História Sweet Creature - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Candice Swanepoel, Justin Bieber
Personagens Candice Swanepoel, Justin Bieber
Tags Candice Swanepoel, Chaz Somers, Criminal, Drama, Gravidez, Gravidez Indesejada, Justin Bieber, Máfia, Revelaçoes, Romance, Ryan Butler
Visualizações 168
Palavras 1.777
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


LEIAM AS NOTAS FINAIS, POR FAVOR!

Capítulo 5 - Capítulo cinco


Dois meses depois...
           Tracie Riviera

2 meses de gestação e eu ainda não tinha tomado coragem para ir ao médico, mas os enjôos se tornaram cada vez mais frequentes, e por este motivo, me encontro sentada no banco carona, enquanto Cherry está concentrada no caminho ao hospital.

Eu estava nervosa, pois ir ao médico, ouvir todas as recomendações, ver o bebê por uma tela, levar para casa o ultrassom e saber mais uma porção de coisa, me assustava bastante. Era muito diferente do que simplesmente ter um maldito teste de gravidez positivo em suas mãos.

Após um mês desde que eu havia encontrado com Justin, ele não me procurou novamente e eu fiz o mesmo, não o procurando. Porém, Chaz estava se tornando um grande amigo e nos falávamos quase todos os dias; Chelsea havia colocado um fim definitivo em sua relação com Logan e isso fez com que ela se aproximasse de Charles, e consequentemente, ele de mim.

Durante esse tempo, uma das administradoras finalmente tinha me aceitado no grupo de "mães perdidas", e depois de ouvir tantas histórias, pesquisar mais e mais sobre o assunto, tirar muitas dúvidas, eu diria que a probabilidade de eu entregar esta criança para algum casal que realmente queria era de 85%.

Chelsea era completamente contra essa ideia e insistia em me dizer que poderíamos juntar nossas economias e cria-lo sem problemas, mas eu sabia que não era assim tão fácil e eu nem me sentia... mãe. Ela passou a respeitar meu pensamento, porém, não concordava ainda.

— O enjôo passou?

Minha cabeça está encostada no vidro do carro, e eu estou com os olhos fechados e nariz tampado, para evitar de sentir o cheiro da nova colônia de carro completamente doce que minha prima fez o favor de comprar.

— Não muito, na verdade, sinto que posso vomitar no seu carro a qualquer momento.

Chelsea me olha com cara de nojo.

— Espera mais um pouco, estamos quase chegando.

Assenti, encostando a cabeça novamente no vidro.

Para ser sincera, ás vezes, eu fechava meus olhos e tentava enxergar uma resposta no meio de tanta escuridão. Eu queria que as palavras surgissem do nada, brilhantes e claras, fazendo-me decidir o futuro da criança que eu gerava. Parte de mim queria vê-lo crescer, mas outra parte de mim dizia que aquilo era errado e não me pertencia. Eu concordava mais com a segunda parte.

— Chegamos.

Cherry diz, soltando-se do cinto de segurança, eu faço o mesmo que ela, saindo do carro em seguida e seguindo para o hospital.

— Boa tarde, tenho uma consulta marcada com o doutor Simons.

Minha voz sai mais baixa do que eu gostaria, então eu percebo o quão nervosa estou. Minhas mãos estão suando e eu não paro de balança-las inquietamente.

— Seu nome, por favor?

— Tracie Riviera.

— Só um momento, já vou checar.

Eu balanço a cabeça, e a atendente digita algumas coisas em seu computador.

— Prontinho, mamãe, o doutor Simon logo irá te atender. Por favor, aguarde em nossa sala de espera, logo ali.— Ela apontou para o local relativamente cheio, com quase todas as cadeiras ocupadas.

Mamãe.

Isso ainda não me soava bem.

Segui até a sala de espera, sendo seguida por Chelsea. Haviam muitas mulheres grávidas ali, e a maioria delas acompanhadas pelo possível pai da criança. Boa parte delas estavam sorridentes, juntamente ao seu companheiro, e isso me fez pensar o quão satisfatório deve ser desejar o bebê que você está gerando. A felicidade ao descobrir a gravidez e então planejar tudo: O quarto, comprar as roupinhas, contar pra família e amigos. E então vem a descoberta do sexo, o primeiro chute... tudo deve ser mágico. Era assim que eu me imaginei grávida, nas pouquíssimas vezes que eu o fiz. Me imaginava feliz e realizada.

