História .Sweet Flowers - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias TWICE
Personagens Momo, Sana
Tags Amor, Deathfic, Depressão, Flores, Flowers, Hirai, Kpop, Minatozaki, Momo, Romance, Samo, Sana, Shipp, Suícidio, Sweet, Twice, Yuri
Visualizações 52
Palavras 882
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLAAA BEBÊS 💮💮🌸🌸🍑🍑
Tudo bem?
Bom, eu trouxe uma oneshot de SaMo pq um otp desses bicho não pode ficar enterrado nas águas do rio Eufrates não é mesmo?
Alguns avisos antes da leitura:

⇝ Por favor não fiquem na bad porque até eu fiquei cara foi tenso o negócio aqui -q ;

⇝ Signal Bone, Signal Bone;

⇝ Não estamos numa fanfic Fluffly, e eu vou logo avisando que o final não é muito feliz (spoilerzão aqui);

⇝Essa oneshot não tem o intuito de ofender nenhuma das integrantes, nem nenhuma raça, cultura ou religião. É só entreterimento, caraio;

⇝ Tjiri, tjiri, tjiri, tjiri;

⇝Leiam pelo amor de Jeová as notas finais, okei?
Okei.
Huehue

Eu já falei demais :v
Boa leitura 💕💕

⇝Signal⇜

Capítulo 1 - .Only - Sweet problems


Fanfic / Fanfiction .Sweet Flowers - Capítulo 1 - .Only - Sweet problems


Quando eu te entreguei um buquê com rosas, você me disse que não era boa o suficiente para mim, e não poderia aceitar aquele buquê. E, cara, você tem ideia do quanto tempo eu levei pra comprar aquilo? Um buquê e um cartão, que você se recusou a ler, usando a mesma desculpa. A questão, Sana, é que você se preocupa muito com coisas inúteis. Se preocupando com o absoluto, completo e silencioso nada. 

E eu tentei lhe abrir os seus pequenos olhos e te mostrar que a vida é muito além de uma depressão e músicas sad. Minha pequena Sana, que me chamava de Unnie e eu já me derretia de amores. Eu tentei lhe dar várias flores mas você recusou todas elas. O fato é que você, além de recusar todas as minhas flores, carícias, amores, resolveu recusar também a oportunidade de viver. E quando você me disse do outro lado da linha telefônica a frase "Eu não aguento mais, Unnie." eu entendi suas palavras e comecei a chorar. A ligação caiu e eu me enfiei embaixo das cobertas por três segundos para abafar meu choro. E quando fui atrás de você , eu não consegui te achar quando subi ao térreo do prédio azul bebê que você morava. Então eu olhei lá para baixo. Eu olhei lá para o chão naquele beco escuro ao lado da enorme construção que eu me localizava no topo dela, bem longe do chão. E lá eu te vi. Jogada no chão, toda esparramada. O vento não impediu as minhas lágrimas de desceren pelo meu rosto pálido e gélido. Ele só as influenciou mais na descida. E eu me lembro de ter chorado muito. De ter sentado no chão bem rente ao fim do térreo sem proteção alguma daquele prédio. Fiquei ali pensando em como viver sem você. Eu planejava a horas, dias e meses que exatamente naquele dia eu lhe confessaria que sim, eu te amava. Mas eu não podia mais te falar aquilo.

Minatozaki Sana. Eu sofri tanto. Chorei por dias até saber o que fazer. Eu descidi então te dar flores. As doces flores que um dia eu insisti que você as aceitasse e você nunca as aceitou. Dessas flores eu deixava de lado os meus doces problemas para poder tentar mais uma vez fazer com que você aceitasse-as.

Eu estava com as chaves do seu apartamento na minha bolsa. Me recusei a ir no seu caixão lhe entregar aquelas rosas vermelhas que desabrocharam a pouco tempo segundo a florista que vendia cada flor como se fosse seu último dia de vida. Então decidi ir até a sua casa para te ver. Mas não do modo que todos te viam. E todos se vêem no dia-a-dia. 

Subi as escadas rumo ao térreo do prédio. Ali estava eu, com uma calça legging preta, uma blusa de moletom lisa rosa bebê e meus tênis Van's azuis, do mesmo tom que o prédio que você um dia morou; e as flores em minhas mãos. 

Era um buquê lindo. O escolhi pelo fato de achá-lo extremamente maravilhoso — e você sabia mais do que ninguém sobre a minha atração por rosas vermelhas.

— Hey, pequena... Eu vim te ver. - falei com uma voz rouca e falha - Vim matar a saudade. Sentiu minha falta? - sorri fraco com o vento brincando com meus cabelos - Parece que sim. - o gesto de um aceno positivo logo foi feito por mim, enquanto eu sorria - Eu trouxe essas flores para você... Espero que aceite-as. - estendi as flores para o mesmo lugar que eu vi seu corpo caído a dias atrás. Sorri olhando para o chão lá embaixo, provavelmente eu estava doida - Por favor, Sana. Pegue as flores e aceite-as. - joguei o buquê do térreo lá embaixo, e o mesmo superou os dez andares de distância até o chão - Eu preciso lhe contar uma coisa - me sentei com as pernas para fora do prédio, o que causaria desespero em qualquer um que tem fobia de altura - Eu amo você, Sana. Nunca pude te falar isso. Mas eu amo você. E tudo o que eu fiz até hoje foi pela sua felicidade. - sorri fraco - E eu estou sentindo a sua falta, pequena. Eu sinto falta das flores serem rejeitadas porém que eu fosse abraçada com um pedido de desculpas assim que alguma lágrima descia pelo meu rosto quando você recusava as rosas. - assenti olhando para onde o buquê estava caído - Se eu morresse, você me perdoaria por tentar me livrar dos problemas que estou passando? - fitei o céu que estava limpo, sem nuvem alguma, sem indicação de chuva. - Minha pequena, você gostaria que eu fosse viver com você? - falei me jogando da imensa construção, sentindo meu corpo leve com o vento contra o meu rosto na queda. Era meu último dia de vida com 21 anos; eu estava indo fazer companhia a minha pequena Sana. 

Senti minhas costas se chocarem contra o buquê, e minha visão ser apagada lentamente. Eu fui parando de respirar e parando de mexer meu corpo. Logo uma corrente de sangue descia ao lado da minha cabeça, indicando que eu tinha me livrado dos meus doces problemas para ficar com a minha Sana.










Notas Finais


Me desculpeeeeem
Como eu tinha dito, nem todas as Oneshots tem um final feliz ;-;
Ah, para quem pensa " a momo ficou loka e obcecada pela Sana" Não, galera. Ela ficou desnorteada com a morte da Sana, porque ela amava a Saninha e tava planejando pedir ela em namoro e tals, a Momo era completamente apaixonada na Saninha.
Eu não sei se faço um capítulo extra, mas se vocês quiserem, é só me falar (⌒▽⌒)
Bom, eu fiz essa 1shot tentando mostrar que quando você ama alguém, está disposto a fazer tudo ao seu alcance por essa pessoa, e no caso da Momo, ela foi além do que alguém diz ser "normal"; e a Saninha não sabia que a Momo gostava dela e a Hirai ficava se sentindo rejeitada mas ela não desistiu da Sana pq amava ela
Entenderam??
Enfim
Não me dêem vácuo nos comentários, eu quero saber se ficou boa :v
Hehe
Espero que tenham gostado, bebês
Obrigada por lerem ˎ₍•ʚ•₎ˏ( ˘ ³˘)❤


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