História Sweet brother, bad daddy - Incesto (Imagine Jungkook Hot) - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Babygirl, Bangtan Boys, Bts, Daddy, Hot, Imagine, Incesto, Irmãos, Jungkook, Namjin, Sexo, Sexting, Vhope
Visualizações 2.130
Palavras 4.106
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


olha o horário malzz
desculpem os errinhos é q eu to com sono hihihih

bay

Capítulo 34 - XXXIV. I'm allergic to condoms.


Fanfic / Fanfiction Sweet brother, bad daddy - Incesto (Imagine Jungkook Hot) - Capítulo 34 - XXXIV. I'm allergic to condoms.

Quarta-feira, 8:33 da manhã.

Quinto dia e nada do Jungkook. Hyuna sequer me ligou pra dizer como ele está porquê nas noites passadas ela ficou no hospital. Ah, ela havia entendido errado. Kookie na verdade passaria mais de dois dias lá, e admito que as saudades estão me matando.

Já tomei meu banho, e agora estou tomando café enquanto converso com Jinnie e suporto o mal olhar do Namjoon sobre mim. Lamentei por não ter onde ficar e senhor e senhora Park não me manterão sob o teto deles por muito tempo. Não posso ficar na casa do Yoongi porquê seria bem esquisito e isso deixaria Kook com ciúmes.

– Jungkook e você vão morar na minha, pronto. – Jin finalizou o debate, me deixando surpresa e animada. Nos levantamos e eu o abracei, agradecida.

– Obrigada, omma Jin! – o beijei no rosto e Joonnie, ciumento, protestou dizendo que passei dos limites. – Conheço Jinnie a mais tempo que você. Nem vem.

– Espera, engraçadinha. – rompeu o abraço, fazendo-me bufar e adivinhar o que me impediria de morar com ele. – Você vai ter que arrumar um emprego, (S/N).

– EU? Não! Nem terminei o colegial!

É meu último ano naquele subúrbio e eu preciso passar direto sem ter que me preocupar em realizar mais de uma atividade por dia. Inventei um monte de desculpas e Jin disse que não queria saber, falou que eu poderia trabalhar em uma padaria desde que eu ganhasse dinheiro com isso.

– Como vou manter a casa com uma adolescente de quinze anos birrenta e um adulto de vinte e um anos desocupado? – eu o imitava baixinho conforme ele falava, digo, me dava uma bronca. – Eu também não terminei o colegial, mas consegui um emprego temporário com meu pai. Aprenda que a fase de bebidas, festas, acabou.

– Acabou pra você, aliás, você está beirando nos vinte anos, mas eu ainda sou nova e vou apenas me divertir. – confrontei o homem chocado por ver a pequena criança finalmente se opor a algo.

Jin, como não aceita ser contrariado, me puxou antes que eu saísse para o quarto da Amara.

– Então, você vai morar debaixo da ponte.

Só assim pra ele me convencer.

– Tudo bem. – bufei. – Na verdade, eu não quero trabalhar agora. Eu posso ficar com as tarefas domésticas... Lavar a louça, fazer o almoço, sei lá, Jinnie. – me senti humilhada por me ajoelhar e implorar para que ficasse apenas com as tarefas de casa.

– AISH! OKAY! – gritou, levantando-me pelo braço. – Mas o senhor Jungkook vai trabalhar.

– Mas não agora. Ele está se recuperando, esqueceu? – cutuquei sua testa, um gesto de fazê-lo lembrar que meu irmão teve uma noite horripilante naquele hospital. – Relaxa, não vamos morar com você por muito tempo.

– Espero. – murmurinhou.

Esperemos. Não quero viver sob as asas do Jin juntamente com o Kook. Chega de depender tanto dos amigos, vou começar o projeto vida nova assim que sair da escola, e espero que o senhor preguiçoso vulgo Jeon Jungkook compreenda e me ajude.

– No que está pensando? – dei um pequeno salto quando senti mãos gélidas tocarem meu ombro. Virei meu rosto para ver quem era, e esse alguém sorriu pra mim de um jeito tão sereno que nem parece que tivemos uma briga feia.

