História Sweet Dreams (Malec) - Capítulo 43


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Personagens Originais, Simon Lewis
Tags Malec
Visualizações 356
Palavras 3.020
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 43 - Valentine


-Izzy, já é a quarta loja que você nos faz entrar- Jace resmungava sem paciência vendo a irmã levar suas lindas escolhas de blusas e vestidos decotados para o provador.

-Deixa ela, logo vamos sair desse shooping- Magnus tentava controlar o cunhado que estava encostado na parede com os braços cruzados.

A ruiva se aproximou sorridente -Deixa que eu cuido desse ai- Ela saiu o puxando para outro provador deixando Magnus, Alec, Simon e Luck esperando lá fora.

A cidade estava repleta de turistas e lojas cheias de promoções já que sobrou muita mercadoria planejada ser vendida no natal e o ano novo agora se aproximava.

Momento ideal para boas promoções, não é mesmo?

Luck estava se perguntando mentalmente o que estava fazendo naquela loja e Simon ansiosamente esperando por Izzy, Alec estava em pé ao lado dos dois, já Magnus se sentou em uma poltrona olhando algumas revistas, ele estava diferente, estava... distante. Com certeza sua mente o levava para pensamentos não propícios naquele momento e isso apenas deixava Alec cada vez mais preocupado, se afastou dos amigos e se aproximou de Magnus sentando ao seu lado.

-Está tudo bem?- Tocou a mão esquerda do seu querido indonésio.

-Sim-

-Você parece estar atrasado esperando o próximo trem-

-impressão sua-

-Mag, eu sei que está acontecendo algo e você não quer me contar-

Magnus olhou em sua volta preocupado com quem possa ouvir e logo após voltou a dirigir seus pequenos olhos em direção aos seus oceanos preferidos.

-Estou com medo-

-Medo de quê?-

-De que algo possa acontecer, estou sentindo um grande aperto no peito-

-Qual lado? Esquerdo? Ta doendo? Pode ser o coração, por que não me avisou antes? Começou quando? Vamos pro médico agora, eu dirijo e você vai atrás deitado, calma, respira fundo, AAAALGUEM TRAAAAZ ÁGUA?-

-Alexander, para, ei, ei, ei, não é isso, ok? Meu coração está saudável, não é dor fisica, é sentimental, é... espiritual, se é que isso existe, não sei explicar, é uma... uma dor de... mal pressentimento, sabe?-

-Está sentindo que algo ruim pode acontecer com alguém?-

-Sim, e isso está me perturbando muito mas eu não posso ligar para todos que conheço e dizer: Ei, tou sentindo algo esquisito, pode ficar quietinho dentro de casa ou perto de um hospital?-

-Tem razão, maioria das pessoas não acreditam em mal pressentimento mas... Se quiser eu posso avisar á... sei lá, alguém-

-Vamos dizer a nossos amigos para tomarem cuidado e eu vou ligar para o Ragnor-

-Tudo bem-

-Posso te pedir uma coisa?-

-O que?-

-Eu sei que sua timidez te impede de muita coisa e sei que as pessoas podem olhar de forma esquisita mas agora eu queria tanto receber um... esquece, não é nada-

Alec entendeu o que seu amado queria e sim a sua timidez nunca o deixaria fazer isso no meio de uma loja, mas afinal, se tratava de Magnus, nunca mediria esforços para ele.

