História Sweet Boy - Imagine Jungkook - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jungkook, Suga
Tags Bangtan Boys, Cute, Imagine, Jeon Jungkook, Jung Hoseok, Long-fic, Min Yoongi, Sexy
Exibições 431
Palavras 5.533
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Saga, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


nao tenho muita coisa dizer, mas queria agradecer pelos 40 comentarios no capítulo anterios! Serio, obrigado mesmo!!! Fico feliz que a fic tenha fluído tanto, mas gostaria de dizer que a mesma está chegando ao fim <\3
Obrigado por participar dessa história, por rir, por chorar, por ficar PUTO (a) quando alguém personagem foi filho da puta 😂, obrigado!

Espero que esta historia agrades voces, e minhas outras tambem, just thank u so much!♡

(Nao, esse não é o penultimo cap, mas digamos que... é o quarto /terceiro antes de acabar. )

♡BOA LEITURA, EU AMO VOCÊS!♡

Capítulo 19 - Goodbye (Adeus)


Fanfic / Fanfiction Sweet Boy - Imagine Jungkook - Capítulo 19 - Goodbye (Adeus)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dia seguinte, 6:22 

 

 

 

 

 

 

 

Está tudo tão claro, mas eu não consigo abrir os olhos. Sinto algo na minha cabeça e no meu braço... mas também sinto algo embaixo de mim, algo macio.

 

 

 Abra os olhos, Jungkook! 

 


Aos poucos, com bastante esforço eu fui conseguindo abrir meus olhos, era tudo realmente claro. Meus olhos ainda estavam com a visão embaçada, estavam semi cerrados então eu não via muita coisa. Quando finalmente abertos e nítidos por completo, eu percebi, estávamos em um hospital. Me recordo de tudo que aconteceu, de todos machucados e juntos, mas agora, eu estava sozinho. Olhei em minha volta, e vi que realmente, junto a min naquela sala, havia apenas aparelhos médicos.  Eu usava um roupão relaxado da cor azul claro, enquanto estava deitado em uma maca, ou capa de hospital, tanto faz.

 


No meu braço, havia faixas ali, e um curativo. Eu mal conseguia move-lo. Com a outra mão livre, eu levei a mesma até minha cabeça e vi que assim como meu braço, havia uma faixa ali. Mas doía mais que meu braço. Eu tentei me levantar, mas o máximo que consegui foi se sentar desajeitado na cama. Queria agradecer eternamente por quem nos ajudou, se não estivéssemos num hospital agora, estaríamos num cemitério. 

 

 

 


- Oh, que bom que acordou! – Eu escutei uma voz amigável e masculina dizer para mim, adentrando aquela sala. Pelas suas roupas, eram um dos médicos/enfermeiros daquele lugar. 

 

 

 


- Todos estão bem? Aonde está o resto da minha família? – Perguntei meio sonolento ainda, ele riu baixo para mim. 

 

 


- Sim, todos estão bem. – Ele disse, mas sua feição ficou um pouco séria. – Bom, na verdade...

 

 


- Na verdade o que?! – Fiquei tenso só com esse seu “bom..” pelo amor de Deus, que todos tenham ficado bem!! 

 

 


- Senhor, não queremos lhe preocupar, está de repouso. – Ele veio andando até mim, com um frasco em mãos. – Aqui, precisa tomar esse remédio daqui cinco minutos. 

 

 

 

- Eu não sou um senhor, eu só tenho 19 anos! – Falei sentando com os pés pra fora da cama, prestes a sair.  – E eu não vou tomar remédio nenhum até me dizer se estão todos bem! 

 

 

 


- Tudo bem, você quer ir vê-los? – Ele perguntou, e eu assenti mais ansioso do que nunca. Ele veio até mim, e tirou o soro dali, para ir levando junto comigo enquanto eu caminhava com ele. Passamos por diversas salas, umas cinco depois da minha, tinha a da _____, e eu fui meio que correndo até a mesma. Ela estava tão pálida, mas no aparelho respiratório ao lado, dizia que ela estava viva, e sua respiração estava normal. Fiquei a olhando por longos minutos, e desci uma de minhas mãos até a sua, estava gelada. Eu a segurei, mas ela não retribuiu, continuava estática.

 

 

 

- Ela foi a única que mesmo viva, não deu nenhum sinal de vida, a não ser seus batimentos e sua respiração. – O médico disse, me deixando aflito. – Você foi o mais saudável da situação.

 

 

 


- “Ela foi a única viva” o que você quer dizer com isso? – Perguntei, com medo, muito medo da sua resposta. 

 

 

 

- Eu sinto muito, garoto. – Ele agora me olhava parecendo estar triste também, e pôs sua mão sobre meu ombro direito. – Sua mãe não teve a sorte de vocês três. 

 

 

 


Senti meus olhos encherem d’água, senti meu coração bater mais rápido, mais forte, parecia que sairia pela minha boca, senti meu corpo tremer, e meu cérebro parecer que iria explodir. 