– Em nada, Yoongi. – afastei a cadeira para me sentar, vendo o pálido fazer o mesmo para me encarar.

Saber que sobrevivi ao terror naquela casa me traz uma sensação que... Ah, não sei. É estranho saber que dias atrás eu estava em pânico, achando que seria meu fim e que nunca mais veria meus amigos... Meus pais... Por que a Lisa é tão louca pelo Yoongi?

– Suga, me expli-...  – não pude terminar por conta do barulho da porta da cozinha sendo aberta. Ótimo. Eu provavelmente ficaria com raiva de quem estivesse ali, mas ao acompanhar o olhar do Yoongi e constatar que se tratava do meu coelhinho, senti minhas bochechas queimarem e um sorriso transparecer em meu rosto. – Kookie!

Parece que há anos não o vejo. Não nos falamos mais depois daquele dia em que Hyuna me ligou para que ele conversasse comigo.

– Ai, calma, pequena! – o escutei gemer de dor por conta da força exercida no abraço apertado. – Que saudades que eu estava de você, (S/A). – resisti a vontade de beijá-lo quando vi o lindo sorriso tomar conta de seus pequenos lábios.

– Eu também, oppa. – dessa vez fui mais cuidadosa ao puxá-lo a fim de juntar nossos corpos em um abraço mais suave. – Como se sente?

– Melhor, muito melhor, principalmente por estar contigo.

Ele não perde mesmo a chance de flertar. Sorri boba, parando de me reprimir e entregando-me a ele quando me ergui para alcançar sua boca e acariciá-la com a minha em um selinho prolongado.

Que saudades de beijar esse homem.

– Hm... Eh... – perdeu a fala assim que seu olhar direcionou-se a algo ou alguém atrás de mim. A expressão alegre de Jungkook foi substituída por uma estranhamente rancorosa. Observei ele travar o maxilar e me empurrar para seu lado, indiferente. – O que você faz aqui?

– Vim ver ela, por quê? É proibido? – Yoongi entortou a cabeça levemente para o lado, sorrindo debochado. – Fizemos as pazes, afinal.

Jungkook me encarou, transtornado, e eu dei de ombros acompanhada do meu beicinho.

– Tão rápido? – Kook intercalava o olhar ressentido entre Yoongi e eu. Ele não vai brigar comigo por causa do Yoongi, vai? – Ele te xingou de todos os nomes existentes e você ainda perdoa ele?

– Ahn? – abanei a cabeça em sinal de não. – Ele que me perdoou.

E parece que minha resposta trouxe o sentimento de revolta ao meu irmão cabeça-quente.

– Você não tinha e não tem nada pra ele perdoar, (S/N)! – levantou o tom comigo e enfiou o dedo na minha cara, me deixando equivocada com sua atitude.

– Jungkook, eu traí ele com você, porra! Claro que tem, e eu fico feliz por ter recuperado minha amizade com o Yoongi. – afrontei o rapazinho que acha que tem razão aqui.

Que ridícula essa rixa dos dois.

– Sossega porque eu não tenho um pingo de interesse na (S/N), beleza? – devo me sentir mal pelo comentário do Suga? – Ela é toda sua.

Yoongi passou esbarrando no Jeon que rosnou de imediato, voltando a atenção à mim. Eu ainda estava com aquele bico de quem está chateada, encarando o homem que mal chegou e já arrumou uma mini briguinha. Kook revirou os olhos e me pediu desculpas, em seguida me disse que só queria paz. Paz desse jeito é foda, Jeon Jungkook.

Aigoo! Eu esqueci de perguntar sobre o passado da Lisa pro Yoongi! Que ódio.

– Ei, não vamos mais discutir. A partir de hoje é só calmaria. – desceu as mãos pelos meu ombros até alcançar minhas mãos e beijá-las.

Huh. Infelizmente, a alegria de Jungkook não é tão contagiante perto de pessoas que estão sorrindo por fora mas por dentro estão mortas, com um peso enorme nas costas.