Se aproximou e o beijou delicadamente, que se dane quem estivesse vendo, que se dane todos naquele momento, a única coisa que importava era aquela dança gostosa de lábios, e ao fim Magnus sorriu mas não de felicidade pois ele não estava feliz mas mesmo em momentos melancólicos, Alec tentava o fazer sorrir e geralmente conseguia, mesmo sem vontade naquele momento, o mínimo que sentia que podia fazer é retribuir as expectativas de seu amado. Era se mostrar feliz, o Magnus "alegre", aquele cobiçado por meia New york e que nunca abaixa a cabeça a não ser pelo Alec, aquele cara com quem todos querem conversar, que sempre é convidado para festas ou para comprar roupas no shopping, o "boy magia dos glitters" como Catarina brincava ou o grande dono do The Bane's, alguém que superou o preconceito, Magnus Bane, aquele que sempre estava disposto a fingir um sorriso para agradar alguém, a oferecer um abraço de consolo quando na verdade era ele que precisava ser consolado. A viagem foi boa mas só foi boa enquanto durou, o objetivo era que voltassem mais leves porém assim que voltaram, todo o clima pesado caiu novamente sobre ambos, talvez deveriam ter aproveitado o ar fresco do campo para conversarem sobre como seria em Nova Iorque novamente e Maryse e outros assuntos, deveriam ter certeza do que fariam quando voltassem mas o clima estava tão agradável na fazenda que tiveram medo de estragar tudo com aqueles tipos de conversa, bem, pensando direito, deveriam sim ter conversado e agora não irão viajar logo em seguida para fazer isso, o jeito é conversar em Nova Iorque mesmo em meio aquele inverno gélido e o clima pesado, a noite talvez fosse o melhor momento para sentarem e colocarem as cartas na mesa, qualquer assunto que os prejudicasse.

Se amam e isso não podem negar, tantas declarações, tantos olhares sinceros, momentos em que um realmente precisou do outro e estavam lá unidos, seja morrendo de medo da chuva, seja brigando com a mãe ao contar sua opção sexual, seja para abraçar e chorar, seja pelo que for, estiveram unidos mas o medo de Magnus é que esse pressentimento tão ruim o afastasse de Alec de alguma forma, sim, isso o assustava, mas o que podia fazer? Como evitar algo quando nem se sabe ao certo do que se trata? Imagine se alguém passar correndo em uma floresta dizendo que você pode ser atacado a qualquer mormento, como evitar um suposto ataque de um possível tigre no chão quando o risco em que tentaram te avisar eram cobras? Você sobe em alguma árvore achando ter fugido do perigo mas na verdade leva um bote? Quando se sabe do que está fugindo, facilita um pouco, mas Magnus não sabia ao certo e isso apenas complicavam as coisas.

-Oi gente, já escolhi minhas roupas- Disse Izzy se aproximando enquanto sorria largamente -Cadê o Jace e a Clary?-

-Acho melhor nós irmos indo sem eles- Luck afirmou ajeitando seu casaco de couro marrom.

Izzy achou meio estranho mas não questionou o por que, apenas deu de embros dando um sorrisinho e caminhou até o caixa sendo seguida pelo namorado e os outros.

A recepcionista era uma mulher alta, magra, cabelos castanhos claros e olhos verdes, a mesma parecia sorrir de forma diferente olhando Luck e ele percebeu, apesar de fingir que não.

Antigamente o mesmo havia sido apaixonado por Jocelyn mas ela o enxerga como melhor amigo e ama o Robert, a sorte é que hoje em dia ele não ama mais a Jocelyn porém também não se apaixonou por outras pessoas, além de Maia, na verdade não sabe se ela foi bem uma paixão, ele apenas começou a gostar dela de forma... diferente, queria a proteger, queria a ver sorrir em todo momento e que esse "todo momento" fossem realmente muitos e longos, mas nunca se questionou se realmente estava se apaixonando por ela, logo Maia se mudou com sua avó para outra cidade e ele não teve a oportunidade de levar isso tudo a fundo.

Alec mandou uma mensagem para Jace pedindo que ele e Clary tomassem cuidado, Magnus ligava insistentemente para Ragnor porém o mesmo não atendia.

-Droga Ragnor, por que não me atende? Se escultar meu correio de voz, me retorna o mais rápido possível-

-Melhor avisar pessoalmente-

-Tem razão, vamos lá?-

E seria tão bom se soubessem que estavam sendo perseguidos por Valentine naquele dia, seria tão bom se Alec soubesse que Valentine iria atrás de todos seus passos com um carro preto impecávelmente limpo, seria tão bom se ele soubesse dos planos que seu inimigo tinha contra ele, mas não, ele não sabia.

