História Sweet Nothing - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dylan O'Brien, Holland Roden
Tags O'broden
Exibições 158
Palavras 1.352
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooooooooeeee novamente!
Quero dizer que amei todos os comentários, e achei uma coisa linda vocês se esforçando pelos grandes! Prometo que vou responder todos com respostas grandes!
"Lexy o que o Cody tá fazendo ai?
Me pediram, e eu faço tudo por vcs!
Espero que gostem!
Beijos, AA.

Capítulo 18 - Casa/Cody/Crystal


Pov Holland..

  Era domingo, eu e Dylan estávamos nos preparando para ir ver a casa, para saber em que condição estava. Eu vesti um short e uma blusa sem magas, porque o dia estava quente, e Dylan colocou uma bermuda e uma camisa preta. Ele pegou o carro e foi em direção ao endereço informado por Kelly.

Chegando lá, eu vi uma casa consideravelmente grande. Com um caminho até a porta e uma varanda linda, a casa tinha dois andares, e umas árvores em volta. Perfeita, na minha opinião.

-Ela é linda. -Eu falo, sorrindo. -E grande.. Minha mãe é tão exagerada.

-Ela é linda mesmo. Parecida com sua casa? -Dylan pergunta.

-Não mesmo. Minha casa no Brasil é muito maior. Não que importe, mas meus pais são "ricos". -Eu falo, sem dar importância e faço aspas nos dedos. -Tyler podia vir morar comigo, seria perfeito.

-Também acho, talvez ele venha, precisamos tentar mais. -Dylan fala e eu concordo, e nós entramos na casa, usando a chave que estava na carta que a minha mão deixou para mim.

A casa por dentro é linda, com algumas coisas, coisa que me agradou, pois não tenho nenhum móvel aqui. A sala tem um sofá marrom macio, um tapete com desenhos indianos e um lugar pra por a tv na parede, que eu teria que comprar. A cozinha era estilo americana, "você agora mora na américa", meu cérebro me lembra, e eu sorrio, ela tinha uma mesa linda e quatro cadeiras, a bancada, a pia e uma ilha, sempre quis uma ilha. Tinha três quartos, dois principais e um de hóspedes, nenhum tinha decoração nem nada de muito especial. O quarto principal, tinha um banheiro e o outro banheiro ficava no fim do corredor no andar de baixo. A casa era perfeita, a única coisa que faltava era um toque de Holland e uma limpeza geral.

-Bom, temos muito o que fazer! Por onde começamos? -Dylan me pergunta.

-Você fica com a sala e eu com a cozi.. -Meu celular me interrompe. -Só um minuto.

~~~~~~~~~~~~~~~~
-Hello. -Eu pergunto.

-Uau.. Agora atende o celular em inglês? -A voz do meu melhor amigo do Brasil me pergunta e eu sorrio.

-Cody! Que saudades! -Eu falo e vejo a cara de confuso que o Dylan faz, ele não deve entender uma palavra que eu estou falando.

-Estou interrompendo algo? -Ele me pergunta.

-Não, bom, eu estava limpando minha casa nova, com Dylan. -Eu falo e pisco pra Dylan.

-Quem é Dylan? -Cody pergunta.

-Meu.. Meu amigo. -Eu falo e sinto alivio por saber que Dylan não entendeu.

-Queria ir te ver. -Ele fala.

-Quando minha casa estiver pronta, venha e passe um tempo comigo. Tenho que ir, tchau, beijos. -Eu falo e desligo.

~~~~~~~~~~~~~~~~

-Quem era? -Dylan me pergunta.

-Cody, meu amigo de infância. Desculpe por ter que falar português, ele não é fluente. -Eu explico.

-Não precisa pedir desculpas por falar sua língua, deve ser um saco ter que pensar antes de falar. -Ele fala rindo.

-Sim, é, e eu tenho certeza que as vezes falo algumas coisas erradas. -Eu digo, rindo, e ele concorda.

Não limpamos quase nada e quando chega a noite, precisamos voltar pra casa. Eu tranco a casa e vamos para o carro.

-Amanhã voltamos e Tyler e Crystal vão nos ajudar. Preciso comprar algumas coisas para a casa, mas você e Tyler podem segurar a limpeza enquanto isso. -Eu fico falando e Dylan concorda, eu levo a minha mão até o rádio mas lembro que ele não gosta de ouvir música enquanto dirige.

-Pode ligar, não que eu não prefira ouvir você falar por nós dois, mas pode ligar se quiser. -Ele fala e eu sorrio, e ligo o rádio.

-Nunca perguntei, mas, qual estido de música você gosta? -Eu pergunto, reparando que mal sabia coisas sobre ele.

-Gosto de tudo um pouco, mas prefiro rock e um pouco de pop. -Ele fala, focado na estrada.

