História Sweet Nothing - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dylan O'Brien, Holland Roden
Tags O'broden
Exibições 154
Palavras 1.301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei com mais um cap cheio de amor!!!
Espero MUITO que gostem, e de coração, amo vocês!
Obrigada por tudo!
Beijos, AA.

Capítulo 17 - Se me quiser, sou sua.


Pov Holland..

  Acordo mas continuo deitada na cama, lembrando de cada detalhe da noite anterior. O cheiro dele ainda estava na cama, por toda parte, mesmo sem ele ali. Eu me levanto e tomo um banho longo, depois que me visto, desço e vou até a sala.

-Holland, minha querida! -Kelly sorri e me abraça quando eu chego na sala. -Senti tanta sua falta!

-Eu também! Não via a hora de te ver novamente! -Eu realmente estava com saudades, mas um leve terror me invadiu quando pensei em como o Dylan me trataria na frente dos pais. Ele voltaria a ser o antigo Dylan?

-Trouxe algo pra você, da minha viagem. Na verdade, trouxe presentes pra todos vocês, mas só vou entregar o da Crystal e o do Tyler na segunda. -Espera; ela comprou presente para o Tyler? Ela sequer o conhecia, ela é mesmo um amor.

-Ah, obrigada, não precisava se incomodar. -Eu digo e ela sorri, e me entrega uma caixinha, então nos sentamos no sofá e eu abro. É uma pulseira, de ouro, com um pingente da bandeira do Brasil, uma lágrima de pura saudade cai do meu olho. -É linda, obrigada.

-Não foi nada. Eu sei que sente saudade, então pensei nisso. E me lembro de dizer que quer um dia viajar pelo mundo, então pode colocar outras bandeiras que te lembre esses lugares. -Ela fala e eu a abraço. Esse é o segundo melhor presente que já ganhei, o primeiro era o colar que Dylan me deu no dia anterior.

-E o Sr O'Brien e Dylan? -Eu pergunto, sem parecer preocupada.

-Saíram, acho que para conversar, e depois comprar algumas coisa, e deixaram as moças em casa. -Ela sorri e continua. -Eu não sei o que fez, ou o que está fazendo, mas continue, por favor.

-Desculpe, como? -Eu estou confusa. -Eu fiz alguma coisa?

-Com meu filho, Dylan. Eu nunca o vi tão acolhedor. Ele me abraçou, Holland, sabe a quanto tempo ele não me abraça? Muito tempo. Eu vi brilho nos olhos dele, e agora eu vejo esse mesmo brilho nos seus olhos.

-Eu.. Eu acho que o amo. -Eu falo, e não sei por que confio nela, mas confio.

-Eu sei, acha que não percebi? Não sou tão velha, mas eu já tive sua idade, e Richard foi meu primeiro amor. Lembra quando eu disse que sua mãe já fez muito por mim? -Ela pergunta e eu concordo. -Sua mãe me ajudou muito. Quando tudo e todos tentaram me separar de Richard, sua mãe foi a única que me apoiou, e esteve do meu lado, e eu sou eternamente grata. Ela já fez muitas mais coisas, mas não vem ao caso.

-Ela nunca me contou isso. -Eu falo, mas para mim do que para Kelly.

-Sua mãe nunca quis crédito por isso, sei que ela pode ser difícil, mas ela tem um coração enorme. -Kelly fala e aperta minhas mãos levemente.

-Eu sei disso.. Ela é tão boa, não merece tudo pelo que passa. -Eu falo.

-O que quer dizer? -Ela me pergunta.

-Meu pai. Ele é um imbecil, sem coração. Eu só não sei por que ela continua aguentando isso tudo. -Eu desabo.

-Por vocês, Holland, tudo que ela fez, foi por vocês. Se não acredita nela, acredite em mim. -Ela fala e eu a abraço e sussuro "obrigada". Então a porta abre e Dylan e Richard entram, com umas sacolas e uns sorrisos.

-Olá Holland, bom te ver novamente. -Richard fala e aperta minha mão.

-Bom te ver também. -Eu respondo, então Dylan vem até mim e me da um beijo na testa, eu coro pela demostração de afeto na frente dos pais.

-Dormiu bem? -Ele pergunta com um sorriso convencido no rosto.

-Sim, muito bem. -Eu respondo sorrindo.

-Gostei, minha mãe, certo? -Ele pergunta apontando para o pulseira e eu concordo. -Ela ama dar presentes, mas odeia receber.