Oh, se Kook soubesse dos nossos pais...

– Kookie... – hesitei, pensando na preocupação que daria à ele se contasse que fomos despejados de casa.

– O que foi?

– Ah... Nada.

Ele saberá de qualquer forma quando chegarmos na casa do Jin, mas dane-se.

– Então, vamos? – perguntou, sorrindo bobo.

– Pra onde?

– Pra casa, maninha.

Jeon, você torna tudo tão complicado, meu bem. Tantos assuntos legais, e você vem falar logo disso.

– (S/N), tem algo que eu precise saber? – a testa enrugada e o tom indiferente foram o bastante para que eu desse uma risada, negasse e dissesse como ele é tontinho por achar que escondo algo. – Aham. Sorte que omma e appa não sabem de nada. Podemos voltar e fingir que nada aconteceu... Apesar de que tenhamos passado cinco dias fora.

Exatamente, eles não sabem de nada, eles sabem de TUDO. Lembrar das barbaridades ditas pela minha mãe só me deixam mais deprimida. Como ela pôde dizer aquilo? Sim, eu sei que estou errada, que meu irmão e eu estamos, mas, porra! N/M agiu impulsivamente, não que eu esperasse que teríamos uma conversa e resolveríamos tudo no diálogo, mas... Ela nem parecia minha mãe.

– Você não acha que eles vão se importar, certo, amor? – tocou meu queixo de forma que afastou meus pensamentos e me fez concentrar na situaçãozinha tensa.

– Com o que?

– Ah, com o nosso sumiço e retorno inesperado.

Eles não se importam nem se estamos nas ruas, agora.

– Como você pode ter certeza de que eles não sabem? – me odiei por um segundo por voltar ao assunto passado.

– Lisa enviou apenas aos seus amiguinhos e ao Jimin. – garantiu.

Bom, talvez ele não lembre que Lalisa falou na cara de pau que mandou o vídeo aos nossos pais, nossos amigos, e que faltava enviar para a cidade inteira. Jeon bateu a cabeça tão forte que esqueceu deste pequeno detalhe?

– O quê que há, pequena? – bufou, passando o braço pelo meu pescoço. – Está nervosa por que?

Não é evidente?

– (S/N), posso te dar minhas roupas e...

Maravilha. Chegou mais outra.

– Oh. – olhamos Amara que paralisou ao me ver junta com Jeon. Qual a surpresa? – Jungkook, que bom te ver! Fico feliz por ter saído daquela maca.

– Annyeong, Amara. – acenou, abandonando-me para abraçar Mara. – Obrigado por me aturar por três dias seguidos.

– Por nada, apenas assegurei à (S/N) de que você estava em boas mãos. Hyuna também merece esse agradecimento.

Os dois estavam próximos demais pro meu gostinho, e o sorriso que ela dava pra ele me incomodava, apesar de que Amara é minha amiga e não tentará nada com o cara que amo, mas eu realmente fico com ciúmes dessa aproximação.

– Cof, cof. – forcei uma tosse, atraindo os dois. – O que é, Amara?

– Bem, já que você está sem roupas, vou te dar algumas. – avisou, achando que está fazendo uma boa ação por ter me denunciado ao Jungkook que, ergueu as sobrancelhas em uma feição confusa. – Elas dão certinho em você e o Jin fará o favor de realizar essa mudança com total sucesso sem exigir nenhum esforço de ti, amiga.

– Como é? – Kook questionou, e eu rapidamente expulsei a Amara.

– Lindo da sua parte, muito obrigada mesmo, querida. Mas, agora vaza. – bati a porta na cara dela sem nem deixá-la falar. – Uh, amor.

Respirei fundo, mas bem fundo pra poder explicar a confusão.

– Você não se lembra de muita coisa, não é? – abracei meus braços, vendo-o assentir, tocando sua nuca. – Então, Lisa surtou e enviou o vídeo aos nossos pais também... Eles... Eles me procuraram e acabaram me achando aqui...

