História Sweet Bully School - Interativa - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce, Bully
Exibições 28
Palavras 3.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Harem, Hentai, Luta, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Yo minna!
Nem faz tanto tempo assim que eu postei o último cap né? Estou aproveitando que estou com a bola tod para voltar a escrever. Estou muito animada neste momento, então estou aproveitando a chace pois não sei se quando eu parar novamente eu vá voltar a escrever tão cedo, então... Pq não mimar meus queridos leitores?

Capítulo 17 - Sim!


Fanfic / Fanfiction Sweet Bully School - Interativa - Capítulo 17 - Sim!

Minha cabeça latejava em dor, sabia que se abrisse os olhos só iria piorar a situação. Enfio a cabeça no travesseiro apertando as laterais em meus ouvidos tentando abafar um chiado que vinha de algum lugar de meu quarto. 

- Você dorme de mais.

Com a surpresa viro minha cabeça para o lado e percebo que mais alguém estava em meu quarto, e pela voz, suspeitava que era um garoto, suspiro mais uma vez apoiando-me nos cotovelos tentando ver melhor quem estava atrás de mim. E sentado em minha cama estava ele, provavelmente o meu salvador de ontem a noite. Maxwell não tirava seu olhar de mim. Arqueio uma sobrancelha em uma pergunta silenciosa, aparentemente ele entendeu o recado mas ignorou completamente.

- Não me olhe assim, a culpa não é minha se você caiu bêbada ontem a noite. Sorte sua que hoje é sábado.

Suspirei derrotada pois queria ficar sozinha naquele momento. Minha cabeça latejava de dor e a claridade não ajudava muito. Tento sentar corretamente na cama mas a claridade não ajudou nem um pouco, com os olhos semi-serrados abaixo a cabeça jogando-me na cama novamente puxando a coberta até a cabeça. Max deu risadas.

- Parece até que nunca ficou de ressaca antes.

- E nunca fiquei mesmo! - Exclamei irritada. - É a primeira vez que bebo tanto assim! - Minha voz saia meio abafada por causa da coberta, mas acredito que ele a ouvia perfeitamente.

- Coitada. - Divertiu-se ele. - Parece que alguém tem que aprender comigo. - Com a provocação sento-me novamente com as sobrancelhas franzidas de irritação.

- O que você está fazendo aqui mesmo? E como conseguiu entrar em meu quarto? Pelo o que eu me lembre ele estava trancado quando sai.

- Está duvidando de mim, gatinha? - Sorriu ele chegando mais perto de meu rosto.

- Não me chame assim! - Rosnei para ele virando a cara para o espelho em meu armário. A única que tinha o direito de me chamar de "gatinha" era Rose. Foi então que percebi que estava usando apenas o colã de minha roupa da noite passada. Com as bochechas rosadas logo dirijo-me a ele. - Você tirou minhas roupas?! - Peguei meu travesseiro. - Você não tinha esse direito! - Bati com o travesseiro em sua cabeça, na primeira vez ele não escapou, mas na segunda vez ele conseguiu bloquear meu ataque. - Seu animal nojento e tarado!

- Opa! Sou um animal racional mas não nojento e muito menos tarado. - Ele segurou meu travesseiro e puxou fazendo-me cair em cima dele. - Talvez eu seja tarado. - Murmurou ele com uma voz macia e tentadora. Com as bochechas esquentando tento escapar dele.

- Cala a boca que eu não perguntei! - Ele segurou meus pulsos e jogou-me na cama ficando em cima de mim. - Sai de cima de mim tarado! - Exclamei, ele sorria divertindo-se com a minha situação. - Se continuar assim eu vou gritar e chamar aquela velha para te tirar daqui.

- Se você não consegue me tirar daqui imagina aquela velha fraca e decrépta. - Debato-me em baixo dele. - As garotas não se contorcem assim em baixo de mim, normalmente elas se retorcem e pedem mais. - Com um certo nojo do que ouvia mostrei minha língua para ele. - Ora, é assim que você agradece ao seu salvador? - Divertiu-se ele. - Queria algo mais envolvente. - Seus rosto estava mais próximo do meu, quase sentindo sua respiração.

- Você queria, não eu! Depois disso não merece nem o meu obrigado! - Com o joelho consigo acertar sua barriga, Max se assusta e solta meus pulsos, com a brecha saio da cama e vou até um canto do quarto.

- Pra que tanto drama? Até parece que não quer uma transa comigo. - Disse ele convencido ficando de pé. - Tem até uma foto minha em sua estante.

- Eu não quero uma transa com você! - Exclamei batendo o pé no chão. - Eu não quero assim! - Com uma sobrancelha arqueada ele parece ter entendido algo a mais em minhas palavras. Meio espantado ele disse devagar e baixo.

- Espera... Então você é virgem?