 

 

 

- O que? Aonde estão os meus pais?! – Perguntei, já soluçando pela notícia. O mesmo abaixou a cabeça, e pediu para que eu o seguisse. Eu fui, com medo de ver o que poderia ver, mas fui. 

 

 

Chegamos numa sala com a placa “sala 08” e quando entramos, eu vi apenas o meu pai. Tinha aparelhos respiratórios nele, e uma grande faixa em seu ante braço. Além de um corativo na metade do seu rosto. 

 

 


 

- Pai, seu cretino idiota! – Eu fui até ele com raiva e triste, mas o médico me impediu. Suspirei, tentando achar a calma. 

 

 

- Raiva não vai adiantar de nada, pelo menos ele também está bem! – O médico disse afim de me confortar. 

 

 

 

- Cadê a minha mãe?! – Perguntei ansioso, mas ele não respondeu, apenas ficou calado. E isso estava me irritando. Se eu pergunto, eu quero uma resposta rápida! – VAMOS, RESPONDA LOGO! AONDE ESTÁ A MINHA MÃE?! 

 

 

 

Um suspiro de silêncio do médico, mais raiva em mim. 

 

 

 

- AONDE ESTÁ A MINHA MÃE?! – Eu disse alto e furioso, o segurando pela gola daquela roupa esquisita que ele usava. 

 

 

 

- Ela não resistiu. – Meu mundo parou, eu apenas não soube nem mesmo como reagir. Eu o soltei, mas sentia que estava ficando fraco. 

 

 

 

- Me deixe ver a minha mãe! – Pedi outra vez. E ele assentiu. Eu ainda em choque, fui o seguindo, para uma sala lá pro fundo do corredor. Estava entre aberta a porta, e então eu já sai entrando, vendo um corpo coberto por uma manta encima da maca. Olhei para o médico com os olhos inundados, mas ele apenas desviou o olhar, entristecido. 

 

 

 


- M-Minha mãe está por baixo disso? – Gaguejei, soluçando pelo choro. Novamente, ele permaneceu calado. Mais devagar do que tudo no mundo, eu fui tirando aquele pano e quando finalmente sem, eu vi... a minha mãe. Estava sem estruturas, queria ficar com raiva do meu pai, ele quem fez isso! Mas... estava triste demais para sentir raiva.  Eu fiquei com medo. Passei com a mão pelo rosto da mesma, e estava frio como gelo. Seus lábios levemente roxos... e sua aparência “seca” não que estivesse magra, mas estava apenas “sem cor”.  Pensei em gritar, pensei em quebrar tudo, pensei que fosse desabar de tanto chorar mas... eu apenas fui caindo no chão até ficar de joelhos. 

 

 


- Você está bem? – Escutei a pergunta idiota do médico. SIM, MINHA MAE MORREU, ESTOU DIANTE DA MINHA MÃE MORTA MAS SIM, ESTOU MUITO BEM. Sentia minha respiração começar a falhar, e uma tosse estranha começar a surgir. Falta de ar. 

 

 

 

- S-Senhor, vamos! – Ele veio até mim, sentia tudo se embasar já. Mas ainda senti dois de seus dedos sobre meu pulso. E meu pescoço. – Você está parando de respirar! 

 

 

 

Ele disse assustado, me pegando em seus ombros. Eu ainda estava acordado, lutando para tentar respirar. Mas quando ele se levantou comigo, indo pra fora, eu comecei a se debater.

 

 


- M-Me solte! E-Eu quero... – Sentia minha voz se acabar aos poucos, e eu parecer a estar entrando num coma profundo. – F-Ficar com a minha m-mãe...

 

 

 

 

 

 

 

 

Novamente, eu apaguei por completo. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


20:09 PM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


....

 

 

 

 

 

 


Lembro-me de pouca coisa, uma dessas coisas, foi que minha mãe não estava mais aqui. A minha mãe realmente se foi...? Como eu vou superar isso? Espera, eu não vou. Eu amo tanto a minha mãe! Mais do que tudo na minha vida, mais do que eu mesmo... e agora ela se foi por conta de uma brincadeira idiota do desgraçado do meu tio e do desgraçado do meu pai! Eu amo o meu pai... mas, eu estou me corroendo de decepção e raiva dele agora.

 

Eu juro que posso ir pra cima dele caso ele apareça na minha frente agora! Porra.... minha mãe sempre foi uma pessoa tão engraçada e gentil com todos... mesmo me beliscando e me dando tapas sem motivos, eu a amo com todas as minhas forças! Suas brigas e sua restrição comigo que antes eram um incômodo para mim, hoje são saudades. As vezes em que ela cuidou de mim, quando eu me machucava, ou brigava com alguém na rua, são apenas lembranças. Memórias boas e ruins que tivemos com ela na nossa família, serão guardadas para sempre, na minha mente, e no meu coração. 