Contraditório, não?

Seguro o tecido do vestido com força, tentando aliviar o nervosismo, o que foi totalmente em vão.

— Tracie?

Ouço a voz familiar de Charles e logo vejo seu corpo perto de mim, olhando-me com preocupação.

— Aconteceu algo com você? O bebê está bem?

Levanto da cadeira para abraça-lo. Eu gostava muito do Charles, ás vezes ele soava como um irmão mais velho e sua preocupação com o bebê era encantadora.

— Está sim! É a minha primeira consulta.

Eu sorrio nervosa, mordendo os lábios e ele sorri de leve, me confortando.

— E você tá sozinha aqui? Poderia ter me ligado ou me mandado uma...

— Não, não— O interrompo— Sua gata está aqui, mas foi buscar café na máquina, que fica na outra ala.

Desde a primeira vez que se encontraram, Chaz ainda insistia em chamar Chelsea de gata, e ela simplesmente odiava e sempre revirava os olhos quando ele dizia, o que me fazia rir alto.

— Ah sim.

— E você? O que faz aqui?

Ele engole a seco, olhando para os lados.

— Meu amigo, hum... sofreu um acidente.

— Meu Deus, Chaz! Sinto muito.— Digo verdadeiramente, segurando suas mãos.

E então minha ficha caí completamente, fazendo-me soltar as mãos de Chaz. Meus olhos se estão arregalados e minha boca levemente aberta.

Charles estava nervoso ao falar, ou seja, ele não queria falar.

O amigo só podia ser Justin Bieber.

— Tá tudo bem, Cie, não foi nada grave. E o amigo não é quem você está pensando.

Eu suspiro aliviada. Não por saber que ele está bem, mas sim por saber que não estamos no mesmo ambiente.

— Chaz, o...

Não.

Ah não.

Mil vezes não.

Se eu tinha minhas dúvidas que o universo estava contra mim, agora eu tinha total certeza.

Justin Bieber me olhou de cima á baixo, sem ter reação alguma em sua face, seja ela de surpresa, raiva ou choque ao ver a mulher grávida de um filho dele em sua frente.

— Tracie?

Ele disse depois de incontáveis segundos me olhando.

— Chaz, eu estou indo... Chelsea está demorando demais, eu digo que mandou um abraço.

Em passos rápidos, eu saio o mais rápido daquele local, sem ao menos me importar se o doutor Simons me chamaria ou não. Eu só queria sair de perto daquele cretino e acabar de uma vez por todas com aquele clima tóxico que se tornou quando ele entrou na sala.

— Será que você pode me esperar?

Sinto meu braço ser puxado (novamente) com certa força, e meu corpo bater com tudo em uma superfície dura. Olho para cima encontrando os olhos castanhos que faziam minhas veias arderem de raiva.

— Será que você pode me soltar?

Digo o imitando, tentando me desprender de suas mãos. Tentativa falha, ele é muito mais forte que eu.

— O que você está fazendo aqui? Aconteceu algo com o bebê?

Então, sem conseguir me conter, eu solto uma gargalhada.

— E você realmente se importa com um bebê que, segundo você, não é seu?

Olho no fundo dos seus olhos, mostrando o quão furiosa estou com sua cena desnecessária de "eu me importo".

— Eu estou falando sério.

— E eu também, Justin Bieber.— Ele solta meu braço, mas continuamos no mesmo lugar: Próximos demais, encarando um ao outro com intensidade e cheios de coisas pra dizer.— Você não lembra o que disse para mim? Eu posso te lembrar, se quiser.

— Eu lembro, Tracie, mas...

— Mas nada! Esse filho não é meu, muito menos seu!— Eu grito, olhando em volta e percebendo que a atendente nos encarava furiosa, me fazendo arrepender por ter perdido a pouca calma que eu tinha quando ele estava por perto.

— Como assim?

Justin me olhou repleto de confusão em seus olhos.

— O bebê será adotado.

E novamente ele me olhou, dessa vez, com intensidade e sua boca abria e fechava, como se ele quisesse dizer algo, porém as palavras não saíam.