- Percebeu só agora caralho?! Agora sai do meu quarto!

** **

Mas é claro que demorou até eu conseguir fazer Max sair de meu quarto. E não demorou muito para mim mesma sair do quarto, depois de colocar um vestido moletom branco e as botas de ontem descido ir para a ponte em frente ao colégio, Kentin irá para um campeonato na cidade vizinha e Rose queria dar um "tchal" para ele. Correndo pelo gramado tentando não cair com o salto avisto Alice e Rose conversando com mais alguém, pela altura com certeza era Murasakibara que trajava o casaco do time de futebol americano do colégio e levava consigo uma sacola de viagens. Ele foi o primeiro a me ver chegando então acenou para mim.

- Hey, Iby! - Chamou-me ele, assim que os alcancei fui para o lado de Alice.

- Olá pessoinhas lindas da minha vida. - Cumprimentei. Alice sorriu mas antes que pudesse falar, Mura-san começou:

- Hum... Esse cumprimento está muito animado para o meu gosto. - Ele se curvou para mim com as sobrancelhas arqueadas em sarcasmo. - O que andou fazendo mocinha? - E me cutucou com o dedo indicador. - Está até com o cabelo solto hoje. - Observou ele. Minhas bochechas esquentam com a observação.

- Apenas queria mudar um pouco... Estou sempre de cabelo preso... - Respondo baixinho, por um momento a imagem de Castiel com meu amarrador em sua mão me veio a mente.

- Uia! Concordo com o Mura! - Disse Rose que assim que pôde veio para o meu lado. - O que andou fazendo que está com o rosto mais rosado agora de manhã? - Ela abraçou meu braço esfregando sua bochecha em meu ombro. Ri da situação, Rose tentando ser fofa era hilário.

- Não aconteceu nada de mais. - Ri. - Apenas acordei de mal humor e depois de umas barras de chocolate melhorei. - Rose me encarou com um ar de "trate de me contar tudo depois". Revirei os olhos irônica.

- Mura-kun, por quanto tempo vocês vão ficar por lá? - Perguntou Alice entregando uma sacola branca pequena para Murasakibara que sorriu e pegou sem medo. O mesmo a abriu retirando de dentro um saco de Ruffles.

- Uma semana. - Ele levou a mão cheia até a boca deixando-a bem cheia.

- Parece que vai ter 5 jogos, isso se eles ganharem todos os jogos em que participarem. - Disse Rose dando enfase na palavra "se". Murasakibara revirou os olhos e com a boca cheia respondeu.

- Você fala como se fosse melhor que a gente jogando. - Ele engoliu o que comia, podia jurar que tinha visto uma batata voando de sua boca e tentei esconder o nojo. - Queria ver você no meio daquela quadra usando todo o equipamento, driblando caras maiores que você que podem quebrarem seus ossos só de te dar um empurrão amigável.

- Você falando assim até parece que sou fraca. - Respondeu Rose.

- Exatamente.

- Seu filho da puta! - Rose pulou nas costas de Murasakibara agarrando-se ao seu pescoço e esfregando o punho fechado em sua cabeça. Riamos muito da situação, aparentemente quem se divertia mais era o Mura-san. Não demorou muito para Kentin juntar-se a nós, Rose ficou sem graça por um momento mas logo se recompôs. Arqueei a sobrancelha com um ar de "me conte tudo mais tarde".

Assim que atravessamos a rua e ficamos em frente ao ônibus em que os meninos iriam partir, ainda sim ficamos conversando mais e mais. Combinamos de irmos assistir um ou dois jogos durante a semana.

** **

Eu e Rose caminhávamos nas ruas da pequena cidade passando em frente a loja Juby's que seria a onde Rose começara a trabalhar em breve por ter conseguido o emprego. E então passamos em frente a cafeteria de mordomos que foi a onde conheci Maxwell, passando em frente não consigo deixar de dar uma olhada pelo vidro para ver se conseguia enxerga-lo.

E ele estava bem ali. Com terno e gravata, carregando uma bandeja de prata com uma taça em cima. Por um momento parei para observar a bela vista a qual, provavelmente jamais veria novamente, pelo menos não enquanto ele estiver fora deste estabelecimento. A postura ereta e queixo erguido, um belo de um sorriso branco no rosto e um aceno de cabeça como cumprimento. Ele era completamente diferente ali dentro e isso me intrigava muito, como ele podia ser tão diferente do lado de fora? Max era realmente um rapaz que me intrigava muito, não só pelo seu jeito filho da puta de ser, mas pelo mistério que o envolve, eu ainda sim suponho que ele é assim por causa de seu passado, não tem como alguém ser simplesmente assim.

