História Sweet Nothing - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dylan O'Brien, Holland Roden
Tags O'broden
Exibições 144
Palavras 1.246
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oooooooooooeeeeee meus lindos!
"O que você tá fazendo aqui?"
Não me aguentei e postei kkkk
Eu amei escrever esse, sério, amei! Espero que vocês gostem!
Comentem, AMO comentários (meus favoritos são os grandes, só pra se quiserem saber haha)
Boa leitura
Beijos, AA.

Capítulo 16 - Acho que te amo


Pov Dylan..

  Eu estava completamente irritado com ela. Sei que sou um bosta que perturba a vida dela, mas ela também não ajuda. Ela está sentada no banco ao meu lado, olhando para frente, mas vejo ela me olhando de canto, e passando o cristal do colar que eu dei pra ela pelos dedos.

Entramos na casa, e ela caminha até a escada, mas vira e me olha, fica me olhando por um bom tempo.

-Desculpa. -Ela finalmente fala e abaixa a cabeça.

-Tá tudo bem. -Eu respondo baixo e me jogo no sofá.

-Eu sei que minha amizade com Daniel te incomoda, consigo ver isso, não sou idiota. Mas eu não sei por que muda de humor tão rápido quando o assunto é ele. -Ela fala, ainda encostada na parede perto da escada.

-Ele costumava ser meu amigo, meu melhor amigo. Até que ele e a Shelley transaram, enquanto eu ainda namorava ela. Pra mim não foi muita surpresa, já sabia que Shelley era uma puta, mas o Daniel.. Aquilo foi demais pra mim. -Eu falo e respiro fundo, e vejo o olhar triste dela. -Então eu quebrei a cara do Daniel, e parei de falar com os dois. Logo depois, o nosso pequeno grupo inteiro já sabia e eu era o corno, e Jared sempre foi um fodido que jogava piadas pra mim, então passei a ser uma pessoa fria e grossa, que não ligava pra ninguém. Me aproximei de Tyler e Arden, mas depois acabei voltando a falar com Shelley, mas com Daniel nunca foi a mesma coisa.

-Meu Deus, Dylan.. Sinto muito.. Não queria trazer isso de volta.

-A questão é; não posso deixar ele tirar outra coisa minha. -Eu falo sem pensar, e ela me olha. -Quero dizer, outra coisa de mim. -Ela anda até mim, e se senta no meu colo, com uma perna de cada lado meu.

-Você me desculpa? -Ela sussurra no meu ouvido.

-Isso não é justo.. Não consigo pensar com você tão perto assim. -Eu reclamo, e ela rebola no meu colo, eu xingo e aperto sua cintura meio forte demais, ela geme. -Preciso perguntar.. Qual o lance com a dor?

-Como? -Ela me olha confusa.

-Você parece gostar, não sei. Gosta? -Eu pergunto e ela cora.
-Não sabia disso até um tempo atrás.. Mas acho que sim. -Ela finalmente fala, e abaixa a cabeça.

-Calma.. Isso é normal, olha, eu gosto de ser provocado, cada um tem um gosto. -Eu tento acalmar ela, mas ela me lança um olhar de matar e sorri.

-Gosta é? -Ela pergunta e ri, merda, pra que falei isso? Ela pega minha mão e coloca no seu seio por baixo do vestido, e eu aperto, ela geme e rebola. -Gosta disso? Gosta quando sou safada?

-Gosto.. Gosto muito. -E era verdade, eu gosto. Ela pega minha outra mão e coloca na sua coxa, e surrura "aperta", e eu faço. Ela coloca as mãos lá, por cima da calça, e aperta, um gemido sai da minha boca, então ela sai do meu colo. -Onde vai?

-Vou ao meu quarto. Por que? -Ela se faz de inocente.

-Não. Você vai acabar o que começou. -Eu falo me levantando.

-Me obriga, Dylan... -Ela sussura.

-Não me provoca, Holly. -Eu uso o apelido e ela arfa, e corre pela escada rindo, e eu vou atrás dela. Não acredito que estamos correndo pela casa e rindo, quando a dois segundos atrás, ela estava sendo sex e provocante. Que mulher é essa?

