História Sweet Destiny - Min Yoongi Fanfiction - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Suga
Tags Bangtan Boys, Bts, Destiny, Fanfic, Fanfiction, Julie, Kim Juliang, Min Yoongi, Suga, Sweet
Visualizações 23
Palavras 1.627
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como prometido, está aqui a nova fanfic que eu já estava planejando há algum tempo e finalmente decidi postar... espero muiiito que vocês gostem!
> Não tenho data certa para as postagens
> Sem previsão para fim da fanfic
> Tive a ideia de fazer essa fanfic baseada na vida de uma amiga minha (obviamente ela não divide apartamento com o Suga kkkkk)

Capítulo 1 - Go to Seul


Fanfic / Fanfiction Sweet Destiny - Min Yoongi Fanfiction - Capítulo 1 - Go to Seul

“Eu achei qualidades em mim. Lá no fundo, bem lá no fundo. Aonde poucos têm paciência de chegar, ou enxergar.” – Querido John

 

A pior parte de se morar em uma cidade do interior são os limites que você poderia ter. Um emprego bom, lugares legais para ir ou uma escola realmente boa para estudar. No meu caso, Taebaek não tinha nada para oferecer. Eu havia nascido e crescido aqui, no interior da Coreia do Sul. Quando já se é acostumada com apenas o lugar de sua origem fica fácil, você consegue relevar e seguir a vida, mas a partir do momento que começa a visitar lugares novos e perceber que poderia ter muito mais do que já tem, você começa a querer se expandir. Foi aí que eu me decidi que queria morar em Seul, com minha irmã mais velha Kim Jaydain.

                                                                       Sábado 7:45

“Será que você pode atender ao telefone? Mds Jay!” - Julie

Devia ser a terceira tentativa de ligar para minha irmã. Queria avisar que estava tudo pronto e em poucas horas eu estaria no vôo para Seul, mas ela não atendia o celular de jeito algum! Bufei jogando-o em cima de todos aqueles cobertores. Levantei-me da cama e segui para o banheiro.

Logo meu pijama já estava de lado e eu adentrei o box. Tomei um banho demorado e quente, desse modo meus músculos relaxaram-se. Quando terminado o banho me enrolei na toalha e fui para meu quarto, o vento frio que entrava pela janela fazia meus pelos se arrepiarem, então decidi fechá-la.

- Filha, você tem certeza que quer ir para Seul? Como você vai conseguir se virar sozinha? Ainda é uma criança. – minha mãe adentrou meu quarto quando eu estava prestes a vestir minhas roupas íntimas.

- Mãe! – exclamei me enrolando na toalha às pressas novamente – Viu, é por isso! Eu vou, é a minha decisão!

- Mas é que... o que você pode ter lá que não pode ter aqui? – ela se sentou em minha cama com uma expressão manhosa. Eu odiava quando minha mãe tentava fazer chantagem emocional para conseguir qualquer coisa de mim, mas aquilo não ia funcionar, não naquele momento, eu estava decidida a seguir minha vida bem longe dali.

- Além da privacidade no meu próprio quarto? Bem, crescer um pouco longe das asas de vocês. – falei vestindo minha roupa por baixo da toalha com dificuldade. – Mãe, é sério. Não queira me fazer mudar de idéia, vocês concordaram em me deixar escolher o que eu queria, e mesmo que isso signifique ficar longe de vocês, é o que eu quero.

Ela suspirou algumas vezes. Eu não queria magoá-la, mas eu sempre deixava de fazer o que queria para agradar aos outros, não queria que fosse sempre assim.

- Tudo bem, você que sabe, mas espero que tenha muito juízo por lá, sabe que sua irmã não é uma boa influência. – ela só dizia isso porque Jaydain nunca foi de dar ouvidos a qualquer um, eu a invejava.

- Sabe que eu sou ajuizada, eu vou ficar bem. – falei e ela assentiu.

{...}

Antes de descer para tomar café liguei novamente para minha irmã e ela novamente não atendeu. Eu estava ficando realmente irritada, ela havia prometido que esperaria eu ligar para avisar se estava tudo bem para a viagem.

Coloquei minhas malas no canto da sala e me sentei à mesa com minha mãe, meu pai e meu irmão mais novo. Saeng tinha apenas 10 anos e eu tinha pena do coitado. Só ficaria ele aqui, tendo que receber todas as broncas de ensinamentos dos nossos pais, não me teria mais para dividi-las com ele.

- Está ansiosa princesa? – papai era o único ali que estava realmente feliz por eu fazer o que eu queria. Ele também estava animado para que eu fosse para uma cidade maior.

- Muito. Vou sentir tanta falta de vocês... – falei e vi Saeng revirar os olhos, sem sentimentos.

- Se fosse sentir tanta falta, ficaria conosco e terminaria o ensino médio aqui mesmo. – minha mãe se pronunciou e eu tentei não dar ouvidos às suas provocações.

- Deixe a menina, ela sabe o que faz, só vamos confiar. – papai defendeu-me e eu sorri para o mesmo.

Depois de comer algumas torradas e beber meu leite morno decidi que já estava na hora de me dirigir até o aeroporto, ou eu perderia meu vôo.

Papai disse que me levaria até o aeroporto de carro, mas mamãe quis ficar em casa com a desculpa que não deixaria entrar no avião de última hora. Despedi-me corretamente dela e do meu irmão e segui em direção ao carro estacionado na frente de casa.

