História Sweet Emotion - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eldarya
Personagens Ezarel, Jamon, Keroshane, Leiftan, Mery, Miiko, Nevra, Personagens Originais, Valkyon
Tags Ezarel, Ezarelxoc, Nevra
Exibições 432
Palavras 1.547
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ecchi, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Self Inserction, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá amores!!

Novamente eu quero agradecer o quão incríveis vocês são comigo e me deixam ainda mais ansiosa por postar e usam isso contra mim para ganharem atualizações antes da hora!!!!

Um beijo especial para a minha senpai Rima que fez de tudo para que eu postasse o mais rápido possível, que aliás ela tem uma fanfic com o Ez M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A , recomendo que leiam, não estou brincando a fanfic é incrível!!

Boa leitura!!!

Capítulo 4 - Close


Escuridão, só havia uma imensa escuridão. Eileen tentou se mexer, mas seus músculos não lhe responderam, tentou abrir os olhos, entretanto parecia que era impossível. Ela esforçou-se para retomar o controle de seu corpo mesmo parecendo ser impossível e talvez fosse. Estava morta? Não, não era possível, sabia que estava viva, só precisava encontrar um meio de fugir daquele imenso e vazio escuro. Sentiu algo quente e macio lhe tocar, não sabia exatamente em qual parte estava sendo tocada, estava confusa demais para se direcionar, concentrada naquele pequeno e agradável calor Eileen acabou sendo engolida pela escuridão novamente.

 

◆◆◆

 

Aos poucos a consciência da garota foi voltando, um movimento involuntário aqui e outro acolá acabou levando-a ao seu despertar. Ao abrir os olhos a claridade do ambiente quase a cegou, Eileen piscou com dificuldade até se adaptar a aquela luz, encarou o teto branco por alguns segundos, havia acabado de acordar de um sonho engraçado com elfos, vampiros, sereias e outras criaturas mágicas.  Sentia seu corpo pesado, tentou se mexer, mas sentiu uma fisgada em suas costelas que a fez expressar uma careta, com certa dificuldade ela finalmente conseguiu se sentar na cama. Avaliou o ambiente a sua volta, aquele lugar não era seu quarto, com uma pontada na cabeça ela se lembrou onde estava.

 

— Vejo que acordou. — Uma voz fez a garota se sobressaltar.  

 

Eileen sentiu sua confusão se esvair ao encarar aqueles olhos verdes que pareciam cansados.

 

— Ezarel. — Ela murmurou, sentindo sua garganta arder logo em seguida.

 

— Você está bem? — O elfo se aproximou da garota com calma.

 

— Sim, só um pouco confusa. — Eileen tentou sorrir, porém não saiu como esperado.

 

— Está com sede? —  Perguntou ao estender um copo com água para ela.

 

Eileen esforçou-se para alcançar o copo, mas seu corpo não estava obedecendo seus comandos. Ezarel ao perceber a dificuldade da garota, se ofereceu para ajudá-la. Levou o copo até os lábios da menina que com um certo desespero bebeu o líquido. Ah se alguém o visse daquele jeito! Sua reputação provavelmente iria por água abaixo.

 

— Obrigada. — Ela o agradeceu, parecendo um pouco mais desperta.

 

Ezarel não respondeu, estava embaraçado demais com aquela situação. Para começar o que ele estava fazendo ali mesmo? Tinha trabalho a fazer no laboratório, não poderia desperdiçar seu tempo com aquela garota.

 

— Eileen! — Uma voz desesperada chamou pela garota. Nevra cruzou a enfermaria com determinação e abraçou a garota firmemente. — Me perdoe. — Ele sussurrou contra o ouvido dela.

 

— Nev… — A garota gemeu de dor.

 

— Você está a machucando. — Ezarel puxou Nevra, interrompendo o abraço.

 

— Desculpe. — O vampiro sorriu sem graça.

 

— O que aconteceu? — Eileen encarou os dois homens à sua frente.

