História Sweet Insanity - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~Akira_Gremory

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dakota, Dimitry, Iris, Kentin, Lysandre, Personagens Originais, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Assassinato, Coelho, Espíritos, Fantasmas, Insanidade, Jake Rabbit Face, Lovely Spicy, Mediunidade, Morte, Psicopata, Sangue
Visualizações 43
Palavras 2.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


*Escrito por Akira_Gremory (Lila) e Charlie

Capítulo 12 - O destruidor da sétima galáxia


Quando Iris chegou ao hospital encontrou Rosalya parada em frente a porta do quarto.
— Ah, olha só quem se lembrou dos amigos… — Falou Rosalya chateada.
— Eu sinto muito, Rosalya, de verdade. — Falou Iris sem graça. — Sempre pensei nos outros antes de mim e, pela primeira vez, quis fazer diferente. Adria e Fran estão sempre brigando e se reconciliando… Pensei que dessa vez seria a mesma coisa. Nunca imaginei que algo assim pudesse acontecer.
— Adria precisava de nós, as amigas dela! Se tivéssemos apoiado-a ela estaria acordada agora. — Falou Rosalya.
— Sei disso! Tem razão! Mas Ann também precisa de mim e, agora, mais que nunca. Tenta entender, por favor? — Falou Iris aflita.
— Foi a Franca quem te mandou aqui? — Perguntou Rosalya.
— O quê? Não. — Falou Iris.
— Você sempre foi mais amiga da Franca que da Adria, então, não seria surpresa nenhuma que agora que as duas romperam, você deixasse de falar com a Adria. — Disse Rosalya.
— Que absurdo! Não tenho que ouvir isso! — Iris empurrou Rosalya e entrou no quarto. Encontrou Adria ainda inconsciente e Alexy ao seu lado, segurando sua mão. Assim que a viu, Alexy a encarou como se ela fosse surreal, fazendo com que Iris se sentisse ainda pior por não ter ido atrás de Adria aquela noite.
— E a Fran? Por que não veio com você? — Perguntou Alexy.
Iris suspirou e, um tanto irritada, respondeu:
— O que te faz pensar que Franca e eu somos melhores amigas?!
— É porque vocês são. — Falou Alexy.
— Eu não sei nada da Fran. Tá legal? Mas era para ela estar aqui. Vocês a avisaram? — Disse Iris.
— Violette quase ficou rouca de tantas mensagens que deixou para ela. — Falou Alexy. — Você podia falar com ela… Acho que faria bem para a Adria despertar e tê-la por perto.
Iris apenas assentiu e abaixou a cabeça.
— Souberam do que houve com o Castiel?
— Sim, e honestamente? Achei bem feito! Ninguém mandou ele procurar encrenca. Como dizia minha santa vozinha que descansa em paz, “passarinho que dorme com morcego, acorda de cabeça pra baixo”. — Falou Alexy.
— De muito mau gosto você dizer isso, porque poderia ter acontecido com qualquer um… Além do mais, não acho que Castiel tenha merecido isso. Vi como a família dele está sofrendo! — Falou Iris.
— E por que você não vai lá fazer companhia a eles, hein? Acho que seu lugar é mesmo ao lado dos populares. — Falou Alexy.
— Não estou aqui por causa da Rosalya ou de você, mas por ela! — Iris apontou para Adria. — Não vou sair daqui a menos que ela desperte e me peça isso!
— Então EU saio! — Falou Alexy indo embora.
    Iris suspirou mais uma vez se esforçando para não chorar. Seus amigos estavam sendo muito duros com ela. Ela não merecia.


[…]