-Eu amei, me lembra minha casa, e eu gosto de lembrar. -Eu falo e ele assente.

Depois do almoço, eu decido andar um pouco, por ai. Dylan não gosta muito da ideia, mas concorda, com a condição de eu ligar para ele ir me buscar. Eu estou andando até que sinto alguém me cutucar, me viro e vejo Daniel sorrindo, ele me abraça e eu me solto dele, gentilmente.

-E ai, Holl? Quando vai aceitar sair comigo? -Ele pergunta.

-Não acho que seja uma boa ideia. E eu estou bem ocupada. -Não queria ser grossa mas eu estava irritada com ele.

-Uau.. Nem casou e já é esposa oprimida? -Ele fala rindo e eu dou um meio sorriso.

-Precisa parar com as piadas sobre Dylan. Falo sério. -Eu digo.

-Ok, mas, por que não pode sair comigo? Sei que Dylan me odeia, mas ele não manda em você, sabe disso, não sabe? -Ele pergunta, andando do meu lado.

-Com razão, sabe disso, não sabe? -Eu pergunto e paro de andar.

-Então ele te contou. Olha, sei que deve estar achando que sou o errado, mas Shelley me seduziu e eu sou homem, tenho necessidades.

-Não é desculpa! Você errou feio. E sabe de uma coisa? Eu não vou ser a próxima. -Eu falo e me aproximo dele. -Está me ouvindo? Não pense nem por um segundo que vai piscar esses olhos azuis pra mim e eu vou ser como a Shelley, eu nunca faria isso com Dylan. -Eu falo e vejo que o peguei de surpresa. Ótimo.

-Olha, Holland, eu nunca quis que você fosse como a Shelley. Eu já te conhecia antes do Dylan e eu já tinha sentimentos por você antes também, e eu sempre fui honesto sobre isso. Agora, se você prefere sofrer por alguém como o Dylan, vai em frente! -Ele fala e sai andando, me deixando lá, com minha melhor cara de tonta. Eu bufo e ando de volta pra casa, acontece que eu estava tão atordoada que não sabia como voltar, então liguei para o Dylan e informei as coisas ao meu redor pra que ele me encontrasse.

Logo seu carro para e ele sai, me olhando com uma cara de preocupação.

-O que aconteceu? -Ele pergunta, e se senta ao meu lado no banco de parque que eu estava sentada.

-Encontrei com Daniel, e eu disse tudo que senti vontade, eu práticamente gritei com ele no meio da rua, e agora, nem sabia como voltar pra casa, me senti uma idiota.

-Gritou com ele? Por que? -Ele pergunta, calmo.

-Ele me irritou.. Algo em mim diz que ele me quer como trofeu, como se ele gostasse de ter tudo que você tem. -Eu explico e ele concorda com a cabeça.

-E eu te tenho? -Ele pergunta.

-Se me quiser, sou sua. -Eu respondo, quase me afogando em vergonha.

-Eu quero. -Ele diz e me beija de leve. E continua. -Tá tudo bem, você me convenceu. Eu realmente não gosto dele, mas eu não posso te fazer não gostar dele também. Essa decisão é sua. -Ele fala calmo e eu fico chocada.

-O que aconteceu com você? Está bonzinho demais. -Eu falo e sorrio.

-Foi algo que você disse ontem, um pouco antes de dormir. -Ele fala e eu fico pensativa, o que eu falei? -Você disse "Eu acho que te amo, Dylan". Agora me diz, isso é verdade?

-Eu.. E-e-eu.. Acho que sim. Eu acho que te amo. -Eu falo, tomada pela vergonha e ele sorri, um sorriso que fez meu coração derreter, foi o sorriso mais bonito e caloroso que ele já me ofereceu e eu guardaria pra sempre.

-Você conseguiu me fazer sentir de um jeito que ninguém mais conseguiu, e sim, eu te amo. -Ele fala e eu meu coração fica quentinho, então eu o puxo e beijo aquela boca tão conhecida pela minha, como se fosse a primeira e última vez.


Notas Finais


Genteeeeeee me digam o que acharam! Preciso saber se estou satisfazendo vocês com essa fic. E mais, me digam se querem que algo (específico) aconteça.
Muito obrigada e até a próxima!
Ps: Gosto muito de comentários grandes (hahaha)
Ps2: Brincadeira, amo todos! Vcs que decidem!


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