História Sweet Bully School - Interativa - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce, Bully
Exibições 24
Palavras 3.177
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Harem, Hentai, Luta, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Yo minna!
Espero que o cap não tenha ficado muito grande, rs.

Capítulo 18 - Encontro


Fanfic / Fanfiction Sweet Bully School - Interativa - Capítulo 18 - Encontro

- Menina! Você é louca! - Exclamou Rose enquanto caminhávamos pelos corredores lotadas de araras de roupas, o cheiro de pó se fazia presente fazendo-me espirrar várias vezes. - Você estava até agora babando pelo Max e do nada decide sair em um encontro romântico com o Jade. - Ela pegou uma peça de roupa qualquer de uma arara ao seu lado e jogou a peça em minha cara. - Você sempre me surpreende gatinha. - Pego a peça de roupa e a estico em minha frente. 

- Pois é, aposto que eu vou seduzi-lo tanto com essa camiseta laranja escrito "Eu amo pintos e puseras de pérolas". - Rose olhou para mim, joguei a camiseta para ela ver e ri muito de sua cara. 

- Quem é que faria uma camiseta assim? - Ela jogou a peça por cima do ombro caindo em cima de alguma arara. - Bom, voltando ao assunto. Precisamos achar uma roupa perfeita para você para hoje a noite. Jade tem que cair aos seus pés.

- Pelo amor de Deus, gata! Nem é pra tanto. Não vamos sair para um jantar romântico sob luz de velas, ele vai apenas me mostrar uns bagulhos do clube de jardinagem. Mas não posso resistir a umas compras. - Peguei uma camiseta branca com estampa de vários cupcakes, vendo essa imagem lembro-me que não havia almoçado ainda. Peguei a camiseta e segui Rose para mais fundo no corredor. - Sabe, uma saia ficaria legal com isto. A camiseta é folgada e fresta.

- Mini saia? - Ela mostrou uma mini saia jeans escura com bolsos frontais. 

- Se eu vestir isso daí minha calcinha vai aparecer pela parte da frente.

- É essa a intenção. - Fiquei de queixo caído. - Vai ser uma transa maravilhosa. - Disse ela com brilho nos olhos. - Vamos ter que comprar uma linda langerie que o agrade. - Rose ia de um lado para o outro no corredor. - Será que Jade gosta de corpete? - Dei-lhe um tapa na cabeça. - AI!

- "Ai!" Nada gata! Para com isso, eu já lhe falei que ele vai apenas me mostrar os bagulhos do clube! Ele apenas quer atrair mais gente para o clube. - Apesar de que pela primeira vez queria que aquilo fosse mentira.

- Você é uma estraga prazeres. - Murmurou Rose fazendo bico.

Uma curiosidade me bateu a cabeça, eu e Rose somos muito próximas, próximas até de mais. Lembro-me de quando nos conhecemos e não demorou muito para sermos melhores amigas. Estamos tão íntimas que chegamos até a transar. Tecnicamente ela quem se divertiu mais que eu, mas mesmo assim foi bom, uma experiencia incrível. Mas quem sou eu para falar algo assim? Nunca tinha sentido e passado por algo parecido.

Curiosa, cutuco seu ombro, Rose se vira e da de cara comigo.

- Hey, Rose. Você não fica... Sei lá... - Tentava encontrar as palavras certas para lhe falar naquele momento, ser indelicada era o que eu menos queria em um momento tão delicado. - Sem graça com tudo o que acontece entre a gente?

Rose parecia confusa com a minha pergunta, ficou quieta por um momento, imagino que esteja pensando em uma resposta para a minha pergunta. A mesma coloca a peça de roupa que segurava de volta na arara pensativa, e finalmente abre um sorriso.

- Na verdade, digamos que a nossa amizade é mais colorida que o arco-íris. Gosto da ideia de você estar feliz comigo mesmo não sendo daquele jeito... - Ela deixou a frase morrer dendo um ar de curiosidade. - Sabe... Eu transei com você por que me sentia segura, gatinha. 

Não pude conter um sorriso convencido no rosto. Pus minha mão em seu ombro.

- Sabe que vou estar aqui para tudo se for por você, não sabe? - Ela sorriu e me abraçou bem forte.

** **

Assim que cheguei no dormitório a primeira coisa que fiz foi tomar um banho, Rose ficou me enchendo o saco falando que seria melhor se eu usasse seu shapoo de rosas até que eu perdi a cabeça, permiti que a mesma lavasse meu cabelo se fosse assim. Depois de me secar coloquei o vestido que havia comprado naquela tarde com a aprovação de Rose. 

Um vestido curto preto tomara que caia com corpete verde e alguns laços. Ainda não acreditava que Rose me fez comprar esse vestido, além de mostrar muito de minhas pernas eu ainda sentia que o vestido iria escorregar pelo meu corpo e mostrar meus seios, com certeza era por isso que se chamava "tomara que caia". E esse deve ter sido mais um motivo de Rose ter me feito comprá-lo.