Izzy pediu ajuda de Simon e Luck para pegar as sacolas e levarem até o carro.

-E que tal uma biblioteca agora?- Todos olharam assustados para Izzy após ouvirem o que a própria indicou e a mesma deu de ombros -O que foi? Existem biografias excelentes sobre grandes mestres de artes marciais e inclusive livros de medicina para quem está fazendo faculdade ir estudar, sei que já formei e sou pediatra mas eu gosto de ser boa em tudo que eu faço, ler um livro ou outra me deixa mas determinada e a vontade pelos corredores do hospital-

-Ela é tão poderosa- Dissse Simon praticamente babando enquanto olhava a namorada com aquela cara de bobo apaixonado.

-Eu nunca pensei que veria minha irmã nos fazer um convite desses, vamos aproveitar então-

Todos concordaram, e foram até a biblioteca, Magnus continuava tentando ligar para Ragnor e ao entrar na biblioteca teve de guardar o celular, sentiram que poderiam se perder facilmente pois lá era enorme e pratelerias grandes não faltavam, um incrível e belo labirinto.

Izzy afirmou que tinha carteirinha na biblioteca, então não teriam problema em levar os livros emprestados para casa já que lá os livros eram apenas emprestados e não vendidos, por sorte o limite de livros para se passar em um dia eram 5, exatamente a quantia de pessoas que eles formavam naquele momento.

Simon pegou Game of thrones, Luck pegou um livro policial, Alec escolheu o livro "Sedução" e quando Magnus esticou para ler o nome, Alec abraçou o livro fazendo com que a capa se escondesse em seu peitoral, Izzy escolheu a biografia de Marylin Monroe e ok, isso tinha nada haver com medicina porém a Marylin foi uma grande diva poderosa e não desperta tanta surpresa o por que dela querer conhecer mais sobre uma pessoa de caráter forte.

Magnus não sabia qual livro pegar, olhava tanto livro de romance antigo e depois foi para as prateleiras das biografias, achou biografias que tanto o despertava interesse em ler, grandes músicos do passado e grandes violinistas que o inspirava a tocar, qual ler? Tantas escolhas. Izzy pegou a carteira dela que estava no bolso do namorado (pelo fato dos bolsos de calça masculina serem maiores e mais folgados, ótimos para desfarçar) para pegar o cartão da biblioteca e só então percebeu ter esquecido em sua bolsa.

-Oh não-

-O que foi?- Simon a olhou preocupada.

-Eu deixei o cartão na bolsa e não na carteira-

Alec se aproximou e resolveu indagar -Onde está sua bolsa?-

-Eu esqueci no apartamento do Jace quando eu estava o esperando ficar pronto para viajarmos até a fazenda-

-A chave do apartamento está com ele?- Cruzou os braços.

- No porta-luvas do carro -

-Espere um momento- Alec ligou para Jace que atendeu ofegante, se afastou um pouco e após pouco mais de um minuto ele voltou -Eu vou lá buscar seu cartão, Jace disse que não tem problema-

-Tudo bem-

-Tomem cuidado, muito cuidado, e se o Magnus perguntar por mim, diga que estou dirigindo cautelosamente e com o cinto de segurança-

-Alec, está acontecendo alguma coisa?-

-Mal pressentimento dele mas eu juro que vou dirigir com todo o cuidado do mundo-

-Tudo bem, tome cuidado mesmo e assim que chegar lá me avise para que eu não fique tão preocupada- Ambos se abraçaram e lá foi Alec.

Assim como o prometido, colocou o cinto, não ligou a rádio e dirigiu com cuidado, prestou o máximo de atenção possível em todos os sinais de cada semáforo e evitava dirigir pelo meio da rua, ia sempre pelos cantos mas algo longe o chamou atenção fazendo com que ele estacionasse o carro e caminhasse até lá.

Se tratava de Ragnor e Sebastian no meio de uma discussão, mas não era uma simples discussão, ambos gritavam muito alto e da forma que se olhavam parecia que a qualquer momento rolariam no chão entre socos e chutes.