-Que dia faz aniversário? -Eu aproveito o momento e faço mais uma pergunta.

-19 de maio. -Ele responde. -E você?

-22 de agosto. -Eu falo e sorrio. -Qual seu filme preferido?

-Você faz muitas perguntas. -Ele fala e eu bufo. -Mas eu não tenho, não ainda.

-Hm.. Ok. Chega de perguntas por hoje. -Eu falo e ele sorri. -Por hoje. -Eu repito e ele suspira, rindo.

Quando chegamos em casa, jantamos e vamos dormir, no quarto dele. Eu tentei convencer ele de que não era certo, porque seus pais estavam em casa, mas ele nem ligou. E dormimos, só isso, e eu estava me sentindo bem por ele não forçar nada. Ele podia usar aquela capa de "não me importo", mas ele se importa, sei que sim.

Acordo com meu celular vibrando, anunciando que havia uma nova mensagem, mas ele vibra três vezes, ou seja, três mensagens.

"Holl? Está dormindo?"
"Holl?"
"Oooou?" -Crystal tinha mandado as três e eu sorrio.

Eu -Oi meu amor, acordei.

Cryst -Bom dia, está em casa?

Eu -Bom dia, sim.

Cryst -Desce. Estou aqui...

-O que?! -Eu dou um gritinho e acordo Dylan sem querer. -Desculpa.

-O que aconteceu, amor? Tá tudo bem? -Ele levanta procurando algum tipo de evidência de dor.

-Estou bem. Crystal chegou! -Eu falo e dou um beijo de leve em seus lábios. Eu levanto e saio correndo pelas escadas, encontro Crystal no sofá, quando me vê, sai correndo e me abraça, e caimos no chão rindo.

-Vejo que vocês se conheceram. -Kelly diz e eu coro, por nem ter reparado nela. -Bom dia, Holland.

-Bom dia, desculpe, não a vi. -Eu me olho e quase corro de vergonha quando vejo que estou com um short curto e com uma camisa de Dylan. -Vou me trocar, depois nos falamos. Ok?

-Ok! Precisamos ir buscar o Tyler, e depois, vamos para sua casa. -Ela fala e eu concordo. Subo as escadas rindo, não sei por que, mas eu fico rindo quando estou nervosa.

-Do que está rindo? -Dylan me pergunta quando entro no meu quarto, e o vejo deitado na minha cama.

-Nervoso. Rio quando estou nervosa. -Eu falo, sorrindo.

-E está nervosa por que? -Ele pergunta.

-Faz muitas perguntas. -Eu respondo e ele sorri. -Olha como estou vestida, e eu dei de cara com a Kelly.. Que vergonha.

-Não sinta. Se eu fosse mulher, e tivesse seu corpo, andaria pelado por ai. -Ela fala, olhando para o teto.

-Ok, posso fazer isso. -Eu falo tirando o camisa dele e ele me olha confuso e risonho.

-Como? -Ele pergunta.

-Eu posso andar pelada. -Falo e tiro o short, mas quando ele levanta, e vem até mim, eu corro para o banheiro e me fecho lá. -Bom, você fica ai. -Eu falo de dentro do banheiro. Tomo meu banho e volto pro quarto, enrolada na toalha, e pego roupas intimas lavadas, e as coloco.

-Ainda estou aqui, sabe disso? -Dylan fala, e eu rio, porque eu sabia que sim. Eu ando até ele, e me sento na sua barriga, o mesmo estava deitado na cama. -Não me provoca, Holly.

-O que vai fazer? Vai transar comigo com sua mãe e irmã no andar de baixo? Acho que não. -Eu falo sorrindo e ele bufa.

-Sabe que eu faço, não sabe? Eu não me importaria de fazer as duas ouvirem você gritar meu nome, não me importaria de fazer você gritar coisas obsenas apenas pra elas ouvirem. Sabe disso. -Ele fala e eu me sinto estranhamente excitada com aquilo. -Gostou da ideia?

-Idiota. -Eu falo e dou um tapa nele, depois o beijo, um beijo diferente, sinto como se ele pudesse arrancar um pedaço da minha boca, de tão forte que era. Ele puxa meu cabelo, deixando meu pescoço a mostra, então ele o chupa. Aquilo vai ficar roxo.

Era totalmente contra minhas leis fazer isso, mas eu não estou pensando direito, nunca penso quando se trata dele. Eu percebo um volume em baixo da minha calcinha, sei que ele está excitado, bem excitado.

-Você quer, não quer? Eu posso sentir você ficando animado, e eu sei que você me quer. Chega de preliminares e acaba logo com isso.


Notas Finais


Se gostaram do cap, comentem (sabem como eu gosto)!!!

Obs: Fiz uma one! Se quiserem, deem uma olhadinha lá, por favor! É sobre o primeiro (e único) beijo Stydia.
Até a próxima seus lindos!


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