- Ainda sim, sinto que estou mostrando muito de mim. - Disse para ela enquanto colocava uma sapatilha. - Eu ainda acho que não é um encontro. Acredito que seja apenas uma amostra do que tem no clube. - Rose revirou os olhos em frustração enquanto eu tentava acreditar em minhas próprias palavras.

- Você já está me irritando com esse assunto. - Ela bateu o pé no chão. - O jeito que ele te olha é diferente. Você viu que ele só me cumprimentou depois de perguntar se você estava bem. - Ela cruzou os braços. - O que me leva a apenas uma questão... Duncan segurava uma sacola com as suas coisas, será que ele já esperava te devolver? PERA! - Me assustei com o seu grito repentino. - Será que eles já esperavam te encontrar antes de tudo? - Ela apertou as próprias bochechas com as palmas. - ELE JÁ QUERIA TE CHAMAR PARA SAIR! - Gritou ela dando pulinhos no mesmo lugar, bem animada.

Algumas meninas que saiam do banho olharam estranhas para nós, uma delas eu conhecia, Malia olhou-me de cima a baixo e abriu um sorrisinho. Prendendo a tolha veio para mais perto de mim.

- Então a danadinha irá sair com um rapaz esta noite? - Perguntou ela maliciosa esperando uma resposta.

- Avá, descobriu isso sozinha ou leu no jornal? - Respondi cruzando os braços. Malia fez o mesmo arqueando uma sobrancelha. - Não faz essa carinha, a última vez que uma garota me olhou assim não conseguiu sentar direito por uma semana. - Ameacei.

- Eca! - Disse ela franzindo o cenho. - Com você mas nem a pau!

- Fala o que você quer, Malia. Estamos ocupadas. - Disse Rose entrando em minha frente tentando aplacar uma briga que não demoraria muito para começar a ficar mais séria. Ela sabe o quanto eu detesto patricinhas e sabe o que eu sou capaz de fazer para "feri-las". Malia sorriu e respondeu:

- Eu apenas vim agradecer por terem me ajudado. Na verdade, graças a você, Iby, agora eu sou a Líder das patricinhas. - Exibiu-se ela. - Serei uma Líder melhor para as garotas. - Revirei os olhos com um sorriso estampado.

- Não se esqueça de que está me devendo algo. - Falei esperando que a mesma se recorde de nosso acordo a muito tempo feito, aparentemente a mesma se lembrou e fez cara feia por um momento, como se quisesse saber o que eu queria em troca. - É meio difícil não saber o que eu quero. - Retruquei como resposta com um sorrisinho no rosto.

- Nem pense nisso. - Disse ela franzindo o cenho em irritação. - Não cederei meu posto de Líder para uma encrenqueira qualquer! - Levei uma mão ao peito fingindo espanto. - Você nem sabe o que queremos e do que precisamos! - Ri com sarcasmo. 

- Até parece que é difícil saber o que vocês querem. É basicamente homens ricos e bonitos, comprar roupas de marca em shoppings infinitos, e muita maquiagem para tentar esconder essa coisa feia que vocês chamam de cara. - O queixo de ambas as meninas caíram. - Uma transa quase toda noite, festas incríveis, popularidade alta, e ultrapassar umas as outras no quesito de "sou mais bonita que você". - Me espreguicei. - Mas não é isso o que eu quero. - Rose soltou um suspiro de alívio

- Então o que é? - Reforçou Malia.

- Verdade, fala logo o que você quer, não quero que ela se atrase em um encontro tão importante para a vida dela. - Disse Rose já pegando em meu pulso, como se estivesse se assegurando de que assim que terminarmos aqui eu não acabe fugindo para o lado oposto de onde esteja o Jade.

- Vai falar para o mundo inteiro que eu vou sair com alguém? Parece até que eu nunca sai com alguém. - Retruquei balançando meu pulso em um pedido silencioso para que me soltasse. - Verdade, nunca sai com alguém.

- Enfim.. Então se não quer a posição de Líder, o que quer? 

- Quero ser a sua Líder. - Sorri vitoriosa.

** **

Após alguns minutos de conversa com Malia, ou melhor, uns minutos de negociação no banheiro com Rose como testemunha, eu finalmente consegui ter as patricinhas em minha coleção particular. Agora eu tinha completo poder sobre os nerds e as patricinhas, não via a hora de ter mais e mais Líderes em minha disposição. Sentia que estava radiante com o meu recente poder. O acordo em que eu e Malia fizemos beneficia a todos, por eu ser uma encrequeira consigo certas coisas mais facilmente, embora se eu for pega irei me ferrar.