— Agora se me der licença, eu preciso procurar por Chelsea.

Saio do local, o deixando para trás completamente estático. Eu estou ofegante, meus pulmões estão ardendo e sinto uma vontade incontrolável de rir.

Eu estava muito nervosa.

— Um...— Respiro e inspiro— Dois... Três...

— Tracie? Estava te procurando, o doutor Simons está te aguardando em sua sala, vamos logo!

Chelsea aparece em meu campo de visão, eu apenas balanço a cabeça e a acompanho. Estou completamente sem palavras para lhe dizer algo.

— Olá, Tracie.— O doutor Simons diz assim que entramos em sua sala.— Como está se sentindo?

Pigarreio, respirando fundo para espantar o nervoso que não me permitia falar.

— Me sinto cansada, e muito, muito enjoada.

— Isso é normal, está no segundo mês, certo?

— Sim.

Chelsea acompanhava tudo, e eu pude ver lágrimas se formando em seus olhos, o que me fez querer rir.

— Já fez algum exame?

— Ainda não.

— Então irei lhe encaminhar um checkup para vermos como está sua saúde e a do bebê, pedirei pra marcarem para semana que vem, não podemos demorar tanto. Também irei passar alguns remédios que podem ajudar a melhorar esses enjôos, mas quanto ao cansaço, apenas o tempo vai cura-lo, você se sente indisposta dessa maneira pois seu corpo não está acostumado com toda essa mudança que ele vêm passando.

Assenti, ouvindo atenciosamente o que ele dizia.

— Tem sentido mais alguma coisa? Dores de cabeça muito fortes? Mudança de humor?

— As dores de cabeça não estão tão fortes e não sinto tanta mudança de humor.

— Então tudo bem. Mas quero que saiba que o segundo mês é um período marcado pelos hormônios, agora eles estão a todo vapor. Peço que fique atenta quanto aos sintomas e me avise sobre todos eles, pois o primeiro trimestre da gestação é crucial e a possibilidade de um aborto espontâneo é grande.

Arregalei os olhos, assustada. Apesar de não querer o bebê, o aborto era algo fora de questão. Eu não queria que ele morresse.

— Não se assuste, Tracie, apenas disse para ser totalmente transparente com você, vou lhe passar uma dieta, se seguir ela direitinho, o bebê ficará muito saudável e sem riscos de aborto.

Ele começou a digitar algumas coisas em seu computador. Senti a mão de Cherry sob a minha, e a encarei, ganhando um sorriso de conforto e vendo que a lágrima teimosa finalmente tinha escorrido de seu rosto.

— Quer ver o bebê ou prefere esperar até a próxima consulta?

Mordi os lábios, sem saber o que dizer.

Eu queria vê-lo, mas não queria ao mesmo tempo. Eu estava com medo do que poderia acontecer, mesmo sabendo que eu adiaria apenas mais uma semana para aquilo acontecer.

A porta foi aberta brutalmente, nos assustando. Doutor Simons encarou furiosamente o indivíduo que havia entrado com tanta brutalidade.

— Não pode entrar dessa maneira em minha sala, estou no meio de uma consulta. Afinal, quem é você?

Ele perguntou.

— Eu faço o que eu quiser— Senti minha cabeça dar voltas, e gelei ao ouvir a voz.— E sou o pai do bebê.


Notas Finais


Hi guys, tudo bem? Tenho duas coisas super importante para falar:
Primeiro: Preciso explicar sobre a passagem do tempo na fanfic. Então, de primeira, eu não planejava fazer duas passagens de tempo logo no inicio da história, porém, achei melhor fazê-la do que enrolar e enrolar até começar a acontecer as coisas, o que acaba se tornando tediante demais, né? Mas, porém, entretanto, estou pensando em fazer um POV do Justin, sobre o que ele sentiu durante esse 1 mês que ele ficou longe da Tracie (pq ele mudou um bocado, n acham?).
Segundo: Preciso saber, de verdade, a opinião de vcs quanto a fanfic, por isso eu peço que vcs comentem, digam no meu twittter (@firejustinproof) ou no meu curiouscat (curiouscat.me/firejustinproof). Isso é MUITO importante pra mim!

Obrigada por tudo galerinha, espero que tenham gostado!


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