– Merda. – praguejou baixo. – O que fizeram com você?

– Nada... Só a mamãe fez. – respondi, lutando para não chorar com as malditas lembranças. – Ela me tratou como se eu fosse um monstro.

Kook, pasmo e levemente afetado pelo meu drama, me aconchegou em um abraço enquanto me ouvia detalhar o acontecimento. Sentia seus braços me apertarem cada vez que eu mencionava as ofensas usadas contra mim até chegar no ponto em que N/M nos expulsou para sempre.

– Acabou. – beijou o topo de minha cabeça. – Não vou deixar que nenhum mal te aconteça, princesa.

– Você nunca deixou. – sorri, passando meu polegar delicadamente por sua bochecha.

 

(...)

 

Mais uma vez, minha conversa com Jungkook é interrompida. Amara me puxou para fora da cozinha, ela tinha algo importante pra me dizer. Tomara que seja, porquê do jeito que ela estava desesperada...

Antes de subirmos as escadas, encontramos senhora Park provavelmente discutindo com alguém lá fora, e enquanto Mara ignorou essa probabilidade, preferi aguardar o fim da discussão para perguntar quem era. Sim, sou curiosa, mesmo. Amara avisou que estaria me esperando em seu quarto, e sumiu na escadaria.

– Embora eu ache esse conflito um tanto idiota, ela não quer, dê a garota um tempo, quem sabe ela não volte atrás? – foi exatamente essa frase que pude escutar ao me aproximar dos dois. Ela está falando da Amara? – Esteja aqui outro dia, sim? Até logo.

Nem disfarcei de que estava ouvindo tudo, permaneci no mesmo lugarzinho, com os braços cruzados. E, quando fui avistada, interroguei a mulher que estava espantada ao me ver.

– Quem era, senhora Park? – perguntei, tentando olhar lá fora, porém ela não permitia. – Com quem estava falando?

– Você realmente quer saber? – assenti. – Okay. Você me confessou que não queria ver ninguém, muito menos seus pais...

– E?

– E que eu não autorizei a entrada de seu pai pelo simples motivo de você não querer vê-lo. – fiquei abismada. Era meu pai?

– Que droga! – exclamei, correndo para encontrá-lo.

Por sorte, ele não estava muito longe. O vi caminhar vagarosamente, já eu parecia uma louca gritando seu nome e quase dando de cara no chão por conta da alta velocidade. Appa, finalmente, parou de andar e se virou para mim, enquanto eu recuperava o fôlego. É a última vez que me atrevo a correr tanto.

– (S/N), quero que me conte a verdade. Como começou?

Lá vamos nós.

 

(...)

1 SEMANA DEPOIS...

Muito bem. Vai dar certo.

Tudo está se ajeitando aos pouquinhos. Lisa presa, ninguém da minha escola desconfia do meu relacionamento com o Jungkook, até porquê só algumas garotas conhecem meu irmão, e eu estou de bem com meu pai, apenas com ele. Sobre minha mãe; ela nem sonha que appa tem me visitado.

Ah! Finalmente, Jungkook criou vergonha e está trabalhando na empresa do nosso pai, já eu estou sendo obrigada a acordar quatro horas da manhã pra ir à escola, junto com o Jin. Mara se matriculou e, como é sortuda, ficou na sala do amor platônico dela. Sim, estou falando do Taehyung, vulgo quase-namorado do Hoseok.

Bom, eu limpo minhas mãos quando o assunto se trata dos joguinhos da Amara e do Tae, não estou envolvida nos planos dela e agradeço. Hope também é meu amigo e eu me sinto mal por ele estar apaixonado por um galinha. Essa semana, quando ele me disse que pediria o Taehyung em namoro, eu fiz um escândalo. Primeiro que, eu perguntei se o Tae sentia algo pelo Hoseok, e adivinha o que ele disse?

“Tesão é um sentimento, não?”

– O Taehyung me chamou pra sair, (S/N)! – Amara urrou o nome do infame, pulando em cima da minha cama.