 

 


Aonde eu estou agora? No mesmo lugar. Olho em minha volta, e percebo que agora, está a noite e tem aparelhos respiratórios ligados a mim. O que aconteceu mesmo? Eu tive uma falta de ar? .... eu poderia ter morrido, seria menos doloroso.  Diferente de hoje mais cedo, eu não consegui me mover ao ponto de conseguir se por de pé, nem mesmo se sentar. 

 

 

 


- Olá, está no horário de você comer. – Um homem disse, não era um médico. Usava roupas meio que sujas, e em suas mãos tinha um prato com comida ali, parecia bom. Mesmo assim, eu não o conheço e ele com certeza não é um profissional da área.

 

 

 

- Quem é... você...? – Disse com um pouco de dificuldade. Ele sorriu baixo.

 

 

 


- Sou um simples caminhoneiro. Estava passando pela estrada, quando vi um carro capotado! E o que mais me assustou, foi que havia pessoas ali! – Ele disse sorrindo forçado se aproximando mais. – Graças a Deus vocês todos estão bem, me pergunto o que teria acontecido se eu não estivesse passado por ali.

 

 

 

 

Meus olhos se encheram de lágrimas outra vez quando ele disse “Graças a Deus todos estão bem.”

 

 

 

- Não são todos. – Falei baixo, sentindo uma lágrima escorrer pelo meu rosto e pingar no meu braço. 

 

 


- Sinto muito. – Falou entristecido, vindo para mais perto e bagunçando meus cabelos bem fraco. Logo deixando o prato de comida ao lado da cama em que eu estava. – Vai ficar tudo bem, garoto. Ela está em um lugar melhor agora! E olha, aposto que ela não gostaria de ver você chorar. 

 

 

 

Ele limpou uma de minhas lágrimas, mas suas palavras só pioravam tudo. Suspirei de olhos fechados, sentindo lagrimas quentes escorrerem pelo meu rosto outra vez.

 

 

 

 


- Obrigado pela ajuda. – Falei baixo, quando ele já se preparava pra sair. 

 

 

 


- Não a de que. – Soltou um sorriso amigável. – Eu vou indo nessa, garoto. Fiquem bem, figthing

 

 

 

 

- Figthing.. – Disse mais pra mim do que pra ele, e ele foi embora. Eu mal conseguia se mexer, como iria comer? Se bem que, nem com fome eu estou. Fechei os olhos, pensando sobre tudo, sobre como seria daqui pra frente... mas meus pensamentos novamente foram interrompidos por outra pessoa que entrou, uma mulher, uma médica aparentemente. 

 

 

 


- Vejo que não consegue comer. – Ela disse, puxando uma cadeira, se sentando ao meu lado e pegando o prato... ela vai me dar na boca? Que coisa.

 

 

 


- Como estão ao outros? Eu quero ir vê-los. – Falei tentando se levantar, porém cai na cama de novo pois estava fraco demais.

 

 

 

- Todos estão bem... – Ela disse, já enchendo o hashi com aquele macarrão sem graça para me dar. – Exceto uma menina, ela até agora não se mexeu.

 

 

 

 

- Eu quero ir vê-la agora! – Falei. Puta que pariu! Eu não posso aceitar que duas pessoas que eu amo morreram ou vão morrer.

 

 

 


- Senhor, está t- A cortei.

 

 

 

- NÃO ME CHAMA DE SENHOR! – Consegui gritar, e ela se assustou. – EU QUERO IR VÊ-LA! 

 

 

 

 

Tentei me debater pra ver se vinha forças, mas nada. 

 

 

 


- Na sua ficha dizia que você se estressava fácil, mas se continuar assim, vai se juntar a sua mãe! – Ela disse, vindo até mim e colocando outro soro. E nesse mesmo momento, uma força descomunal surgiu no meu braço machucado, e eu consegui puxa-la pela gola daquela roupa brega, fazendo-a ficar com o rosto próximo ao meu.

 

 

 


- NÃO FALE DA MINHA MÃE! – Consegui  sentar, ainda a segurando. – EU ACABO COM VOCÊ SE FALAR MAIS ALGUMA COISA DESSE TIPO! 

 

 

 

 

 

Ela choramingou, tentando segurar minhas mãos que praticamente a enforcava, e eu me toquei que estava prestes a fazer o que minha mãe me ensinou a nunca fazer: Bater em uma mulher. Minha raiva foi diminuindo-se, e eu fui a soltando aos poucos. Fiquei de cabeça baixa ali, sentindo como se um pedaço de mim estivesse sido arrancado. 

 

 

 

- Diz pra mim... que ela está bem – Eu pedi baixinho, chorando feito uma criança silenciosa outra vez. – Diz pra mim que ela está viva... – Consegui olhar para a mulher, que também estava com seus olhos lacrimejando. – Diz!

 

 

 

- Ela está viva. – Ela limpou as lágrimas de seus rosto que escorreram. – Mas... apenas não se mexe. 

