que levavam-se meio que uma hora para chegar na casa da Yeon, pelo o que eu me lembro. 

 

 

 

 

 

 

 

Chegando lá

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Havia mais gente do que eu pensava, além da minha família, tinha bastante crianças, e uns outros adultos lá que eu nunca tinha visto na minha vida. Fomos entrando, a decoração estava bonita, tudo rosa claro, como esperado. Se sentamos em uma mesa qualquer, mas meus pais se levantaram dizendo que iriam obviamente avisar que chegamos. Eu e _____ ficamos ali com cara de taxo, mas logo vimos Yeon vir correndo em nossa direção. Provavelmente gritando, mas a música não me deixou escutar seus gritos. ~graças a Deus. 

 

 

 

 

 


- OPPA! – Ela pulou nos meus braços. E eu a abracei também. Poucos momentos em que ela é fofa. 

 

 

 

 

- Feliz aniversário! – Eu disse risonho, bagunçando de leve seus cabelos. Ela riu também, me apertando mais. – Trouxemos presentes!

 

 


Ela pareceu ficar mais feliz ainda, e então eu peguei a grande embalagem que estava ao meu lado na cadeira. 

 

 

 

- Obrigado!!! – Dizia. – Olá, ____! Hoje é o meu aniversário! 

 

 

 

 

_____ riu, Yeon saiu do meu colo e a abraçou também. Mas logo voltou para mim.

 

 

 


- Oppa, todos os meus amigos vieram! – Ela disse feliz. Lembrei da vez em que ela deu uma festa quando mais nova, mas ninguém apareceu, ela deveria estar muito feliz mesmo, porque, olha, tinha muita criança ali!

 

 

 

- Que legal! – Eu disse, logo em seguida vem meus pais junto ao meu tio, pai da Yeon. 

 

 

 

 


- Olha ela aí! – Seu pai disse, e ela levantou. Indo abraçar os meus pais agora. Eles deram seus presentes e a desejaram feliz aniversário, e logo ela saiu correndo para ir brincar, ou sei lá. 

 


- Essa é quem? A namorada do Jungkook? – Meu tio perguntou fazendo meus pais rirem, eu corar, e a ____ me olhar torto. – Tá podendo, hein, sobrinho! Muito linda! 

 

 

 

 

Revirei os olhos.

 

 

 


- Ela é a hóspede! – Minha mãe disse. E todos ali riram, exceto eu e _____. 

 

 

 


Depois disso, meu tio e a Yeon iam em nossa mesa vez ou outra. Eu comia tudo, porque festa de criança é tão bom?! Várias comida gostosas! 

 

 


Mas, o tempo passou...

 

eu não mencionei que meu pai e o meu tio são totalmente opostos uns dos outros? Meu pai era o certinho do colegial, meu tio ia pra detenção todos os dias. Meu pai foi ter relações sexuais só depois do casamento, meu tio... quase virou pai com apenas 15 anos de idade, se a menina não tivesse abortado. Meu pai não consume nenhuma droga, nunca em sua vida, meu tio... bebe, fuma, e no colegial quase foi banido por levar bebidas alcoólicas. E, o que eu quero dizer com tudo isso, é que... meu pai tem a mente fraca, e estavam todos os nossos parentes ali, bebendo e se divertindo.

 

 

 

 

- Ah, Vamos lá Jeon! Só um gole! – Eu observava meu tio tentando o convencer de beber. E ele receoso recusando. Minha mãe estava com minhas tias, então realmente não tinha ninguém pra o impedir. “mas e você?!” eu nada não, eles vão me xingar e me arrebentar se eu tentar me meter. Depois de pouca insistência, meu pai tomou o copo com aquela bebida e o virou de uma vez.

 

 

Algo ruim, já que não é acostumado com tal coisa, pode se embreagar com mais facilidade.

 

 

 

- AAAAAAAAEEEEEEEEH! ISSO AÍ, IRMÃO! AGORA É MINHA VEZ! – Meu tio pegou um copo ainda maior e virou bem rápido também, e os homens gritavam e comemoravam. 