Natasha entrou na recepção do hospital preparada para ver Castiel e apoiar a sua amiga, que tadinha estava parecendo uma zumbi, olheiras, olhos inchados de tanto chorar e provavelmente a cabeça lotada de coisas.
    Natasha quando pôs os olhinhos em Dalila, ela apenas abraçou a garota o mais forte que pôde, Natasha queria aliviar a dor da amiga, queria que a amiga se sentisse melhor. Dalila suportar essa dor sozinha. Um abraço, apenas isso fez com que por alguns segundos Lila se sentisse calma e confortável nos braços da amiga.
— Você está bem? — Natasha perguntou encarando a garota em sua frente.
— Não, eu preciso desabafar. — Dalila falou respirando fundo.
Elas concordaram mentalmente em ir dar uma volta, ver se Dalila comia algo ou apenas relaxava. As duas ficaram dando voltas sem fim pelo hospital até encontrarem a cantina, onde Natasha pediu um suco e um sanduíche para Lila, que insistia em dizer que não queria.
— O que você precisa desabafar? — Natasha disse apoiando os cotovelos na mesa.
— Ele corresponde. — Dalila abriu um sorriso mínimo nos lábios. — Ele também gosta de mim.
Natasha quase caiu da cadeira com o tamanho do susto, ela estava incrédula e já parara para pensar que Castiel poderia não sentir nada pela irmã, e por isso ela estava preparada para confortar Dalila caso ele a rejeitasse, mas parece que isso não vai acontecer.
— E teve uma coisa que aconteceu na floresta, Nós nos beijamos logo após dele se confessar, mas eu o empurrei dizendo que era errado e na manhã seguinte estávamos nos evitando… — Dalila abaixou a cabeça e logo sentiu mãos quentes apertarem a sua. — Eu acho que eu sou a responsável pelo acidente, ele se estressou e foi aliviar a mente em uma corrida ridícula!
— Não é sua culpa. — O aperto na mão de Dalila se intensificou. — Você não deve resistir, e daí que é errado? Sabia que é bom ser rebelde e fazer coisas erradas? Foda-se o que vão pensar, vocês dois se amam.
— Mas…
— Sem “mas”, se Nathaniel não a fez esquecer ele, ninguém fará, acredite amiga. — Natasha riu. — Anda, se joga!
— Tudo bem, eu não vou mais resistir, mas eu não sei como terminar com o Nath.
— Fala assim “Sorry Nath, mas eu gosto mesmo é de colar velcro, bele?” — Natasha falou risonha arrancando risos de Dalila. — Só seja sincera com ele, diga que não o ama e não acha justo continuar com ele.
— Mas e a Nicole? — Dalila perguntou receosa.
— Nicole é psicopata, mas nas duas somos mais. — Natasha ri. — E qualquer coisa a gente dá cabo nela.
Dalila gargalhou e depois virou o rosto rapidamente, pensativa.


[…]


Iris ligou para Franca, mas como esta não a atendeu, Iris decidiu ir até a sua casa. Chegando lá, Sophia lhe contou que Franca estava apoiando Dafne naquele momento tão horrível quando Dake fora morto acidentalmente por Kentin. Iris ficou boba com a revelação e se esqueceu de mencionar que Adria estava no hospital, apenas dizendo que falaria com Franca depois, e então foi até a delegacia saber como Kentin estava, se precisava de alguma coisa. Foi informada que a situação do rapaz se complicara porque uma testemunha – comprada pelos Sayers – afirmava tê-lo visto discutindo com Dake e em seguida, o empurrado. O advogado de Kentin estava fazendo tudo que estava a seu alcance para ajudá-lo, mas estava difícil. A imprensa local estava do lado de fora, ávida por qualquer informação, já que fora um Sayers a ser morto.
    Os Sayers era uma das famílias fundadoras mais importantes da cidade e, também, uma das mais ricas, qualquer coisa que acontecesse com eles, sem dúvida se tornava manchete em todos os jornais.

    Kentin sentia que se daria muito mal, mas não voltaria atrás de jeito algum, porque se já estava sendo difícil para alguém equilibrado como ele lidar com aquilo, imagine então para Natasha? Mesmo se fosse inocente, ela terminaria agindo de forma que a condenasse, mais ou menos como aqueles adolescentes malucos do filme Sem Evidências que só por terem caras de bad boys e adorarem satã já estavam condenados. Agora, imagine Natasha com sua doce aparência e sua doce personalidade no julgamento de Salém dizendo que não era uma bruxa? Quem acreditaria? Ninguém. Talvez, se fosse Rose… Ah, com aquele rostinho, nenhum tribunal a condenaria, mas Natasha… Por isso, Kentin aguentaria a tudo firme, para que Natasha não fosse julgada de forma injusta. Dake quem procurara por aquilo e era incrível como mesmo depois de morto ele ainda conseguia ferrar os outros.


[…]


Escondido atrás da cortina, Lysandre espiava por uma fresta entre os tecidos Nathaniel saindo de casa, apressado. O albino tombou a cabeça para o lado e sorriu.


[…]


Arianny estava sozinha em seu quarto, na cama. Seus pais tinham ido ao supermercado.
— Como eu faço ela entender que a Iris não está a fim dela? Tenho a ligeira impressão que mesmo que eu diga isso, não vai resolver, porque pessoas apaixonadas são tolas. Que droga. Parece que o cérebro deixa de funcionar direito, porque você sabe o que fazer, mas ainda assim não faz. Por quê? Eu me sinto uma péssima amiga por não fazer nada, mas o que eu posso fazer? Isso acaba comigo! — Ela ficou em silêncio por um tempo, apenas assentindo com a cabeça, como se alguém lhe respondesse, então, respirou fundo. — Você tem razão. Como sempre. — Sorriu e pegou seu coelho de pelúcia o encarando. — É a coisa certa a se fazer. Obrigada pelo conselho. — Ela abraçou o coelho.