– Desce daí, garota! – vociferei, atingindo a garota com um travesseiro. Ela gargalhou, gravando e enviando um áudio ao Tae, onde ela dizia sim, vamos nos encontrar, bebê.

Ah, sim. Estou “trancada” com a minha amiga vulgo víbora, aguardando a chegada do Kook e do Jin. Jeon retornará por volta das onze horas, e Jinnie daqui alguns minutos estará aqui. Ele me deixou algumas tarefas, e uma delas incluía lavar o banheiro. Se eu me aproveitei da minha convidada? Claro. Mara me ajudou a lavar, sem nem reclamar. Parece que está acostumada, e isso é bom porquê, no dia que eu for rica, ela com certeza será minha empregada.

– Amara. – a chamei assim que ela largou o celular e ficou sonhando com o príncipe encantado por alguns minutos. – Você não acha isso um tanto escroto?

– O que? – engatinhou até a beirada da cama, sentando-se ali, confusa.

– O Hope. – insinuei, esperando que ela entendesse, mas como é a lerdeza em pessoa, enrugou a testa tentando compreender o que estava havendo. – Ele é apaixonado pelo Tae desde os primórdios, e você...

– Eu não me importo. – talvez eu tenha me surpreendido com a resposta que ganhei. Não era ela que sempre queria ver os amigos felizes? – Taehyung não tem compromisso com o Hoseok.

– Eles ficaram semana passada, você sabe disso, Amara.

Tenho raiva de gente tapada como essa garota. Taehyung claramente não gosta de ninguém, nem mesmo dela, ele só quer passar a mão e sair, só isso. Amara deve achar que um dia o Tae vai se casar com ela, eles vão passar a lua de mel em Paris, e vão ter um filho. Quanta imbecilidade...

– O Taehyung me falou que só ficou com o J-Hope por dó, (S/N). Ele gosta de mim, não do Hoseok. – e no instante em que ela me confrontou com o tom elevado e furioso, um ser intrometido entrou no meu quarto.

– Ah. – sorri, aliviada por não ser o Hobi. Imagina se ele decidisse me fazer uma visita inesperada e escutasse tudo que aquela louca estava falando? – Você chegou cedo.

– Eu fingi que estava passando mal pra poder passar mais tempo contigo. – acendeu a luz do quarto deixando que a mesma quase cegasse a garota que se acostumou com o escuridão. – Por que estavam no escuro?

– Porque eu gosto dele. – Mara guardou algumas coisas na mochila dela, e se levantou, pronta pra sair. – Desisti de dormir aqui. Pelo que parece, vocês tem muito a conversar.

E saiu, me deixando pra trás com um homem que mais parecia um lobo faminto.

– Já acabou? – se referiu à minha menstruação que dias atrás estava me matando, juntamente com a cólica infernal, duas “bençãos” que me impediram de tocar o Kookie.

– Sim, Kookie. – observei ele retirar o paletó, restando sua gravata e sua camisa social que deixavam-o extremamente sexy. – Estou com tantas saudades. – passei o polegar por suas bochechas, dando um beijo nas mesmas.

– Idem. – puxou minha cintura ao mesmo tempo em que mordiscou meu lábio inferior, criando um pequeno machucado. Levei as mãos para sua nuca, descendo-as à fim de acariciar boa parte de suas costas, ainda beijando os deliciosos lábios do meu oppa. – Eu queria um lugar diferente hoje.

– Como? – ri após desgrudarmos as bocas. Um lugar diferente pra quê?

– Quero realizar uns fetiches estranhos com você. – beijou meu pescoço após sussurrar instigante em meu ouvido. Firmei a mão em sua gravata, puxando-a até minha cama, onde sentei e ele se agachou a minha frente. – Alguma sugestão? – sorriu ladino.

– Onde você quer, coelhinho? – ofeguei seu apelido enquanto abria os botões de sua camisa.

– Podíamos tentar várias posições na cozinha, com direito a chantilly. – colocou meus cabelos para trás para que pudesse abaixar a alça da minha camisola, me olhando com o mesmo sorrisinho pervertido.