 

 

 

 

 


Depois disso, eles ficava rindo feito um bando de noiados. Mas tinha um problema, voltariamos de carro para casa, mas meu pai não estava em condições muito boas. Já eram lá pra cerca das 1 da manhã, e tínhamos que ir embora. Porque eu tinha faculdade e meus pais trabalho.  A festa foi legalzinha tirando essa parte. Se despedimos de todos eles agora, e íamos para o carro. 

 

 

 

 


- Pai, não acha melhor eu dirigir? – Eu perguntei, quando já estávamos prestes a entrar no carro.

 

 


- CLARO QUE NÃO! EU ESTOU MUITO BEM! – Ele berrou, me fazendo abaixar a cabeça  de vergonha. Minha mãe também não queria que ele fosse dirigindo, mas ele não deixava, era orgulhoso e insistia que estava bem.

 

 

 


- P-Pai... você está bêbado. – Falei já se afastando pois ele gritaria com aquele bafo de cerveja na minha cara outra vez. 

 

 

 


- OLHA A BOCA, MOLEQUE! EU NÃO ESTOU BÊBADO! – Falou tentando me bater, mas bateu no carro. – MULHER, VAI DEIXAR ELE FALAR ASSIM COMIGO?! 

 

 

 


Minha mãe fechou os olhos com a mão na testa, como quem diz: “ninguém merece”. 

 

 

 

 

 

 

- VAMOS! ENTREM LOGO NESSA MERDA! – Meu pai falou um palavrão, só o álcool pra fazer isso, só meu tio mesmo! Entramos no carro, de qualquer modo, não teria jeito. Colocamos o cinto, menos ele. Logo deu a partida. 

 

 


- Cuidado, tem uma lombada bem ali, querido. – Minha mãe disse. 

 

 

 

- Eu sei! Eu estou vendo! – Ele acelerou mais, porém de um jeito desengonçado conseguiu passar por ali. – Parem de me tratar como se eu fosse um bêbado! 

 

 

 

 

 

Suspiramos, mas não dizemos nada. O tempo foi passando, ainda deveriam faltar uns 40 minutos, mas já estávamos distante pela velocidade. O frio e a neblina começaram a embasar o vidro, e isso não era bom. Estava de noite, não tinha ninguém na estrada, e meu pai estava alcoolizado. Minha mãe pegou uma toalha e começou a tentar limpar, mas meu pai brigou também.

 

 

 

 


- Eu estou enxergando! Tire suas mãos daí! – Meu pai exclamou bravo. Acelerando mais. 

 

 

 

 


- Vai devagar! – Eu disse.

 

 

 

 

- O que vocês tem contra mim?! Me deixem em paz! – Falou, infelizmente acelerando mais. Estávamos realmente muito rápido, minha mãe gritava pra ele parar, mas ele fazia ao contrário. Eu estava nervoso, mas continuava calado. Até sentir uma mão sobre a minha, apertando forte. Quando olhei pro lado, pra minha mão, era a _____ ali. Ela estava com medo, apertava minha mão, porém de olhos fechados e tremendo um pouco. 

 

 

 


- Não fica assim. – Disse, ela me ouviu mas continuou do mesmo jeito. – Vamos ficar bem. 

 

 

 


Eu a puxei para mais perto, fazendo-a deitar com a cabeça no meu ombro, porém ela ainda apertava minha mão forte. Respirei fundo... minha mãe ora ou outra dava uns gritos pra ele diminuir a velocidade, e quando ele não diminuía, ela batia nele até ele parar. Seguimos  para casa “normalmente” até começar a chover com trovão altos, e com um grito da minha mãe e da ____, meu pai se assustou e o carro deslizou na pista. 

 

 

 

- Pai, para o carro! Eu vou dirigir! – Eu disse soltando meu cinto e tendo que deixar a ______ de lado. Ele gritou comigo.

 

 

 


- Não! – Disse voltando a pista acelerando mais, por raiva talvez.