Respiro fundo já estando na porta da estufa, me sentia ridícula por estar tão produzida para apenas um pequeno passeio de reconhecimento do futuro clube a qual, provavelmente irei participar. Mas Rose não para de insistir de que isso seria um encontro perfeito, e por incrível que pareça estou quase acreditando em suas palavras. Olho em volta para ter certeza de que não tem ninguém por perto e então abro a porta de vidro fechando-a em seguida.

O cheiro fresco de plantas molhadas penetraram minhas narinas, um cheiro tão bom e natural a qual eu sempre gostei. Caminho por entre as plantas seguindo luzes fracas que se encontravam mais para o meio da estufa. Jade se encontrava de costas para mim, havia uma mesa no centro do lugar em que nos encontrávamos, lembrava dessa mesa da última vez em que estive aqui, estava cheia de papéis, sementes, e vasos de plantas pequenas. Agora e mesa estava posta com um pano completamente branco, três velas acesas no centro da mesa.

Abro um sorriso de sarcasmo, e vou para mais perto dele.

- Não acha isso romântico de mais para apenas um passeio de reconhecimento? - Fui para o seu lado, Jade observava as plantas a sua frente, não passava de simples vasos contendo Lírios Tigres. - Estou ficando com medo de você estar tão quieto. - Com o quadril lhe dei um empurrãozinho amigável, ele finalmente sai de transe e sorriu para mim.

- E não é que eu estava no mundo da lua novamente? - Comentou ele.

- Hum... Então quer dizer que anda viajando muito? Interessante saber disso. - Sorri ficando de frente para o mesmo finalmente podendo estudá-lo. 

Seus olhos verdes claro brilhavam mesmo com a pouca luz que vinham da velas e isso me deixou completamente sem jeito. Abaixei o olhar para estudar suas vestes. Ele trajava uma calça jeans preta com botas escuras, não sabia dizer se era marrom ou preto, muito menos se eram sapatos sociais ou botas de jardinagem. E uma camisa social amarela com alguns botões desabotoados mostrando um pouco de seu peito nu. Mordo o lábio inferior sentindo-me sem graça.

- Você está tão linda... - Disse ele parecendo um pouco distraído. Voltei a olhar em seus olhos, aquele tom verde fez algo em mim, senti-me culpada por não lembrar de já ter sentido algo assim por ele antes...

- Você também... - Murmurei como resposta sentido minhas bochechas corarem. - Bom... Sabe... Eu estou sem assuntos, quer começar por onde?

- Ah sim. - Aparentemente não era isso o que ele queria fazer. Talvez Rose tenha rasão, talvez isso realmente seja um encontro. - Bom... Se quiser começar pelas flores da ala leste. - Senti um tom de decepção em sua voz, senti a decepção bater em meu peito. Vê-lo triste me deixou triste e foi quase instantâneamente.

- Sabe, folhagem... - Engoli em seco. - Teve tanto trabalho em preparar tudo isso, lembro que esse lugar tinha mais bagunça bagunçada do que a bagunça organizada do meu quarto. - Ele soltou um risinho, senti o ar ficar mais ameno depois dessa piada. - O que você fez com a bagunça daqui?! - Exclamei indo para a mesa. - Sabe... Velas? Não acha que vai botar fogo nas suas amadas plantinhas? - Peguei uma vela tendo o cuidado para não tocar na cera derretida. - Sinto que isso aqui tem um objetivo diferente do que eu vim fazer aqui.

- Está falando do que, Lírio? - Riu ele. - Olha sua roupa! - Ri e assoprei a vela que segurava. 

- Me pegou. - Abri os braços colocando a vela em cima da mesa novamente. - Folhagem, conte-me mais sobre a sua história, seria interessante termos um assunto mais divertido para conversarmos além de qual semente de abóbora plantar. - Ele riu novamente. - Tipo... Qual é a diferença em plantar sementes de abóboras com casca e sem casca? Não são todas iguais?! - Gargalhei junto com ele.

- Por incrível que pareça não! Mas os dois nascem com casca, eu não entendo isso. - Gargalhou ele.

- Pensei que aqui vocês só plantassem árvores e flores, não legumes e tal. - Escorei na mesa, Jade se aproximou agaixando-se pegando um pequeno isopor tirando de dentro duas garrafas de cerveja.

- Plantamos de tudo por aqui. - Piscou ele abrindo uma das garrafas de cerveja com as próprias mãos. Fiz uma careta de surpresa aceitando o "presente". - As vezes sementes são plantadas aqui e nascem no mesmo lugar. - Disse ele com um ar misterioso, como se tivesse um outro sentido no que ele estava falando. O grupo dos jardineiros são famosos por serem poetas, talvez tenha algo haver com isso. Dei um gole na cerveja enquanto o via recostando-se ao meu lado sentindo um aroma fraco de rosas.