Eu aceitaria se não estivéssemos morando com um homem que tem um amor incondicional por sua cozinha e que nos mataria caso nos encontrasse transando em seu cômodo abençoado e privilegiado.

– Não estou muito à fim de ser espancada pelo Jin. – brinquei, vendo-o se reerguer rindo. Jungkook retirou a gravata com uma certa pressa e se apoiou com as mãos na beirada da cama para me beijar, logo caindo em mim e quase me sufocando com seu peso. – Ai, Jeon! – ri, tentando empurrá-lo, até que consegui e fiquei por cima.

– Qual o problema do Jin nos ver? Você iria apanhar de qualquer forma antes de ele chegar. – proferiu com uma sobrancelha erguida e um sorriso sujo. Normalmente, eu levaria duas horas pra entender o que ele quis dizer, mas pelo visto minha mente poluída está trabalhando bem hoje.

– Que? Eu entendi direito? – franzi a testa. – O que você quis dizer com isso?

– Lerda. – ergueu-se à fim de me encarar e acariciar meu queixo. – Eu quis dizer que... – riu baixinho. – Você iria levar uma surra do meu...

E o clima foi cortado com a entrada de um Seokjin perplexo com dois preservativos em suas mãos.

– Eu sabia que não podia confiar. – jogou as camisinhas no chão, encarando-nos. Ousei rir do seu desespero, vendo-o estreitar os olhos e formar um bico em seus lábios. – Usem isso. Se chama preservativo, desse jeito a (S/N) evita uma doença no útero por tomar tanto anticoncepcional.

– Jin...

– Jin nada! – ele me interrompeu. – (S/N), tu já usou tanta pílula do dia seguinte que já deve estar em 2050. – o insulto dele soou como uma piada aos ouvidos do Jungkook que soltou uma risada estridente com aquilo. – E você, encapa essa porra direito pra não engravidar minha menina, porquê se isso acontecer, eu te mato.

Murmurei um toma trouxa, sorrindo da feição assustada do Jeon com o aviso/ameaça do Jinnie. Meu guardião saiu, deixando-me sozinha com o moreno que estava desistindo de continuar nossa brincadeira que nem começou direito. Kook se levantou e foi até os preservativos, pegando-os e analisando-os.

– Sabor morango? – andei até ele, tomando o pacote de sua mão. – (S/N), me diz que você não vai me pagar um boquete com esse negócio no meu pau.

– Você vai usar? – questionei, tendo a resposta em mente.

– Óbvio que não. Sou alérgico a camisinha.

Alérgico a proteção, ele quis dizer.

– Vem aqui, vem. – derrubou as embalagens ao bater em minhas mãos, logo me puxando pela cintura e devorando meus lábios ao conectá-los aos seus em um beijo voraz.

Jungkook retirou minha camisola, expondo rapidamente meus seios, estes que foram apalpados de forma que me fez sentir um formigamento em meu baixo ventre só pelo prazer que me foi proporcionado naquelas apalpadas e beijos. Agarrei seus cabelos, embrenhando meus dedos em seus fios escuros, em seguida rompendo o ósculo para deixar delicados beijinhos junto a chupões em seu pescoço.

Mordisquei a pele suave em meio aos arrepios e gemidos do maior, sentindo o percurso que sua mão fazia desde minhas coxas até minha bunda, onde estralou um tapa e feriu apertando-a entre suas unhas. Logo, Jeon me girou, me empurrando na cama e me subindo para que eu encostasse a nuca no travesseiro e desfrutasse de suas maldades.

– Seja mais gentil. – pedi antes que ele metesse a boca nos meus seios.

– Gentil? – riu anasalado. – Desculpe, princesa. Hoje eu não quero fazer amor. Hoje eu quero foder bem forte.

– Vai me machucar, Kookie-ah? – fiz manha, e aproveitei para empurrar seu peito ao vê-lo de joelhos, concentrado em desabotoar o zíper de sua calça.