-O que está acontecendo?-

-AAH... CHEGOU MAIS UM PRO NOSSO ESPETÁCULO- Sebastian gritou.

Ragnor parecia enfurecido e ao mesmo tempo com medo de algo -Cala a boca Sebastian, não meta o Alexander no meio disso-

-Por que? Tem medo que ele vá correndo contar para o namoradinho?-

-Do que está falando?- Alec olhou para Sebastian claramente sem entender nada.

-O que eu estou falando? Acontece que nosso querido Ragnor aqui terminou comigo porque ele ainda ama o Magnus-

-Espera.... É o quê?- Agora os olhos oceanos se direcionaram a Ragnor, por um momento passou em sua cabeça que fosse uma grande piada sem graça mas a reação dos dois não dava isso a entender, esperou escultar o que Ragnor tinha a dizer mas parece que nesse exato momento ele se calou -É mentira isso, não é mesmo Ragnor? O Sebastian está mentindo-

Ragnor apenas abaixou a cabeça tentando formular qualquer frase em sua mente, todas palavras pareciam ter fugido de sua mente juntamente com a saliva de sua boca.

Sim, Ragnor amava Magnus além de um amigo ou irmão, não era uma simples paixão, era um amor verdadeiro mas ele sabia que Magnus só seria feliz com Alec, ao contrário de Valentine, Ragnor passava por cima de seu amor e incentivava Mag a ser feliz com o Alexander.

Não se sabe ao certo quando esse sentimento começou mas aos 14 anos ele tinha certeza absoluta de que era Magnus quem ele amava, tentou disfarçar, fingiu gostar da Catarina e inclusive tentaria um romance com a mesma, ele se dava tão bem com ela, não seria dificil esquecer o que sentia pelo Magnus e então se apaixonar pela Cat, pelo menos era o que ele pensava.

Todos esses anos sempre esteve ao lado de Mag para tudo o que ele precisasse, qualquer coisa, um conselho, um ombro amigo, um abraço. Porém, Mag nunca sentiu o mesmo, Magnus o amava sim, o amava muito, muito mesmo, mas como irmão, como um verdadeiro irmão, e Ragnor intendia isso, doía mas ele intendia, é uma pessoa boa afinal e a felicidade do indonésio é sua prioridade, sendo assim, sempre o disse "Tenha pasciência, o Alexander ainda irá te perdoar, ele vai descobrir sua inocênca sobre os panfletos, vocês ainda serão muito felizes".

Mas como explicar isso ao Alec agora? E como calar a boca do Sebastian?

Havia duas opções.

Primeira: Dizer a verdade e tentar se explicar.

Segunda: Mentir até o final e correr o risco de algum dia ser descoberto e perder a amizade de Magnus, coisa que não suportaria.

-Sim, é verdade Alexander, mas eu posso me explicar-

Sebastian tomou frente com ódio, Ragnor terminou o namoro por não aguentar mais fingir amar o Sebastian, e na verdade o próprio Sebastian também não o amava, sentia apenas desejo sexual pelo Ragnor e não, aquele relacionamento não podia continuar.

Para seu azar, Sebastian sabia do amor que ele sentia pelo Magnus e isso acabou acarretando no pior dia de sua vida.

-EXPLICAR? Vai explicar o que ao Alexander? Vai dizer que ama o Magnus mas que não pretende os separar? Vai dizer que esses 7 anos você não ficou enxendo a cabeça dele contra o Alec? Vai inventar o que dessa vez?- Sebastian jogava seu ódio para fora em forma de palavras e mentiras, queria fuder com o nome do Ragnor e estava conseguindo.

Alec se sentiu certa tontura no meio daquelas gritarias e parecia não estar presenciando aquilo, parecia estar em um sonho ou algum tipo de pesadelo. Sebastian estava certo? Deveria acreditar nele? Se perguntava mentalmente. Era dificil assimilar aquilo.