 

 

 


- Não está mentindo pra mim? – Perguntei receoso. E ela negou com a cabeça. Suspirei em alívio, sentindo meu rosto molhar mais.

 

 

 

- E quanto ao meu pai? Ele está bem? – Perguntei. 

 

 

 

 

- Sim, está comendo nesse exato momento. – Ela se sentou no banco outra vez. – Você também tem que comer!

 

 

Tentou levar os hashis com macarrão para minha boca, mas eu não abri a mesma. 

 

 

 

 


- Vamos, você precisa se alimentar! – Ela insistia. – Está desde as seis da manhã sem comer!

 

 

 


- Essa porcaria nem cor tem... – Resmunguei baixo, esse macarrão tá totalmente feio e sem molho, a única coisa boa aparentemente boa ali era a carne... bulgoji. A carne que eu achava tão sem graça, mas que agora eu amo.

 

 

- Foi minha mãe quem cozinhou isso? – Perguntei, e ela arqueou a sobrancelha sem entender. – Então eu não vou comer.

 

 

 

 

Ela suspirou, e deixou o prato ali de lado.  

 

 

 

 

- Certo. – Ela suspirou. – Mas, uma hora você vai ter que comer. 

 

 

 

 

Ela apenas saiu da sala. Até que enfim, chata desgraçada. Quando ela saiu, depois de bastante esforço eu consegui me levantar. Tinha que segurar a porcaria daquele negócio de soro, e fui andando pela sala, até chegar na porta.  Me apoiei na mesma, não estava 100% ainda, mas logo voltei a andar. O corredor estava vazio, eu passava por diversas portas, mas não achava quem eu queria. Um pouco mais pra frente, eu vi uma porta um pouco aberta, e lá dentro estava a _____. 

 

Entrei lá, e tentei me sentar na pequena poltrona ao seu lado. Ela realmente não se mexia, mas respirava normalmente.

 

 

 


- Você é mais bonita acordada, ____. – Sussurrei. – Acorde! 

 

 

 

 

Falei um pouco mais alto, e outro médico entrou ali.

 

 

 

 

- Senhor Jungkook! Você deveria estar de repouso! Volte para a sua sala. – Ele disse, querendo vir pegar em mim para voltar. 

 

 

 


- Sai de perto de mim! – Falei bravo. – Eu quero ficar com ela! 

 

 

 


- S-Senhor... – Disse baixo o mesmo.

 

 

 


- Eu. Já disse. Pra. Não. Me chamarem. DE SENHOR! – Gritei alto, e escutamos um resmungo de _____. Ficamos surpresos com isso, e nossa possível discussão se acabou, pois prestavámos atenção nela agora. Mas ela não se mexeu outra vez.

 

 

 

- Vamos, s... Jungkook. – O médico disse, e eu não o respondi, continuei ali sentando ao lado da _____. Ele suspirou, vendo que eu não iria sair, então, ele mesmo saiu. E eu continuei ali, e segurei em sua mão fria, entrelaçando nossos dedos. 

 

 

 

 

- Eu te amo, _____. – Falei baixo, me ajeitando ali, sem soltar sua mão.

 

 

 

- E-Eu... Eu sei – Me assustei, mas fiquei feliz de ouvir sua voz. Ela abriu os olhos devagar, e tentou olhar pro lado para me ver. – A-Aquele cara vinha aqui toda hora... por isso eu sempre fingia estar dormindo.

 

 

 

 

Essa _____! Só ela pra ne fazer sorrir nesse momento. 

 

 

 

 


- Que bom que você está bem! Eu fique tão preocupado. – Apertei um pouco mais forte a sua mão. 

 

 

 

 


- Estão t-todos bem? – Ela falou com a voz falha. E eu não consegui a responder. – Jungkook, estão todos bem?!

 

 

 

 

 

- Apenas eu, você e o meu pai. – Consegui dizer algo. E ela abriu mais os olhos. – Minha mãe... não conseguiu. 

 

 

 

 


Escutei ela rir baixo, me deixando confuso.

 

 


- Jungkook! Não está na hora de fazer piadas! Ainda mais desse tipo! – Ela disse emburrada. Mas eu continuei sério, e logo, ela também ficou.

 

 

 


- E-Espera... isso é sério? – Não sei como, mas num pulo ela conseguiu se sentar na cama e ficar me olhando assustada. Eu só conseguia assentir sem dizer nada. – J-Jungkook! Eu acabo de acordar e você já faz isso comigo?! Como assim?! Isso é sério mesmo?!

