História Sweet Irony - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Tags Gale, Gruvia, Nalu, Zervis
Exibições 23
Palavras 1.630
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Yooo, sou eu de novo povo lindo, essa é um pouquinho diferente das outras, prometo atualizar a outra logo, assim que minhas lindas provas acabarem.
Beijos, comentem e favoritem seus lindos❤❤❤

Capítulo 1 - The beginningaa


Estava chovendo, ótimo, pensou a azulada em frente à um lugar desconhecido para si, estava indo morar com seu pai, não era das melhores opções visto que ele quase nunca estava em casa, e tinha uma queda por mulheres da rua. Assim como sua mãe é.

Aquela parada de ônibus não havia lugar algum para se esconder, estava empacotada em grossas roupas de frio e com um fofo cachecol laranja, que por sinal era sua cor preferida.

Bufou chateada ela sabia que ele faria alguma coisa, ele nunca fora bom com compromissos, muito menos chegar na hora.

Abriu sua bolsa e começou a revirar tirou seu velho celular, chegou suas ligações e nada, no visor do seu celular apareceu Pai, apertou a tecla para chamar e como esperado depois de alguns longos segundos ele atendeu.

“Levy, querida, o que foi? Algo aconteceu?”

— Claro que algo aconteceu. Pai! Era para estar aqui me esperando! Você prometeu. — Sua voz soava levemente irritada e completamente magoada, se havia algo em que a rata de biblioteca não fazia bem era esconder seus sentimentos.

“Querida, me desculpe, houve o imprevisto. Por favor vá de táxi, prometo pagar.”

— Eu não tenho a mínima idéia de onde estou, onde vocês moram, muito menos de um táxi, achei que meu pai estaria aqui! — Sua face estava levemente avermelhada poderia facilmente ser confundida com raiva, mas não era vontade de chorar.

“Querida,... — Mihos… — Eu tenho que ir, lhe envio os dados por mensagem. Tchau”

— Tchau, pai. — Suas palavras foram em vão, ele já havia desligado, e a julgar pelo tom da voz da mulher do outro lado da linha ele estava com uma nova mulher, a qual ele tinha que pagar.

Rapidamente apareceu uma mensagem, e tudo que ela fez foi pegar o táxi e ir embora.

 

[...]

 

— Zeref e Natsu, o que fazem até agora dormindo? Levantem já, eu falei que íamos sair hoje. — Se havia algo que aquele homem nunca havia gostado naqueles dois era o fato que nunca dormiam cedo, bem tecnicamente sim. Abriu as cortinas e o forte sol do meio dia bateu na cara dos dois irmãos, um mais diferente que o outro.

— Igneel, me deixa em paz! — Reclamou Zeref, enquanto se afundava no travesseiro.

— Pai, só mais cinco minutinhos. — Igneel bateu o pé irritado com os sobrinhos, pensou por um minuto e saiu do quarto.

Os dois voltaram a dormir, estava tudo certo, até o calor começar a castigá-los. Aquela época do ano ali era um inferno na terra, e aqueles dois odiavam calor na hora de dormir.

— Na-txuu, o ar. Igneel deve ter desligado.

O rosado irritado, pegou o controle e nada, por fim resolveu levantar e tentar acender a luz e nada, estava sem luz.

— Acabou a força?

— O que Natsu? O que Star Wars tem haver? — A única coisa em comum de ambos é que eram bastante distraídos.

— A energia.

— Merda, Igneel desligou, aquele… — Ele apenas se levantou irritado, e se vestiu com uma roupa qualquer.

E logo já descia as escadas com cara de tacho, estava emburrado e com bico.

Igneel e Wendy se entreolharam e riram, às vezes nem parecia que Igneel não era seu pai verdadeiro.

Zeref deu um beijo estralado na bochecha da azulzinha que sorriu.

— O que tem de tão importante, para acordarmos cedo? O feriado ainda não acabou.

— Por isso mesmo, nós vamos a praia campeão, vá e chame seu irmão.

— Ah, droga! — Se havia algo que ele odiava era praia e luz, preferia a noite e floresta, mas ninguém mais ali gostava disso então, praia era a vencedora.

Subiu as escadas e lá estava Natsu ainda dormindo, soltou uma fraca risada, seu irmão mais novo era realmente muito estranho.

O cutucou, e nada, então se jogou na cama e gritou:

— Gray é mais forte que você, Natsu! — O rosado lhe mandou um olhar mortífero. — Vamos, Igneel disse que vamos a praia.

— Beleza, praia! — O seu humor mudará drasticamente ao ouvir praia, às vezes Zeref se perguntava de onde seus gostos peculiares havia surgido, sua mãe e seu pai amava o mar, a areia.

 

[•••]

 

— Gajeel? — Sua voz soou assustada, seu irmão mais velho, outra vez naquele estado, jogado no sofá com várias garrafas de álcool vazias espalhadas pelo chão.

Levou sua cadeira de rodas até onde dava, tocou os cabelos, sabia que não estava sendo fácil para Gajeel aguentar tudo sozinho, era a casa, seus remédios e consultas, escola cara para seu futuro.

Gajeel, era ao contrário do que parecia, um pai para si, desde que sua mãe foi embora depois da morte do seu pai por conta de uma úlcera.

Deixou suas mãos caírem, não havia nada o que pudesse fazer, então simplesmente pegou um copo de água e duas aspirinas deixando na mesinha da sala.