 

 

 


- Você vai matar todos nós! – Esbravejei. Mas ele parecia ficar mais bravo ainda.

 

 

 


- Querido, vá mais devagar! – Minha mãe disse assustada. Havia uma descida mais pra frente, se ele deslizasse outra vez, poderíamos rolar aquilo ali e ter grandes chances ou de morrer, ou de se machucar muito. 

 

 

 

- Pare de me dar ordens! Eu sou o homem da casa! – Ele exclamou. Olhando bravo pra minha mãe.

 

 

 

- TEM UM ANIMAL NA ESTRADA! - _____ disse, era algo parecido com um... cachorro? Não vi bem, a única coisa que eu vi, foi meu pai tentar desviar e fazer o carro capotar. Todos começaram a gritar, até mesmo eu. Não caímos de tão alto, mas havia bastante pedras ali, e quando o carro finalmente parou de capotar e bater nas pedras, eu percebi que eu era o único acordado ali.

 

 

 Eu não estava 100%, minha cabeça doía e meu braço também. Quando pus a mão na cabeça, ao sentir algo escorrer pela minha testa, pude perceber que havia um corte, mas não grave, apenas um simples corte.

 


Eu olhei pro lado, olhei a minha volta. Estávamos de cabeça pra baixo, ou quase, não sei bem. E todos ali pareciam-se mortos. Meus pais e a ____.

 

_____ ainda segurava a minha mão... mas estava apagada também. A cabeça dela sangrava, e o seu vestido que antes era tão fofo e adorável, se encontrava sujo pelo seu sangue e cacos de vidro. As janelas se quebraram, menos a minha, que apenas rachou. Minha mãe tinha um leve corte no pescoço e meu pai eu não vi bem, mas parecia no braço. Tentei me mover, doeu. 

 

 


- Mãe...? – Eu a chamei, mesmo sabendo que ela não responderia nada. – Pai...? – Eu também sei que ele não responderia nada. – ______? 

 

Eu também sei que estava falando sozinho.

 

 

Tentei mexer meu braço esquerdo, tinha um grande pedaço de vidro ali, eu levaria bastante pontos. Tirei de uma vez aquele vidro dali, no sangue quente mesmo, prendendo um grito de dor e fui até a _____,  a pegando no colo.

 

 

 


- ______! – A chamei. – ______!

 

 

Nem se mexia, mas graças a Deus estava respirando. Soltei ela ali no banco, e tentei ir pra frente, para ver meus pais. 

 

 

 


- Omma! – Eu disse alto enquanto a balançava. – Pai! 

 

 

 


Eles também não respondiam... mas respiravam, pouco, bem pouco. 

 

 

Eu voltei pra trás, estava em desespero. No meio do nada, na chuva, e com o carro capotado! Tentei fazer respiração boca a boca com a ____, mas ela não me dava nenhum sinal! Só não dizia que estava morta pelos seus batimentos.  

 

 

 

 

- ____! – Gritei. – Merda! 

 

 

 

Eu estava começando a ficar fraco, eu bati a droga da cabeça também, mesmo que tenha cortado pouco. E ainda estava ficando nervoso, vou acabar desmaiando de um jeito ou de outro, aí sim, vamos todos morrer. 

 

 


Sem ter o que fazer, sem ter pra quem pedir ajuda, eu apenas me sentei ao lado da ____ novamente, e segurei sua mão. 

 

 


- Fica comigo... – Eu disse baixo. Sozinho. – Eu te amo. 

 

 


Sentia minha visão embasar e meu corpo ficar mais fraco, eu tentei lutar contra isso,  mas estava mais forte. 

 

 


- V-Vou ficar com você – Eu gaguejei já sem forças. – Pra sempre. 

 

 

 

E eu não vi mais nada, além de tudo se escurecer e eu me juntar a eles, ambos quatro apagados no meio do nada, quase mortos e sem ninguém pra ajudar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


eita eita eita

eu nao digo nada, me digam vocês! ♡

Até o próximo! ♡ ㅠ.ㅠ


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