 

 

 


- ____, eu não tenho culpa, falou?! Acha que eu queria isso?! Que eu brincaria com isso?! – Falei um pouco alterado também. Mas afim de ficar calmo, eu me sentei ao seu lado na cama e a abracei forte. Sentindo ela molhar meus roupão com lágrimas também, soluçando feito uma criança, assim como eu a minutos atrás. Fiz um carinho em seu couro, tentando dizer que tudo ficaria bem, tentando dizer para ela parar de chorar, mas eu também estava do mesmo jeito, pior. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

JUNGKOOK OFF


_______ ON

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Quando “acordei” pelas palavras repentinas do Jungkook: “eu te amo” .. vi que o mesmo segurava a minha mão. Quando ele disse que falaria isso pra mim a todos os dias, não estava brincando! Eu também gosto dele... mas o suga me disse para trata-lo da forma que ele queria antes dessa transformação, trata-lo de uma forma: “rude”. Pois esse era o único jeito dele provar pra mim que mudou e que merecia ser perdoado. Deu extremamente certo! Mas eu me sinto muito mal tratando ele assim... agora acho que já deu. 

 

 

O assunto importante no momento é: o que está acontecendo?! 

 

 

Tivemos um acidente, todos se machucaram mas... pelo que Jungkook está me dizendo, sua mãe... se foi?! Cara... ela não era do meu sangue, mas com o passar do tempo, mesmo sendo curto esse tempo... ela se tornou importante para mim também! Porra... em pouco tempo ela demonstrou ser tão cuidadosa com tudo, engraçada, gentil... todas as características positivas são ligadas a ela! E se eu que não sou da família estou assim... Imagina os que são?! O Jungkook?! O noivo dela?!... em pensar que de um intercâmbio, tudo isso aconteceu. Eu irei pra um enterro amanhã, mas eu nunca fui em um enterro na minha vida!... estou tão mal... queria pender o Senhor Jeon e o Kookie em um potinho e enche-los de amor e palavras confortáveis, mas pra confortar o coração de uma pessoa que perde um parente próximo, precisa-se mais do que palavras, bem mais. 

 

 

Estou aos prantos, chorando nos braços de Jungkook. Ele tentava me passar tranquilidade, mesmo estando pior que eu... um homem incrível, Jeon Jungkook. Eu queria saber como estava o seu pai, estou orando com todas as minhas forças para que ele esteja saudável... Jungkook não pode perder os dois! Seria muito sofrimento. 

 

 

 

- Pare de chorar, ____. Por favor! – Escutei Jungkook me pedir, mas sua voz também estava chorona.

 

 

 


- Você deve estar tão triste... eu sinto muito, eu vou estar com você para lhe ajudar a superar isso, prometo! – Falei tentando sessar os choros, o abraçando mais forte e soterrando meu rosto mais em seu peitoral. Ele também me apertou entre seus braços, respirando fundo.

 

 

 

- Está tudo bem... – Ele disse baixo. – Está tudo bem. 

 

 

 


Porque ele diz isso? Não está nada bem!

 

 

 

 

- Olha quem finalmente acordou! – Mais um médico chato entrou. Mas agora não poderia fingir estar dormindo.

 

 

 


- Estão todos bem? O pai de vocês consegue comer sozinho! – Ele disse.

 

 

 

 

- Não somos irmãos. – Jungkook respondeu baixo. 

 

 

 


- Namorados? – Ele perguntou, e as bochechas do Jungkook ficaram rosas.

 

 

 

- N-Nã- O interrompi.

 

 

- Sim. – Jungkook me olhou assustado, rindo soprado em seguida. O médico riu baixo, perguntou se queríamos ir vê-lo, e respondemos que sim.

 

Quando chegamos lá, o vimos comer normalmente, distraído com si mesmo. O médico nos deixou lá, e disse que deixaria a “família” a sós, logo saindo.

 

 

 

- Que bom que o senhor está bem! – Falei feliz, passando uma mão sobre sua perna machucada. Será que ele já sabia da sua esposa...?  Jungkook não falou com ele, provavelmente deve estar o culpando pelo ocorrido...

 

 

 

- E-Eu sinto muito... se meu irmão não tivesse me oferecido... s-sua mãe ainda estaria conosco. – O pai de Jungkook disse, entristecido. Jungkook apertou os punhos, e respirou “alto” mostrando estar nervoso... ele realmente se irrita fácil, mas eu espero que ele se controle agora, já que é o seu pai ali!

 

 

 

- NÃO COLOQUE A CULPA NO MEU TIO! ELE NÃO PÔS UMA ARMA NA SUA CABEÇA TE OBRIGANDO A BEBER! VOCÊ QUE É UM MENTE FRACA IDIOTA QUE MATOU A MINHA MÃE! SE TIVESSE ME DEIXADO DIRIGIR ISSO NÃO TERIA ACONTECIDO, IDIOTA, IDIOTA, IDIOTA! – Num pulo Jungkook já estava encima de seu pai quase o agredindo, gritando feito um louco. 

 

 

 

- EU SEI QUE FIZ ERRADO! MAS VOCÊ PRECISA ADMITIR QUE EU NÃO SOU O ÚNICO CULPADO! – Seu pai falou agora, eu já pensava em correr para chamar alguém.

