História Sweet Nothing - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dylan O'Brien, Holland Roden
Tags O'broden
Exibições 153
Palavras 1.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oooooooooe genteeee
Passando pra postar um cap pra vcs, seus lindos!!
Obrigada pelos comentários e favoritos! Amo todos!
Espero que gostem! Boa leitura!
Beijos, AA.

Capítulo 15 - Despedida


Pov Dylan..

  O dia começa normal, tenho que levar Crystal para casa e Tyler para o aeroporto. Eles vão voltar na segunda, pra ajudar na casa da Holland, todos vamos ajudar. Eu ainda não sei quando meus pais vão voltar, eles sempre ficam fora por vários dias, então me acostumei, pelos menos não vou estar sozinho nessa casa enorme.

Desço e vou até a mesa, onde já estão Crystal e Holland.

-E Tyler? -Eu pergunto.

-Acabando o banho e vai descer. -Holland informa.

-É.. Chegou o grande dia, você finalmente vai embora. -Eu falo pra Crystal rindo.

-Ahh, sei que vai sentir saudades minhas. Mas o que me deixa triste é deixar a Holland aqui. Eu volto na segunda pra te ajudar com a casa! -Cryst fala e Holland abraça ela. Tyler chega e Roberto traz o café.

-Eu estive pensando.. Podíamos marcar para irmos ao Brasil. -Holland fala animada.

-O que? Meu Deus! Estava louca para você tocar no assunto. -Crystal fala, e Holl ri. -Onde iriamos ficar? Digo, eu e Dylan.

-Na nossa casa, acredite, ela é grande o suficiente. -Tyler fala e Holland sorri. Uma coisa que nunca me veio a cabeça, é como Holland vivia. Bom, pra mim, ela parecia rica, via isso no seu jeito.

-Eu topo! -Crystal fala e eu concordo.

-Preciso arrumar minha casa, mas depois, vamos todos ao Brasil. Tem tanta coisa que vão gostar, certeza. -Holland fala, animada. Não me sentia muito confortável em viajar para outro país e estar em convívio com a mãe maluca, e o pai idiota da minha namora.. O que? Ela não é minha namorada.

Depois de uma hora arrumando as coisas, precisariamos nos despedir. Eu odeio despedidas. Entramos nós quatro no carro e vamos para o aeroporto, passamos o caminho em silêncio, via Holland claramente segurando as emoções com um semblante neutro. Chegando lá, saímos do carro. Eu abraço ele primeiro e digo o quão incrível foi o conhecer, depois a Crystal o beija e diz que vai sentir saudades, mas que estava ansiosa para segunda. A Holl fica por último, ela abraça o irmão e deixa umas lágrimas descerem, ela fala pra dizer para a mãe que a amava e disse para ele deixar claro para o pai que ela nem lembrava dele, e sorriu. Ela o soltou e ele foi embora, e voltamos para o carro, ela estava na frente comigo e Crystal estava atrás.

-Quer que te deixe em casa pra levar Crystal? -Eu pergunto quando reparo que ela estava muito quieta.

-Não. Estou bem, e eu quero me despedir, de qualquer forma. -Ela fala e eu concordo. A casa da Crystal é quase três horas da minha, então a deixaria em um lugar para que ela pegasse um taxi para ir, afinal, seria extremamente cansativo ter tantas horas dirigindo. Cerca de uma hora depois, chegamos ao ponto em que deixaria Crystal pegar o taxi. Holland abraça ela e chora também, elas trocam um "eu te amo", e eu fico confuso, como elas podem se amar apenas depois de alguns poucos dias? Bom, chega minha vez e eu a abraço, ela me aperta muito e diz te amo, e eu respondo. Ela entra no taxi e nós voltamos para o carro.

-Vou sentir falta deles. Muita. -Ela diz, no carro, me olhando.

-Também, mas, logo eles estaram de volta. -Eu afirmo.

-E o nosso encontro? -Ela pergunta sorrindo, mas seus olhos eram tristes, distantes.

-Já arrumei tudo, quando chegarmos, eu te dou um tempo pra descansar e te levo. -Eu explico.

-Não quero descansar. Talvez trocar de roupa, mas descansar não. -Ela fala, e eu respondo um "tudo bem".

Dito e feito, chegamos em casa, ela subiu e eu também. Troquei de roupa rápido e fui arrumar as coisas. Logo ela desce, com um vestido rodado florido e uns sapatinhos pretos, com os cabelos soltos.

-Está linda. -Eu falo e ela cora, sorrindo.

Eu passei bastante tempo pensando em onde a levaria para o piquenique, decidi por um campo de flores.