Ragnor Fell acabou de lhe declarar que ama o Magnus, seu namorado, seu pequeno, seu indonésio, sentiu ciumes sim, sentiu raiva mas não quis brigar, sentiu medo mas não quis demonstrar, estava atordoado de mais para tomar qualquer atitude e a única coisa em que pensou no momento foi ir até o Magnus e contar tudo, enquanto Sebastian continuava despejando seu veneno, Alec começou a se afastar, para desespero de Ragnor que começou a o seguir.

-Alexander, o que vai fazer? Você não vai contar para o Magnus, vai?-

-Eu vou fazer o que você devia ter feito a muito tempo-

-Não, por favor, não conte ao Mag, o Sebastian mentiu-

Alec parou o encarando com raiva -Como tem coragem de dizer isso? COOOMO?- E naquele momento sua raiva começou a transparecer, tentava se manter calmo mas o fato de saber que alguém tão próximo como o Ragnor, era loucamente apaixonado pelo seu namorado, o trazia desconforto. Claro que ele acredita no Magnus e confia no amor que ele diz sentir mas isso não diminói a raiva que estava sentindo naquele momento, ele não sabia qual era as intenções do Ragnor, se ele realmente era a favor do relacionamento ou se também planejava os separar igual o Valentine, só de pensar nessa hipótese, já se sentia vulnerável e a raiva era seu grande escudo naquele momento. Parou e se virou encarando Ragnor.

-O SEBASTIAN ACABOU DE ME CONTAR QUE VOCÊ TENTOU FAZER A CABEÇA DO MAGNUS CONTRA MIM, QUE VOCÊ QUER NOS SEPARAR PORQUE VOCÊ AMA O MAGNUS, VOCÊ MESMO ME ADMITIU QUE AMA ELE E AGORA VEM ME DIZER QUE É TUDO MENTIRA?-

-Eu amo sim o Magnus, eu o amo muito, loucamente, mas eu quero o bem dele, eu quero vocês dois juntos-

-Valentine fingiu ter superado tudo e depois nos atacou pelas costas tentando derrubar o restaurante do Mag, não vou deixar que você faça o mesmo, vou deixar que ninguém nem você faça mal a ele- Se virou e voltou a andar apressadamente.

-Eu não sou igual o Valentine, por favor, espera- Ragnor saiu o seguindo, precisava o convencer a dizer nada para o Magnus -Alexander, espere-

-Para de me seguir- E naquele momento o carro parecia tão distante, talvez pelo fato de suas pernas estarem trêmulas devido à descobera que acabou de fazer e isso o impedia de andar mais rápido, só sabia que precisava ver o Magnus logo e que Ragnor estava o tirando a pasciência completamente enquanto o seguia.

-Pare de me seguir, é serio-

-Não eu não vou parar até me prometer que dirá nada- Alec continuou andando enquanto Ragnor tentava o convencer.

-Ragnor eu já mandei parar de me seguir-

-Me esculta só por 5 minutos- Ao ver que Alec estava tão próximo ao carro do outro lado da rua, ele segurou o ombro do mesmo tentando o convencer a escultá-lo mas o seu erro foi exatamente segurar o ombro de alguém que está tão atordoado e com raiva de você.

-MEEE LAAARGAAA - E naquele exato momento Alec o deu um empurrão para que Ragnor se afastasse e ele pudesse entrar no carro e ir embora sem briga física mas o que não foi capaz de raciocinar é que estavam na rua e que aquele empurrão o jogou para frente de um carro preto, impecávelmente limpo, carro esse do Valentine que atropelou Ragnor sem dó, sem piedade, indo embora sem que ninguém reconhecesse seu rosto, deixando para trás um Lightwood desesperado e um homem no chão com no máximo duas horas de vida.


Notas Finais


Sei que vou causar a fúria de muitos, eu poderia ter feito esse capítulo de forma emocionante ai vocês chorariam e ficariam com mais raiva ainda 😂😂 em fim... desculpa.

Ps: Eu amo vocês 💘


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