 

 

 

 

- EU NÃO TENHO QUE ASSUMIR COISA ALGUMA! CRETINO! – Ele balançava forte o seu pai pela gola da blusa. Seu pai tentou fazer com que ele parasse pegando em seu braço machucado, mas Jungkook demonstrou estar com o sangue tão quente, que nem sentiu. 

 

 

 


- EU SINTO MUITO! ME PERDOE! – Senhor Jeon disse.


 

 

 

 

- NÃO! NUNCA VOU TE PERDOAR! VOCÊ MATOU A MINHA MÃE! QUANDO VOCÊ TRAZER ELA DE VOLTA, AÍ SIM EU TE PERDOO! MAS ISSO NÃO VAI ACONTECER PORQUE ELA ESTÁ MORTA, E FOI VOCÊ QUEM FEZ ISSO! – Eu vi Jungkook levantar a mão para o seu próprio pai, mas graças a Deus uns cinco médicos entraram correndo na sala, provavelmente escutaram a gritaria, e vieram ver do que se tratava. Eles foram pra cima dos dois ali, e tentaram puxar Jungkook, mas ele continuava a se debater e gritar.

 

 

 

- ME SOLTEM! TIREM SUAS MÃOS DE MIM! EU VOU FAZER A MESMA COISA QUE ELE FEZ COM A MINHA MÃE! – Jungkook chorava de raiva, e vendo que ele não se acalmaria tão facilmente, os médicos foram obrigados a aplicarem um tranquilizante em sua veia. Mas eu não queria deixar isso acontecer! 

 

 

 

 


- N-Não façam isso! Por favor, eu consigo deixa-lo calmo, não apliquem isso nele, ele já está fraco, isso pode piorar. – Eu puxei Jungkook pelo braço, mas eles não deixavam.

 

 

 

 

 

- É apenas um tranquilizante, não vai mata-lo! – Um dos médicos disse. – Escuta, quem são os profissionais aqui?! Deixe que a gente cuide disso!

 

 

 

 

 

- Mas ele é o meu namorado! Eu sei o que o deixe calmo, soltem ele! – Falei brava. O Jungkook também tentava se soltar, e vir para mim, e depois de bastante esforço eles soltaram.

 

 

 

- O senhor está bem? – Eles agora perguntavam ao pai de Jungkook. Que assentiu. Tivemos que sair da sala, ficaram com medo de deixar o Jungkook perto do pai dele novamente, e então, ficamos na sala em que antes eu estava. Ficamos lá sozinhos, mas com a porta aberta e a todo momento passava alguém ali para nos monitorar. 

 

 

Jungkook suspirou, e se sentou na poltrona que tinha ali. Me puxando e fazendo com que eu meio que deitasse em seu colo. Eu estava sentada de lado em seu colo, como os bebês sentam no colo de deus pais. Ele me abraçou ali, e eu apenas fechei os olhos. 

 

 

 


- Porque você disse que é minha namorada...? – Ele perguntou, e um sorriso mudo se formou em meus lábios.

 

 


- Só assim pra eles confiarem em deixar você comigo e não aplicarem tranquilizantes em você! – Falei, me aconchegando mais ali.

 

 

 


- Mas eu quero que você namore comigo de verdade! – Ele disse, havia um pouco de humor na sua voz. 

 

 

- Então me pede em namoro. – Falei contendo o riso. 

 

 

 


- Namora comigo? – Ele perguntou.

 

 

 

- Sim. – Respondi, escutando ele soltar uma risada soprada.

 

 

 

- Certo, então agora você é minha namorada? – Ele perguntou, seu rosto fofo e duvidoso me dava até um ânimo, mesmo naquela situação. Sorri baixinho outra vez. E assenti. – Então me dá um beijo.

 

 

 

Ele pediu dando risadas engraçadinhas, e quando olhei para o seu rosto,  ele tinha um bico nos lábios. Eu me levantei mais um pouco, e consegui dar um simples selinho nele, que se surpreendeu.

 

 

 


- Oh, eu não esperava que fosse fazer isso mesmo. – Ele disse levemente corado. E eu o beijei outra vez, mas dessa vez, sua mão foi pra minha nuca me prendendo ali e aprofundando. Isso já era de se esperar, mas logo ele me soltou ainda dando pequenos beijinhos pelos meus lábios e queixo. – Estou falando sério, você é minha agora! 

 

 

 

 

Me abraçou forte.

 

 

 

 

- Acho que eu sempre fui sua. – Murmurrei. Sentindo seus dedos nos fios dos meus cabelos, acariciando ali. 

 

 

 


- Esse foi o pedido mais estranho da minha vida. – Ele disse. E ambos rimos. Eu me ajeitei outra vez ali, e deitei a cabeça em seu braço, fechando os olhos.

 

 

 

 

- _____, Diz que... eu sou melhor que o Suga. – Ele pediu manhoso, me fazendo prender uma risada alta. – Por favorzinho! Eu preciso ouvir isso...