Ele servia uma mesa em que se encontrava duas garotas, uma loira e uma morena. Max curvou-se para a mesa das duas com um sorriso encantador, disse algumas palavras que fez as meninas soltarem risinhos de lado, neste exato momento reconheci ambas as meninas, Camila e Clarita pareciam estar gostando de estarem sendo muito bem tratadas por Max. Não pude conter um suspiro frustrado com a cena em que via diante de meus olhos, aparentava que ele paquerava ambas as meninas ao mesmo tempo.

- Mas o que aquele tarado pensa que está fazendo? - Murmurei para mim mesma ousando dar passos em direção a porta para tirar satisfações daquela cena, porém, Rose pegou meu pulso girando-me para ela.

- Mas o que você pensa que está fazendo?! - Exclamou ela não esperando uma resposta para aquela pergunta. - Vamos conversar em outro lugar. 

E então foi me puxando para algum canto daquele universo. Já estávamos muito longe da cafeteria a onde Maxwell trabalha, estávamos indo em direção a praça central da cidade, andamos em um corredor até sentarmos em um banco de praça. Ela suspirou e se virou para mim no mesmo instante.

- Agora me conte... O QUE FOI AQUILO?! 

- Não grita! - Exclamei tampando sua boca, ela não perdeu tempo e logo deu uma mordida na mesma. Soltei um grito balançando minha mão a limpando em suas roupas. - Nojenta! - Ela mostrou a língua mas sem discordar.

- Agora me conta! Sério! Você estava feliz de mais agora de manhã e não podemos esquecer da cena de agora. Você estava claramente se corroendo de ciúmes do lado de fora da cafeteria. Acha mesmo que eu não vi que era o Max? Você me deve explicações. - Ela franziu o cenho aparentando estar irritada, mas era simplesmente fofo. Por não ter resistido apertei suas bochechas por um segundo, mas Rose bateu em minhas mãos, bufei e pensei que eu não tinha escolha e teria que contar.

- Ok, já que você insiste, gata. - Virei-me para ela apoiando meu braço no encosto gelado do banco de praça. - Ontem a noite eu estava tão bêbada que acabei desmaiando na frente do Castiel. - Rose arregalou os olhos. - Não me olhe com essa cara, eu estranhamente não bebi muito e você estava pior que eu. - Ela olhou para o lado meio sem graça, provavelmente lembrava do que aconteceu na noite anterior. - Daí eu escutei umas vozes e alguém me levantou, só lembro de ter caído no sono e ter acordado hoje de manhã em meu quarto. Agora... Advinha quem estava no meu quarto quando acordei.

Rose levou as mãos a boca tentando esconder a surpresa, mas era meio difícil não perceber, ela agarrou com força meu pulso como se não houvesse um amanhã.

- Não me diga que você transou com o Castiel! - Exclamou ela.

- Fala baixo caralho! - Suspirei. - Não sua tonta, Maxwell estava no meu quarto.

- Você transou com o Max?!

- Eu não transei com ninguém não! Sou virgem e com orgulho!

Um casal que passava por nós desviaram seu olhar para nós por um momento, como se nós fossemos completas estranhas. Ficamos quieta por um momento até eles irem embora.

- Então foi ele quem te levou até o seu quarto? - Assenti com a cabeça.

- Aparentemente sim.

- E ficou lá a noite toda? - Ela fez um sinal com a mão e depois a girou.

- É o que parece!

- E VOCÊS NÃO FIZERAM NADA?!

- CALA A BOCA VIADA! - Ela riu depois de eu ter lhe dado um tapa bem forte que chegou a estalar. - Já não falei para falar baixo? - Levei minha franja para trás da orelha e então me lembrei que estava de cabelo solto. - Mas ele tentou alguma coisa depois que eu acordei. - Ela arregalou os olhos. - Mas eu não deixei que nada acontecesse. Pelo amor de Deus! - Ela suspirou aliviada. - Quando eu for perder minha virgindade... Não quero que seja assim... Quero que seja romântico, ok? - Murmurei sentindo as bochechas corarem.

- Você gosta dele! Isso está mais que na cara!

- Eu não gosto dele! Ele é irritante, vagabundo, pegador, bad boy, tarado, sexy e... - Parei para refletir o que eu tinha acabado de falar, Rose logo deixou seu queixo cair. - Não é isso o que você está pensando. - Disse desesperada.

- Você gosta dele assim, gatinha. Isso não vai mudar. - Ela abriu um enorme sorriso no rosto.

- NÃO! - Eu me levantei. - Eu não posso estar gostando dele! Ele me tirou uma coisa a qual eu estava guardando a muito tempo! - Não parava de andar de um lado para o outro. - Eu estava guardando meu BV para perder com um alguém que eu realmente gostasse... Maxwell tirou isso de mim em um dia!

- Mas é por que você deixou.