- Meu Deus, a mamãe está fazendo tanto drama. – disse enquanto meu pai acelerava o carro.

- Tenha paciência Kim Juliang – quando ele me chamava pelo nome completo eu sabia que devia escutá-lo mesmo, meu pai sempre sabia o que dizer, parecia ser uma boa hora. – Ela só está preocupada com você, sua irmã também foi embora e agora você, ela se sente triste com isso.

- Tudo bem, mas uma hora isso ia acontecer. Ela é tão possessiva e protetora ao extremo, isso me sufoca, é meio esquisito.

O restante do caminho meu pai não disse mais nada sobre mamãe e nem eu, não queria ficar lembrando que ela era contra eu estar indo embora. Como o aeroporto ficava longe de casa resolvi tentar me comunicar com minha irmã mais uma vez, ela tinha que dar algum sinal de vida.

“Estou indo para o aeroporto, espero que quando eu chegar aí você já tenha dado algum sinal de vida” – Kim Juliang

                                                                         Aeroporto – 10:40

Quando cheguei ao aeroporto faltavam apenas 10 minutos para o meu avião partir, nunca dei tanta sorte na vida. Abracei bastante o meu pai e dei-lhe beijos nas bochechas antes dele mandar eu me apressar.

A poltrona do avião era confortável o bastante para eu dormir durante a viagem toda, apenas coloquei meus fones de ouvido e deixei-me relaxar à caminho de Seul.

{...}

Durante a última hora de viagem eu não consegui relaxar. O frio na barriga me tomava, finalmente eu caí na real e percebi que a partir de agora eu só teria a minha irmã, ou seja, só teria a mim mesma, porque ela parecia ser a mais nova de tão doida. Nunca fiquei muito tempo longe da mamãe e do papai, imagina morar longe deles, aquilo era agonizante, mas eu tinha que me acostumar.

Eu já havia visitado Seul umas duas vezes com meus pais, eles insistiam em procurar um apartamento junto de Jaydain, mas ela recusou a ajuda, na verdade, ela nem contou seu endereço para eles, sabia muito bem que se contasse, mamãe estaria lá duas vezes por semana, e ela não queria isso.

Depois de um tempo caminhando para a saída do aeroporto senti meu celular vibrar no bolso da minha jaqueta. Finalmente. Apressei-me para retirar o aparelho de lá e vi a notificação de mensagem recebida no visor.

“Me desculpa maninha, demorei demais. Vou te mandar o endereço logo logo.” Xoxo – Jay

Logo depois recebi a mensagem com a localização do apartamento. Dirigi-me à um ponto de táxis e lhe mostrei o endereço. Ele assentiu e deu partida rapidamente.

O prédio era grande, Jay parecia ter escolhido muito bem sua moradia, que agora era nossa. Saí do táxi assim que paguei e peguei minhas malas indo em direção ao hall de entrada do grande prédio.

- Olá, eu sou a nova moradora do ”213” , sou irmã da Jay. – falei para o homem atrás do balcão repleto de chaves. Ele sorriu e parecia procurar alguma coisa em meio aquele monte de chaves.

- Ah, Kim Juliang certo? Aqui está uma cópia das suas chaves. Pode subir por ali. – ele disse me entregando o chaveiro e indicando o elevador mais atrás de todo o hall. Assenti dando o meu melhor sorriso e segui em frente. No início eu não estava ligando para o peso daquelas bagagens, mas assim que tive que carregá-las pelo corredor de apartamentos da casa dos 200, senti que meus braços se soltariam do corpo a qualquer momento.

Encontrei o número do apartamento e girei a chave na fechadura. A porta se destrancou facilmente e eu caí para dentro do apartamento.

- Droga. – murmurei me levantando e dei de cara com Jay sorridente à minha frente. Apenas de sutiã e shorts de moletom.

- Mal chegou e já está caindo? – ela disse vindo em minha direção de braços abertos, ela era muito carinhosa, mas acima de tudo louca. – Que saudade de você!

Devolvi o abraço me sufocando em meio aos seus longos cabelos negros. Jay tinha 21 anos, cursava faculdade de administração e bom, era muito bonita. Desde o corpo ao seu rosto e cabelos eram lindos, ela era uma mulher claramente já formada, diferente de mim, que ainda parecia uma adolescente QUASE mulher.

- Te liguei mais de mil vezes! Onde estava? – perguntei e ela sorriu quadrado

- Me desculpa, eu desmaiei na cama assim que cheguei, já era tarde. – ela disse com um sorriso malicioso

- Eu nem ouso perguntar onde estava. Pode me mostrar onde vai ser meu quarto? – falei e ela pareceu pensativa – Jay?

Ela estava realmente me preocupando, porque ela não falava nada, porque estava tão hesitante?

- É que bom... Eu esperei você chegar para avisar. Tinha certeza que a mamãe não deixaria você tirar os pés de lá assim que soubesse, mas digamos que...

- Fala logo, o que aprontou dessa vez? – perguntei impaciente e já com as mãos na cintura. Porque ela sempre tinha que fazer o papel de irmã mais nova? Eu me sentia uma mãe brigando com a filha.

- É que temos um pequeno probleminha...

 

Continua...

 

 

                                     

 


Notas Finais


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