 

 

 

 

Eu fingi estar dormindo.

 

 

 


- ______? – Chamou-me. – _____! 

 

 

 

 


Segura o riso, ______. 

 

 

 

 

 

 


- Aish... – Resmungou. – Eu te amo. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


______ OFF


MIN YOONGI  (SUGA) ON:

 

 

 

 

 

 

 

 

Meu pai tinha muito contato com um dos médicos daquele hospital, e quando ele me disse que a família do Jeon havia sofrido um acidente grave e que uma das pessoas havia morrido... eu fiquei super, mega e qualquer outra palavra que defina “muito” preocupado! Quando cheguei, me informaram que havia sido a mãe do Jungkook a tal pessoa que chegou a falecer, e eu fiquei mais em choque ainda... Jungkook deveria estar horrível... ele amava muito sua mãe, na verdade, todos que a conhecia a amava também. Minha mãe ficaria arrasada ao saber, ambas eram muito amigas. E amanhã, eu tinha um enterro pra ir agora pelo visto. Sinto que Hope também ficaria no mesmo estado que o Kook, ela cuidou bastante dele também quando abandonou seus pais por brigas familiares. Aish... isso é tão ruim. Eu não consegui acreditar quando disseram que o motivo do acidente foi porque “o motorista estava alcoolizado”. Porra! Como assim?! Os pais do Jungkook são as pessoas mais “certinhas” que eu já vi na minha vida! Muito estranho... 

 

 


Eu resolvi que viria para ver como eles estavam, o primeiro que eu fui ver foi o que estava mais próximo: O senhor Jeon. Ele estava bem aparentemente, sua perna estava machucada mas nada muito grave. Depois dali, eu fui para a sala o Jungkook, mas não tinha ninguém. Achei estranho, mas quando fui a sala da ____. Eu vi, Jungkook e _____ dormindo agarrados ali na poltrona. Esses dois... preciso admitir que são fofos... e que, eu poderia ter acabado com isso. Deixei uma certa quantia de dinheiro ao lado deles, sei que o carro foi pro brejo e que talvez não tivessem com dinheiro ali, então pra não ficarem com mais dividas, eu resolvi ajudar nisso. Fiquei os observando por alguns segundos, deixando uma risada escapar, mas logo sai dali. Voltando a minha casa. Espero que as coisas deem certo pra eles.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dia seguinte, 9:00 AM

______ ON

 

 

 

 

 

 

 

 


Já iríamos para casa, ninguém se machucou tão grave a ponto de ficar em risco.... e hoje também, era o enterro da senhora Jeon. Estranhamos o dinheiro que deixaram para a gente, mas mesmo sem saber quem foi, aceitamos. Vestimos algumas roupas que tinham nos achados e perdidos pois a nossa tinha ido pro brejo e entrar num taxi com roupões de hospital não é legal. Todos já devidamente prontos. Jungkook com uma faixa e um apoio em seu braço esquerdo, eu apenas com uma faixa na mão e no joelho e o senhor Jeon com um arranhão na perna, mas que curaria logo. Recebemos nossa ficha... o corpo da s-senhora Jeon já havia sido encaminhado, e as 11:00, iríamos a sua despedida. 

 


O taxi que chamamos não demorou pra vir, Jungkook foi atrás comigo, e seu pai na frente com o cara. 

 

 

 

- Está tudo bem, filho? – O senhor Jeon perguntou, e Jungkook revirou os olhos irritado.

 

 


- Para de me chamar assim... – Falou.

 

 

 

- Assim como? Jungkook! Você é e sempre será meu filho, não pode viver com essa magoa por mim pra sempre. – Rebateu seu pai. 

 

 

 

 

- Não sou seu filho... – Jungkook disse decepcionado, e seu pai respirou fundo. O carro permaneceu em silêncio. O senhor Jeon sabia que o Jungkook é muito manhoso e que se rolasse uma discussão ali, Ele não seria o primeiro a se calar. 

 

 

 

 

 


....

 

 

 

 


Chegamos em casa, sentia tudo vazio, mesmo com a casa cheia de coisas. A tristeza me invadiu outra vez, ou apenas voltou a ficar ativa. Mas fui fazer o que todos iriam fazer: se arrumar para ir. Eu fui tomar banho primeiro, e no banheiro contei para a minha mãe por mensagens o que havia acontecido, e ela ficou em desespero, até mesmo disse que iria vir me buscar, me tirando uma risada fraca pelo exagero. Disse que teria que desligar, ela mandou forças para eles, e eu fui tomar banho. Não demorei nem um pouco, já sai e fui para o meu quarto. Escolhi um vestido preto de mangas longas, meias da mesma cor e juntamente os sapatos. Arrumei o cabelo, e já estava pronta... sem maquiagem, não precisa dessa coisa. Quando eu desci, por incrível que pareça, apenas o pai de Jungkook já estava pronto... de terno, como eu imaginava. 