-Aqui é perfeito.. -Ela fala quando chegamos e me oferece um sorriso quente. Coloco um lençol no chão e a cesta também, e nos sentamos.

-Nunca estive em um lugar como esse, e nem nunca fiz isso. -Ela fala.

-Eu encontrei esse lugar quando era mais novo. Eu estava irritado com algo (como de costume) e andei bastante, até que sem querer, vim parar aqui. Nunca contei a ninguém sobre esse lugar, e até então, era um lugar só meu. -Eu falo e ela me olha, cheia de surpresa, então me beija, seus lábios macios encontram os meus em um selinho demorado, e quando me solta, ela sorri.
~~~~~~~~~~~~~~

Pov Holland..

Eu estava ali, sentada em um lençol cor de pastel, olhando para aquele rosto cheio de pintinhas... Eu estava mesmo me apaixonando por ele? Aquele garoto problemático que nem demonstrava sentimentos pela própria irmã.. Será?

Ficamos conversando e comendo as coisas que Dylan fez.

-Está muito bom! -Eu falo. -Até que é um bom cozinheiro

-Não fui eu quem fui.. Foi a Isabel, a cozinheira. -Ele fala, meio sem graça.

-Ah, não tem problema. Também não sou boa na cozinha. -Eu minto, na verdade, sou ótima. Mas ele sorri, então eu nem ligo pra isso. Depois de um tempo, eu me deito, e bato a mão ao meu lado, pra ele deitar também, e ele o faz.

-Tenho algo pra você. -Ele fala.

-O que? -Eu pergunto sorrindo, então ele tira um colar com um cristal pequeno e azul de pingente, e me da.

-Não precisava... É tão lindo.. Obrigada Dylan. -Eu digo e o abraço, depois coloco o colar. -Aqui é tão lindo.. Olha esse céu, já viu algo mais bonito? -Eu pergunto.

-Sim. -Ele responde.

-Viu? O que? -Eu o olho.

-Você. -Ele responde, e eu sorrio. Me viro e coloco minha cabeça no peito dele, e o braço ao redor de sua barriga. Fico reparando nas tatuagens dele.. Tem um diamante, uma âncora, um símbolo que eu desconheço e várias outras.. Estou quase dormindo então escuto o meu celular tocar, e pego pra atender. Daniel.

-Oi Holl! -Ele fala quando eu atendo.

-Oi, tudo bom? -Eu tento ser educada, e fico olhando para o Dylan, que mantem uma expressão irritada.

-Sim, estou bem. Então, queria saber se quer sair comigo, como amigos, sabe? -Ele pergunta e eu fico meio sem palavras.. Estou nervosa.

-Desculpa, Daniel.. Mas eu vou estar bastante ocupada essa semana, arrumando minha casa. -Eu falo.

-Arrumando sua casa? Agora Dylan te põe pra arrumar a casa dele? -Ele pergunta e eu me sinto obrigada a defender Dylan. 

-Não! Estou falando da minha própria casa. -Eu sei que fui grossa, mas me senti ofendida.
-Desculpa Holl, estava brincando.. Sabe disso, não? -Ele fala.

-Sim, sei, mas eu preciso ir. Obrigada pelo convite, de qualquer forma. -Eu falo e desligo. Dylan está me olhando de um jeito confuso.

-Era o Daniel. -Eu informo.

-Eu sei.. Ele não consegue te deixar, não é? O que foi que ele disse para te deixar tão irritada? -Ele pergunta, e eu me sento.

-Nada demais, eu me irritei a toa. Ele só queria saber se eu queria sair com ele, e bom, eu tenho muito o que fazer antes de poder sair com ele. -Eu explico, sem dar muitos detalhes.

-Entendo.. Acho que eu devia ter uma conversa com Daniel. -Ele fala sorrindo de um jeito estranho e eu fico em choque.

-Não! Não pode fazer isso. -Eu digo.

-E por que? Não quer que eu machuque seu amiguinho? -Ele está começando a se irritar e a me irritar.

-Desculpa, mas, você já viu o tamanho do Daniel? Não me preocupo com a ideia de você machucar ele. -Eu entro no jogo dele e sorrio.

-Vamos, está tarde, e já não está agradável aqui. -Ele diz se levantando e pegando as coisas. Vamos até o carro e eu me sento na frente, com ele. Passamos toda a curta viagem sem falar uma palavra, e eu estava me batendo mentalmente por ser tão fraca ao ponto de me sentir mal por ter falado daquele jeito com ele. Idiota.


Notas Finais


Até a próxima meus amores!!!


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