 

— Você não se lembra? — Ezarel arqueou uma sobrancelha e a garota balançou a cabeça negando. — Vocês saíram em missão e um Black Dog a atacou. — O elfo ainda mantinha uma expressão calma.

 

— Eu não consigo me lembrar. — Eileen passou os dedos pelo cabelo, nervosa.

 

— Qual é a última coisa que você se lembra? — Nevra a fitou com preocupação.

 

— De estarmos saindo de Balenvia. — A garota respondeu após alguns segundos.

 

— Você pode se lembrar mais tarde, não se preocupe com isso. — Nevra bagunçou os cabelos da menina. — Vou avisar a Miiko que você acordou. — Ele se virou para sair da enfermaria, mas não sem antes olhar desconfiado para o líder da outra guarda. — E o que você faz aqui?

 

— Eweleïn me pediu para que ficasse de olho nela. — Respondeu inexpressivo.

 

Vampiro e o elfo se encararam por alguns instantes, ambos medindo um ao outro com o olhar, silencioso o líder da Sombra deixou para trás uma Eileen um tanto absorta ao que estava acontecendo a sua volta e um Ezarel descontente.

 

— Você pode ir embora,  eu estou bem e vou voltar para o meu quarto. — A garota desceu de seu leito, uma forte vertigem abateu sobre a garota fazendo-a perder o equilíbrio.

 

— Perfeitamente bem. — O elfo ironizou ao segurar a meia-humana em seus braços.

 

— Obrigada. — Sussurrou sem graça, aquela era a segunda vez no dia em que ela o agradeceu por ter a ajudado. Era um recorde. — Pode me soltar agora. — Pediu em um fio de voz.

 

— E se eu não quiser? — Ezarel sorriu travesso ao notar a timidez da menina.

 

— Achei que você não gostava que o tocasse. — Eileen procurou o máximo de espaço entre eles, era estranho estar assim tão próxima do líder da guarda Absinto.

 

— Eu estou te tocando, então sem problemas. — Outro sorrisinho insolente.

 

— O que está acontecendo aqui? — Uma silhueta esbelta surgiu atrás do homem de cabelos azuis.

 

Eileen tentou se esquivar do elfo, porém ele não a soltou, apenas desfez o estranho abraço deles e a puxou para o seu lado.

 

— Ela estava fugindo. — Ezarel parecia estar de volta ao seu humor usual.

 

— Eu não estava fugindo! — Protestou. Por que ele sempre tinha essa ideia de que ela estava fazendo tentando escapar.

 

A mulher parada diante deles arqueou uma sobrancelha, confusa com aquela cena. Pigarreou alto para que os dois parassem de discutir. Eileen desejou assassinar o elfo naquela hora, mas resolveu se calar. Observou a mulher a sua frente, cabelos azuis claros e olhos da mesma cor, assim como o líder da Absinto ela era um elfo. A garota não se lembrava de ter visto outro elfo ali além de Ezarel. Será que ela era como ele? Aliás quem era ela?

 

— Sou Eweleïn, a enfermeira chefe. — A mulher se apresentou e por um momento a jovem achou que achou enfermeira lia pensamentos.

 

Eweleïn explicou para a garota o que havia acontecido e que ela tinha sorte de estar viva, se ela fosse apenas uma humana provavelmente estaria morta. O golpe de um Black Dog era fatal. A enfermeira também lhe disse que suas tonturas eram causadas pela grande perda de sangue, a elfa recomendou que a garota ficasse na enfermaria, Eileen negou com veemência, ela odiava hospitais e qualquer coisa que lembrava um. Se ela soubesse que a idéia a seguir da enfermeira fosse aquela talvez ficar na enfermaria não fosse tão ruim assim. Eileen precisava ser observada por mais quarenta e oito horas, por precaução, ela devia ser observada por alguém com conhecimentos científicos, foi aí que Eweleïn educadamente ordenou que Ezarel cuidasse da garota, afinal ele correspondia às referências.