Ficamos em silêncio por um tempo, e esse pequeno tempo foi um pouco constrangedor, eu queria falar algo para começarmos uma conversa mas nada me via a mente. Dou mais um gole na cerveja e então ele começa.

- Meus pais viajam muito a trabalho, então eles me deixaram com a gorda já faz um tempo. Antes disso eu praticamente morava sozinho por aqui. - Fiquei um pouco surpresa por ouvir justo o Jade falar que a diretora era gorda, pelo jeito ninguém gosta dela. Ele pegou uma vela que se encontrava atrás de si, quase queimando o dedo na cera quente que descia pela vela. - Faz alguns anos que não vejo meus pais para falar a verdade.

Admirei a pequena chama da vela crepitar e quase se apagar algumas vezes. Mordo o lábio inferior voltando a admirar ele, Jade estava com os olhos fixos na chama. Seus olhos verdes claro brilhavam em um tom misturado com laranja, mas tinham mais um certo brilho naquele olhar, eu não sabia explicar qual era, mas eu não conseguia desviar meus olhos. Respirei fundo quebrando o transe assim que ele assopra segunda vela fazendo o fogo desaparecer. 

O local havia ficado mais escuro pois agora continha apenas mais uma vela, uma única vela iluminava todo o local a onde estávamos. Ele colocou a vela em cima da mesa atrás de si e voltou a olhar para mim. 

- O que foi? - Riu ele tímido. - Você queria saber mais de mim, eu contei. - Ele deu de ombros como se aquilo não fosse nada para ele. - Agora é a sua vez de me contar sobre você. - Sorriu ele, um sorriso sereno e branco me deixando sem ar. Dou mais um longo gole na cerveja.

- Então... Já que você foi bem franco comigo, por que não ser franco com você também? - Finalmente desviei meu olhar do dele, os Lírios Tigres estavam radiantes e eram fáceis de se ver no escuro já que se descavam em branco. - Minha mãe morreu quando eu era nova, muito nova para ser exata, uns 6 anos. - Humidesci meus lábios com a língua para continuar a história. - Um ano depois meu pai me disse que se casaria novamente, disse que seria bom eu ter uma mãe por perto e que ele estava apaixonado de novo. Eu fiquei feliz por ele no início, mas depois que eu conheci ela... Se não fosse pelas mentiras que ela contava para meu pai eu não estaria aqui. - Mexi os ombros um pouco desconfortável, contar algo assim para alguém ainda era difícil, quando eu contei para Rose acabei chorando. Desta vez serei forte, não chorarei em sua frente.

Mas foi quase que aconteceu, meus olhos se encheram de lágrimas ao lembrar das poucas vezes em que via meu pai depois do casamento. Por anos, era raro eu vê-lo, se eu tivesse sorte conseguia vê-lo 10 vezes por ano, tirando quando ele vinha brigar comigo por causa das mentiras de Dira.

A mão de Jade passeou pelo meu braço nu, um toque tão suave e confortável. Suspirei desfrutando daquele toque. Permiti dar alguns passos até ele, seus braços envolveram meu corpo em um forte abraço, a qual eu não queria mais sair.

- Deve ter sido difícil para você... - Murmurou ele, sinto sua respiração no alto de minha cabeça e deixo meus braços rodearem sua cintura. - Seu pai não sabe disso?

- Eu já tentei contar... - Minha voz falha. - Ele não acredita que ela só o quer por causa do dinheiro. - Suspiro abaixando minha cabeça, seu perfume de rosas penetra minhas narinas deixando-me drogada pelo delicioso cheiro de rosas a qual eu sempre amei. Senti um calor em meu corpo ao escutar seu coração bater acelerado. Faço de tudo para segurar minhas lágrimas. - Eu odeio isso... Odeio ela. Meu pai está cego e a culpa é dela... 

Sentia que algo poderia acontecer naquele momento, algo extremamente bom e que tornou-se um desejo expontânio. Separando-me de seu peito subo meu olhar para seus olhos a qual continham um brilho único, esse olhar... Daria um excelente quadro, um quadro a qual procurei durante tempos, um olhar verdadeiro sobre algo quente e profundo, algo que se toca o coração.

Jade é o meu modelo perfeito.

- Jade... - Chamei seu nome baixinho.

- Sim? - Respondeu ele aproximando-se lentamente de eu rosto. 

- Posso lhe pedir algo? - Sua mão pegou uma mecha de meu cabelo afastando-a de meu rosto.

- Para mim pode pedir qualquer coisa... 

Sua frase morreu no ar por minha culpa. Porém, não sinto-me culpada por te-lo interrompido, sinto-me feliz.

Esse beijo que lhe dei... Durou muito tempo, mas em minha mente... Foi apenas segundos.


Notas Finais


QUEM NOTOU A REFERÊNCIA????!!!
Kissus minna!!


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