Gajeel havia deixado de estudar para cuidar da casa, assumiu a oficina mecânica de seu pai, e seguiu em frente, mas tudo aquilo lhe custou seus sonhos, até mesmo sua diversão.

Juvia sempre fazia o que podia, é claro, jamais substituiria o amor de mãe que lhe faltava, procurando sempre amenizar a dor e culpa do irmão, que a cada dia parecia mais cansado do que nunca.

Era o que ela temia, Gajeel não suportava ajuda, e naquele momento tudo que precisava era ajuda. Mas como o turrão que era não aceitava nada, apenas ia se afundando.

Juvia, tentou ir até a cozinha faria algo para comerem, algo quente já que o dia estava frio e chuvoso, como ela.

 

[•••]

 

As batidas na porta o fizera acordar, estava sem camisa dormindo no chão, largado em meio a bebidas e amigos, estava irritado e bagunçado, levantou passando pela sala que agora parecia mais um depósito de lixo.

— O que é?! Não estamos interessados em comprar biscoitos. — Falou assim que abriu a porta para a pequena garota. Ela o encarou séria.

— Por acaso tenho cara de escoteira? Sou Levy, filha do dono da casa, Mihos, e você quem é?

Confuso, era isso que o definia, que diabos era aquela pequena pessoa a sua frente dizendo ser filha do seu pai, pensou ele.

— Seu pai? Ele é meu pai! — Passou às mãos pelo cabelo, então era por isso, pensou ele. — Droga! Você está mentindo não é?

— Olha, não sei de quase nada, só sei que ele também é meu pai. Ele iria me buscar mas não pode, acho melhor esperarmos ele.

— Entre. — Falou insatisfeito.

A menor entrou pela casa espreitando, um lixão, ela pensou. Se assustou com a quantidade de garotos seminus espalhados pela casa, olhou para o garoto de cabelos azuis assombrada, ele não seria gay? Seria? Perguntou-se mentalmente.

Aquela casa, era igual da sua mãe a única diferença era que não estudava em escola boa, suas condições de vida não era nada impressionante dada a profissão de sua mãe, ou pelo fato que ela estava sempre preocupada com beleza e se esquecia da saúde.

— Lívia, suba as escadas segundo quarto a direita. — Ela pensou em responder, mas preferiu se calar. Andou até o segundo andar, a casa era linda, nem parecia que a poucos dias morava numa pequena casa já aos pedaços.

Abriu a porta do quarto e ele estava bem, bagunçado, havia duas pessoas “juntas”, a única coisa que fez foi se sentar no corredor, e aperta sua bolsa contra si querendo se esquecer do que virá.

 

[•••]

 

— Merda! — Praguejou, sua cabeça estava à ponto de uma explosão nuclear, tateou a mesa ao ver um copo de água e aspirinas, pensou que mais tarde deveria agradecer Juvia.

Levantou olhando para os lados, estava tudo tão quieto, se espantou ao olhar o celular e ver que marcavam 14:00 da tarde.

Horário dos remédios de Juvia, se levantou sem se importar com as dores que sentia, foi até seu armário e pegou os dois comprimidos vermelhos, encheu um copo com água gelada, e se dirigiu ao quarto de sua irmã mais nova.

Juvia estava sentada lendo um livro, não pareceu notar que ele estava ali a observando.

— Juvia, seus remédios. — Ela se assustou com sua voz e colocou o livro sobre seu colo, o que ele acharia dela se soubesse sobre o que lia.

— Obrigada! Gajeel amanhã será que pode ir me buscar mais tarde? Vou ir na biblioteca. — Ela olhou o irmão apreensiva, ele não gostava de deixá-la sozinha, ainda mais agora.

— Tudo bem, mas não fique muito e ligue 20 minutos antes de sair. E obrigado pelas aspirinas.

Falou e logo se retirou, ela então voltou a ler seu livro nada “pervertido”.

 

[•••]

 

— Jellal? Onde está Levy? — Mihos, um homem claro, alto e de cabelos azuis igual ao do filhos mais velho, porém curtos, olhos achocolatados, robusto e com o semblante preocupado, já que seu filho aprontava demais.

— Quem?! Ah, sua filha que você sequer avisou que tinha. Seu maldito. — Esbravejou irritado, Mihos o encarou sério.

— Jellal, abaixa seu tom de voz, garoto!

— Não. Não, vou a baixar meu tom, pai! Você teve outra filha quase da minha idade, foi por isso que ela nos deixou. — Mihos por um momento se calou.

— Entenda, não sou perfeito, muito menos você, então me apoie, conheça ela e verá o quão gentil ela é. Vocês são importantes para mim.

— Não somos, nem ela, nem eu, não se finja de bom pai, se fosse bom pai teria me contado, teria buscado ela, mas não você nem sequer se importou. — Jellal pegou as chaves se sua moto, vestiu sua jaqueta que se encontrava no sofá branco da casa, que por sinal continuava suja.

— Jellal! Onde vai?

— Para bem longe daqui. — Saiu pela porta a batendo com força, como um garoto rebelde e mimado.

Os olhos de Levy começavam a se encher de lágrimas, limpou rapidamente com a manga de sua blusa, e subiu o restante das escadas, sentando-se no corredor novamente.


Notas Finais


Isso é tudo, pesaoal!
Kisus da Mira ❤❤


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