- Cala a boca que quem está falando aqui sou eu. - Ela ergueu os braços como se tivesse sido parada pela polícia. Suspirei sentando-me ao seu lado novamente. - Ele me deixa completamente frustrada, as vezes não sei o que estou fazendo perto dele... - Com os cotovelos apoiados nos joelhos deixo minhas mãos acariciarem meus olhos cansados, a enxaqueca ainda se fazia presente, porém estava mais fraca, me pergunto se Rose também sente dor de cabeça.

- Olha gatinha... Se o Max te deixa tão desconcertada assim... Então não faça nada, ache um outro alguém. - Ela acariciou minhas costas com movimentos que sobem e descem. - Mas você não pode deixar seus sentimentos de lado... Sobre o Max...

- Pare de chamar ele assim! - Exclamei irritada, não sabia do por que de eu estar assim, parecia mesmo que eu estava com ciúmes, Rose o chamava de "Max" como se aquele fosse seu nome.

- Lírio? - Meu olhar desviou-se para um certo rapaz de cabelo esverdeado. Ele sorriu serenamente para mim. - Está tudo bem? - Jade!? Pelo jeito eu não era a única a ter ficado assustada com a aparição repentina de Jade naquele lugar, quer dizer, a cidade não é tão grande assim mas , termos nos encontrado assim foi pura sorte. - Olá Copo de Leite. - Cumprimentou ele. Duncan logo apareceu nos cumprimentando com uma sacola branca nas mãos.

- É... Isso aqui é seu, Iby. - Disse Duncan entregando-me minha sacola, dentro continha minha blusa sem mangas de lã e meu lenço. Eram as coisas a qual eu utilizei naquele dia do acidente. - Desculpe por ter demorado tanto para te devolver, eu tinha esquecido... - Disse ele deixando a voz morrer no final da frase, isso sempre me irritou nele, sua lentidão e calmaria me irritavam. 

- Obrigada, Duncan. - Ele parecia boiar com o olhar fixo em algum lugar distante.

- Dando umas voltas por aí, meninos? - Perguntou Rose começando um assunto.

- Sim, vinhemos para a cidade comprar umas coisas para o clube de jardinagem. - Respondeu Jade alisando a camiseta preta com a estampa de duas rosas vermelhas e duas pistolas cruzadas. Provavelmente uma banda e rock a qual eu não lembrava o nome. - Mas logo vamos voltar para o colégio, temos muitas coisas para fazer na estufa.

- E é por isso que eu não entrei no clube de jardinagem. - Disse Rose.

- Mas é claro, você é esportista, desde quando uma esportista cuida de flores? - Com o meu comentário tirei risos de ambos.

- E você Lírio? - Começou ele direcionando sua atenção apenas para mim. - Já decidiu e qual clube vai entrar?

Naquele momento eu senti a pressão cair em meus ombros, eu estava tão focada em minha vida social que acabei esquecendo da minha vida escolar. Meu olhar foi para o chão de tão sem graça que fiquei naquele momento. Rose colocou sua mão em meu ombro dando risadas.

- Desculpe... Acabei esquecendo de pesquisar sobre isso... - Respondi cabisbaixa.

- Tudo bem. - Riu ele. - Eu vi a sua apresentação, e do jeito que ela foi você deve ter se ocupado muito. Aquilo o que você fez no palco foi em um nível profissional, Lírio. - Sinto minhas bochechas voltarem a corar naquele momento, um elogio direto de Jade não era uma surpresa, mas naquele momento eu não sentia como se fossemos apenas amigos de colégio, eu sentia como se fossemos um garoto e uma garota. - Você passou muito tempo ocupada nessas últimas semanas com os ensaios e tudo o mais não é? - Apenas assenti com a cabeça. - Então... Sabe, se quiser eu posso te mostrar algumas coisas a mais na estufa... Para você ver mais ou menos como é o clube de jardinagem.

Foi então que eu percebi. Jade estava sendo gentil comigo e aquilo estava me deixando completamente sem jeito, imagina se ele for romântico? Talvez eu não goste realmente de Max, talvez eu goste mais de Jade... Talvez eu esteja usando o Max para poder implantar minha raiva em uma imagem perigosa e sensual. Jade era uma imagem segura e isso me animava. Odeio ser mulher.

- Claro! - Respondi animada percebendo finalmente que a mão de Rose não se encontrava mais ali em meu ombro, não só a presença de Rose havia sumido como a de Duncan também. 

- Que bom. - Alegrou-se ele. - Te vejo hoje a noite na estufa?

Mordo o lábio inferior pensativa em um grande "sim".

 


Notas Finais


Então minna? Espero que tenham gostado! Rs
Só para deixar marcado e escreto nas estrelas, eu amo receber comentários de fãs! Espero que tenha mais comentários neste cap do q teve no outro, hum!]
Kissus! *3*


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