 

 

 

- Jungkook, vamos logo. – O seu pai o chamou. E segundos depois, vimos ele descer as escadas, de terno também e sapatos sociais. Saímos da casa, pegamos outro táxi, mas Jungkook insistiu para que parássemos numa loja de flores. E paramos. Ele foi até lá, e voltou com um enorme buque de flores e voltamos nosso trajeto. Quando chegamos lá, vimos a família do Jungkook,  amigos próximos, os pais do suga, o suga, Hope... ESPERA, QUE? 

 

 

Já era de se esperar na verdade... aquele lugar cheio de pessoas, parecia estar vazio... muitas pessoas choravam, outras apenas estavam com o olhar triste, eu era uma dessas dos olhares triste, aliás. Ficamos numa das primeiras cadeiras, já que eu estava com uma das pessoas mais próximas a ela, fiquei também. As pessoas foram abraçar o Jungkook, mas ele rejeitava o abraço e consolo de todos, já sei pai aceitava. O homem começou a falar, a desejar palavras bonitas e de conforto para a família ali, mas todos choravam mais e mais, silenciosos alguns, as seus rostos estavam molhados pelas suas lágrimas. Jungkook por incrível que pareça, não estava chorando. Ele estava apenas focado num único ponto, que era a sua mãe ali. O missionário deu lugar agora para as pessoas irem lá dizer um pouco sobre, mas na vez de Jungkook, ele se recusou. E agora, seu pai foi.

 

 


- Eu nunca poderia imaginar que um dia assim poderia chegar para nós... todos nós sabemos como minha esposa, Kim Sook, Foi uma mulher de muita importância na nossa família. Isso será algo que nunca poderá ser tampado ou esquecido, mas iremos tentar viver felizes e juntos, como ela gostaria que fosse. – Seu Pai disse as bonitas palavras, todos choravam, mas Jungkook o olhava com raiva. Depois de que tudo aconteceu... ela seria enterrada e todos foram até lá colocar flores antes de irem embora. 

 

Jungkook continuou lá, junto a suga e Hope. Eu estava distante mas conseguia ver os três ali, todos com um buquê de flores em mãos. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

JUNGKOOK ON

 

 

 

 

 

 

 

 


Mal podia acreditar que o chão no qual eu pisava agora, minha mãe estava a sete palmos.... eu acho que odeio o meu pai, sério mesmo! Meus amigos estavam ali comigo... Suga Hyung... Hope Hyung... sim, eu não ligo mais pra minha briga com o Suga. No fim de tudo, ele está aqui comigo, como eu esperava. Jogamos nossas flores ali, e nós três ainda estávamos em silêncio.

 

 

 

 

 

 


- Tia Sook vai deixar saudades... – Hope disse baixo, e pude ver uma lágrima escorrer. 

 

 

 

 

 

- Mesmo que nossa última lembrança tenha sido ela me obrigando a usar um avental com o Jungkook, eu vou sentir falta disso também. – Havia um riso sem humor em seu rosto. Por algum motivo, eles dois me abraçaram, logo nós três estávamos em um abraço coletivo... e isso me lembrou da época em que nos tornamos amigos, eles me abraçaram exatamente assim quando eu estava chorando pela Seon no colegial... e isso me fez chorar, por se recordar de nossas memórias e as juntar com coisas dos tempos atuais. 

 

 

 

 


- Não chore... seu mariquinha. – Escutei Suga dizer afim de fazer com que eu parasse de chorar, e me fez sorrir baixo com isso, ainda com os olhos sujos de lágrimas. Mas ele também estava lacrimejando e hope não estava muito diferente... continuamos ali, por longos minutos, talvez horas, observando o túmulo  com as flores, e na pedra, uma foto e o nome da minha mãe... omma... eu queria tanto que cumprisse sua promessa... de cuidar de mim e ficar comigo para todo sempre. Eu não aceito que você se foi... mas é isso que aconteceu. Eu sei que todos tem o seu tempo e sua hora de ir... mas, porque ela tinha que ir agora? Porque daquela forma? Porque ela? Não que eu esteja desejando a morte do meu pai, mas, sabe... eu preferiria a minha mãe. Sinceramente, antes ele do que ela. Eu amo meus pais, mas... agora, eu não sabia se eu tinha um pai, ou um assassino. MONSTRO! CRETINO! 

 


Aish... isso pode ser o efeito da raiva e possa ser que passe mas, uma coisa eu sei que não vai passar por ele: minha decepção. Eu nunca vou o perdoar por isso, nem ele, nem meu tio. Eu os perdoaria se eles trouxessem minha mãe de volta, não importa como, eu queria apenas ela comigo... mas, como agora ela se foi pra sempre, e isso não vai acontecer... sendo útil, importante ou não, o meu perdão... eles nunca vão ter. 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


ㅠ.ㅠ

Me digam vcs....



Obrigado por tudo♡


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