 

[…]


Dalila estava esperando por Nathaniel em frente a uma cafeteria que ambos gostavam muito de ir, era meio que um ponto de encontro dos dois. Ela estava começando a ficar meio impaciente com a demora de Nathaniel, mas ele logo deu as caras meio cansado como se tivesse corrido muito para estar ali.
    Assim que se aproximou da morena, ele deu um selinho rapidamente nela e a puxou para dentro da cafeteria todo contente, pobre Nath nem sabia o que ia acontecer. Eles se sentaram no fundo da cafeteria, onde era mais vazio e estariam mais afastados, assim poderiam ter uma conversa decente sem serem atrapalhados ou observados.
— Eu sinto muito pelo que aconteceu com ele, Por mais que a gente não se de bem, eu nunca desejei o mal dele. — Nathaniel a encara carinhosamente e busca pela mão dela, mas a mesma recua e naquele momento ele notou que tinha algo de errado. — Tem algo a falar Dalila?
— Sinto muito Nath. — Ela o encara meio perdida nos próprios pensamentos. — Não posso mais continuar com isso, eu quero romper.
— Por quê? — Ele perguntou totalmente confuso.
— Eu não o amo, não quero enganá-lo. — Ela tenta escolher as melhores palavras mentalmente. — Não acho certo fazer isso com você. Você é tão bom, merece alguém que realmente te ame e que consiga corresponder teus sentimentos, sinto muito Nath.
— Você não estaria fazendo isso por que sente remorso pelo acidente dele e estaria de alguma forma tentando agradá-lo, certo? — Ele pergunta.
— Não! Ele não tem nada a ver com isso, isso é uma decisão minha, somente minha. — Ela suspira para tentar se acalmar e diz friamente. — Eu pensei muito a respeito e percebi que não faz sentido insistir em certas coisas.
— Eu entendo, agradeço sua sinceridade Lila… — Ele a encara magoado. — Você tem razão, não vale a pena mesmo insistir em certas coisas.
    Ele se levantou rapidamente da cadeira e foi embora da cafeteria, estava muito magoado e triste para aguentar ficar mais tempo com ela ali, ele ainda não acreditava que ela tinha terminado com ele.
— Sinto muito Nath. — Dalila diz encarando o assento, agora, vazio.


[…]


Nathaniel voltou arrasado para a casa, certo de que seu dia não tinha como ficar pior quando encontrou seu gato de estimação no quintal, estripado. Foi uma imagem horrível! Nathaniel se aproximou de seu gato.
— Bills? — Disse respirando ofegante. Bills, “o destruidor da sétima galáxia” (Nathaniel era fã de Dragon Ball) finalmente estava morto. Mas quem o matara? Nathaniel só conseguiu pensar no cachorro de Castiel que vivia a perseguir seu adorado gatinho.
O estalar de um galho fez com que Nathaniel se virasse, sobressaltado.
— Nathaniel? Está horrível! Algum problema? — Perguntou Lysandre quase parecendo que se importava.
Nathaniel encarou o cadáver de seu gato e então, Lysandre, começando a suspeitar do albino.
— Oh, seu gatinho… Sinto muito. — Falou Lysandre. — Posso te dar outro, se quiser…
— Foi você, seu desgraçado?! — Nathaniel avançou na direção dele, revoltado.
Lysandre riu e recuou, levantando as mãos.
— Olho por olho, dente por dente… Estamos quites agora.
Nathaniel cerrou os punhos tentando se controlar.
— Eles eram só animais e no reino animal há a caça e o predador, seu coelho era a caça e o meu gato o predador, é assim que as coisas funcionam. Será que não aprendeu nada no colégio?
— Ah, sim… EU sou o predador aqui! — Falou Lysandre sério.
Nathaniel balançou o rosto, convencido de que aquilo não levaria a lugar algum. Ele amava seu gato de estimação e sentia muito pela morte dele, mas não daria aquele gosto a Lysandre de vê-lo perdendo o controle. Não valia a pena brigar por aquilo, não, quando estava claro que Lysandre era desequilibrado. Então, Nathaniel deu as costas a Lysandre e caminhou em direção a porta.
— Isso, ovelhinha… Fuja. — Provocou Lysandre com ódio.
Nathaniel fechou a porta com uma batida.


Notas Finais


No próximo capítulo teremos personagem nova e... Vamos conhecer a família de uma personagem que adoro muito (na verdade, amo todas as personagens que recebi, mas essa em especial, me conquistou mesmo pelo seu jeito de ser).


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