 

Eileen e Ezarel argumentaram contra a enfermeira. Eileen reclamou ser independente e era capaz de cuidar de si própria, era só dizer o que ela precisava fazer. Ezarel reclamou que não seria babá de ninguém, especialmente dela. Protestaram em vão, Eweleïn já estava decidida. Saíram da enfermaria calados, Eileen estava contrariada.

 

— Não ache que só porque Eweleïn me pediu para ficar de olho em você que vamos ficar o tempo todo juntos. — Ezarel quebrou o silêncio ao acompanhar a garota até o quarto.

 

— Como se eu quisesse ficar com você. — A garota murmurou.

 

— Quem não gostaria? Eu sou uma ótima companhia. — O elfo abriu um enorme sorriso.

 

Eileen rolou os olhos e entrou em seu quarto ignorando o homem de cabelos azuis, Ezarel a seguiu para dentro do cômodo.

 

— O que pensa que está fazendo? — A garota cruzou os braços ao encará-lo.

 

— Observando você.

 

— Eu estou no meu quarto, não há nada de mais e além do mais eu vou tomar banho e quero privacidade. — As bochechas de Eileen ficaram avermelhadas.

 

— Eu não vou seguí-la, não há nada em você que me agrade. — Ezarel sorriu diabólico.

 

— Oras seu… — Mordeu sua própria língua engolindo as dezenas de palavrões que gostaria de ter dito ao alquimista e entrou no banheiro.


 

◆◆◆

 

— Você poderia ficar quieta por alguns segundos? — Ezarel pediu impaciente.

 

— Desculpe. — Eileen murmurou, envergonhada.

 

Após ter terminado seu banho a garota descobriu que seria necessário ajuda para refazer seus curativos e ela não sabia bem como agir, a própria engasgou com sua saliva quando o elfo lhe ofereceu ajuda. Agora estavam sentados na beira da cama, enquanto Ezarel limpava e passava uma pomada de cor amarelada, aquilo tinha um cheiro estranho.

 

— Eu fiquei preocupado. — Ezarel pronunciou tão baixo que a garota ficou em dúvida se ele estava falando com ela.

 

— Por que? — Ela se encolheu quando ele pressionou um dos cortes.

 

— Não tenho ideia. — O alquimista parou o que estava fazendo e fitou a garota que também o olhava.

 

— Obrigada. — Eileen sorriu timidamente.

 

— Calada. — O elfo ruborizou e a garota riu, em vingança ele pressionou levemente o dedo em uma das feridas.

 

— Isso dói. — Ela gemeu e essa foi a vez dele rir.

 

— Eu estou, — Ezarel fez uma pausa, decidindo se dizia ou não. — feliz por você estar bem. — Ele desviou os olhos dela.

 

Eileen arregalou os olhos, surpresa, ela não esperava nunca ouvir aquilo. Ao menos não de Ezarel. Ela corou fortemente e desviou os olhos, pensando no que dizer à ele. Ao encará-lo novamente, os olhos violetas encontraram os verdes a fitando com intensidade, a garota mordeu os lábios em nervosismo e os olhos dele acompanhou aquele gesto. A faeliene prendeu a respiração, ele estava tão próximo que ela não tinha reação e o mais absurdo de tudo era que Eileen esperava que Ezarel diminuísse aquela distância entre eles. Talvez fosse algum efeito colateral de um ataque de um Black Dog, mas no momento a única coisa que ela queria era provar aqueles lábios.

             
'Cause space was just a word
Made up by someone who's afraid to get close.

                                                                                                                   


Notas Finais


Esse é o maior capítulo até agora e eu me diverti escrevendo ele, sendo assim tentarei escrever capítulos maiores, se vocês quiserem é claro.

Fanfic da Rima: https://spiritfanfics.com/historia/break-the-ice-6596701

Beijinhos com sabor de morango '3'


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