Quando chego no quarto, a luz está apagada, consigo ver muito pouco, mas sinto sua presença ali. Sinto seus pequenos braços me abraçando por trás e eu me viro pra ficar de frente pra ela.
-Você quer mesmo isso? Você é meio que virgem... Nunca fiz sexo com uma virgem. -Eu falo pra ela, precisei falar, a última coisa que queria era machuca-la.

-Tudo bem por mim. Uma hora eu vou ter que fazer isso, e vai doer do mesmo jeito, e eu confio em você. Não vai me machucar, não muito. -Ela fala e mesmo no escuro, sei que está sorrindo.

-Prometo que vou ser gentil. -Eu digo e a beijo, calmo. Ela tenta aprofundar mas eu não deixo, preciso me controlar, preciso focar em não forçar nada e nem machucar ela em nenhum sentido. Ela está perdendo a paciência, consigo ver isso pelo jeito que ela puxa meu cabelo, e passa as minhas mãos pelo próprio corpo.

-O que foi? -Ela pergunta.

-Estou tentando ser calmo, você não está me ajudando. -Eu falo sorrindo.

-Quero que seja gentil, mas não que seja chato. -Meu sorriso morreu quando ela disse aquilo e no lugar dele apareceu uma risada estranha. Ela me beija com vontade e me empurra até que eu caio de costas na cama, ela para (ainda em pé) na minha frente e tira o vestido. -Tira a camisa. -Ela manda e eu faço. -Uau, tem malhado? -Eu fico rindo e nego. Ela senta no meu colo e volta a me beijar de um jeito doce, minhas mão não perdem tempo e tiram seu sutiã. Aperto seu seio e ela ri, e sussura "mais forte", então eu dou um tapa na bunda dela e ela arfa sorrindo. Ela tira minha calça e logo estamos os dois só com a roupa de baixo.

Eu troco de posição, ficando por cima dela, sem colocar peso. Tira sua calcinha, depois minha cueca e me coloco na meio das suas pernas, já abertas.

-Posso? -Eu pergunto e ela assente de olhos fechados. -Olha pra mim. -Eu falo e coloco um pouco, ela aperta os lençois e morde a boca, escuto ela soltando palavrões e rio. -Tudo bem?

-S-sim.. Pode.. Vai.. -Ela não fala nada com ela. Eu coloco mais e ela solta uma lágrima então eu paro.

-Holland? Te machuquei? -Eu estou ficando meio que desesperado.

-Não.. Continua. -Ela fala e eu assinto. E coloco tudo, espero ela acostumar e começo a me mexer devagar, e a beijo, na tentativa de fazer ela ficar bem. Depois de um tempo só escuto seus gemidos altos e não vejo mais dor nos seus olhos verdes, então fico tranquilo.

Estou chegando lá e ela também, percebo isso quando ela força as pernas e arranha minhas costas. Com um último grito, ela chega lá e eu também, e me jogo ao seu lado na cama. Minha respiração está falhada e a dela também, depois de um tempo, vejo ela começar a respirar normalmente.

-Como foi pra você? -Eu pergunto.

-Diferente do que eu imaginei. -Ela fala e eu me sinto estranho.

-Diferente como? -Eu estou nervoso com a possibilidade de ter sido ruim.. Nunca ninguém reclamou.

-Imaginei que seria sexo, com dor e palavras feias, mas não foi nada disso.. Você foi ótimo comigo, atencioso... E não fica se achando, mas foi muito bom. -Ela fala e eu respiro aliviado. -Dylan?

-Oi? -Eu pergunto, já meio sonolento.

-O que nós somos? -Ela pergunta e eu travo.

-O que quer que sejamos? -Eu tento melhorar a minha situação, mas ela não me responde. Ela se deita no meu peito e sussura "mais" (em português), do pouco que estudei de espanhol, sabia o que aquilo queria dizer. Meu coração acelera e eu fico sem ação, aos poucos o sono vem e eu estou quase dormindo.

-Eu acho que te amo, Dylan. -Ela sussura e sua respiração fica pesada, o que quer dizer que ela está dormindo. Ela me ama? Holland me ama.


Notas Finais


O que acharam da história do Daniel falsiane? E do "eu te amo" kkk
Me falem nos comentários (só pra lembrar que eu amo os grandes.. Kkk)

Até a próxima!!!


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