– Acho que vou abusar do seu masoquismo, pequena. – finalmente, agora sobrava somente a box vermelha. Jeon está cheio de energia hoje, ainda me pergunto por quanto tempo ele formulou essas frases. – Vou te deixar toda marcada, cheia de chupões e tapas. – me beijou. – Vou puxar esses cabelos e meter bem fundo.

– Jeon, pelo amor. – choraminguei ao senti-lo tocar minha calcinha. Desgraçado. Tirou vantagem da minha facilidade em ficar molhada escutando essas besteiras... Se eu já estava encharcada com os beijos, imagina o dilúvio que ocorreu com esses sussurros.

– Gosta de ouvir umas sacanagens, não é? – gemi e tentei afastá-lo ao sentir seus dedos adentrarem o tecido fino, tocando minha intimidade em busca do clitóris.

– Kook!

– Kook não. – levou o polegar a minha boca, obrigando-me a chupá-lo, e assim fiz, dando uma visão satisfatória ao sádico. Ele ama me ver tão submissa... – Hoje me chamo Jungcock.

Nessas horas eu agradeço ao Namjoon por me ensinar um pouquinho do inglês.

– Vai brincar de cinquenta tons de cinza comigo de novo, senhor Jungcock? – nos lembrei do dia em que ele me deu um castigo por eu ter transado com o Yoongi. Melhor castigo que eu poderia ter ganho, aliás.

– Vou brincar de reciprocidade. – respondeu ocultando um certo significado, que eu estava tentando descobrir qual era. – Mais recíproco que 69 não existe, hum?

Ah, óbvio.

– Vamos de 69 até papai e mamãe? – perguntei antes de vê-lo se deitar e pedir que eu virasse de costas e sentasse em seu rosto.

– Não. Vamos de 69 até você cavalgando em mim. – explicou, dando um tapa em minha coxa antes de resvalar sua língua em meu íntimo. – Não se contorça, princesa.

– Aish, Kook. – praguejei mentalmente. Sabe, é difícil retirar a box de alguém quando esta pessoa está te lambendo e apertando suas pernas para que você não se mova.

Quando eu finalmente o libertei da maldita cueca e iria confortar minha boca, ouvi alguém me ligar. Por que esse povo só decide lembrar de mim quando estou prestes a sair da seca?

De início, pensei em ignorar, mas ao ver o nome de quem me ligava, decidi atender porquê esse ser humano não iria parar de me perturbar.

– H-Hobi? – maravilha, comecei gemendo o nome do J-Hope graças às benditas lambidas do Jeon.

– (S/N)! Você precisa vir pra minha casa! – ele estava um tanto desesperado, sua voz saía falha e chorosa, mas acredito que seja só engano meu. Ele deve estar bem, talvez seja sua animação atrapalhando-o ao falar. – (S/A)? 

– Hoseok, e-eu... Eu tô bem ocup-... AH! – tentei conter um gemido quando senti o indicador do meu irmão me adentrar com fúria, mas não deu muito certo. Vendo que Jeon precisava ter o carinho retribuído, envolvi seu membro com minha mão esquerda, começando a masturbá-lo. – Eu tô muito... O-Ocupada. Não dá...

– Você não está entendendo! Eu estou destroçado! – okay, constato por meio deste soluço que ele realmente está chorando. – GAROTA, PELO AMOR DE DEUS, FALA COMIGO!

– J-HOPE, VOCÊ ESTÁ ATRAPALHANDO A MINHA TRANSA. – berrei, ouvindo Kookie rir contra minha intimidade, dando-me um certo frescor pois minutos atrás ele estava com um halls na boca.

– Escuta, eu acabei de ver a Amara e o...

– Que a Amara vá pro inferno. Vai dormir, Jung Hoseok. Amanhã você me conta, tchau.

Só não joguei o celular na parede porquê ele custou caro.

Muito bem, onde estávamos?


Notas Finais


pros xuxus que estão me cobrando capítulo de Sugar Daddy: Logo menos eu posto, então acalmem-se scrrr.


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